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Trio MSN nunca será Coutinho, Pelé e Pepe porque não é trio, mas quinteto: Messi, Suárez, Neymar, Satélite e Internet

Leia o post original por Milton Neves

Trio MSN mostrou mais uma vez o seu poder de ataque

Até mesmo o genial Ruy Castro já está vendo os três grandes craques do Barça como o melhor trio de ataque da história da bola.

Sim, são excelentes, maravilhosos e únicos.

Falo de Messi e de Neymar.

Suárez não.

É bom artilheiro, tem cheiro de rede, é matador e fazedor de gols.

Espécie de Toninho Guerreiro, César Maluco de 69 a 72 e de Luizito Artime.

E já está bom demais.

Ah, o argentino Artime, o “Giuliano Gemma do Parque Antarctica”, foi bem melhor.

MSN: tudo dos três é mostrado à exaustão pela mídia do mundo a cada segundo.

Nasceram em época muito melhor na exposição, no marketing, na tecnologia e na modernidade.

Pelé e companhia, não.

O Rei e seus discípulos pregaram “no deserto” em todo o planeta e tiveram audiência localizada e imensa fama silenciosa de boca a boca.

Ou seja, só quem estava no estádio viu o que os gênios do Santos fizeram nos anos 50 e 60 nos cantões da terra.

Além de anêmicas imagens dos “Cine Jornais” e da TV branco e preto de terceira divisão.

“Nunca comparem nada deste mundo com Pelé e vocês não viram nada do que ele realmente fez. Só eu, Pepe e o massagista Macedo somos reais testemunhas”, disse-me várias vezes o saudoso Zito, o Gerente.

E, óbvio, projeto o seguinte:

Messi nunca será Maradona.

Neymar passará Messi.

Jamais ninguém passará Pelé.

O Rei jogando hoje no Campeonato Espanhol contra os 17 mortos-vivos que “enfrentam” Barça, Real Madrid e Atlético de Madrid, faria 150 gols por ano.

Ou mais.

Com os gramados atuais, regras protetivas da Fifa pró-talento, alimentação profissional, material esportivo top de linha, chuteiras excepcionais e medicina e fisioterapia de última geração, Pelé teria feito de 3.600 a 4.200 gols na carreira única de vinte anos.

Contra essa becaiada ruim de hoje então…

Assim, parem de comparar o incomparável.

Coutinho, Pelé e Pepe foram craques secretos.

Hoje Messi tem mídia tipo Trump, Pelé de Eymael.

Atualmente, Messi, Suárez e Neymar aparecem mais do que o Papa, o presidente dos EUA, a eleição americana e o “petrolão” do Brasil.

Brasil que estará efervescente neste domingo pelas ruas.

E hoje, escrevendo na sexta-feira pela manhã, “garanto” que o polêmico “atacante” Lula não será preso via MP paulista.

A juíza, competente e graduada, não vai segurar essa bucha toda.

Estão vendo?

Chuto até na política os resultados “dos jogos”.

E insisto chutando mais: o Corinthians, hoje um elenco de refugos, terá vida curta na Libertadores.

O São Paulo também.

Com Denis, o único goleiro inexperiente do mundo aos 28 anos, não dá.

O comunzão do Grêmio igualmente terá vida do tamanho de coice de porco.

Galo e Palmeiras vão durar mais e podem até chegar.

Sim, o Palmeiras que, com novo técnico, terá finalmente um time definido e não um exagerado mutirão verde saindo pelo ladrão.

E aí o Verdão terá, em um mês, uma mídia que Coutinho, Pelé e Pepe não tiveram em… 18 anos!!!

E que Messi, Suárez e Neymar têm hoje a cada 18… minutos!

Foto: Albert Gea/Reuters – retirada do Portal Band.com.br

Copa do Rey: Barcelona 4 x 1 Espanyol

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD —- @BarudDaniel

Copa do Rey Barça 2x1 Espanyol_POSICIONAMENTO 1

Formações táticas iniciais das equipes. Barça no 4-3-3 e Espanyol no 4-4-2 em linhas. (Tactical Pad)

Na estréia de Arda Turan, o Barcelona enfrentou o Espanyol pela Copa do Rey. O Barça foi a campo no tradicional 4-3-3, com o meia turco entre os titulares, depois de ter ficado todo início da temporada 15/16 sem atuar, devido a punição da FIFA, imposta ao Barça.

