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Palmeiras: a bola foi o coração

Leia o post original por Wanderley Nogueira

Palmeiras X LibetadO Palmeiras foi entusiasmante.

Conseguiu a classificação para a próxima fase da Libertadores mostrando extrema aplicação.

É um time que tem  consciência das suas limitações.

O time respeitou a tradição do clube.

Vem de um período de grande turbulência.

Conflitos políticos, cofre anêmico, receitas antecipadas, salários atrasados e permanente foco de intrigas.

O novo presidente assumiu com o compromisso de não mentir e até agora não há indícios de inverdades.

Contra o Libertad, o Palmeiras ultrapassou um limite que até alguns dos seus mais apaixonados torcedores não acreditam que ele seria capaz.

Foi emocionante ver a aplicação da equipe.

A torcida do Palmeiras e o time trocaram energia no Pacaembu.

Um encontrou a alegria na alegria do outro.

A  vida do Palmeiras na competição foi prolongada.

Não sei no futuro, mas essa classificação duplicou a alegria e dividiu a dor.

Para quem viveu a tristeza dos últimos tempos, a alegria foi saborosa.

O Palmeiras tentou, lutou, sofreu e passou.

O time não mostrou futebol, mostrou coração.

A vitória da união do grupo

Leia o post original por Neto

Zagueiro Henrique é um dos líderes desse Verdão

O futebol prega peças na gente, hein? Enquanto o valorizado São Paulo, com reforços milionários, se perde em meio a vaidades e empáfia; o Palmeiras enxuto, de qualidade técnica questionável, venceu a partida contra o Libertad e garantiu classificação à fase seguinte da Libertadores. Curiosamente há poucas semanas essa mesma equipe perdia de goleada para o modesto time do Mirassol pelo Paulistão por 6 a 2. Vergonha total! Muita gente, inclusive eu, disse que os maus resultados estavam diretamente associados aos salários atrasados do time.

Se essa grana foi acertada de lá pra cá, sinceramente não sei. Mas que o Gilson Kleina resgatou o moral do time e fechou o grupo, isso ele fez. Impressionante a bola que os caras jogaram contra os paraguaios. Coração na ponta da chuteira os 90 minutos. Não vou negar que ainda tenho minhas dúvidas sobre o futuro da equipe na competição. Afinal o time é fraco, pô! Não é implicância. Mas não dá pra negar que essa classificação deu motivos de sobras para empolgar o torcedor. E isso eu respeito demais!

Por isso que as vezes sou crítico demais com algumas equipes. No futebol atual, onde a força física compensa muitas vezes a técnica, vale a pena investir nessa união. Vale a pena se doar um pouco mais… suar…. se esforçar acima da média. Temos provas de que uma mudança de postura dá resultados. E esse Palmeiras de Wesley, Charles, Henrique, Vinícius e companhia é a prova viva disso. Parabéns a todos!

Em tempo: quero só ver se os mesmos palmeirenses que hoje estão exaltando o time, vão ser sinceros na hora de criticar. Digo isso porque esses são os mesmos que vi xingando o Maurício Ramos, dizendo que o Juninho não servia e que o Gilson Kleina era burro. Fui sincero em dizer que a equipe é fraca. Palmeirense de verdade sabe disso. Agora valorizar hoje o que não prestava ontem é ser muito espírito de porco. Com o perdão do trocadilho, é claro!

Noite de emoção no Pacaembu

Leia o post original por Antero Greco

Tem horas em que a gente fica com certo “bode” de futebol, por causa de tanta falcatrua e picaretagem. Ainda bem que restam jogos memoráveis pra dar um bico no baixo-astral. Como aconteceu no começo da noite desta quinta-feira, com o espetáculo que torcida e time do Palmeiras proporcionaram no Pacaembu. De arrepiar, pelo resultado (vitória por 1 a 0 e classificação) e mais pela sintonia e emoção das duas partes.

