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Sugestão de estafe de Luan agrada ao Atlético-MG, mas não ao Corinthians

Leia o post original por Perrone

Na tentativa de destravar a negociação entre Corinthians e Atlético-MG por Luan, o estafe do jogador sugeriu que o Galo aceitasse R$ 4 milhões e mais 15% dos direitos de um atleta da equipe paulista a ser definido. O Galo topa vender sua parte por essa quantia, mas avalia que, se tiver a participação em algum corintiano, é mais interessante receber o escolhido por empréstimo.

O novo modelo de negócio pouco adiantou. O Corinthians continua considerando o valor alto e não se mexeu. Um dos problemas é que os direitos de Luan são fatiados. Ou seja, além dos R$ 4 milhões para o Atlético, o clube de Andrés Sanchez teria que acertar a compra do restante. Os mineiros, porém, não falam publicamente sobre qual sua porcentagem.

“Os valores passados não são viáveis para a contratação”, disse o diretor de futebol da agremiação paulista, Duílio Monteiro Alves, em entrevista coletiva nesta terça (8). No entanto, ele não detalhou a negociação

A primeira tentativa corintiana foi com uma oferta de 3 milhões de euros (cerca de R$ 12,7 milhões). A equipe de Belo Horizonte não aceitou e tentou envolver o corintiano Clayson na negociação, porém não houve acerto com o jogador o que emperrou as tratativas.

Com Thiago Fernandes, do UOL, em Belo Horizonte

Mesmo com impasse, estafe de Luan vê chances de ida ao Corinthians

Leia o post original por Perrone

Apesar do impasse entre Atlético-MG e Corinthians, o estafe de Luan ainda vê possibilidade de um desfecho positivo para a negociação.

A decisão do Galo de não quer mais envolver jogadores corintianos no negócio é vista como reversível no entorno do jogador.

Entre os que trabalham ao lado de Luan pela concretização do negócio a informação é de que o Corinthians vai preparar uma nova oferta envolvendo outro jogador de seu elenco.

Porém, no clube paulista o discurso é de que a negociação está parada por enquanto.

Os mineiros queriam Clayson, mas o atacante não se acertou com o clube. A partir de então, o Galo passou a exigir pagamento exclusivamente em dinheiro.

 

 

Muita fumaça pra pouco fogo?

Leia o post original por Craque Neto

Foi só terminar o Campeonato Brasileiro para começarem as especulações de mercado no Corinthians. O que mais se ouviu foram nomes de jogadores brasileiros renomados por aqui e no exterior. O primeiro a falarem, por exemplo, foi o centroavante Diego Tardelli, artilheiro no futebol chinês. Aliás, de lá também surgiu a ideia de que o clube repatriaria o zagueiro Gil, destaque no título do Brasileirão de 2015. Trazer de volta Rodriguinho também foi cogitado. Isso sem contar os cruzeirenses Thiago Neves e Sassá, que até agora dizem estar em pauta. Mas a verdade é que até agora a diretoria do […]

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Estafe de Luan crê em acerto fácil com Corinthians, se clubes selarem trato

Leia o post original por Perrone

O estafe de Luan acredita em um acerto fácil dele com o Corinthians, desde que o time paulista e o Atlético-MG entrem em acordo pela transferência. Até o início da noite desta terça (11) as duas diretorias seguiam em negociação.

A ideia de vestir a camisa corintiana agrada ao atleta. Além disso, quem trabalha com o jogador crê que fechar um acordo salarial não será problema, já que ele não tem pretensões distantes do teto atual da equipe paulistana para jogadores. O valor máximo atualmente é de R$ 400 mil (o técnico Fábio Carille deve receber cerca de R$ 500 mil mensais). Conforme apuração do UOL Esporte, Luan ganha R$ 400 mil no Galo.

O Corinthians ofereceu 3 milhões de euros (R$ 13,26 milhões) ao Atlético-MG pelo jogador. Interessados no negócio, os mineiros querem incluir um atleta corintiano na operação.

Em maio deste ano, Luan renovou seu compromisso com o clube de Belo Horizonte até dezembro de 2022.

