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Aliados de Galiotte temem isolamento político de presidente por Mattos

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A insistência de Maurício Galiotte em bancar Alexandre Mattos gera temor em parte de membros da atual diretoria do Palmeiras e em conselheiros alinhados com o presidente alviverde de que ele fique isolado politicamente. Isso porque é grande a insatisfação dos apoiadores do cartola com o atual diretor de futebol.

A preocupação é a de que haja uma fuga em massa do grupo de apoio ao presidente por conta da rejeição a Mattos. Os descontentes já deixaram claro para o dirigente acreditarem que o ciclo do diretor de futebol no clube acabou. Boa parte dos críticos até defende que ele termine a temporada no cargo, mas seja desligado no final do ano.

É forte a corrente que considera que Mattos fez bons trabalhos para o clube, mas que, além de falhas em outros anos, em 2019 errou muito em contratações e que está desgastado no clube. A revelação feita pelo blog de que o cartola remunerado aluga apartamentos para dois membros da comissão técnica que tiveram aumentos de auxílio moradia pedidos por ele aumentou a cobrança por sua demissão.

Caso ela não aconteça existe o receio de que o presidente tenha dificuldades para administrar o clube sem o mesmo apoio que possui agora até o fim de 2021, quando termina seu mandato. Consequentemente, o eventual isolamento do cartola poderia ter reflexo em sua sucessão.

A esperança dos críticos de Mattos alinhados com o presidente de que ele anuncie a saída do diretor de futebol após o Brasileirão reside principalmente no fato de Galiotte ser considerado um dirigente que faz boa leitura da política ao seu redor. Ou seja, além de avaliar o trabalho de Mattos, ele estaria atento aos efeitos políticos de sua permanência ou da decisão de trocar o comando do futebol.

Galiotte é criticado por aliados por postura em caso dos aluguéis de Mattos

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Maurício Galiotte desagradou até membros da situação no Palmeiras com a forma como tratou o caso dos aluguéis de Alexandre Mattos a funcionários que tiveram reajuste de auxílio-moradia pedidos pelo diretor de futebol, como revelou o blog. A avaliação é semelhante à da oposição: o presidente alviverde teria tratado do tema superficialmente.

O desejo de parte dos aliados do cartola era de que ele demonstrasse mais preocupação com o caso se prontificando a buscar mais informações. Porém, Galiotte apenas disse em entrevista no último sábado que a questão dos aluguéis é pessoal, não tem a ver com o clube. Sobre os reajustes, o dirigente afirmou que eles são concedidos de maneira técnica, passando por outros setores da administração. Ou seja, Mattos pode solicitar os aumentos, mas não é dele a palavra final. O diretor tem a mesma argumentação para defender que não houve irregularidade em seus atos.

Apesar da pressão, Galiotte já sinalizou internamente que não irá mudar de postura. Conforme o blog apurou, o presidente só resolveu se manifestar após a vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo para brecar comentários de que ele estava estudando a demissão de Mattos. Com sua fala discreta, o dirigente evitou jogar mais lenha na fogueira.

Também de acordo com apuração do blog, o mandatário alviverde entende que o caso dos aluguéis não deve interferir em sua avaliação sobre o trabalho do diretor de futebol. Para ele a análise deve levar em conta o histórico de Mattos no clube, sua atuação na reestruturação de diferentes áreas, incluindo as categorias de base e, claro, contratações e desempenho do time.

Galiotte concorda que houve erros em algumas contratações em 2019, mas acredita que deve ser colocado na balança todo o trabalho do dirigente desde sua chegada ao clube. E o presidente já elogiou várias vezes a atuação dele no período.

Porém, na diretoria há quem entenda que a atual temporada deva ter peso maior nessa reflexão. Quem pensa assim acredita no encerramento da ‘era Mattos’ no Palmeiras após o Brasileirão deste ano.

