Arquivo da categoria: Luxemburgo

Baixa a bola que dá jogo!

Leia o post original por Craque Neto

E não é que finalmente um clube grande se dispôs a contratar o técnico Vanderlei Luxemburgo? Ele acertou com o Vasco para dirigir o cruz-maltino até  o final do Brasileirão. E posso falar? Eu gosto dele. Tem uma baita história no futebol brasileiro, onde foi campeão de quase tudo, e dirigiu até os Galácticos do Real Madrid. Precisa ter seu valor reconhecido. Mas entendo que ele deu uma sumida pelos seus próprios defeitos. Em algum momento da carreira o ego e a vaidade ultrapassaram sua qualidade como treinador. Ele quis ser técnico, manager, dirigente e se deixasse até presidente do […]

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Pesos e medidas

Leia o post original por Rica Perrone

Gringo no Brasil é Deus. Talvez o Brasil seja o único país do mundo que entenda a palavra “importado” como sinal de qualidade.  Coisa de povo colonizado, cultural, normal. Mas não podemos fazer isso pra sempre.  Embora compreensível, é uma idiotice. Todo treinador gringo que chega aqui é tratado pela imprensa com0 o salvador do…

Palmeiras precisa de quem PONHA o ‘P’ na mesa!!!

Leia o post original por Craque Neto

Na calada da noite desta quarta pra quinta-feira, logo após a derrota vergonhosa para o Fluminense no Maracanã, a diretoria do Palmeiras anunciou a demissão do técnico Roger Machado. Me parece que era uma vontade da maioria dos torcedores, já que vi pouca gente questionar a saída do gaúcho que alcançou quase 70% de aproveitamento de pontos no período que ele ficou no comando alviverde. De qualquer forma pra mim a responsabilidade pelos maus resultados – e essa instabilidade recente – é muito mais de alguns jogadores do que propriamente do treinador. Vejam os casos do Felipe Melo e do […]

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Jardine ou os velhos paisagistas Luxa e Felipão?

Leia o post original por Milton Neves

Na época do emblemático “SuperTécnico” (1999 – 2001), da Band, era mais fácil.

Só treinador top de linha e eles dominavam seus clubes pelos títulos (Felipão), pela liderança (Luxemburgo) e pelo carisma (Zagallo).

E o programa até revelou nacionalmente um desconhecido que, de cara, impressionou Parreira, Carlos Alberto Silva e Abel Braga.

Foi um tal Tite, batizado por mim de “Água de Haia dos Pampas” ali por agosto de 2000, se a memória não me trai.

Seus conceitos e opiniões surpreenderam, impressionaram.

Continuam impressionando por retidão, coerência, vitórias, ética e conhecimento.

E saibam que até se cogitou outro dia a volta do “SuperTécnico”, mas hoje não dá mais para se fazer um novo palco só para “os professores da bola”.

É que eles não são mais “Super”, mas medianos, transitórios, indecisos e até lotéricos.

Gozado, tem treinador por aí aos montes fracassando por falta de jogador e até por excesso deles.

Pode isso, Arnaldo?

Caso do Palmeiras.

A Crefisa virou Parmalat e nunca para de chover jogador como no maravilhoso Allianz Parque.

Mas o “contratador” Alexandre anda mais perdido do que “Mattos” sem cachorro.

Compra todo mundo e mal.

É tanto jogador que Marcelo Oliveira (em 2016), Eduardo Baptista, Alberto Valentim e até Cuca não deram jeito de transformar o grande elenco em um grande time.

O que ganhou em 2017?

Nada!

Não está tão mal em 2018, veio o Roger “ainda em testes” Machado, perdeu até do São Caetano, ganhou do São Paulo quinta-feira, o que é obrigação das mais fáceis, e vamos aguardar a evolução do “Manchester City do Brasil”.

Jair “ainda em testes” Ventura não tem ovos para fazer omelete, Carille segue firme com sua nota 6.87 e o São Paulo atira para todo lado até acertar em um medalhão.

O “Jardine” do Morumbi precisa de um novo paisagista para o Cícero Pompeu de Toledo reabrir suas portas com um show memorável com Roberto Carlos cantando “As Flores do Jardim da Nossa Casa”.

Passou da hora!

E por que não os velhos e experientes jardineiros Felipão e Luxemburgo?

Luxemburgo, com fracassos repetidos, nunca escondeu seu sonho de ser são-paulino e entraria sem direito de falhar por já ter esgotado seu estoque de insucessos.

E Felipão?

Seria grande atração também para a mídia, hoje bem órfã de “SuperTécnicos”.

Igualmente vindo de grande ostracismo depois do terremoto de “777.1” graus na escala Richter- Löw, precisa de um grande e último fato novo em sua carreira.