Reforçar o setor ofensivo do Corinthians está entre as principais metas da diretoria, já que esse foi um dos pontos fracos da equipe de Itaquera no Brasileirão de 2018.

Com Thiago Fernandes, do UOL, em Belo Horizonte

 

 

 

Sempre foi o soldado

Leia o post original por Rica Perrone

O Grêmio é um especialista em batalhas. Dos Aflitos, das centenas do Olímpico, de Lanus, de Tóquio, de tantas e tantas outras pela América do Sul.  Na maioria, vencedor. Em outras raras oportunidades um bom perdedor. Nas recentes batalhas da guerra já vencida o Grêmio teve que desconstruir o poder das armas pouco a pouco…

Palmeiras só lucra com atleta ligado à Crefisa se estiver em dia com ela

Leia o post original por Perrone

Transformar parte dos contratos de patrocínio entre Crefisa e Palmeiras em acordo de empréstimo não foi a única alteração importante na relação entre os parceiros. Os dois adendos contratuais também mudaram a liberdade que o Palmeiras tinha em relação a eventuais lucros na revenda de jogadores contratados com dinheiro da parceira.

O contrato inicial previa que em caso de lucro, o clube ficaria com ele todo. Agora, o Palmeiras só pode se apossar da receita excedente se não tiver dívida em aberto com a Crefisa. Além disso,  em caso de descumprimento das regras, o clube pode ser obrigado a pagar o débito antecipadamente e arcar com uma multa.

O blog teve acesso às informações de três versões do “Contrato de patrocínio esportivo do programa avanti por intermédio do atleta Alejandro Guerra”, que registra a nova obrigatoriedade de o Palmeiras usar eventual lucro para pagar débito com a parceira, se houver. Se não existir dívida, o valor excedente fica com o alviverde.

Procurado pelo blog, o clube afirmou por meio de seu departamento jurídico que o modelo vale para todos os casos de jogadores adquiridos com aporte da empresa. Também declarou que o contrato considera dívida prestações de pagamentos que já tenham vencido, não a vencer.

O começo

Em 11 de janeiro de 2017, as partes assinaram contrato de patrocínio atrelado ao programa de sócio-torcedor do clube e à imagem de Guerra. Foi a forma encontrada pela patrocinadora para repassar a verba para a contratação.

“As partes acordam que pelos direitos e propriedades descritos na cláusula 3 deste contrato, o patrocinador pagará ao patrocinado US$ 3.727.170, equivalentes ao valor da transferência do atleta acrescido dos respectivos encargos”, diz o primeiro acordo.

O mesmo documento, em sua cláusula 5.3.2, decreta “caso os valores recebidos pelo patrocinado em razão de futura transferência do atleta venham a superar os valores descritos neste contrato, os valores excedentes – lucro da operação – serão retidos pelo patrocinado”.

Em 26 de dezembro do mesmo ano, foi assinado o primeiro adendo. Ele estabelece que no caso de venda de Guerra com lucro “os valores excedentes serão utilizados pelo Palmeiras para amortizar eventuais valores devidos pelo Palmeiras à Crefisa”, por conta das contratações de outros jogadores. “Não havendo dívidas em aberto”, diz o documento, “o Palmeiras poderá reter para si o lucro da operação de transferência futura do atleta”.

Essa alteração foi mantida no adendo contratual assinado pelos parceiros em janeiro de 2018.

Hoje, a dívida do alviverde com a patrocinadora é de pelo menos cerca de R$ 120 milhões. Porém, de acordo com explicação da diretoria do clube, esse valor não conta como débito em aberto para efeito do adendo. A informação é de que o alviverde só terá que usar o lucro de uma eventual venda se outro atleta trazido pela parceira já tiver saído do clube por um preço inferior ao da compra. E ainda se a Crefisa não tiver sido ressarcida.

Prejuízo

Pelo primeiro contrato, em caso de venda por valor inferior ao gasto na contratação o prejuízo seria só da patrocinadora.

Mas a redação dos adendos muda essa situação. A alteração determina que em caso de Guerra ser vendido, o Palmeiras tem dez dias para repassar o dinheiro para a Crefisa. Se o contrato dele chegar ao fim e o clube nada receber, o prazo para o ressarcimento será de dois anos.

