Arquivo da categoria: Leco

Não faça com os outros o que não quer pra você!

Leia o post original por Craque Neto

Observei as imagens do treino desta terça-feira (2) e pude constatar que o Cuca e o Vágner Mancini ficaram o tempo todo trocando ideias sobre  time. Os dois juntos. Sempre. Em algum momento até dividiram a ordem. Fiquei sabendo que provavelmente o Mancini assinará as súmulas das partidas pelo menos até o final do mês. Mas é fato que o Cuca vem ditando as regras desde que foi anunciado na queda do Jardine. Ou será que alguém duvida que ele que liberou o Diego Souza ao Botafogo e fez tantas outras coisas? Só que essa mudança – a inclusão do […]

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Fim da liberdade de imprensa?

Leia o post original por Craque Neto

Nesta quinta-feira (28) pela manhã recebi uma ligação de um amigo dizendo que meu nome havia sido citado dentro do vestiário do São Paulo após a vitória contra o Ituano e a consequente classificação para as semifinais do Paulistão. Me disseram que o assessor de imprensa do Tricolor só teria autorizado o repórter Nivaldo de Cillo a gravar um boletim mediante a não ser citado meu nome nem o programa ‘Os Donos da Bola’. Só pode ser piada, né? Em pleno século 21 ter que me deparar com CENSURA na imprensa. E mais! Porque falo a verdade. Como pode? Só […]

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Opinião: problema maior do São Paulo é perder tempo esperando Cuca

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A derrota para o Palmeiras, por 1 a 0, fez a torcida do São Paulo explodir de novo contra a diretoria do clube. Foi mais um clássico perdido, porém, perder para um grande rival ou para qualquer outro time não é o principal problema da equipe do Morumbi neste momento. O grande drama é que o trabalho de Cuca, efetivamente, ainda nem começou. Aconteça o que acontecer na provisória era Vágner Mancini, ainda haverá uma reconstrução. Ou seja, enquanto os adversários tem um rumo definido e tendem a evoluir, os tricolores, em tese, vão voltar à estaca zero quando o novo treinador chegar.

É desesperador para a torcida saber que o time vai mal e a reorganização ainda nem começou. Por mais que Cuca passe diretrizes para Mancini, muita coisa vai mudar quando ele começar a ficar à beira do gramado.

Nesse cenário, é justo o são-paulino se voltar contra Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O presidente voltou a ser xingado logo depois do gol do Palmeiras no Pacaembu. Parte da torcida também critica Raí, outro que merece ser cobrado.

A dupla é, na opinião deste blogueiro, é a principal responsável pela dramática situação atual. Claro que a gestão tem seus acertos. Raí por exemplo faz um importante trabalho de reestruturação de rotina no CT da Barra Funda com mentalidade profissional. Contratar Pablo foi outra decisão acertada, depois da ótima temporada feita por ele em 2018. A diretoria não tem culpa se o atacante ainda não rendeu da mesma forma em 2019.

Só que os dois dirigentes cometeram três erros graves e em sequência, na minha opinião. O primeiro foi demitir Aguirre na reta final do último Brasileirão. No geral, seu trabalho não foi tão ruim para justificar a queda naquele momento. Mais sensato seria esperar o final do campeonato, fazer uma avaliação e decidir o rumo a ser tomado.

A segunda falha foi efetivar Jardine como técnico. Era uma aposta de risco e que em caso de fracasso obrigaria o time a fazer mudanças com a temporada seguinte já em andamento. Deu errado. A falha custou a Libertadores e um atraso no planejamento.

Para completar, a diretoria optou por uma solução nada convencional aceitando esperar por Cuca e escalando Mancini como técnico interino. Um clube profissional não pode perder tempo. Sem dúvida Cuca é uma boa contratação, mas Leco e Raí parecem não terem calculado o quanto a espera por ele poderia prejudicar o time. Em qual momento do ano o novo treinador vai ter o time na mão, jogando como ele gosta? A temporada toda já não estará comprometida? Não seria melhor escolher outro técnico, mas que fosse uma solução imediata?

Não era difícil de prever o cenário pessimista. Por isso, é impossível não responsabilizar Leco e Raí pelo estágio atual da equipe. Pior para os são-paulinos é que não há o que a diretoria possa fazer, além de torcer para que Cuca chegue logo e como salvador da pátria, dando resultados imediatamente.

 

Órgão que fiscaliza direção do SPFC vê demora em entrega de documentos

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Membros do Conselho Fiscal (CF) do São Paulo reclamam internamente de falta de estrutura para o funcionamento do órgão e de demora da direção para a entrega de documentos. Os problemas estariam atrapalhando seu trabalho e dificultando a elaboração de outros relatórios como o que apontou a contratação e a liberação de Diego Souza como exemplos de má gestão.