O Barça começou intenso, marcando em cima, com posse de bola, pressionando no campo do Espanyol. Mas quem aprontou mesmo foram os visitantes. Organizado no típico 4-4-2 em linhas, o Espanyol foi a Catalunha disposto a aprontar. Tanto que aos aos 9’min, em rápido contra-ataque, os Blanquiblaus abriram o placar, com o equatoriano Felipe Caicedo, após belo passe de Marco Ascenio.

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Flagrante da reprise do contra-ataque veloz do Espanyol. Piqué e Mascherano no mano a mano. Recomposição defensiva barcelonista falhou.

O Barcelona não se apavorou. Continuou intenso no campo de ataque, dominando as ações e, logo em seguida, empatou com Messi, aos 12’min, após troca de passes na entrada da grande área do Espanyol. Suárez tocou para Neymar, que deixou para Iniesta achar a infiltração de Messi. Barça 1 a 1.

Disciplinado e aplicado taticamente, os visitantes ocupavam bem os espaços e tentavam não dar espaços para penetração/infiltração catalã pela faixa central do campo, o que seria fatal. Transição ofensiva rápida era a arma da equipe visitante, que não abdicava de atacar, apesar de cometer bastante faltas (11 a 7 para os visitantes).

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Flagrante do 4-3-3 na fase defensiva, com linhas próximas, compactas, fechando bem os espaços. Espanyol atacando com 6 jogadores.

O tridente ofensivo era bastante acionado, principalmente Neymar, com suas entradas em diagonal, fazendo o facão. Pelo lado dos Periquitos da Catalunha, as ações ofensivas viasavam o flanco direito de ataque, aproveitando os espaços deixados por Jordi Alba. Neymar distribuia dibles e sofria faltas e pontapés. Entretanto, o juiz deixava o jogo seguir.

O Barça comandava o jogo, controlando com a posse, mas não conseguia furar o bloqueio visitante. No final da primeira etapa, um bate boca na área do Espanyol, após escanteio barcelonista, Arda Turan deixou o pé no goleiro Pau López, mas quem arrumou confusão foi Luiz Suárez. Amarelo para o atacante uruguaio e para o goleiro do Espanyol.

No intervalo, substituição no Espanyol: Marco Ascenio saiu e entrou Salva Sevilla. Barça controlando a etapa final. Como de costume. Piqué amplia o placar aos 48. Iniesta, mais uma vez com uma visão de jogo extraordinária, achou Messi em profundidade, indo a linha de fundo, que só teve que cruzar para ozagueiro completar para o fundo do gol.

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Mais um flagrante da marcação alta blaugrana, pressionando a saída de bola adversária, induzindo ao erro.

O Barça controlava o jogo, com o domínio amplo da posse de bola e criava as oportunidades da partida. Com muitas ações pelo flanco esquerdo, com muita participação de Iniesta, Neymar e Messi. Suárez estava meio apagado.

Aos 67’min, Rakitic entrou e o estreante Arda Turan saiu. Aleix Vidal também estreiou. Daniel Alves saiu para ele entrar. Aos 72’min, Hernán Perez foi expulso, após entrada maldosa em Jordi Alba. Aos 74’min, outra expulsão pelo lado dos visitantes. Diop recebeu o segundo amarelo após discussão com Suárez. Desnecessária.

O Barça se manteve em cima, tentando ampliar o placar. Suárez perdeu chance clara. O Espanyol naõ teve chances na etapa final. Quando tinha a bola, a marcação era firme. Aos 87’min, Neymar fez o quarto e fechou o caixão. Alba pressionou, Neymar recuperou, tocou para Messi que lançou para o camisa 11 catalão que bateu firme na saída do goleiro.

O jogo de volta está marcado para o dia 13 de Janeiro, na casa do Espanyol, no Power Stadium.

ESCREVEU DANIEL BARUD — @BarudDaniel