Sim, nem precisa mais por ser realizado, bilionário-reto e famoso, mas o Mineirão 7 a 1 é uma enorme lança cravada em sua garganta para todo o sempre.

E se, no São Paulo, repetir Telê Santana em 100%, até então o técnico “pé frio” que não ganhava nada, Felipão voltaria ao Mineirão-2014 e sairia derrotado na história “só” por 4 a 1.

E não é que Telê ontem e Felipão hoje têm tudo a ver?

Telê “Pé Frio” Santana gabava-se de seus “títulos” no Mundo Árabe.

Aquilo não valia nada, só dinheiro.

Mas veio para o São Paulo, ganhou tudo e hoje é o “Deus do Banco” na história da bola.

Já Felipão também vale-se de seus “títulos” na China.

Aquilo não vale nada, só muito, muito dinheiro.

Sem mercado internacional, fora os países, seleções e times folclóricos da bola, o Morumbi poderia vir a ser para ele o que foi para Telê.

Venha, Felipão, e vire o novo Telê ou o novo e então proscrito Zizinho-57.

Opine!

Respeite quem pode chegar onde a gente chegou

Leia o post original por Rica Perrone

Se eu tiver a dúvida de um moleque e um jogador mediocre de 28 anos, eu sempre apostarei no moleque. Talvez ele também seja mediocre. Mas ele me dá ainda a esperança de não ser.

Isso serve pra treinadores. O problema é quando se coloca numa mesma sacola os treinadores mediocres dos maiores vencedores deste país.  E mais do que vencer: montaram times incríveis e fizeram clubes viverem momentos épicos.

Você não pode olhar uma lista com Felipão, Luxemburgo e Cuca e falar em “falta de opção”.  Pode ser que você não goste deles, ok.  Talvez você os ache desatualizados por algum trabalho recente. Ok. É um direito seu.

Mas esses caras são a história do futebol brasileiro e de alguns dos nossos maiores clubes.  Não estamos falando de treinadores de um ou dois trabalhos. Estamos falando do cara que fez um Cruzeiro, um Santos, um Corinthians e um Palmeiras inesquecíveis.

De um bicampeão da América, campeão da Copa (jogando bem), um dos caras que reinventou a seleção de Portugal. Dois brasileiros que chegaram na porra dos times europeus que vocês tanto amam.

Estamos falando do Cuca. O cara do Botafogo, do Galo campeão após 40 anos, do Palmeiras campeão brasileiro, que montou o SPFC campeão do mundo.

Estamos falando de caras que fizeram uma união cada vez mais rara: times vencedores e que jogavam futebol.

Pode ser que não lhes agrade hoje. Entendo, respeito. Mas existe uma hierarquia, existem patamares na vida profissional. Tem gente que tu fala olhando de frente, tem gente que você olha de baixo pra cima.

Aí você pode pensar em Parreira, Leão, Muricy. E eu lhes pergunto qual deles tem por característica fazer algum time jogar futebol? Nenhum. É resultado, no máximo. Bom futebol e título é coisa pra gente de outro nível. Tal qual os citados.

Eu posso não querer o Leão “nem fudendo” no meu time. Eu não posso tratar assim um destes nomes.

Talvez não por gosto pessoal. Mas por respeito a história do futebol brasileiro.

Se eu pudesse escolher, era o Cuca.  Só pra não ficar no muro.

Mas vamos separar os “aspiras” do “capitão”, né?

abs,
RicaPerrone

Segura o Grêmio!!! E agora Timão?

Leia o post original por Craque Neto

O jogo que faltava para o Grêmio igualar o número de partidas com o restante dos times foi realizado nesse sábado. E a turma do Renato Gaúcho, que falava que já tinha até abandonado o Brasileirão, enfiou 5 a 0 fora o baile na equipe do Sport Recife. O placar fez o Luxa até dar uns chiliques após o jogo. A distância que poderia ser de 13 pontos (se o Corinthians tivesse vencido o lanterna e o vice-lantera) para o líder já caiu para sete. Ou seja, fora o confronto direto, duas partidas em 16 rodadas ainda para disputar. Tudo […]

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Flamenguista Luxemburgo vai comandar o legítimo campeão brasileiro de 1987!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Julia Chequer/Folhapress

Enfim, Luxa está de volta ao futebol!

E, agora, por Pernambuco.

O flamenguista Luxemburgo vai comandar a partir de amanhã o legítimo campeão brasileiro de 1987!

O Sport, é claro!

Bom para o clube, bom para ele e bom para o futebol!

É que figuras como Luxa agitam o mundo da bola, que ultimamente anda tão sem graça.

Mas, e aí, ele conseguirá fazer um belo trabalho desta vez?

Opine!

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