Arquivo da categoria: Marco Aurélio Cunha

Casares recebe apoio de outro ex-integrante da oposição são-paulina

Leia o post original por Perrone

Homero Bellintani Filho, conselheiro do São Paulo  Foto: Arquivo pessoal

Júlio Casares, candidato à presidência do São Paulo pelo grupo que se define como coalizão entre diferentes correntes políticas, ganhou o apoio de mais um ex-pré-candidato a presidir o Conselho Deliberativo pela oposição.

Homero Bellintani Filho, o Homerinho, afirmou ao blog que decidiu apoiar Casares e o candidato dele pra o conselho, Olten Ayres de Abreu Júnior.

“Minha decisão não tem a ver com qualquer tipo de mágoa. O projeto do grupo do Júlio é bom, e eu não conheço ainda o projeto da oposição, que ainda não definiu candidato. O pessoal da coalizão do Júlio vai assimilar itens do meu plano para o conselho e projetos para a diretoria executiva, para ajudar a enfrentar essa imensa dívida que está sendo herdada. Vou apoiar o Júlio por esses motivos. E também, porque não tive respaldo na oposição”, declarou Homerinho.

Ele desistiu de participar da convenção oposicionista para definir o candidato à presidência do conselho depois de o filho  do ex-presidente do clube Marcelo Portugal Gouvêa anunciar sua pré-candidatura.

José Roberto Ópice Blum, outro pré-candidato da oposição ao posto no conselho, também retirou seu nome da prévia e passou a apoiar Casares após Marcelinho Portugal Gouvêa entrar no páreo. O filho do ex-presidente passou a ser o único candidato da oposição à presidência do conselho.

Homerinho diz  que devolve para Olten Júnior oito votos que afirma ter tirado dele e que levará pelo menos mais oito, de seus aliados, para o grupo de Casares. Os presidentes do conselho e do clube serão eleitos pelos conselheiros no final do ano. A oposição ainda fará uma convenção para escolher seu candidato entre Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros.

Abaixo, leia na íntegra texto que Homerinho enviou a conselheiros para explicar a decisão de apoiar Casares

“Vão dizer que mudei de lado, porém, meu único lado sempre foi e sempre será o SPFC. Vão dizer que fui para a situação, mas o que é a oposição se não um mesclado de antigos situacionistas e opositores ? O que é a dita situação, se não a mesma coisa?  Interessante esta eleição, os que dirão ao contrário , realmente faltarão com a cristalina verdade! Sempre fui independente , embarco neste sonho de ver um futuro melhor para a instituição, de saber que as pessoas que me aguardam me ouviram e me respeitaram. Levo na minha bagagem inúmeros companheiros, não vou sozinho, vou com aqueles que estavam em meu barco, diversos independentes como eu,  para realizar este sonho de ver o SPFC novamente protagonista e vanguardista, devolvo os 8 votos que tinha da coalizão de Júlio Casares, na minha candidatura.  Vou consciente de que o plano de governo é muito bom e que serão assimilados itens de meu plano, para o conselho e nossos projetos que serão incorporados, para ajudar nossas cores a enfrentar a imensa divida que será herdada! Levo comigo a vontade de muito trabalho, o mesmo trabalho de mais de 55 anos,  de muita luta, o mesmo trabalho que os grandes mestres do passado me ensinaram e que incorporei no meu dia a dia! Uma vida de amor dedicada ao SPFC! 

Minha decisão nada tem a ver com mágoas ou qualquer tipo de outra coisa, para os que dirão ao contrário, não dimensionaram ainda que eu tinha a eleição ganha e desdenharam, minha dignidade é maior que qualquer candidatura, nunca tive vaidades pelo poder efêmero. Minha decisão simplesmente se deve à minha crença e fé em minha bandeira, que ajudei a hastear com 6 anos de idade, ao plantar o Ipê no terreno do Morumbi. Hoje estou plantando outro e que nunca me falte entusiasmo para continuar cumprir o que estabeleci como meta e abracei como missão de vida. Salve sempre e eternamente  o SPFC !”

 

Saiba o que os postulantes à presidência do SPFC pensam para o futebol

Leia o post original por Perrone

O blog ouviu o candidato à presidência do São Paulo, Júlio Casares, que tem o apoio da situação, e os três pré-candidatos da oposição, Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros, sobre o que eles pensam para o futebol do clube. Veja abaixo o que disse cada um.

