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Opinião: o que o Vasco mostrou para o River sobre o Flamengo

Leia o post original por Perrone

Flamengo 4 x 4 Vasco, na última quarta (13) foi um prato cheio para a comissão técnica do River Plate, que estuda o rubro-negro pensando na final da Libertadores. O time de Vanderlei Luxemburgo expôs a equipe de Jorge Jesus como nenhuma outra havia feito. Abaixo, o que os vascaínos mostraram de importante para os argentinos na opinião deste blogueiro.

1 – Saída de bola

Ficou claro que o melhor caminho para minar a criação de jogadas do Flamengo é fazer a marcação alta na saída de bola. Com zagueiros e Arão, que encosta neles para facilitar o início das jogadas, bem marcados, fica mais difícil municiar os laterais. É uma maneira de forçar o time de Jesus a buscar alternativas menos confortáveis.

2 – Volume de jogadas ofensivas

Como todas as defesas, a do Flamengo também tem seus problemas. Mas, para eles aparecerem e resultarem em falhas decisivas é preciso que o adversário ataque. Como o rubro-negro quase sempre controla as partidas, sua zaga não fica tão exposta. Porém, o Vasco conseguiu ter volume de jogo ofensivo, forçou mais os defensores flamenguistas e os erros apareceram.

3 – Contra-ataques

Dica valiosa para o River Plate: o Flamengo teve muitas dificuldades para se reorganizar defensivamente nos contra-ataques em alta velocidade do Vasco. Essa é uma boa aposta para os argentinos.

4 – Controle emocional

Contra o Vasco, vários jogadores do Flamengo aparentaram estar de cabeça quente, preocupados em trocar provocações com os adversários. Tanto que saiu confusão após a partida. Se já foi assim num clássico nacional, como será na tão sonhada final da “Liberta” e contra argentinos, que normalmente estão acostumados a guerras de nervos? Aposto que o River está de olho nisso.

Finanças, política e arena. Como crise ameaça Corinthians fora de campo

Leia o post original por Perrone

Os maus resultados do Corinthians em campo ameaçam também o clube fora dos gramados. Abaixo veja os reflexos que já são sentidos e que ainda podem acontecer em outras áreas por conta da má fase do time.

Finanças

A crise técnica afeta diretamente as finanças do clube. O principal exemplo é o risco de o Corinthians ficar fora da Libertadores do ano que vem. Seria o segundo ano seguido de ausência na competição, o que significa ficar sem importantes receitas de premiação e bilheteria.

Em 2019, só a disputa da fase de grupos da badalada competição rendeu prêmio de US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,9 milhões) por partida como mandante. Foram aproximadamente R$ 11,9 milhões para cada time que disputou essa etapa.

Porém, mesmo que a equipe se recupere após a demissão de Fábio Carille, a má fase já fez estragos nos cofres alvinegros. O mais sentido é a perda de receita com a eliminação nas semifinais da Copa Sul-Americana diante do Independiente del Valle. A queda fez com que o Corinthians deixasse de faturar pelo menos US$ 2 milhões (por volta de R$ 7,9 milhões), valor oferecido ao vice-campeão. A conquista do título vale o dobro. Não é perder tempo lembrar que o alvinegro enfrenta série crise financeira.

Arena

Imediatamente, a atual fase deve provocar uma queda nas arrecadações dos jogos da equipe na sequência do Brasileirão. É natural que o público diminua após a derrota por 4 a 1 para o Flamengo, no último domingo (3) e a sequência de oito jogos sem vencer.

A receita líquida obtida com a venda de entradas obrigatoriamente é usada para pagar a dívida com a Caixa pelo financiamento de R$ 400 milhões junto ao BNDES para serem usados na construção da Arena Corinthians. Rendas menores complicam ainda mais a situação.

Neste momento, clube e banco negociam um acordo para colocar fim na execução judicial feita pela Caixa. A instituição financeira alega que o fundo responsável pelo estádio, ligado à agremiação e à construtora Odebrecht, deixou de pagar mensalidades. Assim, no seu entendimento, descumpriu o contrato permitindo a cobrança imediata de R$ 536 milhões.

A eventual falta de jogos pela Libertadores em 2020, caso a vaga não seja conquistada, também afetaria a receita usada para pagar as parcelas do financiamento realizado pela Caixa.

Eleição

O momento desastroso do Corinthians no Brasileirão ameaça a imagem do diretor de futebol Adilson Monteiro Alves. Ele é o mais cotado para ser candidato da situação à sucessão de Andrés Sanchez na eleição presidencial de novembro do ano que vem.

É tradição do grupo do atual presidente dirigentes que comandam o futebol se candidatarem a presidir o clube. Títulos conquistados são essenciais para alavancar as candidaturas. Neste ano, Duílio comemorou o título paulista, mas a queda de rendimento no Brasileirão turbina críticas à sua gestão. Além disso, se o time não reagir e ficar fora da próxima Libertadores, Duílio não poderá tentar contar com o título da competição continental como imã de votos.

