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Protesto no CT explica como São Paulo construiu sua crise usando ídolos

Leia o post original por Perrone

O protesto de torcedores do São Paulo em frente ao CT do clube, neste sábado (3), ajuda a explicar como foi construída a crise do time do Morumbi.

As organizadas tricolores, em especial a Independente, fazem muita pressão quando entendem que devem fazer. Grande parte dos dirigentes teme a reação desses torcedores. Tanto que são constantes as tentativas de aproximação e pedidos atendidos.

Até aqui, nada diferente do que acontece na maioria dos grandes clubes brasileiros.

A diferença do tricolor é que a gestão Leco tomou muitas de suas decisões agradando ao torcedor, não só aquele que protesta no CT, mas também os que usam as redes sociais para se manifestarem.

Na opinião  deste blogueiro, o receio da torcida fez com que Leco adotasse medidas populares. Isso entregou cargos estratégicos a ídolos, aparentemente sem a reflexão sobre se existiam no mercado profissionais mais preparados. O mesmo aconteceu em relação à contratação de ídolos veteranos para jogar pelo time como se fossem reforços de primeira linha.

Rogério Ceni é um caso emblemático. Sua contratação como técnico deixou Leco com prestígio junto à torcida.

Mas não era preciso ser um gestor experiente para imaginar que Ceni precisava de um pouco de preparo e rodagem antes de encarar a difícil missão.

Ele poderia ter assumido outro cargo na comissão técnica ou na base para ganhar musculatura como treinador. Hoje, no Fortaleza, mostra amadurecimento e faz um bom trabalho.

A medida saborosa para a torcida gerou maus resultados e indisposição de torcedores e da diretoria com o ídolo. O time perdeu tempo em sua corrida para encerrar o jejum de títulos importantes. O último foi da Sul-Americana, em 2012.

Assim como aconteceu com Rogério, Raí e Lugano foram anunciados como dirigentes. As duas medidas amansaram a torcida, extremamente irritada.

Raí era inexperiente na função, mas seu currículo mostrava preparo. Não foi absurdo, mas, de novo, não havia ninguém mais indicado no mercado? O fato é que até agora Raí não conseguiu ajudar o São Paulo a dar uma nova volta olímpica.

Já Lugano saiu do campo para a diretoria numa posição inicialmente secundária. Difícil sustentar que não foi uma decisão principalmente para fazer um carinho nos torcedores.

No campo, tivemos as voltas de Hernanes e Pato, dois nomes que arrancaram aplausos dos fãs. Hernanes ainda é útil, porém, está ocupando a vaga de alguém que poderia render mais. Pato não justificou a contratação, o que já era esperado. Repetiu o futebol da maior parte de sua carreira.

Sua nova passagem pelo Morumbi, outra vez, fez o São Paulo perder tempo. O que era amor da torcida virou ódio e sua permanência  se tornou insustentável.

Além de fazerem o time não sair do lugar, todas essas tentativas frustradas com ídolos fazem a raiva da torcida voltar como um bumerangue. Só que com mais força porque a fila é maior e a coleção de fracassos aumentou.

Ou seja manter a frieza diante da braveza da torcida lá atrás, contratando os melhores profissionais que o clube pudesse pagar em vez de usar ídolos como calmantes para fãs seria mais eficiente na minha opinião. Administrar a instituição profissionalmente no lugar de agradar aos torcedores provavelmente reduziria a quantidade de protestos.

 

Loucura do bem não justifica falta de comprometimento

Leia o post original por Craque Neto 10

Nesta terça (22) o São Paulo vai a campo pela Libertadores encarar a LDU no Equador. Uma partida que pode significar o futuro do time na principal competição do continente. Aliás, até agora a partida mais importante do clube na temporada 2020, diga-se de passagem! E algo que pode parecer bobagem, mas que tem dominado […]

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Opinião: novo vexame consolida eleição ‘sem situação’ no São Paulo

Leia o post original por Perrone

A vexatória eliminação do São Paulo nas quartas de final do Paulista diante do Mirassol tende a aumentar a tendência dos grupos que disputarão a próxima eleição no clube de rejeitarem ligações com a atual gestão. A impopularidade da admnistração de Leco criou um fenômeno na disputa eleitoral tricolor: não há uma chapa assumidamente de situação.

