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Empresa cobra R$ 210 mil do Corinthians por imagem de Juninho Capixaba

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O Corinthians foi acionado na Justiça por conta de uma alegada dívida de R$ 21o mil, mais multa de 5%, por falta de pagamento de direitos de imagem a Juninho Capixaba, hoje no Grêmio.

A ação foi proposta no dia 1º de outubro pela empresa Adriano Sports Assessoria Esportiva, que pertence ao agente do jogador, Adriano Spadoto. “O Corinthians não tinha pago um valor de direito de imagem. No começo do ano, nós refizemos um acordo parcelando pra eles o que era devido. Eles não pagaram e acabei entrando com a ação”, disse ao blog João Chiminazzo, advogado que representa a credora.

Procurada, a assessoria de imprensa do Corinthians disse que o clube ainda não foi notificado. Afirmou também que “o contrato está sendo renegociado em função de uma divergência de valores”.

Na ação, o advogado da empresa alega que em 22 de janeiro deste ano as partes fizeram um trato pelo qual o clube se comprometeu a pagar pela dívida R$ 3oo mil divididos em uma parcela de R$ 90 mil e sete de R$ 30 mil. A última prestação venceu em 20 de setembro. Segundo o pedido feito à Justiça para ordenar o alvinegro a quitar o débito, apenas o primeiro pagamento foi realizado. Além de multa, são cobrados juros de mora de 1%. A empresa não se opõe a uma audiência de conciliação.

Nesta quinta (3), despacho do juiz Luis Fernando Nardelli, da 3ª Vara Cível de São Paulo, determinou que a autora da ação apresente cálculo discriminado do débito e concedeu 15 dias para o recolhimento de custas sob pena de indeferimento do pedido.

Oposição corintiana critica contas e fala em gasto de R$ 20,6 mi com Araos

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Na noite deste sábado (13), o Movimento Corinthians Grande (MCG), uma das alas oposicionistas no clube, divulgou em suas redes sociais manifesto se posicionando contra a aprovação das contas referentes a 2018. O balanço será votado na próxima segunda (15). O grupo alega falta de informações sobre os números relativos à arena alvinegra no relatório financeiro para justificar sua posição. Porém, cita preocupação com os gastos na aquisição de jogadores e aponta um investimento de R$ 20,6 milhões em Ángelo Araos, que veio da Universidad de Chile e é pouco aproveitado por Fábio Carille. Os opositores também cravam que o alvinegro desembolsou R$ 52,9 milhões na aquisição de atletas em 2018.

Apesar de pedir a reprovação do balanço, o MCG afirma que a apresentação dos números operacionais foi “detalhista, acompanhada de parecer de uma renomada auditoria sem ressalvas”, além de terem sido aprovados pelos conselhos fiscal e de orientação por unanimidade. Os oposicionistas também escreveram que “não há nada que sugira qualquer deslize de conduta. Entretanto, os números mostram preocupantes problemas de gestão, que nos obrigam a ser cada vez mais vigilantes”.

Matias Antonio Romano de Ávila, diretor financeiro corintiano, não confirmou os números apresentados pelos oposicionistas e disse que não pode se manifestar “antes da aprovação” do balanço. “Será aprovado com louvor, pois está tudo demonstrado com a maior transparência. Esta chapa será sempre oposição à atual administração”, declarou o dirigente. Na última eleição, vencida por Andrés Sanchez, o MCG lançou Felipe Ezabella como candidato à presidência.

O MCG diz que “a despeito de nossa justa posição financeira, foram realizados diversos investimentos em atletas”. Além de Araos, o comunicado descreve gastos de R$ 9,8 milhões com Richard, reserva do time, e de R$ 6,6 milhões com Douglas, emprestado ao Bahia. Também foram relacionadas compras de parcelas dos direitos federativos de Juninho Capixaba (R$ 6 milhões), Mateus Vital (R$ 5,5 milhões), Marllon (R$ 2,3 milhões) e Fessin (R$ 2 milhões). Nenhum valor foi confirmado pelo diretor financeiro.

Arena

Os opositores dizem não existir motivos para a não apresentação de informações sobre os números do estádio alvinegro no balanço. E sustentam que em 2018 o clube gastou quase R$ 8 milhões acima do previsto com a arena. Isso sem contar a receita obtida com bilheteria.