Essa situação foi relatada ao blog por dois dos cinco membros efetivos do órgão. Eles, que pediram para não terem seus nomes divulgados, afirmam aguardar a entrega de uma série de documentos para poder analisar outros casos. Na fila estão contratos assinados com jogadores, prestadores de serviços e concessionários do estádio, entre outros. Por meio de sua assessoria de imprensa, a diretoria afirmou que não se manifestaria sobre o assunto.

O órgão também pediu para a direção uma secretária exclusiva, mas não foi atendido, tendo que utilizar os serviços de duas funcionárias que trabalham para três conselhos do clube. Por outro lado, o CF conseguiu junto à diretoria a reforma de sua sala e a troca de seus móveis.

No entorno de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, o discurso é de que a direção entrega todos os documentos que entende fazerem parte do escopo do trabalho do Conselho Fiscal. E que o prazo de entrega depende da complexidade do pedido e da disponibilidade dos departamentos do clube, pois eles não podem parar suas atividades diárias para providenciar a documentação.

Já no CF há a preocupação de desvincular seu trabalho da pressão política sofrida por Leco. Os integrantes do órgão afirmam não apoiarem o movimento que pede a renúncia do presidente. Sustentam que a intenção é executar suas funções estatutárias e alertar a diretoria para corrigir eventuais erros.

Negociações suspeitas em cifras milionárias marcam diretoria do São Paulo

Leia o post original por Craque Neto

A insatisfação de parte do conselho do São Paulo vem movimentando os bastidores do clube. A maior parte da cúpula não apoia o trabalho do diretor de futebol Raí, que tem contratado jogadores de alto valor que não trazem resultado em campo. As parcerias com empresários também são bem discutíveis e suspeitas. Isso sem contar que o presidente Leco manda, desmanda e brinca com os cofres do clube. Para se ter ideia entre bancos daqui do Brasil a instituição São Paulo Futebol Clube deve mais de R$ 65 milhões em empréstimos. Portanto pra mim fica muito claro: o principal responsável […]

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Leco procurou Raí para descartar demissão após pedido de conselheiros

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Pouco depois de ouvir conselheiros pedirem a cabeça de Raí, no último sábado (23), o presidente do São Paulo procurou o diretor executivo de futebol para dizer que não existe possibilidade de a reivindicação ser atendida. Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, estava no CT da Barra Funda, onde foi a reunião, e decidiu procurar o ex-jogador assim que leu a notícia do encontro no UOL Esporte.

Na reunião, Leco já havia sinalizado que não pretende demitir Raí e Alexandre Pássaro, gerente executivo e que também teve sua saída cobrada. Porém, o cartola ficou de analisar outras sugestões de seus interlocutores.

Leco não esperava que o conteúdo da reunião virasse notícia. Ao saber da publicação, decidiu falar imediatamente com o diretor executivo para evitar que ele interpretasse estar enfrentando um processo de fritura. O diálogo sobre o tema foi rápido e, segundo duas pessoas que convivem com Raí, ele não demonstrou preocupação.

No episódio, o ex-jogador ganhou apoio de aliados de Leco, que se manifestaram internamente repudiando o pedido de demissão do cartola. Parte deles, crítica Leco por ter recebido o grupo que se define como sendo de oposição, mas tem aumentado seu acesso ao presidente.

A avaliação no entorno de Raí e Leco é de que o diretor executivo escapou sem abalos do pedido de degola. Ele já vinha enfrentando questionamentos até de membros do Conselho de Administração do São Paulo que consideram os resultados obtidos pelo time incompatíveis com a estrutura que o ex-jogador ajudou a montar no departamento de futebol.

Normalmente, Raí não demonstra abatimento com as queixas em relação a seu trabalho. Após os baques sentidos com a eliminação antes da fase de grupos da Libertadores e com a derrota no clássico com o Corinthians, por 2 a 1 , ele tem passado mensagens de otimismo no CT são-paulino. O discurso do executivo é de confiança numa retomada depois de ver seu próprio projeto com Jardine fracassar e refazer os planos com o interino Mancini e, depois, Cuca.

Com José Eduardo Martins e Bruno Grossi, do UOL, em São Paulo

Espera por Cuca incomoda aliados de Leco no São Paulo

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Imagem: Marcello Zambrana/ AGIF

A forma encontrada pela cúpula do São Paulo para substituir André Jardine trouxe desgaste político ao presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, dentro da coalizão que apoia sua gestão. O cartola é criticado pela maneira como foram administradas as últimas horas de Jardine e até pelo fato de não ter consultado membros de grupos aliados sobre a decisão de esperar por Cuca. Raí, executivo de futebol, também é alvo dos disparos já que o tema está entre suas atribuições.