Júlio Casares, membro do Conselho de Administração do São Paulo e que mantém bom relacionamento com Leco, não aceita ser chamado de candidato de situação. Diz que sua chapa é de coalizão, pois reúne conselheiros de diferentes correntes. O candidato faz críticas pontuais à atual gestão.

Membros do grupo de Casares tentam empurrar a ligação com a situação para a ala conhecida como oposição. A alegação é de que há por lá gente que apoiou Leco.

Roberto Natel, um dos pré-candidatos da oposição, é vice-presidente do clube. Porém, se tornou desafeto do Leco. Ele vai disputar a convenção do grupo oposicionista com Marco Aurélio Cunha e Sylvio de Barros.

A falta de títulos, apesar de altos gastos no futebol, é o principal motivo de impopularidade do atual presidente junto a torcedores e conselheiros. Vale lembrar que na eleição no final do ano o novo mandatário será escolhido pelos membros do Conselho Deliberativo.

A derrota por 3 a 2 para o Mirassol, desfigurado por conta da perda de jogadores durante a suspensão do Estadual, reforça a imagem da atual administração de gastar demais sem conseguir quebrar o jejum tricolor de títulos.

Logo após à nova eliminação já houve manifestações de conselheiros nas redes sociais para demonstrarem que faz tempo que pedem mudanças na estrutura do futebol são-paulino.

Essa corrida para se afastar de Leco deve aumentar já que o novo fiasco faz crescer o desejo por mudanças no Morumbi. Por sua vez, o presidente não tem se envolvido na campanha eleitoral. É difícil imaginar que algum dos grupos solicite publicamentente seu apoio depois do desastre da última quarta (29).

 

Independente critica Raí, Lugano e Daniel Alves, mas não cita Leco

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Lugano, Daniel Alves, Fernando Diniz, Juanfran, Pato, Arboleda e Reinaldo foram citados pela Independente, maior torcida organizada do São Paulo, de forma crítica no Twitter após a eliminação nas quartas de final do Paulista diante do Mirassol, nesta quarta (29).

Porém, o presidente tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não foi mencionado nas mensagens de protesto até a conclusão deste post. O dirigente é um dos mais criticados pelo atual momento do clube por conselheiros e torcedores. Isso antes mesmo da derrota por 3 a 2 para o Mirassol.

Montar times caros que não levantam taças e são eliminados por equipes com orçamento muito inferior costuma ser a principal crítica ao cartola.

Chama atenção nas postagens da organizada uma foto no Morumbi antes do jogo com o time do interior na qual mais de 20 torcedores aparecem em volta do gramado, muitos sem máscaras, contrariando as regras de combate ao novo coronavírus.

Como indica a legenda na imagem, eles estavam lá para cuidar das faixas da uniformizada que foram vistas estendidas no Morumbi durante o jogo. Obviamente, os torcedores obtiveram autorização da diretoria para a ação.

“Raí e Lugano. Monstros como jogadores. Vergonha como diretores. Se têm mais sentimento pelo SPFC do que pelo dinheiro, peçam demissão! 3 anos de vergonha!”, diz uma das postagens no perfil da torcida no Twitter. O gerente executivo, Alexandre Pássaro, e Fernando Bracalle, o Chapecó, diretor adjunto de futebol, também foram criticados.

Principal contratação feita por Leco, Daniel Alves foi fortemente cobrado. “Daniel Alves, maior salário do Brasil. Dava pra comprar a cidade de Mirassol. Muita balada Good Crazy. Veio pra quebrar o SPFC ou ser campeão?”, afirma uma das postagens.

Aqui, outro ataque a um reforço badalado: “Juanfran. Veio pro resort o tiozinho do churrasco”.

Pato também não escapou. “Pato. Até quando a fama de popstar? Quando vai virar profissional?”.