Júlio Casares

“Vamos mudar a dinâmica do futebol. Vamos ter um diretor executivo que venha do mercado, porém, ele não vai ter um salário astronômico, a não ser na composição de fixo e variável, meritocracia. Na nossa gestão, o diretor vai poder ganhar (quantia em) três dígitos, só que ele vai ter que ter um plano de metas para chegar em três dígitos. Ele não pode ganhar três dígitos no conforto e só ficar chateado quando contrata errado, quando perde. A composição da remuneração vai ter legado esportivo, que é conquista, performance, e legado financeiro. Legado financeiro entra, primeiro, quando você promove jogador com sucesso da base. Quando você vende bem, foi um produto que o futebol cultivou, ele (executivo) também vai ter um percentual, é a consultoria que está nos ajudando que vai definir quanto. Quando ele compra bem, também ele vai ter um handicap bom na avaliação da remuneração variável. Então, em primeiro lugar o legado esportivo, mas também vai ter o legado financeiro. No frigir dos ovos, ele trouxe um jogador em final de carreira, mas ele trouxe um campeonato, ele já cumpriu um item importante do seu variável. Se ele revelar, comprar bem, vender bem, ele vai ganhar mais. Eu vou ficar feliz se o cara ganhar três dígitos porque o São Paulo vai ficar feliz. O executivo ficar contrariado quando o time perde não basta pra gente.  A cada 90 dias vamos avaliar as metas. Se ele estiver abaixo da meta, vamos acender o sinal amarelo, falar: ‘você tem que correr atrás’, mas, claro, vamos fechar a avaliação em um ano. Essa é a primeira ação estrutural. Outra ação estrutural eu chamo de hierarquização das contratações. Hoje, como as pessoas contratam? Hoje, às vezes, o diretor quer, vai para o avaliador de desempenho… Então, nós vamos ter uma hierarquização. Primeiro, quem tem que apresentar a necessidade de contratação é o técnico. Vou montar o CAF (Comitê Avançado de Futebol), com a figura de um ex-jogador ou ex-técnico, figura de um especialista financeiro, uma pessoa com visão médica, clínica e fisiológica. Quando isso vem para para o CAF, e eu vou participar como presidente, a gente pergunta: ‘esse jogador que você quer vem para compor elenco ou para ser titular?’ Se ele falar que é pra compor elenco, nós vamos fazer uma avaliação prioritária da base. A base tem que ter um jogador pronto para compor elenco. Porque, se não estiver pronto para compor elenco, a base tem que ser questionada. Se você contrata um jogador para compor elenco e ele não dá certo, você gasta e pode inibir o aparecimento de alguém bom da base. Esse comitê vai avaliar a vida pregressa do jogador que o técnico quer, se ele é ‘chinelinho’ ou não, como ele jogou, qual o estado de saúde dele, qual a idade, porque a idade vai determinar o tempo de contrato. Então, se não acharmos na base o jogador que o técnico quer para compor elenco, vamos procurar no mercado dentro de uma responsabilidade financeira. Então, como vamos compor isso com responsabilidade financeira? Vamos ter jogadores cascudos, jogadores da base e também algumas estrelas. O que não pode é contratar cinco ou seis jogadores numa faixa muito alta de salário. Mas você pode ter dois e mais um com salário intermediário. Depois você mescla com um time competitivo e que tenha a base também”.

Marco Aurélio Cunha

“O presidente não pode só sentar na cadeira, contratar jogadores que agradam a torcida e achar que está tudo bem. Se fizer isso, nós vamos continuar gastando e não ganhando de ninguém. Temos que pensar na estrutura do time. Não é só contratar o ídolo. O time precisa dos carregadores de piano também. Na nossa história, fomos campeões com participações importantes de jogadores que carregavam o piano, como Pintado, Ronaldão, Lugano… E isso passa pelo executivo de futebol, que precisa ter essa visão de estrutura de time, de equilíbrio”.

