Arquivo da categoria: Luiz Felipe Scolari

Felipão caiu! Mas ele não é o maior responsável pela crise no Palmeiras, viu!?

Leia o post original por Craque Neto 10

A Sociedade Esportiva Palmeiras decidiu nesta segunda-feira (2) pela demissão do técnico Luiz Felipe Scolari. Ela acontece após o passeio que o Verdão levou do Flamengo no Maracanã, na derrota por 3 a 0 pelo Brasileirão. Mas coincidentemente a queda do treinador ocorre após uma publicação esquisita da Sra. Leila Pereira, presidenta do patrocinador do clube, onde ela diz que não tem culpa pela má fase porque ‘não escala o time e nem contrata jogadores’. Ou seja, pra mim era evidente que ela já estaria sabendo da demissão do Felipão. Por mais que tenham tirado ele do comando eu acho […]

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Quem é melhor: Felipão ou Carille?

Leia o post original por Craque Neto 10

Esses dias estavam perguntando isso para mim lá na redação da Band: quem é mais treinador, Carille ou Felipão??? Meio em tom de brincadeira, é bem verdade. Até porque como comparar um técnico em início de carreira com outro totalmente consagrado e campeão do mundo com a Seleção Brasileira? Óbvio que historicamente não existe nenhuma forma de comparação. Mas a verdade é que dá pra analisar pelo retrospecto recente. O hoje técnico do Timão começou a trabalhar como técnico em 2017 e de lá pra cá ele conquistou 4 títulos. Isso mesmo! Quatro! O tricampeonato do Paulistão e um Campeonato […]

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Opinião: São Paulo coloca em xeque quatro pilares do Palmeiras

Leia o post original por Perrone

Ao eliminar o Palmeiras no Allianz Parque e se classificar para a final do Campeonato Paulista, o São Paulo colocou em xeque quatro pilares do adversário. São pontos de confiança da torcida alviverde que estão sob discussão.

Leila Pereira e Crefisa

Com o apoio da empresária e suas empresas, o Palmeiras muitas vezes foi colocado como time quase imbatível. O clube alavancou suas receitas e passou a ser um adversário duro em todas as disputas por bons jogadores. Nos últimos cinco anos, o alviverde investiu cerca de R$ 314, 9 milhões em reforços. São aproximadamente R$ 194,6 a mais do que o valor gasto pelo São Paulo. Não chegar na final do Estadual, algo alcançado na temporada passada com um vice-campeonato, deixa dúvidas sobre até onde vai o poder dos milhões despejados por Leila para fazer o Palmeiras ganhar tudo. Tanto que palmeirenses que protestaram depois da eliminação cantaram: “eu não sou otário, vai tomar no ** esse time milionário”.

Fernando Prass

Existem alguns jogadores nos quais a torcida deposita toda a sua confiança em determinadas situações. Esse é o caso de Fernando Prass nos pênaltis. Sempre foi uma segurança para o palmeirense ter Prass na meta nas disputas de pênaltis. Ele não teve culpa na eliminação, chegou a fazer defesa de cobrança, mas não foi o herói capaz de impedir a derrota de seu time. Do outro lado, Volpi brilhou mais.

Felipão

Luiz Felipe Scolari reforçou a fama de ser “o cara” para a torcida do Palmeiras com a conquista do título brasileiro do ano passado. Em seus trabalhos pelo clube, o torcedor aprendeu a confiar em seu estilo de jogo e esperar pelos resultados. Em disputas de mata-mata, então, sua fama de especialista se tornou mítica. Desde o início de 2019, Felipão sofre críticas de parcelas da imprensa e da torcida por não fazer o time jogar em alto nível. As queixas aumentaram imediatamente após a queda na semifinal estadual.

Allianz Parque

A confiança do palmeirense em seu estádio como caldeirão capaz de derreter os adversários sofrera duríssimo golpe com a perda do título paulista de 2018 para o Corinthians. A vaga para a final arrancada pelos tricolores lá dentro abala mais essa fama de alçapão.

