Arquivo da categoria: Michel Bastos

Verdão favoritaço! Mas tem que jogar…

Leia o post original por Craque Neto

Nem o fato de jogar longe do Allianz Parque afetou a boa apresentação do Palmeiras diante do Novorizontino nesta sexta-feira no Pacaembu. Baita vitória por 3 a 0 com grande atuação da equipe do técnico Eduardo Baptista. O que mais me impressiona é a qualidade do elenco alviverde, que quando perde algum jogador por cartão, convocação ou lesão entra outro com a mesma qualidade. Nesse jogo especificamente, em dado momento saiu o Willian Bigode, autor do primeiro gol, para entrar o Michel Bastos. É brincadeira? Sou obrigado a elogiar também o volante Felipe Melo, que vem jogando uma bola redonda. […]

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E o Palmeiras bota o bloco na rua…

Leia o post original por Antero Greco

Epa, calma lá. Antes que alguém venha com o papo de que “Estadual não é parâmetro, não mede a força real dos grandes, etc e tal”, adianto que analiso proezas e escorregões no Paulistão com serenidade.

Isto posto, fica a constatação óbvia: ganhar sempre é bom. Se for por goleada, melhor ainda. Por esse prisma, o Palmeiras volta de Araraquara feliz da vida pelos 4 a 0 sobre o Linense, no melhor aproveitamento na temporada até o momento. E, não custa lembrar, temporada ainda bem no início. Muita água vai rolar…

Os quatro gols foram importantes, animam para o clássico de quarta-feira com o Corinthians, em Itaquera. Aliviam a pressão sobre jogadores e sobretudo sobre o técnico Eduardo Baptista. A preparação nestes dias será mais descontraída.

Chamam mais a atenção outros aspectos positivos, que vão além das bolas nas redes mandadas por Willian e Raphael Veiga (no primeiro tempo) e Michel Bastos e Barrios (no segundo). O primeiro deles: o meio-campo com Michel Bastos ficou mais ágil e mais criativo do que com Roger Guedes. O moço não esteve bem nas apresentações anteriores. A tarefa de Felipe Mello na marcação foi facilitada.

Por tabela, cresceu o futebol de Dudu, mais livre para ir à frente. Por extensão, também apareceu mais o trabalho de Willian. Não foi por acaso que Michel e Willian fizeram gols. A presença de Mina tornou a defesa mais sólida. Não que Edu Dracena estivesse falhando. Mas o colombiano, mais jovem e mais seguro, funciona ainda como opção em bolas paradas na área adversária.

Barrios finalmente teve chance, guardou o dele e mostrou que pode ser alternativa e não apenas esquentar banco. A lamentar a contusão de Moisés, um dos pilares na campanha do Brasileiro. O moço talvez fique bom tempo fora após dividida com Zé Antônio que considerou lance de jogo. Em compensação, Keno em campo também funcionou como alternativa para marcação e criação.

Enfim, foi a primeira vez em que o palmeirense pôde ver o time mais coordenado, finalizador, objetivo. Para mim, está dentro do prazo de tolerância para crescimento. O melhor teste virá no dérbi. De qualquer forma, foi um bom baile pré-carnavalesco esse do bloco alviverde em Araraquara.

 

Trintões encostados estāo em alta no mercado brasileiro

Leia o post original por Perrone

Pelo menos 30 anos, pouco aproveitado na última temporada e que possa ser contratado sem custos com direitos econômicos. Esse é o perfil de alguns dos jogadores mais disputados por clubes brasileiros para 2017.

Felipe Melo é o caso que melhor ilustra a aposta em trintões praticamente encostados.

Aos 33 anos, o ex-jogador da seleção brasileira está perto de ser anunciado pelo Palmeiras, mas interessou também a Flamengo, Santos e Corinthians.

Os interessados parecem nāo se incomodar os as estatïsticas do meio-campista na atual temporada.

De acordo com o site “WhoScored.com”, Melo participou de apenas cinco partidas da Inter de Milāo como titular e de outras cinco saindo do banco entre Campeonato Italiano e Liga Europa. Assim, os candidatos a contratar o volante tiveram apenas 501 minutos dele em campo para analisar seu desempenho nesta temporada.

O clube italiano está disposto a facilitar a saída do brasileiro para se livrar da alta despesa com seus salários.

