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Casares recebe apoio de outro ex-integrante da oposição são-paulina

Leia o post original por Perrone

Homero Bellintani Filho, conselheiro do São Paulo  Foto: Arquivo pessoal

Júlio Casares, candidato à presidência do São Paulo pelo grupo que se define como coalizão entre diferentes correntes políticas, ganhou o apoio de mais um ex-pré-candidato a presidir o Conselho Deliberativo pela oposição.

Homero Bellintani Filho, o Homerinho, afirmou ao blog que decidiu apoiar Casares e o candidato dele pra o conselho, Olten Ayres de Abreu Júnior.

“Minha decisão não tem a ver com qualquer tipo de mágoa. O projeto do grupo do Júlio é bom, e eu não conheço ainda o projeto da oposição, que ainda não definiu candidato. O pessoal da coalizão do Júlio vai assimilar itens do meu plano para o conselho e projetos para a diretoria executiva, para ajudar a enfrentar essa imensa dívida que está sendo herdada. Vou apoiar o Júlio por esses motivos. E também, porque não tive respaldo na oposição”, declarou Homerinho.

Ele desistiu de participar da convenção oposicionista para definir o candidato à presidência do conselho depois de o filho  do ex-presidente do clube Marcelo Portugal Gouvêa anunciar sua pré-candidatura.

José Roberto Ópice Blum, outro pré-candidato da oposição ao posto no conselho, também retirou seu nome da prévia e passou a apoiar Casares após Marcelinho Portugal Gouvêa entrar no páreo. O filho do ex-presidente passou a ser o único candidato da oposição à presidência do conselho.

Homerinho diz  que devolve para Olten Júnior oito votos que afirma ter tirado dele e que levará pelo menos mais oito, de seus aliados, para o grupo de Casares. Os presidentes do conselho e do clube serão eleitos pelos conselheiros no final do ano. A oposição ainda fará uma convenção para escolher seu candidato entre Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros.

Abaixo, leia na íntegra texto que Homerinho enviou a conselheiros para explicar a decisão de apoiar Casares

“Vão dizer que mudei de lado, porém, meu único lado sempre foi e sempre será o SPFC. Vão dizer que fui para a situação, mas o que é a oposição se não um mesclado de antigos situacionistas e opositores ? O que é a dita situação, se não a mesma coisa?  Interessante esta eleição, os que dirão ao contrário , realmente faltarão com a cristalina verdade! Sempre fui independente , embarco neste sonho de ver um futuro melhor para a instituição, de saber que as pessoas que me aguardam me ouviram e me respeitaram. Levo na minha bagagem inúmeros companheiros, não vou sozinho, vou com aqueles que estavam em meu barco, diversos independentes como eu,  para realizar este sonho de ver o SPFC novamente protagonista e vanguardista, devolvo os 8 votos que tinha da coalizão de Júlio Casares, na minha candidatura.  Vou consciente de que o plano de governo é muito bom e que serão assimilados itens de meu plano, para o conselho e nossos projetos que serão incorporados, para ajudar nossas cores a enfrentar a imensa divida que será herdada! Levo comigo a vontade de muito trabalho, o mesmo trabalho de mais de 55 anos,  de muita luta, o mesmo trabalho que os grandes mestres do passado me ensinaram e que incorporei no meu dia a dia! Uma vida de amor dedicada ao SPFC! 

Minha decisão nada tem a ver com mágoas ou qualquer tipo de outra coisa, para os que dirão ao contrário, não dimensionaram ainda que eu tinha a eleição ganha e desdenharam, minha dignidade é maior que qualquer candidatura, nunca tive vaidades pelo poder efêmero. Minha decisão simplesmente se deve à minha crença e fé em minha bandeira, que ajudei a hastear com 6 anos de idade, ao plantar o Ipê no terreno do Morumbi. Hoje estou plantando outro e que nunca me falte entusiasmo para continuar cumprir o que estabeleci como meta e abracei como missão de vida. Salve sempre e eternamente  o SPFC !”

 

Ex-presidente do São Paulo vai coordenar campanha de Casares

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José Eduardo Mesquita Pimenta, ex-presidente do São Paulo, foi escolhido neste domingo (5), para ocupar o cargo de coordenador-geral da chapa que tem Júlio Casares como candidato à presidência do clube em eleição prevista para o final do ano.