Afastado de política, grupo do Palmeiras valoriza taça do ‘Paulistinha’

Leia o post original por Perrone

Enquanto a diretoria do Palmeiras diminui o Estadual chamando a competição de “Paulistinha”, jogadores e comissão técnica valorizam um eventual título do campeonato. O discurso interno é de se afastar da briga política, apesar de atletas já terem criticado a FPF nesta temporada, e se empenhar para levantar a taça.

Neste domingo (7), os palmeirenses fazem o segundo jogo com o São Paulo, agora no Allianz Parque, na disputa por uma vaga na final. São vários os motivos para o grupo enaltecer uma possível conquista de título. Um deles é considerar forte o nível da competição com os quatro grandes nas semifinais. Outro é a importância que a torcida dá para vitórias e derrotas diante de seus maiores rivais. Além disso, o clube deu a volta olímpica no Estadual pela última vez em 2008. Quebrar o jejum daria fôlego ao elenco e a Felipão, cobrados por torcedores para apresentarem resultados compatíveis com o investimento feito pela diretoria. A eliminação nas semifinais ou a perda do título na final, pela segunda vez seguida, azedariam o clima pouco antes da estreia no Brasileirão.

Apesar das provocações da diretoria à FPF, ostentar o título paulista no currículo é algo que o mercado do futebol valoriza e isso também é colocado na balança pelos palmeirenses. Felipão, por exemplo, nunca venceu o estadual de São Paulo. É uma das raras lacunas em sua galeria de troféus de Copa do Mundo, Libertadores, Brasileiro e Copa do Brasil, entre outros. Quem convive com o treinador enxerga nele motivação de sobra para ganhar a competição.

Os ataques à federação acontecem desde que o alviverde deixou escapar o título em casa na final do Estadual de 2018 e alegou ter ocorrido interferência externa na arbitragem na anulação de pênalti a favor do Palmeiras que perdeu o caneco para o Corinthians.

A bronca dos dirigentes palmeirenses  com a FPF não passou. E nem a vontade de detonar a competição. Mesmo assim, você deverá ver os jogadores da equipe comemorando muito se passarem para a final. E o mesmo numa eventual conquista de título.

Antes de polêmica sobre VAR, Palmeiras rejeitou palestra da FPF

Leia o post original por Perrone

Antes da polêmica entre Federação Paulista e Palmeiras por conta do VAR, o alviverde recusou oferta da FPF para fazer uma palestra sobre o árbitro auxiliar de vídeo no clube. Consultada pela entidade, a direção palmeirense agradeceu, mas disse que já tinha participado de evento semelhante via Conmebol e CBF. A assessoria de imprensa da agremiação confirmou a informação ao blog.

Além de apresentações aos jogadores e comissões técnicas das equipes envolvidas nas quartas de final do Campeonato Paulista, a federação convidou treinadores para irem até a entidade para operar o equipamento de VAR. O corintiano Fábio Carille e o são-paulino Vagner Mancini foram até a entidade para fazer os testes. O palmeirense Felipão e o santista Sampaoli não apareceram.

A assessoria de imprensa de Felipão não fala com o blog, mas disse ao UOL Esporte que o “Palmeiras  não foi (à sede da federação em reunião sobre as quartas de final). Scolari é funcionário do Palmeiras.”. Por sua vez, o departamento de comunicação palmeirense disse que não chegou ao clube convite específico para o técnico testar o VAR. Também ao UOL Esporte, a assessoria de imprensa do Santos disse que Sampaoli não compareceu porque estava viajando com o time quando recebeu o convite.

Na fase de preparação para o uso do árbitro de vídeo, a FPF teve a intenção de deixar treinadores, jogadores, dirigentes e jornalistas operarem o sistema para sentir suas dificuldades. Este blogueiro operou o simulador do VAR. Além de Mancini, os são-paulinos Hudson, Hernanes e Lugano, superintendente institucional do clube, participaram dos testes, assim como o corintiano Andrés Sanchez.