Sem citar Leco, a Independente criticou a política do clube em relação aos jovens revelados em Cotia: “base cheio de padaria desde moleque. Assou? vendeu !! Senão estraga”.

Em reunião, vice do São Paulo se compromete a quebrar sigilo de e-mail

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Em reunião do Conselho de Administração do São Paulo, na última sexta-feira (31), Roberto Natel, vice-presidente do clube, se comprometeu a autorizar a quebra de sigilo de seu e-mail. O objetivo é esclarecer a suspeita de participação do dirigente em episódio de vazamento de documento da instituição.

Como mostrou o blog, o São Paulo registrou em cartório uma operação para tentar descobrir quem vazava informações para Edward Lorenz, nome usado por suposto hacker que chantageou dirigentes tricolores. Natel nega ter repassado documentos do clube.

No encontro de sexta, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, fez uma explanação sobre a operação.

O cartola disse que a diretoria não acusou o vice. Sustentou que foi feita uma procuração para defender os interesses da agremiação, sem promover perseguição política. Afirmou também que era necessário registrar os procedimentos em cartório.

Por sua vez, o vice se queixou de ter sido exposto publicamente. Também argumentou que pode ter sido hackeado. Afirmando ter o interesse de esclarecer a situação, firmou o compromisso de colaborar para a abertura dos dados referentes à sua movimentação por e-mail.

A suspeita foi gerada porque nove dirigentes receberam do departamento financeiro do clube documento referente ao orçamento para 2020. Porém, cada cópia tinha uma peculiaridade. Versão com a mesma “marca” da enviada para o vice-presidente acabou sendo usada pelo suposto hacker.

Procurado pelo blog, Natel afirmou que não poderia falar sobre o que foi discutido na seção do Conselho de Administração.

 

Leco marca reunião de órgão para discutir vazamentos e ouvir vice

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Com José Eduardo Martins. do UOL, em São Paulo

O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, marcou para o próximo dia 31 reunião do Conselho de Administração tricolor para discutir caso de vazamentos de documentos do clube.

Nesta quarta (22), Leco enviou carta para o vice-presidente Roberto Natel na qual comunicou a realização do encontro.

Como mostrou o blog, o São Paulo registrou em cartório uma operação que fez para tentar descobrir o responsável por vazar documentos para um suposto hacker que chantageava dirigentes e conselheiros. O resultado deixou Natel, desafeto de Leco, sob suspeita de municiar Edward Lorenz, que se apresenta como hacker. O vice nega ter repassado arquivos do clube.

O blog apurou que a intenção do presidente é ouvir explicações de Natel para o fato de uma cópia igual à enviada a ele ter sido encaminhada ao departamento jurídico do clube por Lorenz. Como parte da “pegadinha” preparada pelo São Paulo, no documento a palavra “prêmios” aparecia sem acento na versão enviada ao vice. Outros oito cartolas receberam o mesmo relatório orçamentário com diferentes alterações que permitiam suas identificações.

O Conselho de Administração foi escolhido para debater o tema porque todos os seus membros receberam os arquivos modificados como armadilha. Leco e Natel fazem parte do órgão.

“Estou tranquilo porque estou com a verdade. Se eles quiserem que eu dê algum esclarecimento não tem problema. Pelo contrário, acho que temos mesmo que esclarecer o assunto. Temos que ir em cima do hacker”, disse Natel ao blog.

Ele havia enviado requerimento solicitando documentação referente à apuração feita pelo São Paulo. A resposta do presidente foi enviada em mensagem que termina com a comunicação sobre a reunião específica para discutir o caso.

“Venho registrar que os procedimentos efetuados pelo São Paulo relativos, ao caso Eduardo Lorenz, visaram tão somente a apuração dos fatos, por sua gravidade, sem qualquer conclusão ou alusão sobre a autoria ou suspeição de quem quer que seja”, diz Leco em trecho da carta encaminhada ao vice.

O presidente também informa que a constatação de que o documento vazado era igual ao enviado ao vice foi registrada em cartório em 5 de dezembro. Ele disse que o clube não deu publicidade ao fato, mas que terceiros souberam do procedimento por que as atas registradas em cartório são públicas (o blog teve acesso a elas). “Não nos solidarizamos, e, especialmente, não nos responsabilizamos pelas notícias veiculadas” completa o dirigente no documento.