Oposição fortalecida

Os oitos jogos sem vitória no Brasileiro alimentam a oposição corintiana com argumentos contra a atual gestão. O dia seguinte ao vexame no Maracanã foi de movimentação de opositores em busca de estratégias para cobrar a diretora.

Um exemplo de como a crise dá argumentos para os opositores é a reação de Antônio Roque Citadini, um dos líderes da oposição, às mudanças prometidas por Andrés após o fracasso no Maracanã.

“‘Mudança drástica’, anuncia o Corinthians. Quem quiser acreditar, acredite. Teremos algumas mudanças: técnico, auxiliar, um ou outro jogador. Mas nada que mexa com a direção que administra o clube a partir dos interesses de 3 e meio empresários. Compram, vendem e renovam contrato”.

 

Flamengo mesmo cansado sobra no pelotão.

Leia o post original por Nilson Cesar

Assisti o jogo do Flamengo no domingo diante do CSA. O time realmente mostrou cansaço, mas mesmo assim sobra no pelotão. O Flamengo tem tudo para ganhar o Brasileirão. ( acho que já ganhou) e vencer também a Libertadores da América. O técnico Jorge Jesus quando pode, descansa 1 ou 2 jogadores e olha lá. Tinha muita desconfiança desse Português, mas a cada dia que passa estou mais convencido de que…

Fonte

Fla encaminha conversa com a Inter e aguarda “finais” por papo com Gabigol

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Com Pedro Ivo Almeida, do UOL, em São Paulo

O Flamengo já iniciou conversa com a Internazionale de Milão para comprar os direitos de Gabigol, atualmente emprestado, e assegurar a permanência do atacante a partir de 2020. A direção do clube rubro-negro obteve sinalização positiva sobre o interesse do clube italiano em realizar a venda mediante condições acessíveis aos cariocas.

Neste momento, a avaliação na Gávea é de que o eventual acerto com a Inter não é difícil. Porém, ainda não há negociação aberta com Gabriel. O clube não pretende antecipar a conversar para antes da final da Libertadores e do encerramento do Brasileirão, mantendo assim o atleta concentrado nos jogos decisivos.

Conforme a reportagem apurou, existe apreensão em relação a quanto Gabigol pedirá de remuneração. Atualmente,  o Flamengo paga aproximadamente R$ 1,2 milhão por mês para ele. Artilheiro do time na temporada e destaque nas campanhas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores, o ex-santista terminará o ano ainda mais valorizado.

Ainda sem saberem exatamente quais são os planos de Gabriel, os dirigentes flamenguistas têm a informação de que, além de satisfeito no clube, o atleta está feliz no Rio de Janeiro, o que gera otimismo na diretoria. Mas ainda falta uma certo importante do ponto de vista financeiro.

Apesar de a direção do Flamengo evitar falar oficialmente da negociação por conta do momento decisivo vivido pelo clube, interlocutor dos dirigentes afirmou ao blog que eles já dão como certo o trato com a Inter, faltando abrir o (importante) diálogo com Gabigol.

 

Flamengo reclama de cota de ingressos da final e sofre para acomodar fãs

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A diretoria do Flamengo se queixa da quantidade de ingressos destinada pela Conmebol exclusivamente para a torcida de cada finalista da Libertadores. São 12.500 entradas para flamenguistas e o mesmo número para apoiadores do River Plate.

Na Gávea a avaliação é de que, além de ser insuficiente, a carga reservada provoca injustiça com torcedores que fizeram festa durante o torneio no Maracanã e não poderão ir ao Chile por falta de bilhetes. Cerca de outros 22 mil tíquetes foram colocados à venda pela internet diretamente pela Conmebol independentemente dos finalistas e todos foram negociados.

Agora, a direção rubro-negra quebra a cabeça para tentar cometer “menos injustiças” na distribuição das entradas à venda. O clube precisa definir até a próxima terça (29) quem terá prioridade para comprar os bilhetes. A Conmebol anunciou o início da comercialização para o dia seguinte.

A dificuldade dos dirigentes é como acomodar todas as categorias de fãs que querem ingressos: sócios-torcedores, conselheiros e torcedores que não são associados. Nas torcidas organizadas, boa parte dos integrantes tem plano de sócio.

A escassez de ingressos é usada até como brincadeira sobre o fato de clube negar ter convidado o presidente Jair Bolsonaro para assistir a final. O argumento é de que o Flamengo não está em condições de convidar ninguém, já que falta entrada para seus torcedores mais fiéis.

Para adquirir o bilhete o torcedor precisa de uma senha distribuída pelo clube e que será usada para a aquisição no site oficial da Libertadores. Cada entrada custa US$ 80 (cerca de R$ 321).