A escolha aumenta o tom de pluralidade do grupo, que rejeita o rótulo de situacionista e se define como una coalizão de diferentes correntes políticas. Isso porque Pimenta foi candidato de oposição contra Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, que venceu a eleição de 2017. Atualmente, o ex-presidente tricolor preside o Conselho Consultivo do clube.

Casares enfrentará o candidato do grupo que se define como oposição e que ainda não apontou um nome. Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros disputarão uma prévia.

Saiba o que os postulantes à presidência do SPFC pensam para o futebol

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O blog ouviu o candidato à presidência do São Paulo, Júlio Casares, que tem o apoio da situação, e os três pré-candidatos da oposição, Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros, sobre o que eles pensam para o futebol do clube. Veja abaixo o que disse cada um.

Júlio Casares

“Vamos mudar a dinâmica do futebol. Vamos ter um diretor executivo que venha do mercado, porém, ele não vai ter um salário astronômico, a não ser na composição de fixo e variável, meritocracia. Na nossa gestão, o diretor vai poder ganhar (quantia em) três dígitos, só que ele vai ter que ter um plano de metas para chegar em três dígitos. Ele não pode ganhar três dígitos no conforto e só ficar chateado quando contrata errado, quando perde. A composição da remuneração vai ter legado esportivo, que é conquista, performance, e legado financeiro. Legado financeiro entra, primeiro, quando você promove jogador com sucesso da base. Quando você vende bem, foi um produto que o futebol cultivou, ele (executivo) também vai ter um percentual, é a consultoria que está nos ajudando que vai definir quanto. Quando ele compra bem, também ele vai ter um handicap bom na avaliação da remuneração variável. Então, em primeiro lugar o legado esportivo, mas também vai ter o legado financeiro. No frigir dos ovos, ele trouxe um jogador em final de carreira, mas ele trouxe um campeonato, ele já cumpriu um item importante do seu variável. Se ele revelar, comprar bem, vender bem, ele vai ganhar mais. Eu vou ficar feliz se o cara ganhar três dígitos porque o São Paulo vai ficar feliz. O executivo ficar contrariado quando o time perde não basta pra gente.  A cada 90 dias vamos avaliar as metas. Se ele estiver abaixo da meta, vamos acender o sinal amarelo, falar: ‘você tem que correr atrás’, mas, claro, vamos fechar a avaliação em um ano. Essa é a primeira ação estrutural. Outra ação estrutural eu chamo de hierarquização das contratações. Hoje, como as pessoas contratam? Hoje, às vezes, o diretor quer, vai para o avaliador de desempenho… Então, nós vamos ter uma hierarquização. Primeiro, quem tem que apresentar a necessidade de contratação é o técnico. Vou montar o CAF (Comitê Avançado de Futebol), com a figura de um ex-jogador ou ex-técnico, figura de um especialista financeiro, uma pessoa com visão médica, clínica e fisiológica. Quando isso vem para para o CAF, e eu vou participar como presidente, a gente pergunta: ‘esse jogador que você quer vem para compor elenco ou para ser titular?’ Se ele falar que é pra compor elenco, nós vamos fazer uma avaliação prioritária da base. A base tem que ter um jogador pronto para compor elenco. Porque, se não estiver pronto para compor elenco, a base tem que ser questionada. Se você contrata um jogador para compor elenco e ele não dá certo, você gasta e pode inibir o aparecimento de alguém bom da base. Esse comitê vai avaliar a vida pregressa do jogador que o técnico quer, se ele é ‘chinelinho’ ou não, como ele jogou, qual o estado de saúde dele, qual a idade, porque a idade vai determinar o tempo de contrato. Então, se não acharmos na base o jogador que o técnico quer para compor elenco, vamos procurar no mercado dentro de uma responsabilidade financeira. Então, como vamos compor isso com responsabilidade financeira? Vamos ter jogadores cascudos, jogadores da base e também algumas estrelas. O que não pode é contratar cinco ou seis jogadores numa faixa muito alta de salário. Mas você pode ter dois e mais um com salário intermediário. Depois você mescla com um time competitivo e que tenha a base também”.

Marco Aurélio Cunha

“O presidente não pode só sentar na cadeira, contratar jogadores que agradam a torcida e achar que está tudo bem. Se fizer isso, nós vamos continuar gastando e não ganhando de ninguém. Temos que pensar na estrutura do time. Não é só contratar o ídolo. O time precisa dos carregadores de piano também. Na nossa história, fomos campeões com participações importantes de jogadores que carregavam o piano, como Pintado, Ronaldão, Lugano… E isso passa pelo executivo de futebol, que precisa ter essa visão de estrutura de time, de equilíbrio”.

