Arquivo da categoria: Junior Dutra

O ÚLTIMO que sair APAGA a LUZ!!!

Leia o post original por Craque Neto

Fico inconformado como ainda tem gente que defende essa atual diretoria do Corinthians. Triste saber que o último presidente eleito teve que sair dentro de um carro com o rosto coberto como se fosse bandido. Ridículo! Mas fazer o que? Esse mesmo cara deixou o clube tão endividado – só do estádio são quase R$ 2 bilhões – que a boleirada está pulando fora aos poucos. Um verdadeiro DESMANCHE! Só da parada da Copa para cá já deixaram o clube três titulares: o zagueiro Balbuena (Tottenham), o volante Maycon (Shakthar ‘CBF’ Donetsk) e o lateral Sidcley (Dynamo de Kiev). A […]

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Nunca fez tanta falta

Leia o post original por Craque Neto

A semana promete ser quente! Muita gente vai falar nessa final do Paulistão entre Corinthians e Palmeiras. E depois de vencer o primeiro jogo por 1 a 0 não restam dúvidas de que o Verdão tem o total favoritismo para ficar com a taça. Ainda mais porque tem um time melhor, um elenco melhor e também decidirá dentro do Allianz Parque com as arquibancadas lotadas. O torcedor corintiano? Acho que nem aquele mais otimista consegue estar tão confiante. E acho que todo esse ‘pé atrás’ se deve a falta de opções ofensivas que o técnico Carille tem a disposição. Pelo […]

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Opinião: por que o Palmeiras gasta alto e não consegue bater o Corinthians?

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Desde novembro de 2017, quando amargou a terceira derrota seguida para o Corinthians, o Palmeiras se reforçou com mais nomes de peso, como Lucas Lima, Gustavo Scarpa e Marcos Rocha. Já o rival sofreu duros golpes nas saídas de Pablo, Guilherme Arana e Jô. E teve que se contentar com contratações mais modestas. Juninho Capixaba, Júnior Dutra e Renê Júnior, por exemplo. Alex Teixeira, a principal novidade, acaba de chegar e nem estreou. Mesmo com investimento verde maior para a temporada, o primeiro clássico do ano entre as duas equipes terminou do mesmo jeito que os três anteriores: com o alvinegro vencendo.

E por que, de novo, a gastança palmeirense (desta vez maior com salários e luvas do que em compra de direitos econômicos) não foi suficiente para ganhar o dérbi? Na opinião deste blogueiro, principalmente por causa das constantes mudanças estruturais sofridas pelo alviverde nos últimos tempos. Na quadra de derrotas para os corintianos, os palestrinos foram comandados por quatro técnicos diferentes: Eduardo Baptista, Cuca, Alberto Valentim (interino) e Roger Machado. As vitórias alvinegras acabaram saboreadas pelo mesmo comandante. No banco sempre esteve Fábio Carille.

A vitória do Corinthians por 2 a 0 no último sábado ilustra bem  a desvantagem palmeirense por conta da rotina de troca de treinadores. Apesar da derrota, a campanha do time de Roger no Paulista é excelente, mas ele está apenas em seu segundo mês no comando da equipe, ainda conhecendo o elenco.

Já Carille segura a prancheta alvinegra desde o final de 2016, mas começou a atuar na comissão técnica da equipe em 2011. Assim, enquanto Roger ainda está conhecendo clube e elenco, que também se adapta ao treinador, o corintiano sabe onde pisa. A ambientação do ex-auxiliar alvinegro foi fundamental, por exemplo, para ele superar a ausência de um centroavante no clássico. Seu conhecimento do elenco e o entendimento dos jogadores em relação ao que ele quer facilitaram o sucesso do esquema com dois volantes e quatro jogadores mais à frente. O sistema é o mesmo utilizado por Tite em parte da conquista da Libertadores de 2012. Carille era auxiliar do treinador na ocasião.

O tempo de casa dá facilidade ao técnico para encontrar soluções como esta. E para acertar em improvisações iguais à de Maycon na lateral esquerda.