Conselheiros cobram reunião extraordinária para discutir aluguéis de Mattos

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A revelação feita pelo blog de que Alexandre Mattos aluga dois apartamentos para membros da comissão técnica do Palmeiras que tiveram aumentos em auxílio moradia pedidos por ele aumentou a pressão política no clube contra o diretor de futebol. Conselheiros de diferentes alas cobram que explicações sobre o episódio sejam dadas ao Conselho Deliberativo.

A ideia é convocar o presidente do clube, Maurício Galiotte, além de Mattos, para falar ao órgão. A convocação de funcionários não é comum. Além de ouvir ambos sobre o tema, o desejo é de que a direção apresente documentos, como as requisições de aumentos de auxílio moradia feitas para o auxiliar técnico Andrey Lopes e o treinador de goleiros Oscar Sevory Nunes Rodriguez. Os dois moram em apartamentos de propriedade de Mattos.

“Fui procurado por conselheiros que querem uma reunião extraordinária sobre esse assunto e tudo o que está acontecendo no departamento de futebol, como os gastos com contratações. Expliquei que para isso é preciso um pedido assinado por pelo menos 60 conselheiros ou mil sócios. Muitos querem fazer o abaixo-assinado, mas nada foi protocolado até agora”, disse ao blog Seraphim Carlos Del Grande, presidente do Conselho Deliberativo do Palmeiras.

“O sentimento entre os conselheiros é de que precisamos pedir explicações. Temos que saber se essa prática (reajuste de auxílio-moradia) acontece com outros funcionários do clube. É necessário que o conselho tenha acesso a toda a documentação sobre o assunto. Não estou dizendo que há algo de irregular, mas essa documentação precisa ser franqueada para o conselho. Quanto antes tudo for esclarecido, com transparência, melhor será para o Palmeiras”, disse o conselheiro Luiz Fernando Marrey Moncau.

O pronunciamento de Galiotte sobre o assunto também gerou insatisfação em parte dos integrantes do conselho. O presidente palmeirense disse em entrevista que a questão dos aluguéis não diz respeito ao clube. Afirmou também que os aumentos de auxílio-moradia passam por um processo técnico. O cartola completou dizendo que “as coisas no Palmeiras são sérias”.

“Foi uma explicação rasa porque o dinheiro (referente ao auxílio-moradia) é do clube, os funcionários também. Então não é tão simples”, afirmou Moncau. “Se o presidente acha que é normal, é a opinião dele. Mas não entendo assim. Acho que pode ser legal, mas não é dentro da normalidade”, opinou Seraphim. O presidente do Conselho Deliberativo já teve um áudio vazado criticando a atuação de Mattos no comando do futebol palmeirense. Por meio da assessoria de imprensa do Palmeiras, Galiotte afirmou que não comentaria o assunto.

Lista de dispensas e novos reforços começam a surgir no Palmeiras

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É incrível como os dirigentes deixam vazar informações nos momentos mais complicados do clube. Vejam o caso do Palmeiras, que está na vice-liderança e brigando com o Flamengo pelo título do Brasileirão. Soube por fontes quentes lá de dentro que o técnico Mano Menezes já começou a planejar o elenco para a próxima temporada – algo bem comum já que estamos em meados de outubro, diga-se de passagem!. Uma provável lista de dispensas estaria nas mãos do presidente Maurício Galiotte. Nela teriam os nomes dos veteranos Jaílson, Prass e Edu Dracena; além de quem é pouco aproveitado como o zagueiro […]

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Quatro estratégias de Galiotte para combater crise palmeirense

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Para aliados de Maurício Galiotte, o presidente palmeirense conseguiu evitar que a crise no clube provocada pela eliminação na Libertadores diante do Grêmio seguida pela derrota por 3 a 0 para o Flamengo, no Maracanã, pelo Brasileiro, fosse ainda maior. Na tentativa de evitar estragos mais profundos do que a quedade Luiz Felipe Scolari, uma série de medidas foi adotadas. Confira abaixo as principais.