Roberto Natel

“Acho que o próximo presidente, a primeira coisa, ele vai ter que focar na dívida. E usar a base, vai ter que mesclar mesmo. Ter dois ou três jogadores para dar confiança para os garotos, é por aí. Acho que não tem muito como fugir disso. Nenhum dos candidatos pode dizer que tem uma mágica. A mágica é ter coerência, refletir bem, porque o problema do São Paulo é a grande dívida que vai ficar, e usar, sim Cotia, a equipe de base, e ir mesclando com alguns jogadores que não sejam aquela fábula de dinheiro que hoje o São Paulo gasta com salários. Você trazer um Daniel Alves para fazer aquela parte psicológica que traz para os garotos uma confiança muito grande, aí tudo bem. Agora, você trazer vários, é o que acontece com o São Paulo hoje. O São Paulo está com uma dívida muito grande por falta de um planejamento.

Sylvio de Barros

“Minha filosofia não é do futebol, é do São Paulo Futebol Clube. Você tem um problema, por má gestão, por tudo o que aconteceu, tem um problema de déficit financeiro muito alto. Então, temos que achar uma fórmula para contornar esse problema e, de uma forma ou de outra colocar o clube em ordem. Na nossa opinião, primeiro temos que fazer uma comunicação, conversar diretamente com nossos credores, saber o que é possível fazer, saber de que forma podemos ordenar nossas necessidades. Ter uma conversa coma a torcida, ter uma conversa com os jogadores. Dessas conversas, vai sair um plano que seja viável para o clube e para todos que o rodeiam. Os artistas têm que ser ouvidos. A torcida tem que ser ouvida. Então, é uma forma de você achar o caminho. A ideia é criar um grupo grande de apoio para que, juntos, a gente possa reorganizar o São Paulo

Sem acordo, oposição do SPFC terá convenção para definir candidato

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Com José Eduardo Martins, do UOL em São Paulo

Reunião presencial da oposição do São Paulo nesta quinta (11), na sede da Fiesp, definiu que haverá uma convenção para escolher o candidato do grupo à presidência do clube na eleição em dezembro.

Não houve acordo para que um dos pretendentes fosse ungido como candidato. Assim, Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros se enfrentarão na convenção.

“Os três entendem que devem ser candidatos, e as vontades das pessoas precisam ser respeitadas. Estamos unidos, por isso faremos a convenção”, disse Natel.

A votação deverá ser entre os conselheiros dos grupos que formam a oposição. Segundo Natel, reunião para acertar os detalhes acontecerá no  próximo dia 22.

Já há um candidato em campanha, Júlio Casares, que tem o apoio do presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

 

Ex-vice revela mágoa com diretoria e deixa voto em aberto no São Paulo

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Júlio Casares, ex-vice-presidente do São Paulo, era apontado como um dos possíveis candidatos à presidência tricolor. Porém, ele não lançou candidatura. Agora, conselheiros ligados aos três postulantes ao cargo na eleição de abril (Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, atual presidente, Roberto Natel e José Eduardo Mesquita Pimenta) afirmam contar com seu apoio.

Mas em depoimento ao blog, ele negou ter definido quem vai apoiar. Revelou ainda mágoa com membros da gestão comandada por Leco por se considerar alvo de disparos enquanto era cotado para ser candidato, apesar de ser coordenador do partido político do presidente.

Abaixo, veja o posicionamento de Casares em relação à disputa eleitoral.

“Minha prioridade é o trabalho profissional. Posso apoiar o Leco, mas sentar ao lado de pessoas que me bateram apenas quando fui cogitado (como candidato) é muito difícil. Ou seja, um obstáculo que podemos superar. Eles estão ao lado do presidente. Veja o que fizeram na apresentação do Rogério Ceni (Casares atribui a aliados do presidente comentários de que teria ido ao evento para fazer campanha). Discutiremos dentro do partido.

Fizeram reuniões (comandadas por Leco para discutir a eleição) sem os coordenadores (dos grupos situacionistas). Causou incomodo. Desconforto. Leco gentilmente explicou. Foi uma reunião adulta e respeitosa. Levarei tudo isso para a discussão interna.

Estou muito decepcionado com algumas pessoas que sempre conviveram comigo. Fogo amigo ou fogo inimigo travestido de amigo. Mas tudo pode ser reconciliável. Quem bate esquece, quem apanha, jamais.

