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Quatro estratégias de Galiotte para combater crise palmeirense

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Para aliados de Maurício Galiotte, o presidente palmeirense conseguiu evitar que a crise no clube provocada pela eliminação na Libertadores diante do Grêmio seguida pela derrota por 3 a 0 para o Flamengo, no Maracanã, pelo Brasileiro, fosse ainda maior. Na tentativa de evitar estragos mais profundos do que a quedade Luiz Felipe Scolari, uma série de medidas foi adotadas. Confira abaixo as principais.

1 – Rápida assinatura com Mano Menezes

Tomada a decisão de demitir Felipão, a meta da diretoria capitaneada por Galiotte foi fechar rapidamente com Mano. A intenção era evitar especulações, a impressão de que o time estava sem rumo e impedir o avanço da rejeição de torcedores e conselheiros ao treinador escolhido. O acordo levou menos de duas horas para ser alinhavado logo depois do anúncio da saída de Scolari, conforme apurou o blog. Os que eram contra a contratação do ex-treinador de Cruzeiro, Corinthians, Flamengo e seleção brasileira ficaram impotentes diante do comunicado do Palmeiras de que ele já tinha sido efetivado, feito no dia seguinte.

2 – Silêncio

Galiotte adotou a estratégia de não responder publicamente às críticas feitas a ele e a Alexandre Mattos por Seraphim Del Grande, presidente do Conselho Deliberativo. As queixas estavam em um áudio enviado a sócios e conselheiros, mas que acabou vazando. O presidente palmeirense também evitou cobrar Del Grande, seu aliado político para fazer oficialmente uma retratação.

A avaliação do presidente do clube e de seu estafe foi de que um pronunciamento sobre o tema reforçaria a tese de que os dois estavam rachados. O silêncio foi seguido de uma manobra para demonstrar sintonia entre ambos. Del Grande foi convidado para participar de uma reunião de diretoria, como mostrou o UOL Esporte. A ideia era de que ao aparecer ao lado do presidente do clube, ele mostraria ainda estar alinhado com a gestão. Além disso, seria natural que o líder do conselho deliberativo desse explicações aos presentes, o que acabou acontecendo.

3 – Alexandre Mattos

No auge das cobranças de torcedores e conselheiros pela demissão do diretor de futebol do Palmeiras, Galiotte optou por uma defesa discreta do funcionário. A análise foi de que quanto mais o principal dirigente alviverde falasse sobre o tema, mais lenha jogaria na fogueira. A estratégia foi manter a rotina de Mattos de participar das apresentações de novos contratados do clube, mas de maneira também discreta.

Na apresentação de Mano Menezes, o cartola remunerado entregou para o treinador um livro sobre a história do clube, como faz com jogadores que chegam à Academia. No entanto, ele não teve protagonismo no evento, diferentemente do que ocorreu na chegada de Ramires, por exemplo. Mattos foi o responsável por apresentar o volante, com direito a discurso. Com Mano, esse papel coube a Galiotte. Assim, o diretor de futebol ficou menos nos holofotes num momento de extrema pressão. Ao mesmo tempo, a simples presença dele ao lado do presidente demonstrava que sua demissão não estava em pauta.

4 – Leila Pereira

Outro momento tenso nos bastidores do Palmeiras aconteceu quando Leila Preeira, presidente da Crefisa, patrocinadora alviverde, respondeu a um torcedor em rede social que não é responsável por contratações ou por escalar o time. Parte dos conselheiros do clube passou a farejar uma possível discordância entre a empresária e Mattos, o que consequentemente a colocaria em rota de colisão com o presidente.

De novo, Galiotte não fez alarde. E, como faz em momentos relevantes, recebeu Leila e o marido dela, José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, para participar da apresentação de Mano. A aparição do casal ao lado do cartola pode ser interpretada como uma resposta aos comentários de conselheiros sobre um suposto atrito entre eles.

A postura da empresária, que evitou comentar a respeito da  pressão sobre Mattos, foi comemorada por apoiadores de Galiotte, já que não houve novo incêndio para ser apagado. Vale lembrar que Leila, assim como seu marido, é conselheira do clube. Ela é cotada para ser apoiada pelo atual presidente para se candidatar a ocupar a principal cadeira no clube.

Felipão caiu! Mas ele não é o maior responsável pela crise no Palmeiras, viu!?