Conforme apuração do blog, os próximos passos de Leco sobre o assunto dependem do que Natel falar na reunião. O presidente são-paulino deve explicar todo o procedimento aos integrantes do Conselho de Administração antes de o vice ter a palavra.

Chantagem no SPFC teve arquivo sigiloso, zoeira com hino e e-mail para Leco

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Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

Um chantagista debochado, ousado e municiado por documentos. Esse é o perfil de um suposto hacker revelado por documentos registrados em cartório pelo São Paulo para tentar identificar a origem de vazamentos de informações no clube.

Como mostrou o blog, armadilha preparada pela diretoria tricolor deixou o vice-presidente Roberto Natel sob suspeita de colaborar com Edward Lorenz. Esse é o nome usado pelo autor das tentativas de extorsão.

A ousadia do suposto hacker fez com que ele enviasse e-mails diretamente para o presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

“Fiz download de outras documentações e só vou parar com isso quando receber a quantia solicitada. Sou persistente e muito insistente. Eu deixo um dia para decidirem, após isso, eu começo a divulgar os documentos para todos, inclusive para os conselheiros.  Que, pelo que li, muitos estão loucos para derrubar o Leco”. Esse é um trecho de e-mail que tem o presidente são-paulino entre os destinatários.

Nos textos endereçados a conselheiros e dirigentes, entre outros, Lorenz chega a debochar do hino do São Paulo e de música entoada pela torcida. É o que acontece na mensagem descrita a seguir:

“Oh, Tricolor, clube bem amado

As tuas glórias vêm do passado

E as corrupções também

Vai lá, vai lá, vai lá

Vai lá de coração

Vamo, São Paulo

Vamo, São Paulo

Vamo pagar meu milhão”.

Reprodução de mensagem enviada por suposto hacker para Leco, entre outros

Em outra correspondência eletrônica, Lorenz detalha seus métodos de extorsão.

“Faço coleta de informações ‘sigilosas’. Em seguida, faço primeiro contato apresentando todo conteúdo que tenho e tento desenvolver de forma tranquila, pacífica uma negociação. De forma sigilosa. Quando não tenho êxito, eu vou em busca de provas mais robustas, importantes graves, etc. E entro novamente em contato. Esse foi o motivo de retornar à essa negociação agora em 2019” escreveu o suposto hacker.

Uma série de documentos postados pelo  chantagista também faz parte do material registrado pelo departamento tricolor no 22° Tabelião de Notas de São Paulo.

As atas notariais obtidas pelo blog não mostram que Lorenz tenha documentos altamente comprometedores para dirigentes tricolores.

Porém, alguns dos papéis ferem regras de sigilo estipuladas pelo clube e seus parceiros.

É o que mostra ata notarial registrada em 10 de dezembro. Nela consta que Érica Duarte Pino Alves, advogada do São Paulo, solicitou, por questão de sigilo, que não fosse reproduzida na íntegra imagem de um contrato enviado por Lorenz ao departamento jurídico tricolor.

Trata-se de um comoronisso de cessão onerosa de uso de espaço entre a agremiação e a Phoenix Tower do Brasil.

O suposto hacker enviava esses arquivos com o objetivo de convencer a diretoria a pagar para que ele não tornasse a papelada pública.

Lorenz enviou uma série de relatórios financeiros internos, planilha de aluguel de camarotes e até cópia de trecho de negociação de direitos de transmissão de TV.

Numa das mensagens, com o título “fim”, o suposto hacker elogia os cartolas tricolores ao relatar sua experiência na “negociação”. Abaixo, leia a curiosa mensagem na íntegra.