1 – Rápida assinatura com Mano Menezes

Tomada a decisão de demitir Felipão, a meta da diretoria capitaneada por Galiotte foi fechar rapidamente com Mano. A intenção era evitar especulações, a impressão de que o time estava sem rumo e impedir o avanço da rejeição de torcedores e conselheiros ao treinador escolhido. O acordo levou menos de duas horas para ser alinhavado logo depois do anúncio da saída de Scolari, conforme apurou o blog. Os que eram contra a contratação do ex-treinador de Cruzeiro, Corinthians, Flamengo e seleção brasileira ficaram impotentes diante do comunicado do Palmeiras de que ele já tinha sido efetivado, feito no dia seguinte.

2 – Silêncio

Galiotte adotou a estratégia de não responder publicamente às críticas feitas a ele e a Alexandre Mattos por Seraphim Del Grande, presidente do Conselho Deliberativo. As queixas estavam em um áudio enviado a sócios e conselheiros, mas que acabou vazando. O presidente palmeirense também evitou cobrar Del Grande, seu aliado político para fazer oficialmente uma retratação.

A avaliação do presidente do clube e de seu estafe foi de que um pronunciamento sobre o tema reforçaria a tese de que os dois estavam rachados. O silêncio foi seguido de uma manobra para demonstrar sintonia entre ambos. Del Grande foi convidado para participar de uma reunião de diretoria, como mostrou o UOL Esporte. A ideia era de que ao aparecer ao lado do presidente do clube, ele mostraria ainda estar alinhado com a gestão. Além disso, seria natural que o líder do conselho deliberativo desse explicações aos presentes, o que acabou acontecendo.

3 – Alexandre Mattos

No auge das cobranças de torcedores e conselheiros pela demissão do diretor de futebol do Palmeiras, Galiotte optou por uma defesa discreta do funcionário. A análise foi de que quanto mais o principal dirigente alviverde falasse sobre o tema, mais lenha jogaria na fogueira. A estratégia foi manter a rotina de Mattos de participar das apresentações de novos contratados do clube, mas de maneira também discreta.

Na apresentação de Mano Menezes, o cartola remunerado entregou para o treinador um livro sobre a história do clube, como faz com jogadores que chegam à Academia. No entanto, ele não teve protagonismo no evento, diferentemente do que ocorreu na chegada de Ramires, por exemplo. Mattos foi o responsável por apresentar o volante, com direito a discurso. Com Mano, esse papel coube a Galiotte. Assim, o diretor de futebol ficou menos nos holofotes num momento de extrema pressão. Ao mesmo tempo, a simples presença dele ao lado do presidente demonstrava que sua demissão não estava em pauta.

4 – Leila Pereira

Outro momento tenso nos bastidores do Palmeiras aconteceu quando Leila Preeira, presidente da Crefisa, patrocinadora alviverde, respondeu a um torcedor em rede social que não é responsável por contratações ou por escalar o time. Parte dos conselheiros do clube passou a farejar uma possível discordância entre a empresária e Mattos, o que consequentemente a colocaria em rota de colisão com o presidente.

De novo, Galiotte não fez alarde. E, como faz em momentos relevantes, recebeu Leila e o marido dela, José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, para participar da apresentação de Mano. A aparição do casal ao lado do cartola pode ser interpretada como uma resposta aos comentários de conselheiros sobre um suposto atrito entre eles.

A postura da empresária, que evitou comentar a respeito da  pressão sobre Mattos, foi comemorada por apoiadores de Galiotte, já que não houve novo incêndio para ser apagado. Vale lembrar que Leila, assim como seu marido, é conselheira do clube. Ela é cotada para ser apoiada pelo atual presidente para se candidatar a ocupar a principal cadeira no clube.

Por que Galiotte banca permanência de Alexandre Mattos no Palmeiras?

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A Mancha Alviverde, o presidente do Conselho Deliberativo, Seraphim Del Grande, a maioria dos conselheiros de oposição e parte dos situacionistas pedem a demissão de Alexandre Mattos. Mas, Maurício Galiotte mantém o diretor de futebol do Palmeiras. Por quê? Abaixo veja cinco justificativas apontadas por gente próxima ao presidente do clube para a manutenção do contestado dirigente remunerado.