Ávila respondeu assim: “em relação aos custos e compromissos da Arena, eles não passam pelo balanço do clube. São administrados pelo fundo da arena, não pelo Clube.
Em relação a custos da Arena estavam orçados R$ 23 milhões, mas foram gastos menos de R$ 8 milhões. Exemplos de gastos: gramado, sócio-torcedor e outras atividades que não têm nada a ver com jogos”.

Abaixo, lei na íntegra o comunicado do MCG.

“Neste dia 15 de abril, o Conselho Deliberativo do Corinthians se reúne para votar as contas do clube relativas à 2018.
Desde já, o Movimento Corinthians Grande se manifesta CONTJRA a aprovação das contas pela completa falta de informações sobre os números da Arena Corinthians no Balanço Financeiro de 2018.
Não há sequer UMA justificativa para a não prestação das contas da Arena Corinthians aos conselheiros, associados, torcedores e patrocinadores.
Queremos registrar que a apresentação dos números operacionais foi detalhista, acompanhada de parecer sem ressalvas de uma renomada auditoria, além de pareceres do conselho fiscal e do CORI, aprovados por unanimidade.
Não há nada que sugira qualquer deslize de conduta. Entretanto, os números mostram preocupantes problemas de gestão, que nos obrigam a sermos cada vez mais vigilantes.
Listamos aqui:
1. Arena
O MCG, com frequência, envia ofícios de solicitação de informações analíticas da Arena, apresentação prometida até em reuniões do conselho e nunca exibidas.
As notas explicativas apresentam um resumo que não permite projeções sobre a saúde e condições efetivas de honrarmos nossos financiamentos da arena.
Uma das propostas primordiais da Arena Corinthians era a de não necessitar recursos do clube, a não ser o de bilheteria. Como se pode ler nas notas explicativas, não é o que está acontecendo. Em 2018, a arena custou para o clube quase R$ 8 milhões a mais do que o combinado.
2. Despesas
Apesar das frequentes declarações da diretoria executiva sobre a redução e contenção de despesas, a realidade de 2018 mostra-se BEM distinta.
Se compararmos 2018 com 2017, as despesas de “pessoal” no futebol subiram 11%; as de “serviços de terceiros” cresceram 22%. Na linha de “gerais administrativos”, o valor subiu 36%.
No clube social, as despesas de “pessoal” cresceram 11%; as de “serviços de terceiros” subiram 7%. Os gastos com “gerais administrativo” tiveram um aumento de 19%.
É inaceitável.
3. Investimento em atletas
A despeito de nossa justa situação financeira, foram realizados diversos investimentos em atletas.
Os exemplos foram as negociações dos atletas Ángelo Araos (R$ 20,6 milhões); Richard Coelho (R$ 9,8 milhões) e de Douglas (R$ 6,6 milhões), além das aquisições de parcelas dos direitos federativos de Juninho Capixaba (R$ 6 milhões); Mateus Vital (R$ 5,5 milhões), Marllon (R$ 2,3 milhões) e Fessin (R$ 2 milhões). O total destas aquisições foi de R$ 52,9 milhões.
Esses investimentos preocupam ainda mais a partir do momento que o custo atletas/receitas gira em torno de 80%, delicado número para quem optou pela Lei do Profut. O Profut é importante porque refinancia os débitos dos times com o Governo Federal.
4. Resultados
Como consequência da não adequação das despesas, o déficit ajustado do clube, hoje, alcança R$ 40,5 milhões – equivalente a 10% da receita operacional.
5. Endividamento
Como resultado do excesso de despesas e investimentos, nosso endividamento sofreu forte impacto, que inclusive nos levou a considerar obter empréstimos de agentes de jogadores.
Carlos Leite e Giuliano Bertolucci continuam sendo nossas fontes financiadoras! (Nota do blog: o atual diretor financeiro nega que em sua gestão tenham sido feitos empréstimos com empresários.)
Baseados nos fatos descritos no balanço, mesmo reconhecendo a acuidade técnica da apresentação, o Movimento Corinthians Grande se manifesta CONTRÁRIO à aprovação das contas.
O Corinthians não pode conviver com orçamentos não cumpridos.Temos uma arena a pagar. É preciso austeridade e transparência”.

Opinião: por que o Palmeiras gasta alto e não consegue bater o Corinthians?