O Palmeiras não ganhou do Libertad na técnica e na criatividade. Ao contrário, teve muitos chutões, encontrões, divididas, bolas espirradas. E, por incrível que pareça, o mérito da turma de Gilson Kleina residiu justamente nesse comportamento. Que não foi sinal de covardia, de antijogo, mas de dedicação e reconhecimento dos próprios limites.

Mas essa postura não signficou também retranca. O Palmeiras foi à frente, como pôde, como conseguia, na base do entusiasmo, da correria, da busca por resgatar a autoestima. Esse grupo tem deficiências, não se pode negar – e sou dos mais críticos a apontá-las. Só que nessa partida as falhas são relevadas, por respeito à seriedade do grupo.

Não dá pra destacar quem foi o melhor – a entrega foi generalizada. O esforço de Marcelo Oliveira contagiou Maurício Ramos, que animou Henrique, que encorajou Juninho, que se estendeu para Charles (o autor do gol decisivo), que tranquilizou Fernando Prass (uma defesa extraordinária com os pés). Todo mundo correu. Até a expulsão correta de Wesley contribuiu para aumentar a dramaticidade do resultado.

O Palmeiras é o azarão dos brasileiros na Libertadores. E continua a sê-lo. Mas o entusiasmo dele bem podem servir de exemplo para Fluminense e Grêmio, que decidem vaga na última rodada. E principalmente o São Paulo, que tem desafio gigantesco contra o Atlético-MG. O Palmeiras mostrou que é possível.

Palmeiras pé no chão volta a dar esperança para sua torcida

Leia o post original por Quartarollo

kleina

kleinaDepois daqueles 6 x 2 diante do Mirassol muita gente, inclusive eu, achou que a coisa ia degringolar lá pelas bandas do Palmeiras. A diretoria deu mão forte ao treinador, deu-lhe retaguarda e os jogadores se envergonharam e resolveram jogar … Continuar lendo

Atrapalhado, Verdão volta para São Paulo com derrota na bagagem

Leia o post original por Flavio Canuto

Saudações palestrinas, nobres alviverdes!

É, meus caros, como diria meu velho avô, se vivo estivesse, o Palmeiras podia jogar até semana que vem que não faria gol nesse jogo. É a mais pura verdade. A bola teimou em não entrar, ora por capricho, ora por inabilidade de quem a tinha nos pés, de uma forma ou de outra o tento não saiu e nós saímos de campo derrotados. Não entrarei no mérito se fizemos ou não por merecer perder para o Libertad, no entanto algo precisa ser feito para que atuações como essa não se repitam ao longo da Libertadores, ou mesmo da temporada.

O esquadrão alviverde foi a campo, escalado por Gilson Kleina, com a mesma base das últimas partidas, como previsto.

25. Fernando Prass; 22. Weldinho, 4. Mauricio Ramos, 3. Henrique e 26. Marcelo Oliveira; 15. Vilson, 18. Márcio Araújo, 8. Souza, 11. Wesley e 21. Patrick Vieira; 19. Vinicius

Quando a bola rolou, o sentimento de temor, pelo menos para mim, foi o mesmo do clássico contra o time dos sinalizadores navais. A pressão era absurda, o Palmeiras não conseguia dar três passes certos que já aparecia alguém de preto e branco para roubar a bola, ou entregávamos de mão beijada mesmo. Apesar de demasiadamente povoado, a desorganização tática foi algo que tirou minha paciência antes mesmo dos dez minutos. O lado esquerdo mais parecia uma avenida, de tanto que os paraguaios passeavam sem incômodo. Culpa de Marcelo Oliveira? Também, mas não havia reforço por ali, faltava cobertura para impedir as tramas por aquele lado.

Como algo totalmente previsível, Nuñes desceu pela esquerda e cruzou na medida para Velásquez, que quase vestiu o manto esmeraldino ano passado. 1 a 0. O Alviverde sentiu o gol. Aliás, quando tomamos gol, com exceção de algumas partidas, parece que surge no ombro de cada jogador do Palmeiras um capirotinho que fica buzinando no ouvido dos nossos jogadores, dizendo: “Xiii, tomaram o gol, pronto, acabou tudo, é melhor desistir, nem tentem correr atrás porque a vaca foi para o brejo, não há como recuperar, a melhor saída se entregar”. E isso acaba mexendo com o psicológico dos caras.