 

1 – Convicção

Galiotte tem dito a pessoas próximas estar convicto de que o melhor para o Palmeiras é a manutenção de Mattos. O mesmo sentimento ele já não tinha em relação a Felipão, que perdeu o emprego depois da derrota por 3 a 0 para o Flamengo, no Maracanã.

2 – Acertos e erros

Na avaliação do presidente palmeirense, Mattos acertou mais do que errou até aqui em seu trabalho no alviverde. De acordo com interlocutor de Galiotte, ele admite que algumas contratações feitas pelo diretor neste ano não deram certo. Porém, acredita que sua trajetória no Palmeiras é marcada mais por bons resultados do que por insucessos.

3 -Gastos e receitas

Uma das principais críticas dos que querem a saída do diretor de futebol é em relação às despesas com contratações durante sua gestão. O argumento é de que o desempenho do time não é compatível com os gastos, considerados altos. Apesar de ter conquistado títulos, o Palmeiras não teria estabelecido uma hegemonia nacional que justificasse os investimentos.

Porém, segundo fonte ligada a Galiotte, o presidente entende que  o clube gasta mais com Mattos porque arrecada mais. O equilíbrio financeiro da instituição não estaria em xeque (há opositores que não enxergam dessa forma).

Outro ponto citado para combater a fama de gastador do cartola é o de que Mattos comandou negociações que geraram importantes receitas para a agremiação na venda de jogadores.

4 – Reestruturação

Mais um elogio que Galiotte faz a Mattos, de acordo com interlocutor do presidente, é por sua participação na reestruturação do CT do clube, que é considerada por ele fundamental para o sucesso do projeto.

5 – Confiança

Por fim, há o discurso de que o diretor de futebol não fez nada para quebrar a confiança do presidente nele. Em meio às cobranças pela demissão do executivo, Galiotte tem reforçado que confia no funcionário.

Membros da diretoria cobram Galiotte por nova área popular no Allianz

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Integrantes da diretoria do Palmeiras protocolaram no clube, na última terça (3), ofício endereçado a Maurício Galiotte cobrando que o presidente alviverde retome estudos para liberar um novo espaço a preços populares no Allianz Parque. Eles fazem parte do grupo denominado Arquibancada, ala que elegeu conselheiros defendendo essa ideia e assegura ter tido a promessa do dirigente de que ela seria colocada em prática.

O grupo acredita que há uma elitização no estádio nas partidas do clube por conta dos preços cobrados e que isso estaria levando à arena torcedores que apoiam menos o time. Por isso, cobra um setor com ingressos mais baratos.

O requerimento pede para que “o assunto de ocupação e utilização do anfiteatro seja retomado com extrema urgência”. Ele se refere a uma área na parte inferior da arquibancada atrás do gol norte, onde fica a Mancha Alviverde. O espaço não tem cadeiras e fica vazio nos dias de jogos. Faz parte do que a WTorre chama de anfiteatro e é usado em dias de shows menores.

Em resposta ao blog, o departamento de comunicação do Palmeiras afirmou que “a utilização da área não está prevista em contrato e, portanto, depende de um acordo entre as partes (clube e WTorre), além de aprovação pelas autoridades competentes.”

Vale lembrar que quem administra os shows no estádio é a WTorre. O Palmeiras define o uso dos espaços em dias de jogos. Procurada a empresa não respondeu sobre o assunto até a publicação deste post.

Representando o grupo Arquibancada, assinam o documento Caio Vinícius Ferreira Mônaco, integrante da diretoria de sindicância, Leandro Nobrega Bafume, diretor adjunto de obras e conservação, Ghiluerme Romero, diretor adjunto administrativo, e o conselheiro situacionista Ricardo de Simone Neto.

No documento, eles afirmam entenderem que “a perda de pressão em nosso estádio deve-se também à mudança de perfil dos frequentadores. Com o alto tíquete médio do Allianz Parque, acabamos por afastar os jovens e os menos favorecidos, e por isso o torcedor que canta e incentiva está desaparecendo das arquibancadas, fazendo com que nosso estádio tenha apenas espectadores”.