Os 29 passes trocados antes do gol de Rodriguinho no clássico também resultaram da afinidade entre treinador e jogadores. O fato de o alvinegro ter tido 55,9% de posse de bola contra 44,1% do rival também passa por aí.

Quem chega para vestir a camisa corintiana já encontra uma estrutura de jogo montada e atletas afinados com o técnico. A adaptação tende a ser mais suave, ainda que a campanha neste estadual seja irregular. Já do lado verde, os reforços são praticamente tão frescos no clube quanto o treinador, o sistema de jogo e suas variações.

Obviamente que Roger precisa de tempo para atingir a mesma sintonia com o grupo alviverde. A diretoria palestrina crê que o elenco passou por mudanças necessárias até aqui. E que a partir deste ano elas serão menores. As contratações de 2018 foram chamadas de pontuais ou de oportunidades de mercado. E é preciso que seja assim para que o time consiga tirar essa desvantagem em relação ao seu principal adversário.

Borja também é importante para explicar porque a gastança palmeirense não se reflete neste momento no confronto com seu maior rival. Ele serve para o Palmeiras refletir se, com a ajuda da Crefisa, não pagou mais do que alguns atletas valem. O atacante de aproximadamente R$ 33 milhões só acertou uma finalização no jogo e errou duas, segundo números do Footstats. Ele foi o palmeirense que mais vezes perdeu a bola: 5.

Para completar, falar da arbitragem como fator decisivo na última derrota no clássico parece desculpa esfarrapada. Jailson deveria ficar constrangido ao dizer que não fez pênalti em Renê Júnior. A altura atingida por sua chuteira encerra a discussão, tingida com o sangue do colega de profissão. A demora na marcação não muda o acerto dela.

Os jogadores do Palmeiras também deveriam forçar a memória antes de dizerem que sempre são prejudicados pela arbitragem em Itaquera. Afinal, faz só cerca de um ano que Gabriel foi expulso erradamente no lugar de Maycon num clássico pelo Paulista na Zona Leste, o primeiro da sequência de quatro triunfos corintianos.

A nova vitória mosqueteira se deve muito mais ao que aconteceu nos dois clubes nas últimas temporadas do que a noventa e tantos minutos de arbitragem.

 

 

Tem que se MEXER aí Andrés! E RÁPIDO!

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Acabou agora! O Corinthians perdeu para o São Bento por 1 a 0 em sua volta à Arena de Itaquera. Posso falar? Acompanhei a partida inteira e é impressionante a falta de capacidade ofensiva que o time do Carille ficou após a saída do lateral Guilherme Arana e principalmente do Jô. Incrível! Não consegue criar mais nada. Às vezes que venceu – o que ainda lhe mantém na liderança do grupo A – foi na base da qualidade técnica de um Jadson ou Rodriguinho. Fora a zagueirada que vai pra área fazer gols. Por que o restante está difícil de […]

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Opinião: Kazim caminha para ser “Muralha” do Corinthians

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As vaias recebidas por Kazim na vitória alvinegra por 2 a 1 sobre o São Paulo, no último sábado (27), embalam ainda mais o atacante no caminho para se transformar no “Muralha” do Corinthians.

A rejeição da Fiel ao turco tende a se igualar à demonstrada por flamenguistas ao goleiro, agora emprestado ao Albirex Niigata (JAP), caso a sequência de fracas atuações não seja interrompida. Não só no estádio, mas nas redes sociais, a torcida mostra sua impaciência com o atleta.

Os números também gritam contra o atacante. De acordo com o site “Footstats”, em três jogos no Campeonato Paulista, o centroavante fez apenas duas finalizações, ambas erradas. Assim, segue sem marcar gols.

O reserva Júnior Dutra, seu principal concorrente por uma vaga no time titular, em quatro participações finalizou sete vezes, acertando a pontaria em três. Autor de um gol na competição, ele é o segundo maior finalizador da equipe com sete conclusões. Fica atrás apenas de Jádson, que finalizou 11 vezes, sendo sete de maneira correta, em quatro jogos.

A comparação com Dutra também é cruel para Kazim no quesito perda de posse de bola. O “gringo da favela” acumula nove perdas contra quatro do colega.

