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Negociação com Fortaleza segue difícil, mas interesse de russo continua

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É difícil sair negócio entre o russo Ivan Savvids e o Fortaleza, mas o interesse do bilionário em comprar o clube ainda existe. Essa é a situação após a reunião entre representantes do magnata e Marcelo Paz, presidente da agremiação, em reunião nesta terça (3).

No encontro, revelado pelo blog,  dirigente ouviu que o investidor só tem interesse na compra. O cartola segue na linha de que o mais viável é uma parceria ou um contrato de patrocínio. Por isso, o impasse continua.

O estafe de Savvids vai se encontrar com ele e repassar os detalhes, mas entende ser difícil uma mudança de posicionamento.

Do lado do tricolor cearense a complexidade existe porque a eventual venda dependeria de aprovação do Conselho Deliberativo e de mudanças estatutárias, entre outros pontos.

Apesar do impasse, Leonardo Cornacini, brasileiro, agente de jogadores, que mora na Europa e representa no Brasil o PAOK, time grego controlado pelo Russo, saiu do encontro satisfeito com o empenho de Paz. E também com o que ouviu do dirigente sobre administração do Fortaleza.

O clube cearense foi escolhido após estudo feito pela equipe do russo que o apontou como a agremiação brasileira com mais possibilidade de se tornar autossustentável.

Paz ouviu que não há negociação com clubes brasileiros além do Fortaleza. Porém, como mostrou o blog Jeová existem opções para o russo na Europa.

As conversas entre os representantes do investidor e o cartola irão continuar.

Além disso, o magnata também tem interesse de investir em outras áreas no Brasil como turismo e no ramo portuário.

Já no Brasil, representantes de bilionário russo conversam com Fortaleza

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Confirmando o que estava programado, representantes do bilionário russo Ivan Savvids, interessado em apresentar proposta de compra do Fortaleza, chegaram ao Brasil na última terça (25).

A comitiva ainda não se encontrou com Marcelo Paz, presidente do tricolor cearense, porém, mantém constantes conversas telefônicas com o dirigente. A ideia é realizar uma reunião no início da próxima semana.

Ontem, os representantes do dono do time grego PAOK foram para Brasília conversar sobre a possibilidade de investimentos no país fora do futebol. O magnata tem interesse em investir em turismo e em atividades ligadas ao ramo portuário no país.

Leonardo Cornacini, brasileiro que vive na Europa, agencia jogadores e representa o PAOK no Brasil, tem conduzido as conversas com Paz sobre o projeto de Savvids.

Como mostrou o blog, o presidente do Fortaleza entende que seria mais rápido e viável uma parceria ou um contrato de patrocínio. Mas, inicialmente,  o russo só se interessa pela compra do clube.

Paz não tem poder para decidir sobre uma eventual venda. Operação desse porte teria que passar pela aprovação do Conselho Deliberativo e por uma reforma estatutária, entre outros pontos.

Saiba como anda interesse de bilionário russo em comprar o Fortaleza

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Uma delegação representando o bilionário russo Ivan Savvids, dono do clube grego PAOK, planeja desembarcar no Brasil no final de fevereiro. Na pauta estarão investimentos no país, incluindo a possibilidade de uma oferta para comprar o Fortaleza.

A intenção é conversar com integrantes do governo brasileiro sobre investimentos, especialmente na área do turismo, e se encontrar com o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz.

O tricolor cearense já foi sondado. Apesar de o plano ainda ser embrionário, neste momento, pode ser considerado difícil.

Isso porque, inicialmente, Paz avalia ser mais interessante uma parceria.

 Por sua vez, Savvids entende que para investir numa agremiação é preciso que ele tenha o controle absoluto. Ou seja, o desejo é a aquisição.

“Não posso decidir sobre venda do clube. Isso teria que passar por mudança de estatuto no Conselho Deliberativo. O que seria mais viável e rápido seria patrocínio ou parceria”, disse o presidente do Fortaleza ao ser indagado pelo blog sobre o assunto.

O trâmite para a venda da agremiação, entre outros pontos, dependeria da aprovação do conselho, além da reforma estatutária.

O brasileiro Leonardo Cornacini, agente de jogadores e representante do PAOK, explica o interesse do bilionário e de seus filhos no Fortaleza.