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A Sociedade Esportiva Palmeiras decidiu nesta segunda-feira (2) pela demissão do técnico Luiz Felipe Scolari. Ela acontece após o passeio que o Verdão levou do Flamengo no Maracanã, na derrota por 3 a 0 pelo Brasileirão. Mas coincidentemente a queda do treinador ocorre após uma publicação esquisita da Sra. Leila Pereira, presidenta do patrocinador do clube, onde ela diz que não tem culpa pela má fase porque ‘não escala o time e nem contrata jogadores’. Ou seja, pra mim era evidente que ela já estaria sabendo da demissão do Felipão. Por mais que tenham tirado ele do comando eu acho […]

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Palmeiras virou mesmo o time mais antipático do Brasil?

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Nesta segunda-feira meu amigo Walter Casagrande Jr. disse na TV Globo algo importante que vale repercutir aqui com os leitores do Blog. Ele afirmou que todo esse excesso de grana e Arena nova e moderna transformou o Palmeiras em um clube antipático. Ou seja, ostentam contratações milionárias – muitas vezes com três jogadores para cada posição – e os discursos de seus jogadores e dirigentes fizeram com que o Brasil inteiro ficasse contra o Verdão. Apesar de não negar minha alegria de ver o Palmeiras ser eliminado da Libertadores e renovar o estigma de ‘SEM MUNDIAL’, não consigo esconder que […]

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Racha em dia de festa! Que coisa, hein?

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Nessa segunda-feira, dia 26 de agosto, a Sociedade Esportiva Palmeiras comemora 105 anos de uma longa e rica história. Muita gente deve achar que não gosto do clube por ser corintiano e brincar com esse lance de rivalidade. É claro que tive rusgas com alguns personagens ligados ao Verdão, mas nem de longe o tenho como inimigo. Muito pelo contrário! Sempre disse que tenho uma baita gratidão pelo Palmeiras por ter sido o primeiro clube grande a acreditar de fato no meu futebol. Foi quem comprou meu passe em 89 e acreditou no meu talento. Pelo time alviverde vesti a […]

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Acabou a magia do líder? E aí ‘Mamãe’???

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Alguém aí viu o jogo entre Ceará e Palmeiras no Castelão? Que vergonha, hein? O Felipão lançou a campo seus titulares e deu branco nos caras. Não viram a cor da bola e levaram um vareio monstruoso do Vovô, que merecidamente construiu a vitória por 2 a 0 e DESTRUÍRAM com a invencibilidade alviverde. Sinceramente queria entender o que aconteceu com o tão poderoso líder do Brasileirão? Aquela equipe milionária, tão exaltada, que não perdia de ninguém e nem sequer levava gol. Só consigo enxergar que é puro psicológico, ou em outras palavras, aquela baita ‘PIPOCADA’ né? Poxa, descansaram e […]

Sindicato de Mustafá obtém vitória contra dono da Crefisa. Cabe recurso

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O sindicato presidido por Mustafá Contursi, ex-presidente do Palmeiras, obteve, nesta quinta (18), vitória na Justiça contra cobrança de R$430 mil, mais correção monetária, feita por José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa. Cabe recurso.

A 32ª  Câmara  de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo considerou procedente recurso do Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e Suas Entidades Estaduais e Ligas contra decisão em primeira instância, no ano passado, que o obrigava a pagar a quantia a título de empréstimo.

Mustafá alega que houve uma doação por parte dos proprietários da Crefisa, versão  aceita pela Justiça nesta quinta. Lamacchia, que afirma ter feito um empréstimo, deve recorrer.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leila Pereira, mulher de Lamacchia e presidente da Crefisa, disse:  “não comentamos a decisão. E, nesse caso, ainda cabe recurso.”

O ex- presidente palmeirense e o casal de patrocinadores do clube se tornaram desafetos após divergências sobre mudanças estatutárias no Palmeiras.

Palmeiras leva mais de patrocínio do que SPFC, Santos e Corinthians juntos

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Os balanços dos quatro maiores clubes paulistas referentes a 2018 mostram que o Palmeiras faturou mais em patrocínio e publicidade do que Corinthians, Santos e São Paulo juntos.

O alviverde, embalado pelo apoio da Crefisa e da Fam, dos conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, registrou arrecadação de R$ 95.476.000 vendendo suas propriedades publicitárias.

Ao mesmo tempo, juntos, Corinthians, São Paulo e Santos arrecadaram com patrocínio e publicidade R$ 93.238.000. A vantagem palmeirense sobre o trio foi de R$ 2.238.000.