O corintiano descontente com o substituto de Jô nem precisa ver as estatísticas para chiar. Erros básicos como a dificuldade de dominar a bola elevam o grau de irritação da Fiel.

Se por um lado, em maio a avalanche de críticas, Carille apoia Kazim, por outro joga mais pressão no atacante ao cobrar da diretoria a contratação de um camisa 9.

Para preservar o jogador, os nervos da torcida, sua imagem de bom treinador e principalmente o futebol do Corinthians, Carille precisa deixar o atacante por um tempo só treinando. Vai que ele melhora. Continuar entrando em campo agora só vai expor as deficiências e tornar sua permanência no clube insustentável, como aconteceu com Muralha na Gávea.

Gratidão no futebol existe até a página 2

Leia o post original por Craque Neto

Estou vendo muita gente na mídia dizendo que a vaga do Kazim no comando do ataque do Corinthians estaria sendo ameaçada pela boa atuação do ‘concorrente’ Junior Dutra por causa da boa atuação dele na goleada sobre o São Caetano no último domingo. Só queria entender o porquê da palavra ‘ameaçada’. Poxa vida! Esse gringo não joga nada, é um baita perna-de-anão desgranhento e ainda precisa ameaçado? Que isso!? Em jogo oficiais esse rapaz tem dois gols em mais de uma temporada atuando com a camisa do Timão. Não teria nem o que discutir. Saca logo do time! É verdade […]

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Opinião: Corinthians repete falha ao não se preparar para saída de campeões

Leia o post original por Perrone

Após as saídas de Guilherme Arana, Pablo e Jô, o Corinthians revive a situação de 2015, quando venceu o Brasileirão e sofreu para remontar a equipe. Na opinião deste blogueiro as perdas são compreensíveis. O que não dá para entender é a nova falta de planejamento da diretoria que acarreta demora para repor os desfalques.

Já pela campanha arrasadora no primeiro turno do campeonato nacional era esperada a valorização dos atletas corintianos e a dificuldade para manter parte deles. A própria política da direção alvinegra de segurar atletas na janela de transferências para Europa no meio do ano com a promessa a empresários de analisar propostas depois do campeonato indicava isso. O caso mais emblemático é o de Arana. Desde de agosto estava prevista sua saída para o Sevilla. Difícil segurar um jovem jogador nesse caso. Porém não é demais cobrar dos dirigentes que antes do fim da temporada já tivessem contratado o substituto do lateral-esquerdo.

A saída de Jô pegou a Fiel de surpresa, mas também é uma situação para a qual o clube poderia ter se preparado melhor. O Corinthians possuía 100% dos direitos econômicos do artilheiro. Ou seja, tinha um bom controle da situação. A proposta do Nagoya Grampus foi irrecusável para clube (cerca de R$ 38 milhões) e jogador. Trazer um reserva com características semelhantes às de Jô já estava nos planos. Júnior Dutra, que pode atuar como centroavante ou pelos lados do ataque foi contratado enquanto Jô ainda fazia parte do elenco, mas ele não é exatamente o que os alvinegros procuram como substituto.

Em relação a Pablo, a saída também era previsível. A negociação pela renovação do contrato do zagueiro travou faz pelo menos três meses. Era de se imaginar que ao endurecer com o empresário Fernando César, responsável pela carreira do beque, a diretoria tivesse uma carta na manga. Um substituto que fosse anunciado logo depois da oficialização do rompimento com Pablo. Mas nada aconteceu.

Ex-diretor de futebol e agora candidato à vice-presidência do clube na chapa de Paulo Garcia, Flávio Adauto diz que enquanto estava no cargo chegou a conversar sobre possíveis saídas de atletas com o técnico Fábio Carille. Ele acredita que há tempo para reconstruir um time forte desde que a base seja mantida.

Evidentemente, a situação de momento está longe de ser desesperadora. Mas o atual campeão brasileiro poderia se sentir mais confortável em relação a 2018 se tivesse olhado para erros do passado e se planejado um pouco melhor.