O Palmeiras também nāo se preocupou com o histórico recente de Michel Bastos, também com 33 anos. Pelo menos desde novembro ele já estava fora dos planos do Sāo Paulo, principalmente por ser acusado de falta de comprometimento com a equipe e assinou facilmente sua rescisāo no Morumbi no final do ano. De acordo com o WhoScored.com, ele fez só 11 jogos como titular no Brasileirāo, acumulando 970 minutos em campo.

Outro reserva trintāo desejado por ao menos dois times da Série A é Hérnan Barcos, de 32 anos e banco no Vélez Sarsfield (Argentina), para o qual foi emprestado pelo Sporting (Portugal). Grêmio e Fluminense cogitam tentar o empréstimo do atacante.

Já o Corinthians praticamente nāo enfrentou concorrência pra trazer Jô, que completará 30 anos em março e nāo joga desde julho, quando retornou do futebol chinês. Com o atacante, revelado no Parque Sāo Jorge,  o alvinegro engrossou a turma que parece dar mais valor ao passado distante de alguns jogadores do que ao desempenho atual..

Santos avalia comportamento de Bastos e não vê contratação de risco

Leia o post original por Perrone

Preocupada com o tom das críticas que Michel Bastos tem recebido no São Paulo, o Santos buscou informações sobre o comportamento do jogador e avaliou que ele não é problemático. Não se trata, na opinião da cúpula santista, de uma contratação de risco, caso o negócio seja concretizado.

A pesquisa feita sobre o lateral e meia não detectou falta de comprometimento e problemas de relacionamentos com colegas, diagnóstico exatamente oposto ao feito sobre ele hoje no São Paulo.

Os dirigentes tricolores avaliam que já deram todas as chances para Bastos mostrar que está comprometido com o clube, mas que ele não aproveitou as oportunidades. Os são-paulinos também entendem que a maioria dos companheiros gosta de Michel, mas lamenta o fato de, no entendimento de membros do elenco, ele não demonstrar dentro e fora de campo estar mais comprometido com o clube. Episódio marcante aconteceu em outubro, quando, segundo Ricardo Gomes, Bastos errou o horário de um treinamento e faltou à atividade. A diretoria disse que sabia antecipadamente que o atleta não poderia comparecer ao trabalho.

Antes mesmo desse caso, a direção do São Paulo havia decidido que Michel não continuaria na equipe e esperava que interessados aparecessem. Nas palavras de um dirigente tricolor, os clubes esquecem atitudes negativas de jogadores quando vão às compras, por isso havia a certeza de que pretendentes se apresentariam, e o Santos se apresentou, porém, a negociação ainda está longe de um final.

Ao mesmo tempo em que não se preocupa com o comportamento de Bastos, o Santos vê como obstáculo o salário atual do jogador, que precisa aceitar ganhar menos do que recebe no Morumbi para desembarcar na Vila Belmiro.

Michel Bastos rende primeiras críticas a Cunha em seu retorno ao São Paulo

Leia o post original por Perrone

Após retornar ao São Paulo aplaudido por praticamente todas as correntes políticas do clube, Marco Aurélio Cunha tem recebido suas primeiras críticas de conselheiros de diferentes alas. O motivo é o desempenho de Michel Bastos.

Quem reclama diz que o diretor executivo de futebol não conseguiu recuperar o jogador e que errou quando, ao iniciar seu trabalho, entendeu que não deveria dispensar Bastos.

Antes da chegada de Cunha, Michel era avaliado por parte da diretoria como sem comprometimento com a equipe. Além disso era e ainda é um dos mais criticados pela torcida. Sua permanência no elenco chegou a ser colocada em dúvida também por haver o entendimento de que o lateral e meia não queria ficar.

Uma das primeiras medidas de Cunha foi conversar com Michel e definir que ele ficaria. Na ocasião, o dirigente avaliou que o jogador estava “dentro” do clube mas que precisava de proteção.

“Eu não recupero jogadores. Recupero pessoas e grupos. Dou oportunidade e sei a hora de não aumentar a pressão interna. A partir disso cada um assume a sua responsabilidade. Os melhores serão escalados segundo o treinador”, disse Cunha ao blog respondendo a respeito das críticas.

Ao falar sobre saber a hora de não aumentar a pressão interna, o dirigente se refere ao fato de entender que a dispensa de Bastos ou de outros jogadores que sofriam forte cobrança no momento de sua chegada pressionaria mais o elenco.

Ele acredita que não pegaria bem junto ao time se chegasse dispensando jogador sem dar oportunidade e também diz que não se incomoda com a primeiras críticas que recebe.