Sem patrocinador máster, o Corinthians embolsou R$ 42.804.000. Por sua vez, o São Paulo registrou R$ 23.269.000 recebidos com patrocínio e publicidade, sem contar esse item no Morumbi. O Santos arrecadou no ano passado R$ 27.165.000 com esse filão. Desse valor, R$ 8.341.000 vieram de fora do departamento de futebol.

 

Opinião: São Paulo coloca em xeque quatro pilares do Palmeiras

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Ao eliminar o Palmeiras no Allianz Parque e se classificar para a final do Campeonato Paulista, o São Paulo colocou em xeque quatro pilares do adversário. São pontos de confiança da torcida alviverde que estão sob discussão.

Leila Pereira e Crefisa

Com o apoio da empresária e suas empresas, o Palmeiras muitas vezes foi colocado como time quase imbatível. O clube alavancou suas receitas e passou a ser um adversário duro em todas as disputas por bons jogadores. Nos últimos cinco anos, o alviverde investiu cerca de R$ 314, 9 milhões em reforços. São aproximadamente R$ 194,6 a mais do que o valor gasto pelo São Paulo. Não chegar na final do Estadual, algo alcançado na temporada passada com um vice-campeonato, deixa dúvidas sobre até onde vai o poder dos milhões despejados por Leila para fazer o Palmeiras ganhar tudo. Tanto que palmeirenses que protestaram depois da eliminação cantaram: “eu não sou otário, vai tomar no ** esse time milionário”.

Fernando Prass

Existem alguns jogadores nos quais a torcida deposita toda a sua confiança em determinadas situações. Esse é o caso de Fernando Prass nos pênaltis. Sempre foi uma segurança para o palmeirense ter Prass na meta nas disputas de pênaltis. Ele não teve culpa na eliminação, chegou a fazer defesa de cobrança, mas não foi o herói capaz de impedir a derrota de seu time. Do outro lado, Volpi brilhou mais.

Felipão

Luiz Felipe Scolari reforçou a fama de ser “o cara” para a torcida do Palmeiras com a conquista do título brasileiro do ano passado. Em seus trabalhos pelo clube, o torcedor aprendeu a confiar em seu estilo de jogo e esperar pelos resultados. Em disputas de mata-mata, então, sua fama de especialista se tornou mítica. Desde o início de 2019, Felipão sofre críticas de parcelas da imprensa e da torcida por não fazer o time jogar em alto nível. As queixas aumentaram imediatamente após a queda na semifinal estadual.

Allianz Parque

A confiança do palmeirense em seu estádio como caldeirão capaz de derreter os adversários sofrera duríssimo golpe com a perda do título paulista de 2018 para o Corinthians. A vaga para a final arrancada pelos tricolores lá dentro abala mais essa fama de alçapão.

Opinião: Mancha, Crefisa e Palmeiras têm uma questão ética para discutir

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O Palmeiras deveria aproveitar o embalo do merecido título da Mancha no Carnaval paulistano para tocar numa ferida visível mas aparentemente ignorada pela maioria no clube. Falo da relação da torcida  e da escola de samba com a Crefisa.

Conselheiros e sócios precisam discutir até que ponto é saudável para o Palmeiras membros do Conselho Deliberativo ligados à escola de samba ou à torcida Mancha Alviverde participarem de votações no órgão sobre temas que esbarram no patrocínio ao time ou nos interesses dos donos da patrocinadora.

Não opinião deste blogueiro a um desconforto ético que poderia ser sanado com os integrantes dos dois braços da Mancha se abstendo de participar de votações que tenham alguma importância para a Crefisa, a FAM e seus responsáveis.

Caso não seja possível um acordo de cavalheiros nesse sentido, seria prudente apertar o estatuto pensando nessa situação e em outras que podem ocorrer no futuro.

Os exemplos de votações no conselho que envolvem interesses da Crefisa e dos empresários e conselheiros do clube José Roberto Lamacchia e Leila Pereira são encontrados facilmente.

Entre eles está a recente mudança estatutária que aumentou de dois para três anos o mandato presidencial e teve Leila como uma das principais apoiadoras. Ela pretende ser candidata à presidência do Palmeiras.