“Eles encomendaram um estudo que apontou o Fortaleza como o time com mais potencial para se tornar autosustentável no Brasil”, afirmou Cornacini. Ele está escalado para vir ao Brasil com os russos e participar das conversas.

“A ideia é investir em outras áreas no país. O ideal é que isso avance para avançar o projeto de ter um clube. Ele [Savvidis] é apaixonado por futebol e entende que ter um time seria bom para os outros negócios. Mas não é só isso, A ideia é ter um clube satélite mesmo”, explicou Cornacini. 

Se não der certo com o Fortaleza, outra equipe pode ser procurada. Segundo o representante do PAOK, o time brasileiro receberia jogadores da “matriz” grega que teria interesse em levar jovens talentos revelados na “filial” brasileira. 

Savvids já foi deputado na Rússia e em 2018 chegou a ser banido dos estádios gregos por três anos. Ele foi acusado de invadir o gramado com uma arma na cintura durante jogo de seu time para protestar contra a arbitragem.

Ceni aconselha Fortaleza até sobre cuidados com dentes de jogadores

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Imagem: Stephan Eilert/AGIF

Rogério Ceni ganhou tanta importância para o Fortaleza aprimorar sua estrutura que até a saúde bucal dos jogadores deve melhorar depois de um conselho do treinador. “Ele disse que era muito importante ter um departamento odontológico porque atleta não tem o hábito de ir ao dentista por si só, então seria bom se a gente tivesse isso. E surgiu um grupo de dentistas ligados ao clube dizendo que queria presentear o Fortaleza com esse departamento”, afirmou ao blog Marcelo Paz, presidente da agremiação cearense.

A área reservada à odontologia ficará no novo Centro de Excelência, como será chamado o centro de treinamento do clube e que é uma sugestão do treinador. “Ele disse o que precisava ter, desenhou o que poderia ficar em cada lugar, nós sentamos com os arquitetos, mostramos e estamos fazendo”, declarou o dirigente. Ele estima um investimento de R$ 1 milhão na reformulação do local de treinamentos do time. A entrega da obra está prevista para a segunda quinzena de maio. Entre outras sugestões do ex-goleiro estão melhorias na área destinada à recuperação física dos jogadores, no hotel que recebe os atletas e mais campos para os treinamentos.

Ceni também alterou hábitos alimentares de seus comandados. “Ele implantou aqui que os atletas façam refeições no clube depois dos treinamentos, assim melhoram a nutrição, têm uma reposição calórica mais adequada”, disse o presidente.

Outra preocupação do técnico é com o descanso dos atletas. Em algumas viagens o clube arca com os gastos de uma noite a mais de hotel em relação ao que fazia antes para que os atletas cumpram o período estabelecido pela comissão técnica para os atletas descansarem.

Para Paz, o principal legado a ser deixado por Rogério, responsável por levar o Fortaleza de volta à Série A do Brasileirão, é o profissionalismo. “Ele cobra muito profissionalismo de todos e dá o exemplo”, elogiou.

Cartolas remunerados

Independentemente das ideias e intervenções de seu treinador, o clube cearense adota a partir de fevereiro outra medida que considera ser na direção de profissionalismo. Seguindo uma permissão estatutária e aprovação do Conselho Deliberativo, presidente, vice e outros 14 dirigentes serão remunerados. Foi aprovado gasto de R$ 98 mil com os salários deles neste ano. A remuneração em 2020, no entanto, depende de nova aprovação orçamentária.

“Deixei a minha escola com meu irmão para poder me dedicar integralmente ao clube. No ano passado, essa gestão aumentou as receitas do Fortaleza, acho mais do que justo diretores serem remunerados. Mas todos precisam dar resultados”, disse Paz.

Só quem for sócio proprietário pode ser diretor remunerado. Mas existem executivos que não são associados. Indagado se esse método pode provocar troca de cargos assalariados por apoio político, o presidente respondeu: “quem faz isso já começou errado a sua gestão. Se fizer isso está se espelhando na velha política brasileira, de toma lá dá cá. Eu não faço isso. A gente escolhe quem tem conhecimento técnico na área e todos os diretores, independentemente de remuneração precisam ser aprovados pelo Conselho Deliberativo. Se o conselho quiser aprovar uma proteção contra isso, precisa fazer uma mudança estatutária”.