Roberto Natel

“Acho que o próximo presidente, a primeira coisa, ele vai ter que focar na dívida. E usar a base, vai ter que mesclar mesmo. Ter dois ou três jogadores para dar confiança para os garotos, é por aí. Acho que não tem muito como fugir disso. Nenhum dos candidatos pode dizer que tem uma mágica. A mágica é ter coerência, refletir bem, porque o problema do São Paulo é a grande dívida que vai ficar, e usar, sim Cotia, a equipe de base, e ir mesclando com alguns jogadores que não sejam aquela fábula de dinheiro que hoje o São Paulo gasta com salários. Você trazer um Daniel Alves para fazer aquela parte psicológica que traz para os garotos uma confiança muito grande, aí tudo bem. Agora, você trazer vários, é o que acontece com o São Paulo hoje. O São Paulo está com uma dívida muito grande por falta de um planejamento.

Sylvio de Barros

“Minha filosofia não é do futebol, é do São Paulo Futebol Clube. Você tem um problema, por má gestão, por tudo o que aconteceu, tem um problema de déficit financeiro muito alto. Então, temos que achar uma fórmula para contornar esse problema e, de uma forma ou de outra colocar o clube em ordem. Na nossa opinião, primeiro temos que fazer uma comunicação, conversar diretamente com nossos credores, saber o que é possível fazer, saber de que forma podemos ordenar nossas necessidades. Ter uma conversa coma a torcida, ter uma conversa com os jogadores. Dessas conversas, vai sair um plano que seja viável para o clube e para todos que o rodeiam. Os artistas têm que ser ouvidos. A torcida tem que ser ouvida. Então, é uma forma de você achar o caminho. A ideia é criar um grupo grande de apoio para que, juntos, a gente possa reorganizar o São Paulo

Sem acordo, oposição do SPFC terá convenção para definir candidato

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Com José Eduardo Martins, do UOL em São Paulo

Reunião presencial da oposição do São Paulo nesta quinta (11), na sede da Fiesp, definiu que haverá uma convenção para escolher o candidato do grupo à presidência do clube na eleição em dezembro.

Não houve acordo para que um dos pretendentes fosse ungido como candidato. Assim, Marco Aurélio Cunha, Roberto Natel e Sylvio de Barros se enfrentarão na convenção.

“Os três entendem que devem ser candidatos, e as vontades das pessoas precisam ser respeitadas. Estamos unidos, por isso faremos a convenção”, disse Natel.

A votação deverá ser entre os conselheiros dos grupos que formam a oposição. Segundo Natel, reunião para acertar os detalhes acontecerá no  próximo dia 22.

Já há um candidato em campanha, Júlio Casares, que tem o apoio do presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

 

Privilégios e boicote atrapalham sucesso da Seleção na Copa do Mundo

Leia o post original por Craque Neto

No próximo mês começa a Copa do Mundo de futebol feminino, que terá transmissão na tela da Band, direto da França e reunirá todas as principais jogadoras do planeta. E o técnico Vadão divulgou nesta quinta-feira (16) a lista das meninas convocadas para o torneio. E querem saber? Senti falta das jogadoras do Santos, que hoje talvez seja considerado o melhor time do País. O Peixe por sinal lidera o Brasileirão da categoria. Fui a fundo para entender o porquê dessa situação. A história parece que é bem mais complexa do que se apresenta. Enquanto o dirigente Marco Aurélio Cunha […]

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As críticas e elogios à contratação de Ceni dentro do São Paulo

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A contratação de Rogério Ceni dividiu opiniões no São Paulo. Abaixo, veja as principais críticas e elogios feitos à diretoria por ter transformado o ex-goleiro em treinador.

Críticas

1 – Contradição

Conselheiros que defendiam a efetivação de André Jardine, treinador da equipe Sub-20, reclamam que ele teve tratamento diferente do dado a Ceni.

A principal queixa foi feita por Sebastião Antunes Duarte, conselheiro situacionista conhecido como Tião Gouveia, sobrenome emprestado do restaurante do qual foi dono. Ele enviou mensagem cobrando Marco Aurélio Cunha. “Você disse que André Jardine nunca tinha treinado um time grande, portanto não tinha experiência para treinar o São Paulo. Mais de 80% dos conselheiros queriam André Jardine até o fim do ano. André é técnico há mais de 15 anos, entre Inter e SPFC tem quase 40 títulos, está na final do Campeonato Brasileiro e talvez (seja) bi da Libertadores da categoria. Já Rogério nunca treinou um time profissional nem de várzea. Como pode ser técnico do nosso São Paulo? Sou totalmente contra”, escreveu o situacionista para Cunha.