No mesmo pacote entra a sessão na qual o Conselho Deliberativo deu seu aval para mudanças no contrato de patrocínio da Crefisa com o Palmeiras contestadas pelo COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Por simpatia à ética, quem tem relações comerciais ou é apoiado financeiramente pela Crefisa ou seus donos deveria ficar fora de votações como estas.

A patrocinadora palmeirense é protagonista da guinada que a escola de samba deu em sua trajetória. O suporte da financeira, principalmente via Lei Rouanet, valeu até o batismo da quadra da agremiação com os nomes de Leila e Lamacchia.

Por sua vez, o presidente da escola de samba, Paulo Serdan, costuma caminhar de mãos dadas politicamente com o casal no clube. Ele também é conselheiro.

Há ainda outro lado nessa relação, a arquibancada. Como vai se posicionar a torcida Mancha Alviverde, historicamente atuante no sentido de cobrar diretorias do clube, se pintar uma questão que entre em conflito com os os caras que emprestam seus nomes para a escola de samba?

Oficialmente, escola e torcida são instituições diferentes, mas é inegável que grande parte dos que cantam na arquibancada fazem o mesmo na quadra.

Por mais que o momento seja de comemoração, seria salutar para todas as partes envolvidas, sobretudo para o Palmeiras, começar a pensar nessa situação incômoda. Adiar a discussão indigesta pode provocar danos irreversíveis.

 

Dono da Crefisa penhora imóvel de ex-presidente do Palmeiras

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A Justiça de São Paulo rejeitou novo pedido de José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, para penhorar o título de sócio do Palmeiras de Arnaldo Tirone, ex-presidente do clube. O proprietário da patrocinadora alviverde, porém, conseguiu a penhora de uma sala comercial pertencente ao ex-presidente no Sopping Ibirapuera.

O empresário obteve na Justiça a condenação de Tirone para pagar mais de R$ 400 mil, levando-se em conta correções, referentes a um empréstimo que o marido de Leila Pereira alega ter sido feito e não quitado. O ex-presidente não chegou a se defender no processo.

No último dia 17, advogado de Lamacchia, conselheiro do clube assim como Leila, alegaram à Justiça que o imóvel penhorado está avaliado em R$ 400 mil. E que, como a dívida era naquele momento de R$445.086,35 por seus cálculos, deveria ser reconsiderado o pedido de penhora do título de sócio palmeirense do ex-cartola. O dinheiro arrecado com o título completaria o pagamento.

Na nova tentativa, foi lembrado que o juiz havia negado envolver o patrimônio de Tirone referente ao Palmeiras sobretudo pelo momento político que o Palmeiras vivia à época. Em seguida veio o argumento de a decisão se referia à eleição para a presidência do clube. Como o pleito já ocorreu, os advogados d Lamacchia escreveram que “não há mais que se falar em tensões políticas capazes de justificar o indeferimento da constrição”.

Em 18 de janeiro, o juiz Fernando Henrique de Oliveira Biolcati rejeitou o pedido. “Embora passadas as eleições presidenciais do clube, é fato público e notório que o executado é ex-presidente da instituição. É secundário, portanto, o caráter patrimonial da sociedade, o qual, primordialmente, confere-lhe acesso às dependências do clube que presidiu”, escreveu o magistrado. Em seguida, no entanto, ele ressalta que o veto à penhora não é permanente. “O entendimento deste juízo, contudo, é de que o exequente não esgotou meios menos gravosos ao executado de obtenção de seu crédito”.

Na última segunda (11) Lamacchia pediu que fosse indicado um perito judicial para avaliar o imóvel penhorado de Tirone. A Justiça havia determinado que o credor apresentasse três avaliações de corretores imobiliários sobre a sala comercial. O juiz, então, indicou um perito com honorários estipulados em R$ 3.000.

Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, Lamacchia afirmou apenas: “meus advogados defendem meus direitos’. Por sua vez, Tirone não respondeu sobre o assunto. Porém, de acordo com fonte próxima a ele, o ex-dirigente ficou surpreso com as notícias sobre o processo e acredita que a atitude de Lamacchia tenha cunho político. O empresário nega ter intenções políticas. Segundo a mesma fonte, o ex-presidente tentou contato com os advogados do empresário e com o próprio, incluindo o envio de um telegrama, mas não obteve resposta.

O blog apurou que Tirone considera que seu título de sócio do Palmeiras tem valor sentimental inestimável, não comercial, já que o recebeu de presente de seu pai aos cinco anos de idade, em 1955.