O blog ouviu três líderes de alas aliadas que se disseram descontentes. Mais dois conselheiros situacionistas afirmaram o mesmo. Um terceiro nome importante de apoio à situação preferiu não se manifestar sobre por participar diretamente da gestão. Todos falaram sob a condição de não terem seus nomes revelados.

As insatisfações começaram quando conselheiros viram Jardine dar entrevista coletiva sozinho após a eliminação na Sul-Americana diante do Talleres, sem as presenças de Raí e Leco. O sentimento é de que o técnico foi abandonado naquele momento.

Um dos principais motivos de incômodo é o fato de Leco e Raí terem aceitado esperar até abril para que Cuca assuma o comando do time efetivamente. Enquanto isso, o coordenador de futebol Vagner Mancini, que no início do ano havia descartado a possibilidade de treinar a equipe, segura a prancheta.

Esses críticos interpretam a opção pela espera como sinal de desespero por parte da direção e, para parte deles, até de amadorismo. Alguns pretendem questionar Leco sobre qual é o plano para o caso de o treinador interino sofrer uma série de derrotas e para a hipótese de Cuca ter problemas médicos e ficar sem condições de assumir integralmente o cargo em abril. Existem também questionamentos sobre o que fazer com Mancini se ele fizer o time deslanchar, apesar de o interino dizer não ter interesse em continuar no cargo.

Entre os apoiadores de Leco há também os que ficaram magoados por não terem sido ouvidos pelo presidente antes de a opção por contratar Cuca e esperá-lo ser tomada. Uma das ideias era sugerir que o clube tentasse a volta do colombiano Juan Carlos Osorio. Outra sugestão seria deixar Mancini assumir e costurar com o futuro treinador uma preferência ao São Paulo para quando ele estivesse apto a trabalhar. Cuca é muito bem avaliado pelos aliados do presidente, que só não concordam com a condição de aguardar sua liberação médica.

Vale lembrar que o presidente são-paulino não tem estatutariamente a obrigação de consultar conselheiros ou outros poderes do clube para fechar as contratações de técnicos ou jogadores. Quem defende o dirigente diz que ele e Raí mergulharam em reuniões para definir o futuro da equipe praticamente desde o final do jogo com o Talleres, na última quarta (13), até a amanhã seguinte. Ou seja, não tiveram tempo de ouvir a base aliada sobre o assunto. A intenção era fechar a negociação rapidamente para não deixar o time sem rumo. O anúncio foi feito no final da manhã de quinta (14).

Apesar do descontentamento, os queixosos não falam em retirar o apoio a Leco. Porém, ao menos uma ala pretende dizer ao dirigente que episódios como esse tornam difícil manter a unidade dessa base de sustentação. Como mostrou o blog, recentemente o presidente tricolor aumentou sua força política se aproximando de antigos opositores.

O blog tentou falar com Leco por meio da assessoria de imprensa do clube, mas não obteve sucesso.

 

Cuca é a melhor solução para tempos de instabilidade

Leia o post original por Craque Neto

Após o vexame da eliminação na Libertadores o São Paulo agiu rápido e já anunciou seu novo treinador. Trata-se do Cuca, que volta ao clube após 15 anos. Isso mesmo! Em 2004 foi ele que montou a base da equipe que no ano seguinte conquistaria a Libertadores e o Mundial de Clubes. Ele é um profissional sério, que trabalha muito forte os conceitos táticos e que não gosta de jogador migué e encrenqueiro. Tenho a convicção que para esse período de instabilidade ele será a melhor solução para acertar o vestiário do Tricolor. Agora não pense o Leco – e […]

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Além do ‘Aeroleco’: ‘ex-crítico’ da gestão assume departamento no São Paulo

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Após se caracterizar por fazer duras críticas à administração de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, Antônio Donizeti Gonçalves, o Dedé, aceitou convite para assumir cargo na atual diretoria. A escolha dele para ser o primeiro a dirigir o novo Departamento de Esportes Sociais (DES) coroa a aproximação do presidente com uma das alas que mais faziam oposição a ele.

Os detalhes para Dedé assumir o posto sem remuneração foram fechados pouco depois de a presença de oposicionistas como José Eduardo Mesquita Pimenta e Douglas Schwartzmann no voo da delegação tricolor para a Argentina, chamado no clube de “Aeroleco”, na semana passada, agitar os bastidores do Conselho Deliberativo são-paulino. Eles são alinhados com Donizeti, que não viajou para acompanhar a partida com o Talleres pela Libertadores. No mesmo grupo de ex-opositores que se aproximaram do presidente está Dorival Decaussou, pai do ex-jogador e agora comentarista Caio Ribeiro.