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Desde novembro de 2017, quando amargou a terceira derrota seguida para o Corinthians, o Palmeiras se reforçou com mais nomes de peso, como Lucas Lima, Gustavo Scarpa e Marcos Rocha. Já o rival sofreu duros golpes nas saídas de Pablo, Guilherme Arana e Jô. E teve que se contentar com contratações mais modestas. Juninho Capixaba, Júnior Dutra e Renê Júnior, por exemplo. Alex Teixeira, a principal novidade, acaba de chegar e nem estreou. Mesmo com investimento verde maior para a temporada, o primeiro clássico do ano entre as duas equipes terminou do mesmo jeito que os três anteriores: com o alvinegro vencendo.

E por que, de novo, a gastança palmeirense (desta vez maior com salários e luvas do que em compra de direitos econômicos) não foi suficiente para ganhar o dérbi? Na opinião deste blogueiro, principalmente por causa das constantes mudanças estruturais sofridas pelo alviverde nos últimos tempos. Na quadra de derrotas para os corintianos, os palestrinos foram comandados por quatro técnicos diferentes: Eduardo Baptista, Cuca, Alberto Valentim (interino) e Roger Machado. As vitórias alvinegras acabaram saboreadas pelo mesmo comandante. No banco sempre esteve Fábio Carille.

A vitória do Corinthians por 2 a 0 no último sábado ilustra bem  a desvantagem palmeirense por conta da rotina de troca de treinadores. Apesar da derrota, a campanha do time de Roger no Paulista é excelente, mas ele está apenas em seu segundo mês no comando da equipe, ainda conhecendo o elenco.

Já Carille segura a prancheta alvinegra desde o final de 2016, mas começou a atuar na comissão técnica da equipe em 2011. Assim, enquanto Roger ainda está conhecendo clube e elenco, que também se adapta ao treinador, o corintiano sabe onde pisa. A ambientação do ex-auxiliar alvinegro foi fundamental, por exemplo, para ele superar a ausência de um centroavante no clássico. Seu conhecimento do elenco e o entendimento dos jogadores em relação ao que ele quer facilitaram o sucesso do esquema com dois volantes e quatro jogadores mais à frente. O sistema é o mesmo utilizado por Tite em parte da conquista da Libertadores de 2012. Carille era auxiliar do treinador na ocasião.

O tempo de casa dá facilidade ao técnico para encontrar soluções como esta. E para acertar em improvisações iguais à de Maycon na lateral esquerda.

Os 29 passes trocados antes do gol de Rodriguinho no clássico também resultaram da afinidade entre treinador e jogadores. O fato de o alvinegro ter tido 55,9% de posse de bola contra 44,1% do rival também passa por aí.

Quem chega para vestir a camisa corintiana já encontra uma estrutura de jogo montada e atletas afinados com o técnico. A adaptação tende a ser mais suave, ainda que a campanha neste estadual seja irregular. Já do lado verde, os reforços são praticamente tão frescos no clube quanto o treinador, o sistema de jogo e suas variações.

Obviamente que Roger precisa de tempo para atingir a mesma sintonia com o grupo alviverde. A diretoria palestrina crê que o elenco passou por mudanças necessárias até aqui. E que a partir deste ano elas serão menores. As contratações de 2018 foram chamadas de pontuais ou de oportunidades de mercado. E é preciso que seja assim para que o time consiga tirar essa desvantagem em relação ao seu principal adversário.

Borja também é importante para explicar porque a gastança palmeirense não se reflete neste momento no confronto com seu maior rival. Ele serve para o Palmeiras refletir se, com a ajuda da Crefisa, não pagou mais do que alguns atletas valem. O atacante de aproximadamente R$ 33 milhões só acertou uma finalização no jogo e errou duas, segundo números do Footstats. Ele foi o palmeirense que mais vezes perdeu a bola: 5.

Para completar, falar da arbitragem como fator decisivo na última derrota no clássico parece desculpa esfarrapada. Jailson deveria ficar constrangido ao dizer que não fez pênalti em Renê Júnior. A altura atingida por sua chuteira encerra a discussão, tingida com o sangue do colega de profissão. A demora na marcação não muda o acerto dela.

Os jogadores do Palmeiras também deveriam forçar a memória antes de dizerem que sempre são prejudicados pela arbitragem em Itaquera. Afinal, faz só cerca de um ano que Gabriel foi expulso erradamente no lugar de Maycon num clássico pelo Paulista na Zona Leste, o primeiro da sequência de quatro triunfos corintianos.

