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Jovens do São Paulo “ralam” por massa muscular. Antony ganhou mais de 2kg

Leia o post original por Perrone

Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Em cerca de três meses no time profissional do São Paulo, Antony, 19 anos, já ganhou entre dois e três quilos de massa muscular. O fortalecimento é resultado de um trabalho especial feito por ele, Luan, 19 anos, Igor Gomes, 20 anos, e Liziero, 21 anos, destaques na guinada dada pelo time para chegar à final do Campeonato Paulista diante do Corinthians a partir de domingo (14).

Os detalhes da preparação das revelações tricolores foram contados ao blog em entrevista exclusiva concedida pelo preparador físico do clube, Carlinhos Neves, na última sexta (12). Os zagueiros Walce e Rodrigo, ambos de 20 anos, e os atacantes Toró e Helinho, de 19 anos cada, completam o grupo que passa por um processo que no passado fortaleceu Kaká e Lucas Moura. A marca de Antony é comparada com a de Moura, que ganhou seis quilos de massa muscular em seis meses no início como profissional são-paulino.

“O time todo faz de dois a três treinos de força por semana, treino como equipe. Esses (o grupo de  oito jovens), além dos três treinos com o time, fazem todos os dias atividades complementares. São treinamentos de força, de busca de ganho de massa muscular”, contou Neves.

Os exercícios variam conforme as características de cada garoto e de acordo com as exigências de suas posições. “Nosso maior cuidado é não impedir o desenvolvimento natural deles, daqui um ano vão ser jogadores diferentes em termos de desenvolvimento. Também é importante potencializar o que cada um tem de qualidade”, afirmou o preparador físico.

A comissão técnica do São Paulo não colocou metas de ganho de massa muscular a serem atingidas por cada atleta. Mas acelerar o processo de aumento de peso de jogadores rápidos, como Antony e Helinho, não pode tirar a velocidade deles?

“Caiu esse conceito faz tempo. Potência é igual a força x velocidade. Os músculos ajudam o jogador a ser  capaz de “sprintar”, (ou seja) de sair do zero e arrancar. Além de torná-los mais velozes (esse trabalho) a manter a velocidade na maior parte da partida. Não adianta o Antony dar quatro arranques no jogo e morrer”, explicou Neves.

Jovens como Igor Gomes tem sofrido com intensidade dos jogos. Foto: Alan Morici/AGIF

Outro mito derrubado pelo preparador físico é o de que jovem pode jogar o tempo inteiro que aguenta. Pelo contrário. Ele fala do sofrimento que é para a molecada conseguir terminar uma partida sem perder intensidade.

“Igor Gomes, Luan e Liziero terminam o jogo sofrendo muito. Primeiro, o número de partidas inteiras desses jogadores (os quatro que costumam atuar) é muito pequeno. Na base eles já jogam menos. Neste ano, nenhum deve ter feito dez jogos completos. Outra coisa, eles são moleques e treinam e competem com moleques. Aqui (treinam e competem) com homens formados, como Hudson, Jucilei e Arboleda.  Eles não aguentam as exigências de uma partida o tempo inteiro (no mesmo nível), isso é independente do preparo físico, tem a ver com a maturação deles. Eles vão evoluindo, ainda nesta temporada vão aguentar”, afirmou o integrante da comissão técnica são-paulina.

Outra questão é que parte deles não fez a pré-temporada em janeiro por estar disputando a Copa São Paulo ou o Sul-Americano Sub-20 com a seleção brasileira. Os jovens promissores ganharam uma semana de folga ao final desses compromissos. O tempo de descanso foi considerado pequeno pela comissão técnica.

Por isso, eles recebem ainda mais atenção do que a maioria dos companheiros em questões fisiológicas e nutricionais. Algumas vezes, são retirados faltando cerca de 20% para o fim de uma atividade para evitar o desgaste excessivo. Lizero ainda é cercado de mais cuidados por causa uma questão anatômica que o acompanha desde pequeno.

Como explica o preparador físico, Luan, Igor Gomes, Liziero, e Antony, além de seus jovens colegas, estão em fase de maturação hormonal e biológica, porém já são vistos no clube como peças importantes para o São Paulo brigar em igualdade de condições pelo título estadual com o Corinthians.

Opinião: Tchê Tchê precisa mais do SPFC do que o clube precisa dele

Leia o post original por Perrone

Tchê Tchê é um jogador de qualidade e pode ser útil ao São Paulo em diferentes funções. Porém, na opinião deste blogueiro, sua contratação não deveria ser prioritária. Neste momento, o volante precisa mais do clube do Morumbi do que o contrário.

Originalmente, o ex-palmeirense atua como segundo volante. Nesta posição podem atuar o atual destaque são-paulino, Liziero, e Hernanes, ambos versáteis. Ou seja, não existia uma carência nesse setor.