“Olá todos os membros da diretoria e conselho do São Paulo Futebol Clube. Venho por meio deste e-mail expor como tem sido a minha experiência nesses três dias de negociação com vocês. Primeiramente gostaria de dizer que os senhores são profissionais excepcionais, pois buscam sempre a melhor solução até encontrar algo que possa ajudar a instituição SPFC. Buscam sempre o conhecimento e estão envolvidos em coisas muito importantes como ética, disciplina e administração do clube. Esses três dias têm sido muito importantes para a minha caminhada como profissional de tecnologia. Tenho aprendido muito e colocado em prática diversas coisas que agora estão se tornando mais claras”.

Vale lembrar que a diretoria do São Paulo nega ter dado dinheiro ou negociado com o chantagista assumido.

Crítica de Daniel Alves à política do SPFC gera nova pressão sobre Leco

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Nos últimos dias, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, tem se reunido com conselheiros do São Paulo para falar, principalmente, dos planos do clube para 2020. Nos encontros o presidente tricolor voltou a ouvir pedidos de reestruturação nos métodos de trabalho no CT da Barra Funda, um antigo desejo de opositores. Dessa vez, porém, uma entrevista dada por Daniel Alves se queixando da política são-paulina agregou ao cardápio solicitações de alteração no departamento de comunicação responsável pelo futebol do clube.

Diferentes grupos políticos pediram alterações no setor, mas não necessariamente trocas de profissionais. Leco ouviu que jogadores estariam sendo influenciados por funcionários em relação a como devem se comportar em entrevistas que abordam a política interna principalmente com o intuito de defender quem trabalha no CT.

Nenhuma prova de que tal influência ocorre foi apresentada. Entrevista dada por Daniel Alves, após a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, no final de novembro, é citada pelos queixosos. “A sensação que tenho é que aqui no São Paulo existem vários partidos. Isso é um problema, porque não gera estabilidade. Não é todo mundo que quer a mesma coisa. Nós queremos uma coisa, mas o entorno do São Paulo é muito pessimista, quem está fora quer entrar e às vezes joga um pouco sujo”, disse o jogador na ocasião.

Na mesma oportunidade, o lateral e meio-campista defendeu o diretor executivo de futebol são-paulino. “A gente não cogita esse tipo coisa [saída de Raí] pelo simples fato que a gente quer estabilidade dentro do clube”, declarou o atleta ao ser perguntado a respeito da pressão sobre o dirigente remunerado. Naquele momento a cobrança de conselheiros pela queda de Raí era intensa.

Os grupos que levantaram a possibilidade de Daniel Alves ter sido sugestionado pelo departamento de comunicação afirmam que o jogador está há pouco tempo no Morumbi e não teria elementos para analisar a política interna.

Nesse contexto, os conselheiros afirmam que os responsáveis pela comunicação no time de futebol precisam se preocupar em defender mais a instituição e menos os funcionários. Uma das sugestões é deslocar parte da equipe para o Morumbi, afastando alguns dos profissionais de colegas de CT.

Procurada, a direção de comunicação disse que devido ao envolvimento no “caso Jean” não seria possível ouvir Leco sobre a opinião do presidente em relação às reclamações e se ele pretende tomar alguma atitude. O departamento de comunicação também não se pronunciou sobre as queixas dos conselheiros.

Internamente, no entanto, quem defende os responsáveis pela área afirma ser impossível um funcionário do clube influenciar um jogador com a patente de Daniel Alves. Vale lembrar que Dani historicamente adota posicionamentos firmes em público. Também existe o sentimento de que há membros do Conselho Deliberativo interessados na troca de pessoal na comunicação para fazer suas próprias indicações. O assessor de imprensa de Daniel Alves não foi procurado porque não fala com o blog.

Plano para fazer Leco gastar menos ganha apoio de grupo de conselheiros

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O Conselho de Administração (CA) do São Paulo ganhou o apoio de um grupo de conselheiros para seu projeto de cortar drasticamente as despesas da gestão de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O alvo principal dos cortes é o departamento de futebol, chefiado por Raí.

Na última quarta, esses conselheiros, de três alas políticas, se reuniram e decidiram que irão votar a favor do orçamento reformado que será submetido ao Conselho Deliberativo em reunião na próxima quinta (19). Porém, prometem protocolar um documento no Conselho Deliberativo (CD) exigindo que as contas do clube sejam fiscalizadas pelo menos mensalmente pelo Conselho de Administração (CA) e que as sugestões do órgão para eventuais correções de rota sejam adotadas por todas as diretorias. O pelotão deve reunir mais de 50 conselheiros.