A nova vitória mosqueteira se deve muito mais ao que aconteceu nos dois clubes nas últimas temporadas do que a noventa e tantos minutos de arbitragem.

 

 

Estafe de Avelar já planeja retomar negociação com Corinthians em maio

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Com Diego Salgado e Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

O estafe de Danilo Avelar não vê mais possibilidade de o lateral-esquerdo se transferir neste momento para o Corinthians. O trabalho agora é para retomar as negociações em maio, um mês antes do final do empréstimo dele feito pelo Torino (ITA) ao Amiens (FRA).

Um dos entraves da negociação foi justamente o fato de os franceses não estarem dispostos a liberar o atleta agora. Interessado em defender o alvinegro, Avelar tentou negociar a rescisão de seu contrato com os italianos, que tem mais um ano e meio de duração. Só que o Corinthians não estava disposto a pagar para tirar o lateral definitivamente do Torino e nem para indenizar o Amiens. Com a equipe francesa fora da parada em junho, teoricamente, uma nova negociação seria mais simples e barata.

Em entrevista na última quarta (3), o gerente de futebol corintiano, Alessandro Nunes, disse que Avelar não deve ser contratado porque só seria possível a aquisição dos direitos, diferentemente do empréstimo planejado.

Também pesaram contra a operação outras mudanças no cenário esperado pelo clube depois da venda de Guilherme Arana para o Sevilla. A expectativa era negociar Moisés e conseguir Avelar sem custos, a não ser com salários e luvas. Nada disso aconteceu. Por outro lado, foram concretizadas a contração de Juninho Capixaba, ex-Bahia, e a reintegração de Guilherme Romão, que estava emprestado ao Oeste. Assim, a avaliação é de que não se trata de  uma prioridade ter outro lateral-esquerdo.

A ideia de trazer Avelar veio da necessidade que o clube tinha sentido de ter um jogador mais experiente para a posição. A aposta do estafe do atleta é de que o Corinthians ainda terá interesse num jogador com esse perfil para o segundo semestre.

 

Estão INVESTINDO para o Corinthians CAIR???

Leia o post original por Craque Neto

É incrível ver nessa época do ano muita gente da mídia colocando que o Corinthians está AGITANDO o mercado da bola. Não consigo entender isso! Considerado por muitos a QUARTA FORÇA do futebol paulista em 2017, o Timão surpreendeu muita gente – inclusive a mim – faturando as taças do Paulistão e do Brasileirão. Só que para a próxima temporada o técnico Fábio Carille perdeu três peças importantes do time: o zagueiro Pablo, que não renovou; o lateral Guilherme Arana, vendido para o Sevilla da Espanha; e o atacante Jô, que recentemente acertou com o Nagoya Grampus do Japão. Essas […]

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Estafe de Danilo Avelar vê vontade de lateral como trunfo do Corinthians

Leia o post original por Perrone

Com Dassler Marques, do UOL, em São Paulo

Apesar de ser uma negociação complexa, o estafe do lateral-esquerdo Danilo Avelar está otimista em relação à possível transferência do jogador para o Corinthians e vê o negócio como bem encaminhado.

O atleta está emprestado pelo Torino ao Amiens, da França, com opção de compra, até junho. Os italianos sinalizaram que topam antecipar a saída do brasileiro do time francês e fazer um empréstimo aos corintianos por uma temporada.

Segundo gente envolvida nas tratativas, porém, para a operação vingar os franceses precisam receber uma indenização. A ideia inicial é que o Corinthians banque essa compensação para o Amiens. Além disso, está sendo negociado o valor que o clube brasileiro teria que pagar para ficar com Avelar em definitivo ao final do empréstimo. No cenário considerado ideal pelos italianos, essa quantia seria maior do que a acertada com o Amiens. Os valores são mantidos em sigilo.

O jogador já demonstrou que quer atuar com a camisa alvinegra. Para o estafe dele esse é o principal trunfo para convencer franceses e italianos a cederem.

Uma das prioridades do alvinegro é repor a perda de Guilherme Arana, vendido para o Sevilla. A negociação por Juninho Capixaba, de 22 anos, com o Bahia está bem adiantada. Mas os atuais campeões brasileiros entendem que precisam de um jogador mais experiente para a posição. Avelar tem 28 anos e construiu sua carreira na Europa com passagens por Shalcke-04 (ALE) e Cagliari (ITA).