Nas palestras realizadas nos clubes, a equipe da federação explica quando o árbitro de vídeo pode entrar em ação, os procedimentos a serem adotados pelos juízes em campo e o que espera do comportamento dos atletas. Dos oito participantes das quartas de final apenas o Palmeiras avisou que não gostaria de receber o estafe da FPF para a palestra.

Justamente no primeiro jogo do time nos mata-matas do Estadual, o empate em um gol com o Novorizontino, houve polêmica com o VAR. Os palmeirenses reclamam de um toque de Murilo Henrique com o braço antes do lance do gol do adversário. A federação respondeu em rede social com a imagem que a equipe de arbitragem utilizou para validar o lance, alegando que não houve infração. O clube respondeu afirmando que a federação tenta defender o indefensável.

Palmeiras e FPF se desentendem desde a final do Campeonato Paulista do ano passado, vencida pelo Corinthians no Allianz Parque. O time da casa alega que teve um pênalti a seu favor anulado após interferência externa na arbitragem, o que a federação nega ter acontecido.

Com Arthur Sandes, Diego Salgado e Eder Traskini, do UOL em São Paulo e colaboração para o UOL em Santos

Parabéns ao Verdão do Felipão!

Leia o post original por Craque Neto

Quero pedir licença aos torcedores de outros times, mas excepcionalmente não farei os ‘Pitacos’ da rodada do Brasileirão. Até porque, convenhamos, já acabou qualquer tipo disputa. O post de hoje é dedicado à Sociedade Esportiva Palmeiras. Claro que o torcedor alviverde tem os dois pés atrás comigo pela identificação que tenho com o arquirrival Corinthians. Mas é fato que o Verdão mereceu demais esse título do Brasileirão. A diretoria conseguiu montar um baita elenco mas foi o toque final do Felipão que deu liga nesses caras. Confesso que tenho minhas ressalvas com o técnico Luiz Felipe Scolari. Falei que ele […]

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Clássico confronta Palmeiras ‘mordedor’ com Santos ‘dono’ da bola

Leia o post original por Perrone

O clássico deste sábado (3), às 19h, no Allianz Parque, opõe o “mordedor” Palmeiras ao Santos, que gosta de ficar mais com a bola. É o que mostram as estatísticas dos times no Brasileirão. Os números são do site “Footstats”.

A pegada forte do time de Felipão é responsável por colocar o alviverde no topo do ranking das equipes que mais desarmam, cometem faltas e levam cartões amarelos.

O alviverde é o líder em desarmes certos com média de 18,7 por jogo. Seu adversário é o quinto colocado com 16,2 a cada partida.

Ninguém levou mais amarelos do que os palmeirenses. Foram 96 até aqui. Já os santistas receberam 68 cartões. Com essa marca, o alvinegro é apenas a 15ª equipe mais indisciplinada na competição.

O Palmeiras também tem a média mais alta de faltas cometidas por jogo: 17,6. A marca santista é de 13,9 (mesmo número exibido pelo Corinthians) por apresentação. Só o Fluminense, com 13,8 de média, bate menos na Série A.

Já os santistas ficam mais com a bola do que o rival. Ostentam média de 54,1% de posse (a quarta melhor) diante de 50,9% do Palmeiras, oitav0 colocado nessa lista.

Os jogadores de Cuca também costumam trabalhar mais as jogadas. Trocam, em média, 399,3 passes certos por jogo. É a sexta marca mais alta da competição.

Por partida, os palmeirenses registram média de 335,2 passes corretos, ocupando o 12º lugar nesse ranking. Por aqui passa uma das receitas do líder do Brasileirão. O alviverde aproveita seu alto poder de destruição sendo objetivo quando tem a posse de bola.

Tanto que é quem mais faz lançamentos certos em média por partida: 19,2. O Santos só utiliza esse recurso 11,8 vezes em cada duelo, na média.

A objetividade e a precisão palmeirenses também são traduzidas pelo número de finalizações certas da equipe na competição: 161. É a quarta melhor marca do campeonato. Embora fique mais tempo com a bola, o Santos finalizou menos de maneira correta até agora. Foram 130 arremates com endereço certo. Onze times registram marca melhor.