O maldito filhote do Tinhoso ainda parece dar “recomendações” para que nem tentem chutar, lançar, enfiar em profundidade, tabelar ou tentar o drible porque nada dará certo. O caldo simplesmente desanda. Mesmo assim criamos algumas oportunidades e, se houvesse no meio-campo uma cabeça pensante, alguém que parasse e raciocinasse, teríamos empatado logo em seguida. A chance mais emblemática que comprova a falta de sorte (e de confiança) foi um belo lançamento que encontrou Wesley, o volante desviou de primeira, a bola resvalou no goleiro e… de mansinho, acertou a trave. Lances assim fazem o torcedor olhar para o céu e indagar: “Senhor, não está na hora da zica ir embora não?”

Chegou o segundo tempo e com ele vieram Valdivia e Kleber, um alento para o torcedor palestrino. Entretanto, na prática, as mudanças foram apenas figurativas. O Mago, que recebeu cartão amarelo antes mesmo de sair do banco de reservas, passou despercebido para a maioria da torcida, já Kleber até fez o pivô em dados momentos, mas quem vinha de trás demonstrava total despreparo para arrematar. Enquanto isso, Guiñazu ia comandando a meia cancha, dinamizando os contra-ataques e roubando bolas. O meio-campo alviverde inexistiu, totalmente desestruturado.

Aos nove minutos, Samúdio cruzou da esquerda e Benítez, livre para fazer até um churrasco e um samba com os amigos na pequena área, testou para o gol. 2 a 0. Vale ressaltar que Henrique foi tirado de campo estranhamente no momento da cobrança da falta dos donos da casa. Maikon Leite substituiu Souza, mas também de pouca coisa adiantou. Para brecar o Palmeiras em dados momentos o Libertad usou de força excessiva e até de doses de virilidade, porém o juizão, caseiro como ele só, tinha nas mãos um livro de regras para os paraguaios e outro para nós, sendo que o nosso era devastador como uma ventania, enquanto o outro se mostrava brando como uma brisa. O árbitro, a meu ver, não teve interferência direta no resultado, mas foi terrível, amarelou meio mundo de alviverdes, inclusive o capitão Henrique, que foi atingido no rosto e nada foi marcado.

A partida seguiu seu curso, com o Palmeiras insistindo no ataque sem criar grandes chances, apenas sustos, comprovando, a teoria do meu avô, que não era dia de se comemorar gols brasileiros. Triste desfecho para um jogo que poderia facilmente ter um final mais alegre, tingindo de verde. O Libertad mostrou várias vezes que anda longe léguas de ser um time que meta medo, sua superioridade se fez presente muito mais pela deficiência técnica e tática do Palmeiras do que mesmo por sua qualidade. Perdemos, era o jogo tido como mais difícil do grupo e agora é não desanimar para para reverter o quadro. Nada está perdido, nada está ganho, tudo está em aberto e a sorte está lançada.

Detalhe da partida: O Libertad foi tão ou mais contundente nas infrações quanto o Palmeiras, mas adivinhem que recebeu cartões amarelos? Maurício Ramos, Henrique, Valdivia, Weldinho e Vinícius. Nenhum cartão para os donos da casa. Ah, desculpem, alguns arautos da ética não permitem que nós critiquemos a arbitragem, que é melhor calar e aceitar tudo, se possível ainda convidar o “apitador” para passar férias no Brasil com tudo pago pelo clube…

Abraço a todos!

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Libertadores: Em busca dos três pontos em Assunção!

Leia o post original por Flavio Canuto

Saudações palestrinas, nobres alviverdes!