Prêmio por vaga em final cobre gasto com compra de direitos de B. Henrique

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A premiação assegurada pelo Flamengo só pela classificação à final da Liberadores é suficiente para cobrir o gasto com a compra dos direitos de Bruno Henrique e pagamentos de luvas ao jogador. A bonificação é de US$ 6 milhões (R$ 24.049.800 pela cotação desta quinta, dia 24). Essa é a quantia destinada ao vice-campeão do torneio. Ou seja, é o mínimo a ser embolsado pelo time de Jorge Jesus.

De acordo com o balanço do rubro-negro referente aos seis primeiros meses de 2019, a compra dos direitos econômicos e federativos de Bruno Henrique foi acertada junto ao Santos por R$ 23 milhões. O documento também mostra que foi combinado um pagamento de R$ 900 mil ao jogador como luvas. Ou seja, a quantia mínima que o Flamengo vai levar pela vaga na final é suficiente para cobrir esses gastos na transferência de Bruno Henrique e ainda sobrariam R$ 149.800.

Porém, vale lembrar que o clube da Gávea também se comprometeu a pagar R$ 1.277.000 para a D3 Consultoria Esportiva e R$ 1.610.000 para a Yesport Marketing Esportivo pela intermediação na negociação por Bruno Henrique.

Caso conquiste o título da Libertadores, no lugar dos US$ 6 milhões, o Flamengo embolsará US$ 12 milhões (aproximadamente R$ 48,1 milhões). A bolada supera facilmente o que o clube recebeu nos seis primeiros meses de 2019 em patrocínio: R$ 30.790.000, de acordo com o balanço do primeiro semestre.

Contando o que já recebeu nas outras fases e a premiação mínima por ser finalista, o rubro-negro tem assegurados na competição US$ 13 milhões (cerca de R$ 52,1 milhões). O montante representa quase a metade do que a agremiação gastou com salários no departamento de futebol, incluindo jogadores e seus direitos de imagem até 30 de junho. Segundo o balanço do primeiro semestre, essa despesa, contando encargos e benefícios, foi de R$ 103.138.000.

Se levantar a taça, o Flamengo acumulará premiação total na competição no valor de US$ 19 milhões (cerca de R$ 76,1 milhões). A quantia é suficiente para cobrir a despesa gerada pela compra de 75% dos direitos de Arrascaeta. No balanço do clube referente ao primeiro semestre o custo com direitos do jogador está registrado em R$ 76.096.000. Nesse valor não estão calculados pagamentos de comissões.

O blog tentou ouvir Márcio Garotti, diretor de financeiro do Flamengo, sobre como o clube usa a premiação recebida no torneio continental, mas não obteve resposta até a conclusão deste post.

 

Com poucas faltas na Libertadores, Fla pega na final o mais faltoso

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A final da Libertadores vai reunir o time mais faltoso do torneio, o River Plate, contra um dos  que menos cometem faltas, o Flamengo. Isso não significa, porém, que será um duelo de quem bate conta quem cria. O time argentino também busca o gol com insistência, tanto que é o maior finalizador da competição.

De acordo com o site “Footstats”, o River tem a maior média de faltas cometidas por jogo do torneio: 17,8. Enquanto isso, a equipe de Jorge Jesus aparece com a menor média de infrações feitas ao lado do Cruzeiro entre os clubes que passaram da fase de grupos. São 12 por jogo. Em sua central de estatísticas, o diário argentino “Olé” aponta o River no topo do ranking dos mais faltosos com 224 infrações no total.

A equipe do técnico Marcelo Gallardo também é a que recebeu mais cartões amarelos na Libertadores deste ano. Foram 34 até agora, mas apenas um vermelho. O Flamengo foi “amarelado” 24 vezes e sofreu com duas expulsões.

Mais faltoso, o River faz menos desarmes certos do que o Flamengo em média, segundo o “Footstats”. São 16,8 por jogo dos argentinos diante de 18,1 dos brasileiros. A equipe de Buenos Aires, porém é mais eficiente no quesito gols sofridos: 7 a 9.

Embalado pela goleada por 5 a 0 sobre o Grêmio, nesta quarta (23), o rubro-negro tem o melhor ataque da competição com 22 gols e conta com o artilheiro, Gabigol, que balançou as redes em sete oportunidades. O River marcou 15 vezes.

Líder do ranking de finalizações com 190 arremates, segundo o “Olé”, e 172 pelos registros do “Footstats”, o atual campeão da Libertadores tem média de acerto pior do que a de seu adversário na decisão deste ano: 5,1 contra 6, de acordo com o “Footstats”.