Os palmeirenses também marcaram dez gols a mais do que os santistas (48 contra 38). O alviverde divide com o Atlético-MG o posto de segundo melhor ataque do Nacional. A liderança pertence ao Flamengo com um tento a mais. Na oitava posição nesse quesito aparece o Santos.

A agressividade do Palmeiras na marcação também contribui para o time ter a defesa menos vazada (20 gols). Os santistas levaram 28 gols. É a sexta melhor marca, dividida com o Cruzeiro.

Opinião: ruindade da Libertadores contamina. Palmeiras é exemplo

Leia o post original por Perrone

A rodada decisiva das oitavas de final da Libertadores foi repleta de bizarrices que mostram porque, na opinião deste blogueiro, os clubes brasileiros deveriam se recusar a disputar o torneio.

Não há motivo para seguir disputando uma competição que tem julgamento em dia de jogo, como aconteceu com o Santos, invasão de campo (também envolvendo santistas), cadeiras e outras “armas” voando nas arquibancadas, árbitros coniventes com a cera de quem está em vantagem, estádios inseguros e violência descabida nos gramados.

Enquanto a Conmebol não se mexer para acabar com essas mazelas, a equipes nacionais deveriam ficar fora desta barca furada.

Mas o movimento é no sentido contrário. Os times brasileiros não só ficam na competição como se contaminam com ruindade dela.

Seguir disputando a Libertadores é assumir o risco de regredir. O melhor exemplo disso é o Palmeiras.

Clube com elenco mais caro do país, o alviverde desceu dez andares e fez um jogo quase que só de catimba com o Cerro Porteño na última quarta.

Felipe Melo mais uma vez foi expulso, mas seu caso não entra na conta. Ele apronta dessas em qualquer campeonato.

No geral, o Allianz Parque parece ter sido tomado pelo espírito medieval que predomina na Libertadoes. Gandulas retardando o reinício da partida, brigando e sendo expulsos. Deyverson passando vergonha ao simular levar uma bolada depois de chegar ao absurdo de comemorar ter recebido uma falta. O ambiente estava tão contaminado pelo instinto primitivo que Deyverson saiu de campo expulso com pose de herói.

É constrangedor ver um clube com um investimento tão alto como o Palmeiras assegurar a vaga investindo em faltas, catimbas e com derrota por 1 a 0 em casa para uma equipe que custa muito menos.

O cenário natural seria o alviverde brilhar com lances técnicos de Dudu e Lucas Lima, entre outros. Porém, com a participação decisiva de Felipão, o que se viu foi a troca da técnica pelo futebol pobre da maioria dos participantes da Libertadores.

Claro que não precisa ser assim. Prova disso é o Grêmio, atual campeão e que segue forte na disputa jogando bola. Mas também a equipe gaúcha deveria repensar se vale se expor numa competição de nível subterrâneo.

Com Tite o Brasil não tomaria sete gols da Alemanha

Leia o post original por Quartarollo

O técnico Tite era o mais cotado para substituir Luiz Felipe Scolari na Seleção Brasileira após a vergonhosa participação na Copa-2014.

Era a expectativa do público e da imprensa, mas a CBF com gratidão tardia reconduziu Dunga ao posto de treinador.

Dunga tinha feito um bom trabalho na passagem anterior e Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, teria interferido para que ele voltasse para reparar, segundo ele, uma ingratidão já que era para tê-lo mantido depois de 2010.

Teixeira foi afoito e como sempre ofereceu a cabeça de Dunga para acalmar os críticos da Seleção que não aceitaram a derrota para a Holanda, 2 x 1, nas quartas de final apesar dos bons resultados apresentados até ali.

Naquele mesmo jogo, o Brasil fez um primeiro tempo primoroso e poderia ter goleada.

Só fez um gol e tomou a virada no segundo tempo em duas falhas grotescas de Júlio César, que no entanto foi reintegrado por Felipão em 2014 para se tornar o goleiro brasileiro que mais tomou gol numa Copa só.

