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Um ano do maior vexame da história do futebol mundial! Hoje, com a cabeça mais fria, você já consegue explicar o inesquecível 7 a 1? E será que aprendemos algo com o passeio que levamos da Alemanha no Mineirão?

Leia o post original por Milton Neves

7777Montagem: Futebol da Depressão

7 a 1 foi pouco!

Essa expressão não sai da boca do brasileiro há exatos 365 dias.

Como o tempo passa rápido, não é mesmo?

Afinal, parece que foi ontem que, no Mineirão, Thomas Muller, após cobrança de escanteio, encontrou a zaga brasileira completamente escancarada para abrir o placar da semifinal da Copa do Mundo de 2014.

Depois, Klose, Kroos (duas vezes), Khedira e Schürrle (também duas vezes) completaram o verdadeiro passeio alemão sobre o Brasil.

E, no finalzinho da partida, o destino ainda quis que Oscar marcasse um golzinho de honra, que não diminuiu em nada o maior vexame da história do futebol mundial.

Mas, e então, amigo internauta!

Um ano se passou e, com a cabeça mais fria, certamente já conseguimos analisar melhor os inacreditáveis 7 a 1 para a Alemanha.

Apagão, acaso ou choque de realidade: para você, o que aconteceu?

E, hoje, quem você elege como o grande vilão desse vexame brasileiro?

Eu não vou falar o meu escolhido para não influenciar o seu voto (mas você deve imaginar…).

E tendo em vista os resultados em campo da seleção e toda a crise pela qual a CBF passa neste ano, será que já conseguimos aprender alguma lição com os 7 a 1?

Opine!

Seleção brasileira de futebol (1914 – 2014)

Leia o post original por Milton Neves

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placar alemanha

O belíssimo estádio do Mineirão viu hoje a maior vergonha da história do futebol brasileiro.

Perder para a Alemanha, meus amigos, era algo completamente normal e previsível.

Avisei aqui e também na TV, na Rádio, no jornal, no Twitter, no Facebook…

Mas levar uma goleada por 7 a 1, jogando em casa, em uma semifinal de Copa do Mundo é, sem dúvida, a página mais humilhante da história do nosso futebol.

E isso graças ao teimoso Luiz Felipe Scolari.

Teimoso porque deveria, sim, ter tirado Neymar quando o Brasil abriu 2 a 0 na Colômbia, na última sexta-feira.

Claro que não ganharíamos com o craque do Barça em campo.

Mas garanto que a humilhação seria menor.

E também por ter começado com o time tão aberto diante dos fortes alemães.

Cometeu o mesmo erro que Muricy Ramalho na final entre Santos e Barcelona, em 2011, quando o então técnico do Peixe pensou que poderia jogar de igual para igual com o time de Messi.

Logo você, Felipão, tão copeiro, quis ousar bem contra Alemanha?

Mas, pelo menos, essa derrota serviu para limpar a barra de Barbosa e cia.

Afinal, a derrota de 50 foi peixe pequeno perto da verdadeira humilhação de hoje.

O futebol brasileiro morreu no dia 8 de julho de 2014, em Belo Horizonte, no estádio do Mineirão.

Poderá ressuscitar?

Claro que sim!

Basta que dirigentes com pensamentos que já deveriam ter sido enterrados há tempos saiam de cena.

E vejam abaixo o meu comentário desta madrugada, no Jornal da Noite, onde mostrei a diferença entre Luiz Felipe Scolari e Van Gaal.