Por outro lado, Tchê Tchê precisava de um time no qual tivesse mais oportunidades para jogar, pois estava na reserva no Dínamo de Kiev. O São Paulo pode dar a ele essa chance. Além disso, jogando em seu país, num ambiente com o qual está acostumado, o atleta tem mais possibilidades de retomar seu auge, o que, claro, seria ótimo para o clube. Sobretudo porque será treinado por Cuca, com quem teve papel importante na conquista do título Brasileiro pelo Palmeiras em 2016.

A análise desses fatores coloca Tchê Tchê na figura de aposta do novo treinador são-paulino. A indicação é de que o técnico tem certeza que pode fazer com que ele retome seus melhores dias. Além disso, sugere valorizar a versatilidade do volante, que pode atuar também na lateral-esquerda e como meia. Nesse sentido, ele é uma boa opção reforçar um elenco que hoje não é robusto. Dá pra entender Cuca ter pedido sua contratação, mesmo conseguindo visualizar o São Paulo forte sem a presença dele.

Entenda o imbróglio que emperra renovação de Liziero com São Paulo

Leia o post original por Perrone

Uma reunião nesta quinta (29) iniciou tentativa de acordo para que Liziero troque de empresários e, enfim, possa discutir sua renovação contratual com o São Paulo.

O volante, que recebe menos de R$ 10 mil por mês, conforme apurou o blog, não quer negociar com o clube enquanto não mudar de agentes. O compromisso do meio-campista com a equipe do Morumbi vai até fevereiro de 2020. Mas o São Paulo tem certa pressa para renovar, dar reajuste ao atleta e, ao mesmo tempo, aumentar sua multa rescisória. Dessa forma,  ficaria mais protegido em relação a times interessados no jovem.

O encontro feito um dia após a eliminação do São Paulo nas semifinais do Paulista pelo Corinthians, com pênalti decisivo perdido por Liziero, envolveu um advogado falando em nome do jogador e atual equipe de representantes do volante. Na Art Sports, empresa com quem o são-paulino tem contrato, a conversa foi considerada boa no sentido de se chegar a um acordo.

Liziero deseja ser representado pela Elenko, que tem como principal nome o empresário Fernando Garcia, influente no Corinthians. A empresa, porém, não admite publicamente estar negociando para ter o volante como cliente.

A situação se complicou porque a Art Sports Management, do agente Nilson Moura, tem Liziero sob contrato até 2020 com multa rescisória de R$ 1 milhão. O blog apurou que a empresa aceita uma quantia inferior como indenização.

Só que Liziero foi orientado por advogados a questionar o compromisso e exigir que o vínculo seja considerado encerrado em abril, mês em que o trato completará dois anos. O argumento é de que a Art Sports violou o Regulamento Nacional de Intermediários da CBF. O documento estipula em dois anos o prazo máximo para acordos entre agentes ou empresas com jogadores. Assim, Liziero recorreria à Câmara Nacional de Resoluções de Disputas da CBF para conseguir se desvincular dos empresários atuais sem nada pagar.

Por sua vez, a Art Sports sustenta que o contrato com o jogador é legal, pois possui respaldo jurídico para superar os dois anos estipulados pela CBF. Moura está cadastrado na entidade para exercer a atividade de empresário de jogadores.

Antes de crise entre Liziero e seus representantes estourar, chegou a haver contato do São Paulo na tentativa de renovação. O blog apurou que a ideia inicial do clube era aumentar o salário do volante para R$ 40 mil.

 

Eu sei. Você também. Podemos falar sobre…

Leia o post original por Rica Perrone

Porque as meias palavras? Se você de lá sabe e comemora, e eu de cá sei e lamento, podemos falar de forma mais clara sobre o assunto, não?

O São Paulo não suporta ver o Corinthians num confronto eliminatório. Pronto, ta dito.

São números, história, e por mais que vá aparecer algum blogueiro tricolor encantador de burros pra confrontar e aumentar sua tropa, é o fato.

O Corinthians jogou mal, o SPFC também. Mas como se propos apenas a defender o segundo tempo inteiro, até que funcionava. Eram 10 atrás da linha da bola, o Corinthians não sabia como entrar.

Entrou. Aos 47, numa bola parada, mas entrou. E então toda a covardia do SPFC foi mais uma vez castigada pela irritante calma do adversário, que pode estar tomando de 5 ou ganhando de 8 não muda a forma de jogar e trocar passes.

Diego Souza teve a bola do jogo, correu pra lateral. Nã0 é culpa do Carille se o 9 do São Paulo prefere o pau da bandeira ao gol nos acréscimos de um clássico decisivo.

Pra ser como o corintiano gosta, aos 47, depois nos penaltis já nas cobranças alternadas. E pelas mãos de Cássio, herói da noite.

Vai der Palmeiras x Corinthians. E se você excluir os detalhes e focar no que foi o campeonato até então, terá a final dos dois melhores times.

Ganhar do Corinthians é um resultado comum, de jogo. Eliminar o Corinthians é muito difícil. Pelo menos pro São Paulo é uma das coisas que ele pior sabe fazer.

abs,
RicaPerrone