Mas tudo poderia ter sido diferente se o técnico da Copa fosse outro e poderia ser não fosse o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, ter vetado a liberação de Tite quando Mano Menezes foi demitido por José Maria Marin após o Super clássico das Américas contra a Argentina.

Tite revelou para os companheiros do canal “Fox Sports”, nesta terça-feira, que assim que Mano foi demitido, a CBF entrou em contato com Gobbi pedindo a sua liberação.

Mário Gobbi pensou no Corinthians e fez muito bem. Tite ainda tinha o Mundial, do Japão, para disputar e acabou campeão meses depois dando o maior título da história à torcida corintiana.

Tenho certeza que com Tite o Brasil jamais perderia de 7 para a Alemanha e muito menos de 3 para a Holanda.

Também acho que não teria convocado Júlio César e outros fracassados para a Copa.

Também acho que se José Maria Marin não tivesse dado uma de chefão mandão, Mano Menezes teria dado sequência a um trabalho que começava a dar resultados e também não tomaria nunca de 7 de seleção nenhuma.

Aliás, no time de Mano, com certeza Fred não estaria. Ele já tinha decidido que não jogaria com centro-avante fixo.

Não tenho nada contra Fred nem em relação à Copa. Lá ele ficou preso entre os zagueiros, refém de um esquema de Felipão feito para Neymar e quando Neymar faltou, faltou também o chamado plano B.

Fred não perdeu nenhum gol na Copa e sabem porque? Porque jamais a bola chegou nele em condições de finalizar.

Acabou virando a Geni do futebol brasileiro como diria Chico Buarque de Holanda. Todo mundo “jogando” bosta nele, mas a verdade é que foi vítima de um esquema que não levou em conta o seu estilo de jogo.

Para ter um atacante finalizador no ataque sem municia-lo é melhor não ter, mas Felipão sempre gostou de centro-avante parado e esperando a bola chegar na área.

Acredito também que com Tite, Fred renderia mais ou não seria titular optando por uma equipe mais móvel no ataque.

Enfim, foram chances que a CBF perdeu para evitar uma catástrofe maior.

Talvez tenha sido melhor. Assim começamos a discutir as mazelas do futebol brasileiro e seus desmandos diários.

Não acredito que o Brasil deixe de ser uma escola importante por causa dos 7 x 1 contra a Alemanha, mas espero que algo de bom ainda surja de tudo isso.

Continuo esperando e acho que você também.

Não $ão lagrima$ que $egurarão Robinho

Leia o post original por Odir Cunha

O presidente Modesto Roma parece a mulher de um amigo meu. Ela não sabe e não consegue ganhar um centavo, mas é sempre criativa na hora de gastar dinheiro. Agora o presidente quer convencer Robinho a ficar na Vila Belmiro, mesmo sabendo que o clube chinês Ghangzou Evergrande, que já contratou o técnico Luiz Felipe Scolari e o volante Paulinho, oferece ao atacante do Santos um contrato de três anos com um salário mensal equivalente a 3,5 milhões de reais. Discutir o quê?

Se o máximo que o Santos (não) pode pagar é 800 mil reais por mês, o que o presidente tem de perder tempo ao tentar apelar para os sentimentos de Robinho. Acho que ele ama o Santos, mas a diferença é muito grande. Por outro lado, um clube em situação financeira tão crítica, deveria estar pensando em ganhar mais dinheiro e não em gastar o pouco que (não) tem.

Robinho tem 31 anos e meio, portanto próximo do ocaso de sua carreira. E tem mulher e filhos para sustentar a garantir o futuro. Por que se arriscaria a ficar no Santos, onde ganhará 25% do que pagarão os chineses, será muito cobrado e talvez nem receba em dia? Coloquemo-nos no lugar no Robson de Souza, só um pouquinho.

A mulher do amigo meu, quero dizer, nosso emotivo presidente, tem é de voltar sua atenção e sua energia aos milhões de santistas que só esperam sinais claros de mais seriedade, determinação e profissionalismo desta diretoria para colaborar mais ativamente com o clube, comparecendo aos jogos e entrando para o quadro de sócios do Santos.

E pra você, qual é a chance de o Robinho ficar no Santos?