O executivo de Futebol disse que respondeu ao conselheiro apenas que passará pessoalmente a Rogério a opinião dada por ele. Ao blog, Marco explicou sua posição em relação ao técnico do sub-20. “Disse que treinadores da base dificilmente se sustentam por falta de respaldo. Jardine tem muita qualidade e será, se quiser, treinador de ponta. Clubes grandes fritam treinadores sem respaldo. Rogério tem de sobra”, declarou Cunha.

2 – Promessa não cumprida

Contratar Ceni depois de o presidente são-paulino assegurar a permanência de Ricardo Gomes também gerou reclamações. O argumento é de que faltou palavra a Leco e que ele ficou com a imagem desgastada. Já para a diretoria, é natural que análises mudem.

3 –  Salário

Mesmo sem saber precisamente quanto Rogério vai ganhar, os críticos da contratação afirmam que certamente ele não receberá o que Jardine ou outro iniciante embolsaria. E lembram que a diretoria prega uma política de corte de despesas. As direção não revela quanto pagará, mas sustenta que o combinado está dento da realidade do clube.

4 – Contratações

Conselheiros, incluindo situacionistas, afirmam que Ceni condicionou sua aceitação ao cargo a várias contratações e que isso vai interromper o processo de aproveitamento de jogadores da base, além de fazer o clube gastar mais do que deveria. Na visão da direção, com o elenco atual, é impossível não trazer reforços.

5 – Tempo de contrato

Os críticos afirmam que, como Rogério é uma incógnita segurando a prancheta, o mais seguro seria assinar contrato por um ano, não por dois, como a direção assinou. Ao final de 2017, sua continuidade seria avaliada.

6 – Multa

O fato de Leco ter aceitado a exigência de colocar cláusula de multa rescisória no contrato também gera críticas contra ele. A afirmação é de que o clube deveria ter uma situação mais confortável para demitir o técnico no meio do caminho, se achar necessário. Para a diretoria, a oposição é contraditória pois reclamava que os contratos de Bauza e Osorio eram sem multa, o que facilitou a saída dos dois treinadores.

7 – Eleição

A oposição diz que a escolha por Ceni foi eleitoreira. Leco vai concorrer de novo à presidência em abril e estaria usando o prestígio de Rogério junto a sócios e conselheiros para ganhar pontos. Para a direção, não há como paralisar o clube até a eleição.

Elogios

1 – Espírito vencedor

Membros da diretoria que apoiam a contratação de Ceni afirmam que nos últimos anos o clube sofreu com jogadores que não sentiam o peso das derrotas. Lembram que Ceni odeia perder e apostam que ele cobrará fortemente os atletas nas derrotas. Assim, Leco teria dado um grande passo para resgatar o espírito vencedor do time ao trazer o ex-goleiro.

2 – Ajuda em contratações

Uma das qualidades de Ceni ressaltadas por quem elogia a escolha é o fato de que desde o tempo de jogador ele se interessava em ajudar o time a buscar reforços conversando com atletas que avaliava serem bons. Aloisio Chulapa, por exemplo, diz que foi contratado por causa do aval de Rogério. A expectativa agora é de que ele não fique parado esperando a diretoria e busque diretamente bons jogadores.

3 – Limpeza

Como conhece bem o elenco são-paulino, Ceni é visto como um treinador que terá mais facilidade do que a maioria para identificar quem não serve para a equipe e fazer as dispensas necessárias antes mesmo de a temporada começar.

4 – Trabalho

Nos tempos de goleiro, Ceni era reconhecido como um dos jogadores que mais trabalhavam no clube. Assim, Leco tem sido elogiado por contratar um treinador que, em tese, será trabalhador, constantemente estudará adversários, analisará o desempenho de seu time e comandará treinos intensos. Até o fato de Rogério ter ido correr à noite no Morumbi após praticamente definir seu acerto, na última quarta, é visto como demonstração de sua obsessão por treinamentos.

5 – Modernidade

Quem conhece o projeto apresentado por Rogério ao São Paulo afirma que ele é moderno, em sintonia com as aspirações do clube, que está modernizando seu estatuto.

6 – Tática

Para rebater as críticas sobre a falta de experiência do Ceni como treinador, os apoiadores de sua contratação afirmam que ele sempre demonstrou ser um profundo conhecedor de futebol em termos táticos. Ou seja, o novo técnico tem, segundo essa tese, recursos de sobra para usar na prática.