Não está escrito no documento, porém, o blog apurou que o grupo defende no novo setor ingressos de no máximo R$ 40. O cálculo deles é de que caibam 1.400 pessoas no espaço.

 

No Palmeiras, até atitude de Bruno H. em cobrança de torcedor é criticada

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Apesar de Bruno Henrique não ter sido agressivo com o torcedor que o importunou na rua na última segunda (2), parte dos conselheiros e até gente da diretoria reclama do comportamento do jogador do Palmeiras.

São duas as queixas centrais. A primeira é que ele não deveria reclamar da cobrança do torcedor. Na opinião dos queixosos, o fã do clube tem o direito de protestar pacificamente contra a má fase, e o jogador deveria aceitar a crítica, sendo mais compreensivo. Outra reclamação é sobre a esposa de Bruno Henrique, Bhel Dietricht, ter tomado a iniciativa de reagir. Nesse ponto, os críticos afirmam que o atleta deveria ter demonstrado mais personalidade e “controlado” sua mulher.

Membro da diretoria, mas não do departamento de futebol, afirmou ao blog que Bruno Henrique mostrou desequilíbrio emocional e que isso seria uma extensão da postura do time em campo. Ele preferiu não ser identificado. Em grupos de trocas de mensagens formados por conselheiros, o jogador foi ironizado por não conter a esposa. Bhel chegou a tentar tirar o celular da mão de quem filmava a cena.

Mas também existem conselheiros que apoiam Brunho Henrique e reprovam a hostilidade do torcedor. O palmeirense teria chamado o jogador de pipoqueiro. No vídeo, ele afirma que se referiu ao time, não ao atleta, sendo contestado pela mulher do atleta. Por sua vez, sem alterar o tom de voz, o meio-campista pergunta se o desafeto acha que está certo de fazer a cobrança num momento de folga, diz que não está feliz com a fase do time e reclama que foi desrespeitado enquanto passava pela rua com sua esposa.

“Acho um absurdo o que fizeram com o Bruno Henrique. Ele foi muito educado, mesmo tendo sido desrespeitado. Torcedor quer reclamar, vai reclamar com o Alexandre Mattos (diretor de futebol) e com o presidente (Maurício Galiotte). Eles são os responsáveis, o regime do clube é presidencialista. Não tem que ofender jogador na rua”, afirmou o conselheiro José Corona Neto.

Procurada, a assessoria de imprensa de Bruno Henrique declarou que ele não se manifestaria sobre as críticas. Porém, o blog apurou que, na avaliação do estafe do jogador, ele agiu da melhor maneira possível diante da situação.

Felipão caiu! Mas ele não é o maior responsável pela crise no Palmeiras, viu!?

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A Sociedade Esportiva Palmeiras decidiu nesta segunda-feira (2) pela demissão do técnico Luiz Felipe Scolari. Ela acontece após o passeio que o Verdão levou do Flamengo no Maracanã, na derrota por 3 a 0 pelo Brasileirão. Mas coincidentemente a queda do treinador ocorre após uma publicação esquisita da Sra. Leila Pereira, presidenta do patrocinador do clube, onde ela diz que não tem culpa pela má fase porque ‘não escala o time e nem contrata jogadores’. Ou seja, pra mim era evidente que ela já estaria sabendo da demissão do Felipão. Por mais que tenham tirado ele do comando eu acho […]

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Racha em dia de festa! Que coisa, hein?

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Nessa segunda-feira, dia 26 de agosto, a Sociedade Esportiva Palmeiras comemora 105 anos de uma longa e rica história. Muita gente deve achar que não gosto do clube por ser corintiano e brincar com esse lance de rivalidade. É claro que tive rusgas com alguns personagens ligados ao Verdão, mas nem de longe o tenho como inimigo. Muito pelo contrário! Sempre disse que tenho uma baita gratidão pelo Palmeiras por ter sido o primeiro clube grande a acreditar de fato no meu futebol. Foi quem comprou meu passe em 89 e acreditou no meu talento. Pelo time alviverde vesti a […]

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