A alteração contratual prevê que se o valor obtido na venda for inferior ao investido pela Crefisa, o Palmeiras terá os mesmos dez dias para repassar o que recebeu do comprador para a parceira. O restante deve ser quitado em 24 meses a partir da data do fim do vínculo trabalhista do jogador. Se o Palmeiras receber a prazo, terá dez dias após cada recebimento para fazer o repasse.

As quantias injetadas pela Crefisa serão corrigidas pela variação do índice do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Os adendos estabelecem o valor devido pelo Palmeiras para a Crefisa por Guerra em R$ 12.001.487,40, sem correção.

Multa

O adendo assinado no início de 2018 também estipula o pagamento de juros de mora de 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor devido caso o Palmeiras atrase a restituição para a Crefisa.

Em sua cláusula 10.1, o documento dá à patrocinadora o direito de rescindir o contrato e cobrar a dívida antecipadamente do clube se o parceiro descumprir o acordo. “Este contrato poderá ser rescindido de pleno direito e o valor devido se tornar antecipadamente exigível se o Palmeiras infringir qualquer cláusula deste contrato ou deixar de cumprir, pontual e integralmente, qualquer obrigação nele assumida”, determina o documento.

Empréstimo

O adendo também deixa claro que o acordo firmado entre as partes passou a ser um empréstimo. “O presente contrato foi caracterizado pela Receita Federal do Brasil como sendo de empréstimo, conforme seguinte trecho do auto de infração lavrado: ‘os sucessivos contratos firmados de patrocínio referente ao programa sócio-torcedor Avanti revelam na verdade serem instrumentos de empréstimos realizados pela Crefisa e o Palmeiras para a compra e manutenção de jogadores’”, diz o documento.

O contrato assinado em janeiro de 2017 previa a possibilidade de rescisão por descumprimento das duas partes. Sendo que, nesse caso, o Palmeiras teria que devolver integralmente o valor investido até a data do rompimento pela Crefisa na contratação de Guerra, sem multa. Já a patrocinadora deveria pagar a quantia integral combinada pela aquisição do jogador.

Penhora

Outra mudança promovida pelo adendo foi a exclusão da cláusula 5.5 do acordo inicial que isentava o Palmeiras de ressarcir a parceira caso o contrato de Guerra se encerrasse e o clube nada ganhasse.

Fica estabelecido que se Guerra rescindir seu contrato na Justiça devido à “ação ou omissão culposa” do Palmeiras, o clube deverá ressarcir integralmente a parceira “inclusive com autorização de penhora e das rendas de bilheteria e do programa sócio-torcedor Avanti”.

As partes firmaram acordos semelhantes em relação a Dudu, Borja, Luan, Bruno Henrique e Deyverson.

O que dizem as partes

Abaixo leia respostas encaminhadas ao pelo departamento jurídico do Palmeiras, por meio de sua assessoria de imprensa, sobre questionamentos em relação aos adendos.

Pergunta – Eventuais valores devidos pelo Palmeiras e citados no adendo são apenas dívidas vencidas ou também a vencer? Por exemplo: se Guerra for vendido com lucro de R$ 10 milhões hoje, esse dinheiro tem que ser usado para pagar parte dos R$ 120 milhões que a Crefisa emprestou, apesar de não existir nenhuma parcela aberta neste momento?

Resposta – “Vale apenas para as dívidas vencidas e não para as dívidas a vencer. Isso é justamente uma das justificativas que demonstra que os contratos são individuais. Ou seja, se vendermos o Dudu por 15 milhões de euros, mas não houver dívidas vencidas nos demais contratos, a lucratividade da operação pode ser totalmente apropriada pelo Palmeiras”.

Pergunta – Essa cláusula que vale para o caso do Guerra vale para outros contratos também?

Resposta – “Sim, essa cláusula vale para todos os contratos”.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leila Pereira, presidente da Crefisa, não esclareceu as dúvidas do blog e se manifestou da seguinte forma:

“Perrone, primeiro quem estiver passando esses contratos para o senhor tem a nítida e clara vontade de prejudicar o Palmeiras, talvez seja a mesma pessoa que levou o primeiro contrato para a Receita, mas enfim essa pessoa deveria respeitar a cláusula de sigilo, que é muito comum em contratos. Mas o senhor e os torcedores do Palmeiras podem ter certeza, eu jamais vou fazer qualquer coisa que prejudique o clube”.