7 – Respaldo

Leco também é elogiado pelos que aplaudiram sua escolha por trazer o único nome que poderia ter total apoio da torcida. Existe confiança de que os torcedores terão mais paciência com Rogério do que teriam se fosse qualquer outro o escolhido.

Michel Bastos rende primeiras críticas a Cunha em seu retorno ao São Paulo

Leia o post original por Perrone

Após retornar ao São Paulo aplaudido por praticamente todas as correntes políticas do clube, Marco Aurélio Cunha tem recebido suas primeiras críticas de conselheiros de diferentes alas. O motivo é o desempenho de Michel Bastos.

Quem reclama diz que o diretor executivo de futebol não conseguiu recuperar o jogador e que errou quando, ao iniciar seu trabalho, entendeu que não deveria dispensar Bastos.

Antes da chegada de Cunha, Michel era avaliado por parte da diretoria como sem comprometimento com a equipe. Além disso era e ainda é um dos mais criticados pela torcida. Sua permanência no elenco chegou a ser colocada em dúvida também por haver o entendimento de que o lateral e meia não queria ficar.

Uma das primeiras medidas de Cunha foi conversar com Michel e definir que ele ficaria. Na ocasião, o dirigente avaliou que o jogador estava “dentro” do clube mas que precisava de proteção.

“Eu não recupero jogadores. Recupero pessoas e grupos. Dou oportunidade e sei a hora de não aumentar a pressão interna. A partir disso cada um assume a sua responsabilidade. Os melhores serão escalados segundo o treinador”, disse Cunha ao blog respondendo a respeito das críticas.

Ao falar sobre saber a hora de não aumentar a pressão interna, o dirigente se refere ao fato de entender que a dispensa de Bastos ou de outros jogadores que sofriam forte cobrança no momento de sua chegada pressionaria mais o elenco.

Ele acredita que não pegaria bem junto ao time se chegasse dispensando jogador sem dar oportunidade e também diz que não se incomoda com a primeiras críticas que recebe.

Apesar dessas reclamações, avaliação geral do trabalho de Cunha entre os conselheiros é positiva e ele segue com prestígio como quando chegou.

Timeco do Leco continua fraquinho e a culpa sempre do técnico

Leia o post original por Fernando Sampaio

Timeco do Leco continua fraquinho e a culpa sempre do técnico

Há um mês, quando Ricardo Gomes saiu do Botafogo disse que o treinador caiu numa roubada.

Pois é, o seu Botafogo, campeão da Série B, está lutando pelo G-4.

Já o São Paulo…

Daqui a pouco será demitido porque há anos a culpa no São Paulo é sempre do técnico.

Neste sentido Ricardo Gomes caiu sim numa roubada.

Desde o início do ano venho falando “Timeco do Leco”. Isso é óbvio ululante. O elenco atual do São Paulo é um dos mais fracos da história. Li outro dia que o clube poderá bater o recorde de derrotas numa temporada. Mesmo assim, acredite se quiser, alguns fanáticos acham o elenco bom e a culpa pela má fase é do treinador. Curiosa a análise, o time vai bater recorde de derrotas na temporada e a culpa é do treinador. Qual? Muricy, Milton, Osório, Bauza, Gomes…

Fala sério. Não existe Mister M.

Ontem o Flamengo teve as melhores oportunidades da partida. Na atual fase, empate com o vice-líder não foi mau resultado. No primeiro tempo o Tricolor teve mais posse de bola, foi melhor, não criou nada porque não tem meia de criação. Não fez gol porque o ataque é muito fraco. Não fazer gol com este elenco não tem nada a ver com escalação, estratégia…

No lance do Chavez ficou claro que o argentino não tem habilidade. Ali era cavadinha por cima do Muralha. Chavez é lutador mas grosso. Luis Araújo é sacanagem. Kelvin cisca, cisca, mas não faz gol. Robson e sei lá quem não conta. Cueva é bom mas não é fazedor de gols.  Thiago Mendes, Michel Bastos, Wesley raramente fazem gol…. Fabuloso, Pato, Calleri faziam gol.

Portanto, resultado absolutamente normal.