Em termos de posse de bola há equilíbrio, conforme divulga o “Footstats”. O Flamengo aparece com média de 58%, a melhor ao lado da marca do Atlhetico-PR, enquanto o River vem em seguida com 57%. A equipe de Jesus também aparece em vantagem no índice de passes certos: 91,2% a 87,9% em média.

Opinião: frieza de quem não sente pressão embala massacre do Flamengo

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O Flamengo atropelou o Grêmio e se classificou para a final da Libertadores sem sentir a pressão da semifinal no Maracanã lotado e ansioso. Nem no primeiro tempo, quando o rival encaixou a marcação e conseguiu se proteger bem até levar o gol.

Gelado, com os nervos no lugar, o rubro-negro carimbou seu passaporte para a decisão graças a uma estupenda goleada por 5 a 0. Essa frieza faz com que a equipe de Jorge Jesus mantenha seu padrão de jogo, não pense em segurar o resultado, mesmo tendo o empate sem gols como aliado, e execute com precisão seus planos.

É normal em partida decisiva, até com times experientes, acontecerem erros de passes e posicionamento que levam à derrota. Em nenhum instante isso aconteceu com o Flamengo nesta quarta (23).

Toda essa frieza, leva à confiança e, consequentemente, ao aceto. O principal símbolo desse efeito cascata é Gabriel, perfeito praticamente em todos os momentos decisivos da partida. Bruno Henrique foi outro herói da classificação. Mais um que friamente soube o que fazer em campo. A prova é o primeiro gol da partida, no qual ele iniciou a jogada no meio, tocou para Gabigol e pegou o rebote para estufar a rede.

Ao contrário do adversário, o Grêmio sentiu principalmente o segundo gol. Depois disso desabou. O time de Renato Gaúcho passou a ser irreconhecível. E a expressão de incredulidade do treinador gremista retrata isso.

Renato precisará de alguns dias para entender melhor as razões do atropelo. Trabalho que Jesus não deve ter. Tudo neste Flamengo parece programado, preciso, mas não robótico. Pelo contrário. O futebol é alegre, vistoso e contagiante.

Ofensividade e fôlego para técnicos brasileiros estão em jogo no Maracanã

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Veja abaixo o que está em jogo na partida desta quarta (23), entre Flamengo e Grêmio, no Maracanã, além da vaga na final da Libertadores, na opinião deste blogueiro.

1 – Fôlego para técnicos brasileiros

Em pouco menos de cinco meses de trabalho no Brasil, Jorge Jesus caiu nas graças de boa parte da imprensa e até de uma parcela dos torcedores de outros times. O estilo ofensivo, o discurso contra a prática de poupar jogadores e a busca pela vitória também fora de casa colocaram em xeque a maioria dos treinadores brasileiros que anda na direção oposta.

Com a larga vantagem do Flamengo no Brasileirão, Renato Gaúcho surge praticamente como o único treinador brasileiro com chances de desbancar o português. A eventual ida do rubro-negro à final da Liberadores provavelmente reforçará o discurso a favor de mais estrangeiros treinando os times nacionais e de defasagem dos nossos técnicos.

Por outro lado, se o Grêmio passar pelo estrelado elenco flamenguista, Renato terá seu trabalho exaltado, vai se valorizar e uma ponderação deve surgir na onda de indignação com os técnicos brasileiros.

2 – Ofensividade

Com Jesus e o santista Jorge Sampaoli, o futebol ofensivo voltou a ficar em alta no Brasil depois de longo tempo esquecido nos porões. A maneira como o finalista brasileiro na Libertadores vai se classificar pode aquecer ou amornar esse movimento.

Se o classificado, seja Flamengo ou Grêmio, alcançar a vaga se agarrando a uma vantagem tímida, priorizando a defesa e saindo só nos contra-ataques, trará à tona a surrada discussão sobre futebol de resultado. Agora, se a classificação for conquistada com busca incessante pelo gol, independentemente da situação da partida, ganhará pontos a tese de que dá para jogar bonito sem perder competitividade.

3 – VAR

Por causa de demoras, confusões e falhas parte significativa do torcedor brasileiro já perdeu a paciência com o árbitro de vídeo. Tudo que a moderna ferramenta não precisa é que o finalista brasileiro no torneio continental seja definido com a ajuda de um erro cometido por ela. Se isso acontecer, será imperdoável.

4 – Segurança

A capacidade das autoridades de segurança de garantirem a ordem no entorno e no interior do Maracanã em jogos decisivos será desmoralizada se acontecerem tumultos nesta quarta. Isso porque em 2017 houve invasão e muita confusão na final da Sul-Americana entre Flamengo e Independiente. A repetição de tais atos seria um vexame.

Um bom sinal dado pelas autoridades foi a identificação e detenção de suspeitos de prepararem uma nova invasão na partida desta quarta. Se nada acontecer, será dada uma demonstração de evolução e aprendizado com os problemas anteriores.