Discordância

O COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do Palmeiras discorda das alterações. Alega que elas não poderiam ter sido feitas sem sua anuência, entre outras supostas irregularidades. O presidente Maurício Galiotte nega ter cometido falhas no processo.

Gratidão é tudo na vida!

Leia o post original por Craque Neto

Muita gente me critica por defender a presença do goleiro corintiano Cássio na Seleção Brasileira. E de fato o técnico Tite confirmou neste segunda-feira, dia 14, a presença dele na lista final dos 23 jogadores. Posso falar a verdade? Na minha visão foi merecido e um gesto de gratidão do comandante brasileiro. Arrisco a dizer inclusive que se não fosse o Cássio o Tite NEM na Seleção estaria. Certeza! Afinal, vamos falar a verdade, o goleiro do Timão foi RESPONSÁVEL direito pelos principais títulos do Corinthians na década. Ou alguém duvida que se não fosse ele o Tite levaria aquela […]

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Tite comete injustiça com gremistas!

Leia o post original por Craque Neto

No próximo dia 14 o técnico Tite divulga a lista de jogadores relacionados para a disputa da próxima Copa do Mundo na Rússia. E na minha visão, tendo em vista a bola que os times estão jogando, o comandante vem cometendo uma terrível injustiça. Não dá pra ignorar, por exemplo, a bola redonda que o Grêmio está jogando. Pelo amor de Deus! A turma do Renato Gaúcho forma simplesmente o melhor time do País e muito provavelmente o melhor das Américas. Não à toa, inclusive, foi campeão da Libertadores no ano passado. E mesmo assim o Tite pouco convoca jogadores gremistas. Acho […]

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Se vira, Tite!

Leia o post original por Rica Perrone

Meu professor, eu sei que você sabe o que está fazendo como jamais alguém soube nesse cargo.  Já procurei entender os critérios, entendi, mas ainda assim, quero argumentar.

Esses 4 caras da foto (Geromel, Arthur, Luan e Grohe) são os melhores jogadores de suas posições no país há mais de 1 ano. Eles além de boa conduta e ótimo futebol conquistaram títulos importantes, jogaram diversas decisões e se comportaram bem em todas elas.

Eu respeito critérios táticos e técnicos, mas também entendo que é parte do cargo de treinador da seleção valorizar o futebol brasileiro. E portanto dizer para nossos jogadores que estando tão bem aqui quanto um jogador que atua num time mediano na Europa, que ele tem sim a preferência.

Eu jamais pediria o Grohe na vaga do Alisson. Mas do Neto, eu tenho certeza que ele merece estar.

Eu não quero que o Thiago Silva saia da seleção. Mas o Geromel é muito melhor e tem feito muito mais do que o ainda garoto Rodrigo Caio.

O Arthur é caso simples pra mim. Eu sou um grande fã do Fred. Mas quando dois jogadores de alto nível jogam parecido e um deles está no Brasil e outro optou por um clube médio europeu, acho que é SIM papel do treinador da seleção privilegiar o nosso desde que não haja perda técnica. E não haverá.

O Luan, por fim, eu entendo facilmente olhando pro plano tático que ele não se encaixa no time. A função do Luan não existe na seleção. Os dois jogadores que atuam centralizados são quase “volantes”e não meias que fazem o “10” antigo na meia lua adversária sem tanta força de recomposição.

Eu juro que entendo!

Mas o melhor jogador da América, o garoto que entrou no time olímpico e mudou o time trazendo o caneco inédito não teria lugar na seleção de seu pais mesmo como opção EXATAMENTE para mudar o jogo embora não seja o ideal no plano tático original?

Tite, meu ídolo, eu sou desses que discuto até o dia da convocação e naquele momento os torno meus 23 protegidos até o último jogo porque entendo que o jornalismo é um detalhe irrelevante perto de ganhar uma Copa. Entre torcer pra vocês e fazer meu trabalho, eu juro por Deus que prefiro ver o Brasil campeão.