Muito mais preocupante que o nome do treinador é a diretoria. Até Marco Aurélio Cunha já foi contaminado pela soberba. Ontem declarou: “O São Paulo é o quarto da América, e se ranking conta isso tem que contar”. Meu Deus. Seria o mesmo que ouvir Felipão dizendo que aquele time do Palmeiras que caiu para Série B era ótimo porque foi campeão da Copa do Brasil. Pelo amor de Deus, esta Libertadores foi uma ilusão, lembrou a Sul-Americana do Ney Franco.

Mata-mata é assim mesmo. O Inter está vivo na Copa do Brasil. Juventude idem. Todos sabiam que no pontos corridos, o verdadeiro ranking técnico dos clubes, o São Paulo não chegaria nunca no G-4. Portanto, o São Paulo não é quarto do Brasil como pode ser o quarto da América? Fala sério, chega de soberba. Pelo visto o São Paulo vai continuar fraquinho, fraquinho.

Piloto de avião

Leia o post original por Rica Perrone

Marco Aurélio Cunha é um cara que conheço provavelmente desde que nasci, já que nasci no SPFC quase que literalmente.  Hoje, adulto, discuto com ele sobre diversos assuntos e discordo em vários. Mas é inegável a diferença entre Marco Aurélio e os dirigentes novos que fracassam no futebol. Uma vez um cara do meio me …

Opinião: Cunha terá que ser bombeiro no vestiário e na política do SPFC

Leia o post original por Perrone

Em reunião com o presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, nesta sexta, noticiada pelo blog, Marco Aurélio Cunha acertou sua volta para o futebol tricolor, agora no lugar do executivo Gustavo Vieira de Oliveira, que caiu na última quarta.

Os desafios do novo dirigente remunerado vão além de recolocar o time nos trilhos. Ele terá também a missão de tentar abrandar a pressão política sobre Leco, que vive sob fogo cerrado da oposição e ultimamente recebia críticas até de membros de sua diretoria por manter Gustavo.

Ao contrário de seu antecessor, Marco Aurélio é profundo conhecedor da política são-paulina por ser conselheiro e apontado há anos como possível candidato à presidência. Pelo menos as ferramentas para tentar isolar o futebol da fogueira política ele tem. Por ser um colega de Conselho Deliberativo, em tese, terá mais facilidade para conversar com conselheiros e diretores descontentes do que Gustavo. O filho de Sócrates nunca teve missões políticas no clube e gostava de tocar seu trabalho sem muito papo com quem não era do departamento. Atitude, aliás, correta na opinião deste blogueiro.

Ao mesmo tempo em que tem perfil político, por ter atuado como médico e superintendente de futebol do clube, Cunha não é um alienígena no vestiário. Tem muitos amigos boleiros e sempre foi de chamar jogador para conversar em momentos de crise. Fez muito isso com o instável Adriano nos tempos do Imperador no São Paulo. Não falar a linguagem da boleirada era uma crítica dos cartolas a Gustavo.

Em sua volta ao CT da Barra Funda, Marco Aurélio terá testada toda sua habilidade para lidar com atletas. Apesar de negarem publicamente, integrantes da diretoria avaliam que o grupo está rachado e que há jogadores pouco comprometidos.

Assim, caberá ao coordenador de futebol feminino licenciado da CBF ser bombeiro no vestiário e na política.

São Paulo marca reunião para tentar contratar Marco Aurélio Cunha

Leia o post original por Perrone

O São Paulo já iniciou as tratativas a fim de contratar Marco Aurélio Cunha para a vaga de Gustavo Vieira de Oliveira, executivo de futebol que caiu na última quarta-feira.

Nesta quinta, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, telefonou para o coordenador de futebol feminino da CBF e marcou um encontro em São Paulo nesta sexta para tentar acertar a contratação.

Ao blog, Marco Aurélio Cunha disse na manhã da última quinta que se o convite fosse feito seu futuro seria decidido por Marco Polo Del Nero, presidente da Confederação Brasileira, pois tem compromisso com a entidade.

Conselheiro tricolor, Cunha teve passagens marcantes pelo futebol são-paulino, foi aliado político de Juvenal Juvêncio e depois se afastou do cartola. Há anos é visto como possível candidato à presidência do clube.

 Ele teve seu nome definido como primeira opção por Leco assim que ficou decidida a saída de Gustavo, criticado por membros da diretoria e pela oposição.