Hoje tem Verdão pela Libertadores. Duelo de líderes em Assunção. O Libertad, pelo menos na teoria, é a equipe mais forte do grupo ao lado do Palmeiras, portanto enfrentá-los fora de casa agora não é mau negócio. Pelo menos na teoria, esse seria o jogo mais difícil na fase de grupos, no entanto vale lembrar que ainda enfrentaremos o Tigre, que não é um adversário qualificado, mas toda a história da final da Copa Sul-Americana, onde os jogadores supostamente apanharam no vestiário do Morumbi, faz com que o jogo tenha um clima perigoso, tenso.

Para tranquilizar a torcida, o retrospecto do Verdão em disputas de Libertadores contra times paraguaios é favorável: 23 partidas, com 11 vitórias, 9 empates e apenas 3 derrotas

Os paraguaios possuem um valoroso sistema defensivo, que dá sustentabilidade ao meio-campo e ataque. Jogando em casa, apesar da pouca capacidade do Estádio Nicolás Leoz e de raramente estar cheio, o Libertad é muito forte, principalmente nas jogadas pelas laterais e nas bolas alçadas na área. Weldinho e Marcelo Oliveira precisam ter atenção nas bolas nas costas, além dos meio-campistas responsáveis pela cobertura.

O Gumarelo venceu o Tigre, na Argentina, na estreia da Libertadores, então derrotá-los em seus domínios será o passo importantíssimo para a nossa classificação. Diante das circunstâncias, um empate já seria um bom negócio para os comandados de Gilson Kleina.

Estes são os principais jogadores do Libertad:

Por falar em Valdivia, o ‘Mago’ está à disposição do técnico Gilson Kleina para o duelo de logo mais. Apesar de não ter condições de atuar durante os 90 minutos, Valdivia deve ser lançado na segunda etapa. Também no banco, estarão Kleber e Maikon Leite, ótimas opções para o ataque, mas a formação titular deve ser a mesma das últimas partidas, com Fernando Prass, Weldinho, Maurício Ramos, Henrique e Marcelo Oliveira; Vilson, Márcio Araújo, Souza, Wesley e Patrick Vieira; Vinicius.

Vale lembrar que a delegação palestrina não sofreu nenhum tipo de pressão ou algo do tipo ao desembarcar no Paraguai, tudo correu na mais pura tranquilidade. Havia um temor de represália ainda sobre o caso do jovem Kevin Espada, assassinado na Bolívia, já que envolvia outro clube do Brasil. Graças a Deus, os paraguaios, até agora, conseguiram diferenciar que o Palmeiras, assim como os demais clubes brasileiros, com exceção do envolvido, nada tem a ver com a tragédia em Oruro.

Abraço a todos!

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Erros e acertos do Vasco em Assunção

Leia o post original por André Rocha

No período de domínio vascaíno, o 4-3-3 funcionou com Nílton e Felipe levando vantagem sobre os volantes adversários, William Barbio à direita e Diego Souza do lado oposto; Libertad no 4-4-2 habitual, mas deixando muitos espaços entre as linhas de quatro e às costas dos laterais.

– Mesmo sem viver o dia-a-dia do clube, ainda está difícil compreender qual foi o planejamento da comissão técnica vascaína ao poupar Juninho na Libertadores para utilizá-lo no Estadual;

– Ainda que Felipe, enquanto teve fôlego, tenha sido um dos destaques vascaínos no Estádio Nicolas Leoz. Com os dribles e passes precisos de costume, comandou a armação no meio-campo e levou ampla vantagem sobre Cáceres, volante do Libertad praticamente já acertado com o Flamengo;

– O camisa seis teve a surpreendente companhia de Nilton no primeiro tempo. O 4-3-3 vascaíno com Eduardo Costa plantado e dois “meias” articulando surpreendeu o Libertad no início. Boa saca de Cristóvão Borges;