Defendo um pacto de gestão entre todos. Pode ser uma pregação no deserto. Continuarei dizendo. O clube tem 15 grupos. Todos importantes. O meu (Participação) é muito forte. Só pertenci a ele desde 2002. Mas o principal partido é o São Paulo.

Precisamos conhecer os programas dos candidatos. Isso é democrático. Todos os candidatos têm que se comprometer com o planejamento e autonomia do Rogério Ceni. Ele deve ter o apoio e o compromisso prévio de todos.

Todos os candidatos devem apresentar seus programas. Caberá a conselheiros e partidos analisarem as propostas. Elas devem ser mais preponderantes do que os nomes”.

Derrota da oposição alimenta lobby por Casares para presidente do São Paulo

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Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

Derrota sofrida pela oposição do São Paulo na última terça na eleição de seis conselheiros vitalícios fez crescer entre os oposicionistas o lobby para a candidatura de Júlio Casares à presidência do clube em abril como uma terceira via. Seria um nome intermediário entre oposição e situação.

Mas o apoio também gerou pressão para que ele defina rapidamente se será candidato e críticas por não ter participado da votação no conselho.

A vitória situacionista por 100 a 67 foi lida por parte significativa da oposição como um sinal de que sozinhos os opositores não conseguirão derrotar a situação. Precisariam de um reforço de fora, de um dissidente do grupo que está no poder, dando um rosto mais conciliador para a chapa.

Casares é o coordenador do partido do atual presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, mas não concorda com muitos pontos da administração. Porém, ele (mesmo sem ter ido votar) e Roberto Natel, que deixou a vice-presidência do clube e pretende disputar o posto de candidato da situação com Leco, apoiaram nomes da chapa situacionista na eleição do conselho. Isso reforçou na oposição o sentimento de que é necessária uma aliança para vencer em abril.

Até a votação de terça, a oposição se sentia forte por ter barrado a assinatura do novo contrato com a Globo para a transmissão de jogos do Brasileirão em TV aberta. Mas, nomes de fora do grupo oposicionista tradicional, como Casares, também foram contra a aprovação do contrato.

Antes da derrota no conselho, José Roberto Opice Blum, presidente da comissão de ética do órgão, tinha larga vantagem entre os nomes apoiados pelos opositores para a candidatura à presidência, só que o novo resultado alimentou a ideia da terceira via.

Procurado pelo blog, Casares negou que tenha decidido se candidatar e afirmou que não foi à votação porque está viajando. “Estou de férias. Neste momento, não estou pensando na eleição de abril. Digo ainda que o São Paulo precisa de união entre oposição e situação para construir um novo modelo de gestão”, declarou o ex-vice-presidente.

Entre os argumentos dos que apoiam sua candidatura está a boa relação que mantém com o empresário Abilio Diniz, sócio são-paulino e ferrenho crítico de Leco. O apoio dele à gestão é visto como um ponto importante na tentativa de pacificação do clube.

Cartolas do SPFC temem que nova crise política afete o time

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O pedido de demissão do vice-presidente Roberto Natel, na última sexta-feira chacoalhou a política do São Paulo e instalou em diretores e conselheiros o receio de que a nova crise no grupo da situação afete o time.

Natel disse ao blog que se desligou para tentar ser candidato dos situacionistas. “Se a oposição lançar candidato, gostaria de uma prévia da situação para definir o nome. Se a oposição não apresentar ninguém, daí posso concorrer com o Leco (Carlos Augusto de Barros  e Silva, presidente do clube e que já afirmou que quer tentar a reeleição), mas näo briguei com o Leco e nem quero rachar a oposição. Saí porque tenho desejos e pretensões. Estamos a seis meses da eleição e não me sentiria bem ficando e sabendo que o presidente também tem (vontade de se candidatar). O pleito está previsto para abril do ano que vem.

Para conselheiros situacionistas e oposicionistas, além de três diretores ouvidos pelo blog, o fato de Leco ter que enfrentar um concorrente que vem de sua diretoria poder fazer com que o presidente gaste energia e tempo demais com a política, demorando para tomar decisões importantes no futebol, atrapalhando a equipe. Além disso, acreditam que a pressão política tem potencial fazer o presidente cometer erros em diferentes áreas, incluindo o futebol. Outro receio é o de que desempenho de jogadores e da comissão técnica seja usado para minar o presidente.

Na avaliação dos diretores e conselheiros que temem que a disputa política afete a equipe, Natel deveria ter se desligado só depois do final do Brasileirão para evitar trazer mais intranquilidade para a equipe, que tenta se firmar e se distanciar mais da zona do rebaixamento.