Apesar dessas reclamações, avaliação geral do trabalho de Cunha entre os conselheiros é positiva e ele segue com prestígio como quando chegou.

Saída de Gustavo Vieira é pedida por diretores do São Paulo

Leia o post original por Perrone

Um dos alvos preferidos da oposição são-paulina, Gustavo Vieira de Oliveira agora tem sua demissão pedia por parte considerável da diretoria do clube. Ele é apontado pelos cartolas como um dos principais responsáveis pelos maus resultados do time, mas se mantém no cargo graças ao apoio do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

Longe dos microfones, os dirigentes afirmam que como Gustavo tem autonomia para gerir o futebol tricolor, precisa ser responsabilizado pelos erros.

A crítica central é de que o executivo planejou mal o segundo semestre da equipe em 2016. Sabia que perderia Calleri e que havia possibilidade de Ganso sair, mas não se preparou previamente para as perdas. Além disso o filho do ex-jogador Sócrates é cobrado por não ter fortalecido o time antes das semifinais da Libertadores, já que trouxe o atacante Cueva, que não podia atuar na competição.

Outras queixas são de que ele teria perdido o controle do vestiário, além de relutar a afastar jogadores que contratou.

Gustavo também gera repulsa de parte da diretoria por supostamente passar por cima de outros diretores, reclamação feita por Luiz Cunha, que havia barrado a contratação de Cueva e pediu demissão do comando do futebol em seguida. Cunha tem sido lembrado por dirigentes como exemplo de diretor que mantinha o elenco sob controle.

Para medir a intensidade da pressão sobre o executivo, alguns diretores afirmam que a rejeição enfrentada por ele é maior do que a encarada por Ataíde Gil Guerreiro, que deixou a vice-presidência de futebol e hoje é diretor de relações institucionais.

O blog procurou Gustavo por meio da assessoria de imprensa do São Paulo, mas ele respondeu que não se manifestaria.

Além do dirigente remunerado, Denis, Michel Bastos, Carlinhos, Bruno, Thiago Mendes e Wesley são fortemente cornetados por cartolas.

São Paulo sem graça no Morumbi vazio

Leia o post original por Antero Greco

Imagino como devam estar felizes os valentões que no sábado invadiram o CT do São Paulo para ameaçar e agredir jogadores. O resultado da violência dos estrategistas do caos se viu na tarde deste domingo, no empate por 0 a 0 com o Coritiba. O time mostrou futebol insosso, contido e pouco eficiente. Para arquibancadas vazias no Morumbi.

Ricardo Gomes escalou Michel Bastos, um dos mais visados nos protestos. Carlinhos e Wesley, outros na ira dos descontentes, esquentaram banco. Michel sumiu no meio-campo, assim como Hudson, Thiago Mendes, Cueva e Kelvin. A turma não funcionou. Na frente, Chavez fez o que pôde, perdeu uma chance no primeiro tempo e criou outra na segunda fase.

A compensação fica para a defesa. O argentino Buffarini e o chileno Mena ocuparam as laterais. E, pelo visto, o treinador desistiu de Bruno e Carlinhos, antes os preferidos. Lyanco jogou na vaga de Rodrigo Caio, machucado. Denis trabalhou menos do que o habitual, pela opção do Coritiba em defender-se antes de mais nada. O Coxa veio para garantir ao menos o empate, e fiou feliz.

Para não dizer que tudo foi ruim, o São Paulo até esteve ligeiramente mais ativo do que em outras ocasiões. Ainda assim, muito aquém do necessário para sair da situação incômoda de coadjuvante no campeonato. Com 28 pontos, circula pela 11, 12.ª colocações. E tem de dar graças a Deus que todo mundo anda roubando pontos de todo mundo. Senão, estaria perto da degola.

O próximo desafio é o Palmeiras, no dia 7, no Allianz. Vale lembrar que o jogo será com torcida única. No caso, a verde.

 

Denis e Michel Bastos são mais cobrados do que Gomes por cartolas do SPFC

Leia o post original por Perrone

Denis e Michel Bastos estão entre os mais criticados por membros da diretoria do São Paulo em meio aos maus resultados do time. A situação lembra o início do ano, quando os dois eram fortemente cobrados pela torcida e internamente também.

Agora as críticas de cartolas aumentaram. Quem faz barulho são os que participam da diretoria, mas não estão no departamento de futebol.

A queixa contra Denis é de que não se trata de fase, mas de seu nível como goleiro. Seguidas falhas mostram, na opinião de seus críticos, que ele não pode ser titular do time. A contratação com urgência de um substituto é pedida.