Mas professor… se for seis por meia dúzia, dá pros “nossos”. Diz que “jogar aqui” não é um mal negócio. A gente precisa.

abs,
RicaPerrone

 

Grêmio não comprou títulos. Os fez

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez pro torcedor a fórmula simples seja um trabalho legal de revelar jogador, somado a um dinheiro em caixa, um treinador bom e pronto. Campeão!

Não, não é assim. Primeiro porque se fosse isso todos seriam campeões e não dá. Segundo porque 99% dos clubes são capazes de aplicar essa fórmula. E nem 1% deles tem sucesso. Então, talvez, não deva ser tão simples quanto imaginamos da sala da nossa casa em frente a tv.

O que o Grêmio fez de diferente?

Desde 2009 padronizou na base a forma de criar seus talentos. Só que somado aos jogadores que ele mesmo criou, iniciou um belo trabalho de buscar jogadores ainda da base de times menores e traze-los para terminar a base no clube e subir com a mentalidade profissional que o clube quer.

Em 2015 Felipão subiu alguns garotos e efetivou outros. Mas não se acertou e acabou saindo. Então veio Roger e o Grêmio campeão de tudo sem comprar ninguém começou a surgir.

O time ganhou um toque de bola absurdamente superior a maioria. Não entregava a bola de graça, era calmo e muito bem organizado. Mas lhe faltava algo mais. E foi com Renato Gaucho que os resultados do bom trabalho do clube vieram a público.

Saiba: Muito clube faz tudo direito e ninguém sabe porque não é campeão. E mais clubes ainda fazem tudo errado e parecem geniais porque a bola entrou.

O Grêmio do Renato ganhou a Copa do Brasil sendo o time do Roger só que com vontade de fazer gols.

Em 2017 o Cortez ganhou a vaga do Marcelo, o Wallace foi vendido e o Douglas se machucou. Renato fez algumas mudanças simples e uma que resolveu o maior dos problemas.

Como seria sem Douglas? O Grêmio viu entre os titulares a solução e Luan deu 5 passos para trás e não apenas resolveu como melhorou o setor.  Barrios chegava com a 9, e a dupla de zaga cada vez mais difícil de furar. Maicon começa a ter problemas de contusão, e surge Arthur.

Pedro Rocha deslancha. O Grêmio é compato e funciona de todas as formas. Do contra-ataque a posse de bola, o time está redondo e continua dando a falsa impressão que se perder uma peça desmonta. Mas não desmonta.

O Grêmio termina 2017 campeão da Libertadores com a perda do fundamental Pedro Rocha. E o gol da final, inclusive, é do seu substituto.

Vem 2018, perde-se Barrios, Fernandinho e Edilson. Entram Madson (Leo Moura), Everton e Cicero (Jael). Segue o baile, Grêmio campeão gaúcho apos quase uma década.

O que esses quadros querem dizer?

  • Não há contratação de peso.
  • As peças foram mudando e em raríssimos momentos o time mudou a forma de jogar
  • Um time que em 1 ano não contrata “ninguém”, perde 8 jogadores titulares e se mantem ganhando e crescendo deve estar fazendo algo que os outros não estão.
  • A base Grohe, Geromel, Luan foi mantida. São os 3 pilares do time. O Arthur embora fundamental, já foi substituido e viu o Grêmio jogar antes dele. Sua saída será como a do Wallace.  Maicon e Jailson continuarão fazendo funcionar.
  • 3 treinadores tiveram papel importante no processo. Os 3 são ídolos do clube. Talvez não seja coincidencia.
  • André acaba de chegar para tirar Cícero do seu papel improvisado. O time de 2018 tem 6 jogadores do título de 2016 e ainda assim mantém padrão.

O trabalho do Grêmio é muito bom, pouco valorizado pela mídia que segue idolatrando compradores eufóricos que vivem entre a euforia da chegada e a crise da explicação do resultado abaixo do investimento.

Futebol na América do Sul não se faz comprando. Quantos Grêmios serão necessários para que os 12 entendam isso?

Enquanto os outros não entendem, o Grêmio deita, rola e, como no estadual, até “finge de morto”.

abs,
RicaPerrone