Tanto a cúpula tricolor quanto os antigos críticos rechaçam o rótulo de costura política para definir a movimentação, mas não negam que, em tese, Leco abre vantagem confortável no conselho. A projeção menos otimista é de 36 novos conselheiros dispostos a compor com a situação em futuras votações no órgão. Ao mesmo tempo, a nova composição não é bem vista por parte da oposição mais radical e até por alguns integrantes da situação.

Entre os que trocaram os disparos contra a diretoria pelo diálogo, o mantra é de que não há interesse político no posicionamento adotado, mas defesa dos interesses do clube. O discurso é de apoio às ideias de Leco que considerarem boas para o São Paulo e de continuar criticando o que acreditarem ser ruim. Do lado do presidente, o argumento é de que ele apenas age de maneira civilizada com quem o trata com respeito. Interesse político na nomeação de Dedé também é rechaçado. A justificativa é que havia necessidade de mais um dirigente na área social e que foi escolhido alguém com experiência. Donizete já foi vice-presidente da área.

O blog não conseguiu falar com Leco sobre o assunto, nem por meio de sua assessoria de imprensa, que apenas confirmou a nomeação de Dedé. Seu departamento cuidará de  19 modalidades. Judô, atletismo, natação e futsal estão entre elas.

Dedé também não credita a nomeação à política. Afirma que por ter atuado na área durante anos sua volta era pedida por muitos associados. “Eu e nosso grupo nunca fomos oposição ou situação. Somos pelo que é bom para o São Paulo. Vamos continuar criticando o Leco quando entendermos que adotou medidas que não são boas e apoiando quando elas forem positivas”, declarou o dirigente. “Dialogando com o presidente, temos mais chances de sermos ouvidos por ele e ajudarmos o clube”, completou Dedé.

A costura

Sua aproximação em relação a Leco começou antes da reeleição do cartola. Os dois conversaram sobre desavenças do passado, Dedé disse que não o apoiaria mas se comprometeu a evitar  bombardear o cartola em suas colocações públicas voltadas para sócios e conselheiros. A costura também passou por conversas de Leco com Douglas Schwartzmann, vice de marketing e comunicação durante a gestão de Carlos Miguel Aidar e apoiador de Pimenta na última disputa presidencial.

Integrantes da nova composição entendem que Pimenta, ex-presidente do clube, deve ter a sua imagem usada institucionalmente pelo São Paulo, por isso defendiam a presença dele na comitiva que foi para a Argentina. Já no entorno de Leco a explicação é de que como atual membro do Conselho de Administração é natural que o dirigente tenha sido convidado para  integrar a delegação. O argumento é de que é importante os membros do órgão acompanharem de perto momentos importantes do clube para fazerem suas análises.

Um dos pontos importantes da costura política aconteceu quando o grupo de ex-opositores e Leco se alinharam para a eleição de conselheiros vitalícios em agosto do ano passado. Em novembro, a aliança também foi importante na votação na qual o conselho aprovou o veto a conselheiros, mesmo licenciados, em cargos remunerados. Essa era uma exigência da oposição. Mas, o diálogo de Leco com o grupo de ex-críticos contribuiu para a medida ser aprovada com validade a partir de abril de 2020. Assim, os conselheiros escolhidos pelo atual presidente para cargos remunerados não foram afetados imediatamente. No quarto mês do próximo ano, eles precisam se desligar definitivamente do conselho se permanecerem como executivos. De acordo com o estatuto, porém, alterações estatutárias precisam ser votadas pelos sócios.

Teste para o novo alinhamento entre o presidente e seus ex-críticos é o futuro de André Jardine. No grupo que se aproximou de Leco há severos críticos ao desempenho do treinador. Uma eventual queda na Libertadores contra o Talleres, na próxima quarta, antes da fase de grupos, pode fazer com que eles pressionem pela demissão do técnico.

Rejeição

Internamente, parte dos aliados de Leco demonstra não gostar de ter por perto conselheiros que atuaram como dirigentes na gestão de Carlos Miguel Aidar. O ex-presidente renunciou em meio a uma série de denúncias. Para esses críticos, a atual diretoria deveria manter distância desse grupo.

Ao mesmo tempo, há setores da oposição que não enxergam como necessária uma aproximação com Leco. “Eu entendo (o movimento de ex-críticos), mas não acho que seja necessário. Nem sempre essas alianças são refletidas nas votações do conselho. Muita coisa acaba mudando e falta muito tempo para a próxima eleição para presidente (prevista para dezembro de 2020)”, disse Marcelinho Portugal Gouvêa. Filho do ex-presidente são paulino apelidado de MPG, ele integra o grupo opositor Nova Força. “Nós vamos continuar apoiando o que for a favor da profissionalização do São Paulo e combatendo o que for contra”, afirmou ele.