Já Michel Bastos voltou a ter o seu comprometimento com o time questionado exatamente como aconteceu antes de a equipe embalar na Libertadores.

A pressão sobre a dupla é maior do que a exercida sobre Ricardo Gomes. Apesar de enfrentar rejeição até de alguns diretores quando chegou ao Morumbi, o treinador tem sido menos criticado do que Denis e Michel. Mas seu trabalho também não agrada.

Mesmo eliminado, São Paulo merece aplausos de sua torcida

Leia o post original por Perrone

Com a derrota por 2 a 1 para o Atlético Nacional, na Colômbia, o São Paulo foi eliminado da Libertadores nesta quarta nas semifinais, fase na qual parecia ser incapaz de chegar. Depois de começar o ano sofrendo com salários atrasados, vestiário rachado, irritação da torcida, acusações de corpo mole e até dando vexame ao perder para o boliviano The Strongest em casa, a equipe de Edgardo Bauza deu a volta por cima. Com garra, aplicação tática e boas atuações individuais, principalmente de Michel Bastos, Paulo Henrique Ganso e Calleri, os tricolores conquistaram o direito de sonhar com o título.

Porém, nas semifinais, o clube brasileiro, sem Ganso, lesionado, foi inferior ao Atlético nos dois jogos, e ainda ficou no prejuízo na primeira partida pela expulsão infantil de Maicon. A diferença entre os adversários foi grande. Ficou a impressão de que mesmo sem o cartão vermelho de Maicon no Morumbi não daria para o clube brasileiro.

Por tudo que superou durante a campanha, o elenco são-paulino merece aplausos de sua torcida e apoio para continuidade da temporada, que não promete ser menos dura do que foi a trajetória no torneio continental. Ainda mais se for repetido o descontrole de alguns jogadores, principalmente Lugano e Wesley, ao final da partida na Colômbia. O pênalti não marcado pelo juiz e um suposto erro na expulsão do zagueiro não justificam o destempero tricolor.

São Paulo caiu na real, faltou elenco

Leia o post original por Fernando Sampaio

rib_8883Dia 20 de maio, quando a semi foi definida, postei: “Atlético Nacional é favorito na semifinal”.

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Os torcedores irracionais ficaram malucos.

Hoje, acho que mudaram de ideia.

Os colombianos haviam mostrado mais futebol até aquele momento. O time é forte, bem treinado, rápido, perigoso. Reinaldo Rueda é escola Osório. Defesa avançada, ataca a bola, passe com qualidade. O atual elenco do São Paulo nunca me convenceu. É mais fraco do que 2015. Bauza até fez um bom trabalho, montou um time competitivo, dentro do possível.

Semifinal foi além da expectativa.

Ganso, Kelvin e até Centurión fizeram muita falta. Justamente pela falta de elenco.  Sem Ganso o time perdeu a criação. Ficou sem a assistência. Kelvin estava numa boa fase. Wesley é fraco. Ytalo incógnita. O banco de reservas era de chorar. Coitado do Bauza. O Atlético Nacional marcou com facilidade no primeiro tempo. Só Calleri ou Michel Bastos poderiam levar algum perigo ao Armani. Depois, Kardec deu alguma esperança na bola aérea. Nada suficiente para uma boa vitória.

O jogo tinha tudo pra terminar 0x0 até que Maicon fez a sua lambança. O zagueiro jamais poderia ter empurrado a cabeça do Borja. Arriscou, dançou. Se fosse o Lucão… Sorte que o garoto já está na Europa. Mauro Vigliano foi bem na partida mas pisou na expulsão. Não era para vermelho, ainda mais num jogo pegado de Libertadores. Até aí tudo bem, mas Maicon teve muito mais culpa que o árbitro argentino.

Postei outro dia sobre a compra do Maicon.

Pesquise no Blog.

Continuo pensando da mesma forma. Pelo momento, a negociação envolveu muito mais paixão que razão. A falta de elenco também contou na transação. Por isso pagaram tão caro. Lugano está mais para treinador que jogador, Caio sozinho seria desastre. Zaga com Denis, Bruno e Mena não é fácil. Os garotos da base tem qualidade, mas precisam de amadurecimento.

Agora é cair na real e trabalhar para voltar à Libertadores.

No início do ano, olhando o elenco, eu dizia que não voltaria pelo G-4.

Continuo achando que não, embora torcendo para que sim.

Pena que torcida não adianta, bom mesmo é ter elenco forte e equilibrado.