– O esquema só não foi melhor aproveitado nos 30 minutos de amplo domínio cruzmaltino. Os muitos espaços entre as rotineiras linhas de quatro do time paraguaio e as deficiências na cobertura dos laterais Bonet e Samudio proporcionaram várias oportunidades. Mas o Vasco só foi às redes na bola parada em que Fágner “emulou” Juninho e colocou na cabeça de Diego Souza;

– A inversão de William Bárbio e Diego Souza para que o jovem atacante voltasse acompanhando o lateral Bonet que fazia boa dupla com Gamarra pela direita e atormentava Feltri tirou força ofensiva do Vasco. Diego Souza pouco criou pela direita e passou a procurar o meio e Bárbio virou um mero marcador;

– Menos mal que Fágner seguia bem, mesmo com Samudio aparecendo mais pela esquerda se juntando a Civelli. O lateral evoluiu na marcação e continua sendo ótima opção de velocidade pela direita. Compensou a centralização de Diego Souza em vários momentos;

– Mas quando Eduardo Costa passou a não encontrar o argentino Nuñez, atacante do Libertad que recuava para trabalhar com o meio-campo e se aproximar de Menéndez, o time paraguaio cresceu no jogo e parou de bater.

– Tudo ficou mais difícil com a expulsão de Diego Souza por cotovelada no peito do zagueiro Benegas depois de ser atingido violentamente por Bareiro no primeiro tempo. Punição exagerada, seria lance para amarelo. Em São Januário talvez nem levasse cartão. Mas em Assunção o fator campo, mais uma vez, influenciou a arbitragem. E novamente faltou inteligência e percepção do contexto da disputa ao jogador brasileiro;

– Jorge Burruchaga – ele mesmo, o campeão mundial pela Argentina no México em 1986 marcando o gol do título – lançou sua equipe à frente com Caballero e Velázquez nas vagas de Gamarra e Menéndez. Cristóvão reforçou a defesa contra o jogo aéreo adversário trocando Feltri por Rodolfo.

– Não funcionou. Samudio centrou da esquerda, Velázquez ganhou de Rodolfo e ajeitou de cabeça para Nuñez empatar. Mais uma falha do zagueiro contratado para herdar a vaga de Anderson Martins no lugar de Renato Silva, o ex-titular que deve voltar à equipe por falta de opções;

– O sufoco para a virada só não foi maior porque Nuñez, com quatro faltas e um amarelo, impediu a progressão de Rodolfo e levou o vermelho. Sem um de seus avantes mais perigosos, o Libertad perdeu qualidade, embora tenha mantido o volume até o final com Ayala na vaga de Aquino;

– Mais uma grande atuação na conta de Dedé. Segura o miolo de zaga praticamente sozinho, ganha quase todas no combate direto e ainda se impõe pelo alto nas várias bolas alçadas pelo oponente. Novamente sem erros o zagueiro vascaíno, disparado o melhor defensor atuando no Brasil;

– O retorno de Rômulo é ótima notícia para Cristóvão. Mesmo sem ritmo, melhorou a produção no meio substituindo Nilton e compensou o cansaço de Felipe. Allan também entrou bem no lugar do lesionado Renato Silva e ocupou a lateral-esquerda;

– William Bárbio melhorou puxando os contragolpes pela direita nos minutos finais. Mas ainda falha no discernimento das jogadas. Corre quando tem que segurar a bola, dribla quando o melhor é passar e vice-versa. O retorno de Éder Luís já se faz necessário;

No final, times com dez homens. Libertad mais ofensivo com Ayala no meio e Caballero e Velázquez à frente e o Vasco melhor no meio-campo com Rômulo e William Barbio marcando e puxando os contragolpes em velocidade, mas sofrendo na retaguarda com Rodolfo sustentado pela excelência de Dedé.

– O ponto fora de casa deve viabilizar a classificação no duríssimo Grupo 5 da Libertadores. Mas a chance de definir o jogo no primeiro tempo não pode ser desperdiçada novamente. Com time completo e sem abrir mão de Juninho, o Vasco deve resgatar a força de 2011 e ser competitivo também no torneio continental.