O CA, que tem o presidente tricolor como um de seus integrantes, já tinha se posicionado no sentido de passar a fiscalizar de maneira semanal as atividades das principais áreas do clube em vez de se limitar a relatórios periódicos. A ideia é conseguir evitar prejuízos antes que eles se acumulem. A nova postura do Comitê de Gestão foi adotada depois de que o primeiro orçamento para 2020 apresentado pela direção, obviamente com o respaldo de Leco, gerou preocupação por conta das despesas.

A maioria decidiu que a peça orçamentária não deveria ser aprovada e que o CA trabalharia para fazer um relatório com menos gastos. Na reunião da última quarta, o ex-presidente José Eduardo Mesquita Pimenta, que integra o órgão, explicou a situação e os novos planos aos conselheiros que abraçaram a ideia.

O orçamento inicial previa que o São Paulo fecharia o próximo ano com superávit de R$ 6.671.396. Após os ajustes feitos pelo CA, a previsão superavitária passou a ser de R$ 68.512.268. Para essa transformação ser colocada em prática, o Conselho de Administração entende que, além de um acompanhamento quase que em tempo real dos trabalhos, é preciso estipular metas para as diretorias cumprirem. Quem seguidamente não atingir os objetivos pode ter sua saída sugerida ao presidente. Vale lembrar que controlar a direção por meio de metas é um antigo desejo do órgão.

Com a posição do grupo de conselheiros que se reuniu na última quarta, o CA ganha mais força para pressionar Leco a seguir seus planos. “Exigimos que essa fiscalização seja feita só pelo Conselho de Administração, sem interferência do executivo. Entendemos que é melhor aprovar o orçamento (ajustado pelo CA) por um simples motivo: se ele for reprovado, vale o anterior, que é pior para o clube”, disse ao blog o conselheiro José Roberto Opice Blum, ativo no recente encontro.

Crítico dos gastos da atual gestão, Blum deixa claro qual o departamento que mais precisa apertar os cintos. “O foco é o futebol. Que parem de gastar adoidado, de maneira esdrúxula, e diminuam o débito em R$ 100 milhões”, afirmou o conselheiro. O valor citado é igual ao estipulado pelo CA para que o clube reduza sua dívida bancária atual, avaliada pelo órgão em R$ 200 milhões.

O blog tentou ouvir Leco sobre o tema por meio de sua assessoria de imprensa, mas não obteve resposta até a conclusão deste post. O encontro no qual o grupo de conselheiros decidiu aprovar o novo orçamento e cobrar o aumento da fiscalização das contas aconteceu na casa de Douglas Eleutério Schwartzmann, ex-vice de comunicação e marketing do clube. A maioria dos que estavam presentes é contrária a atual gestão. Eles também discutiram as próximas eleições são-paulinas e concluíram que devem se posicionar apenas alguns meses antes do pleito. A votação deve acontecer só em dezembro do ano que vem. Também esteve em pauta o recente episódio em que um hacker vazou documentos do clube e tentou chantagear membros do CD e do departamento de futebol. Eles esperam o fim das investigações para saber o caminho a ser seguido.

 

 

Daniel Alves é o novo PRESIDENTE do São Paulo!

Leia o post original por Craque Neto 10

Acredito que a maioria das pessoas tenha ouvido o áudio do ex-coordenador Vágner Mancini que foi vazado por algum amigo dele TRAÍRA no WhatsApp. Ele diz em alto e bom som que quem contratou o técnico Fernando Diniz para o São Paulo foi o lateral, meia, atacante – ou o que ele quiser ser – Daniel Alves. É inacreditável a moral que esse rapaz chegou no clube do Morumbi. Chegar com prestígio para poder jogar como meia, vestir a camisa 10 e falar umas bobagens na coletiva, isso eu até entendo. Mesmo sabendo que é errado. Mas chegar ao ponto […]

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