“De maneira geral, antecipar o processo sucessório é ruim. Temos que apoiar o futebol e pensar em política em janeiro de 2017″, afirmou o também ex-vice-presidente Júlio Casares, sem citar o nome de Natel.

Por sua vez, Natel valia que a situação do time não é crítica e que sua decisão não vai gerar turbulência. “Nao vou me alinhar com a oposição e não deixei de ser um dos responsáveis pela gestão porque saí. Penso algumas coisas de maneira diferente, mas isso é natural”, declarou Roberto.

Entre oposicionistas e situacionistas, o ex-vice é visto como um candidato forte, que deve conseguir apoio dos dois lados, enfraquecendo Leco e um eventual candidato oposicionista. Em algumas das análises feitas por conselheiros e diretores, esse cenário pode beneficiar Casares, que poderia aparecer como nome de consenso.  Ele tem bom relacionamento com o empresário Abílio Diniz, que mesmo sem ser conselheiro tem prestígio junto a conselheiros do clube.

“Fui procurado por 32 conselheiros da situação e da oposição. Não tenho pretensão. Tudo é dinâmico, mas hoje não é uma prioridade.  O foco é apoiar o time”, disse Casares.

Ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez volta a criticar o São Paulo e fala da promoção de ingressos do Tricolor: “Eu acho péssimo fazer um jogo de futebol a R$ 5″!!! E torcida fiel é a do Santa Cruz, que enche estádio mesmo com ingresso caro!!!

Leia o post original por Milton Neves

post_sanchez

O corintiano Andrés Sanchez não foge de uma boa polêmica.

Afastado do futebol desde que saiu da CBF, o ex-presidente do Timão voltou aos holofotes após criticar a promoção de ingressos que o São Paulo fez recentemente.

“O que o São Paulo fez, por um momento difícil que estava passando, foi um mal para o futebol brasileiro. Eu acho péssimo fazer um jogo de futebol a R$ 5, a R$ 10”, disse o cartola.

E foi com o valor reduzido – que chegou a R$ 2 –  que o Tricolor passou o Alvinegro na média de público.

Situação incomum, diante do fanatismo da Fiel.

Pelo lado do Morumbi, o vice-presidente de comunicação do São Paulo, Julio Casares, foi irônico: “da próxima vez, nós tentaremos combinar antes com ele”.

Boa mesmo é a torcida do Santa Cruz, que enche estádio pagando caro no ingresso!

E quem tem razão?

Andrés falou demais ou falou a verdade?

OPINE!!!

Após crítica de Andrés, vice do SPFC defende autonomia do clube em preços

Leia o post original por Perrone

Declaração dada ao blog por Júlio César Casares, vice de comunicação e marketing do São Paulo, sobre o ex-presidente corintiano Andrés Sanchez dizer que o clube do Morumbi fez um mal ao futebol brasileiro ao colocar preços de seus ingressos de R$ 10 para baixo:

“O São Paulo tem autonomia para definir a sua política de preços, para fazer as suas promoções. O que fizemos não desvaloriza o espetáculo. O que desvaloriza é gramado ruim, horário inadequado que faz o torcedor sofrer com transporte depois do jogo e estádio desconfortável. Essas situações têm que ser pensadas coletivamente. Preço de ingresso é individual. Eevito falar de decisões de outros clubes e defendo a nossa autonomia.

Nós fizemos uma promoção para premiar o torcedor que estava apoiando o time num momento difícil. Aumentamos não só a venda de ingressos, como as vendas nos bares, restaurantes, na loja. Lançamos duas camisas: do Muricy e do Aloísio. Como tinha mais gente no estádio, teve até fila pra comprar.

Valorizamos o espetáculo quando as câmeras de TV mostram o Morumbi cheio. Temos dados que mostram que quem costumava ir sozinho ao jogo agora vai com a família, porque está mais barato. Isso é valorizar o futebol. E só podemos fazer essa promoção porque temos superávit, somos saudáveis financeiramente”

São Paulo 1 x 0 Sport: Placar magro foi culpa do Magrão

Leia o post original por Quartarollo

magrão

magrãoNão fosse o goleiro Magrão (foto) que teve uma tarde de Rogério Ceni em pleno Morumbi, o São Paulo teria feito pelo menos mais um ou dois gols contra o Sport Recife hoje à tarde e não teria vencido apenas … Continuar lendo