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Dono da Crefisa sofre nova derrota na Justiça contra sindicato de Mustafá

Leia o post original por Perrone

José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, sofreu nova derrota no processo que corre contra o Sindicato Nacional das Associações de Futebol Nacional, presidido por Mustafá Contursi, ex-mandatário palmeirense.

Lamacchia cobra uma dívida de R$ 430 mil, que teriam sido emprestados ao sindicato, segundo sua versão. Ele tentou reverter decisão que considera o repasse doação, mas teve seu pedido rejeitado pela Justiça, na última quinta (29).

A primeira decisão havia sido favorável ao empresário, mas o sindicato a reverteu e agora conseguiu mantê-la. “Não comentamos decisões judiciais. Cabe recurso e recorreremos da decisão”, disse a assessoria de imprensa de Lamacchia.

(Colaborou Bruno Grossi, do UOL, em São Paulo)

Dono da Crefisa sofre nova derrota na Justiça contra sindicato de Mustafá

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José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, sofreu nova derrota no processo que corre contra o Sindicato Nacional das Associações de Futebol Nacional, presidido por Mustafá Contursi, ex-mandatário palmeirense.

Lamacchia cobra uma dívida de R$ 430 mil, que teriam sido emprestados ao sindicato, segundo sua versão. Ele tentou reverter decisão que considera o repasse doação, mas teve seu pedido rejeitado pela Justiça, na última quinta (29).

A primeira decisão havia sido favorável ao empresário, mas o sindicato a reverteu e agora conseguiu mantê-la. “Não comentamos decisões judiciais. Cabe recurso e recorreremos da decisão”, disse a assessoria de imprensa de Lamacchia.

(Colaborou Bruno Grossi, do UOL, em São Paulo)

Sindicato de Mustafá obtém vitória contra dono da Crefisa. Cabe recurso

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O sindicato presidido por Mustafá Contursi, ex-presidente do Palmeiras, obteve, nesta quinta (18), vitória na Justiça contra cobrança de R$430 mil, mais correção monetária, feita por José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa. Cabe recurso.

A 32ª  Câmara  de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo considerou procedente recurso do Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e Suas Entidades Estaduais e Ligas contra decisão em primeira instância, no ano passado, que o obrigava a pagar a quantia a título de empréstimo.

Mustafá alega que houve uma doação por parte dos proprietários da Crefisa, versão  aceita pela Justiça nesta quinta. Lamacchia, que afirma ter feito um empréstimo, deve recorrer.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Leila Pereira, mulher de Lamacchia e presidente da Crefisa, disse:  “não comentamos a decisão. E, nesse caso, ainda cabe recurso.”

O ex- presidente palmeirense e o casal de patrocinadores do clube se tornaram desafetos após divergências sobre mudanças estatutárias no Palmeiras.

Proposta de mudança estatutária no Palmeiras ameaça poder de Mustafá no COF

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A comissão que estuda mudanças estatutárias no Palmeiras preparou uma proposta que ameaça o poder de Mustafá Contursi no COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), apesar de sustentar não ser essa a motivação. A sugestão é para que os ex-presidentes do clube percam o direito a voto no órgão, a menos que sejam eleitos para o cargo.

Atualmente, quem passou pela presidência se transforma em membro nato do COF, com direito a voto.  A ideia é que essa vaga automática seja extinta e que os ex-mandatários participem das reuniões, emitam opiniões, mas não possam votar. Se quiserem atuar nas votações no órgão, terão que disputar o pleito no Conselho Deliberativo.

Para aliados de Contursi, a medida visa o enfraquecimento dele, já que o órgão é seu principal reduto entre os poderes da agremiação. Defensores da transformação negam esse objetivo. Além do próprio Mustafá, se novidade for aprovada pelo Conselho Deliberativo e pelos sócios, Arnaldo Tirone, Affonso Della Monica Neto e Carlos Bernardo Facchina Nunes, mais próximos de Contursi, perderão o direito a voto. Assim como Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, alinhado ao presidente Maurício Galiotte, e Paulo Nobre, afastado das decisões políticas.

O blog telefonou para Mustafá para saber a opinião dele sobre a proposta, mas as ligações não foram atendidas. Defensores apontam a democratização do órgão como um dos principais objetivos, embora parte deles admita que um possível reflexo será o enfraquecimento de Mustafá. Mas ressaltam que, se o novo formato for confirmado, Contursi e seus aliados poderão se candidatar.

Membro da comissão e que apoia a ideia disse ao blog, sob a condição de anonimato, que o entendimento é de que os ex-presidentes podem ser consultivos, mas sem direito a voto, já que não foram eleitos pelo Conselho Deliberativo como os demais integrantes. Assim, se o ex-cartola quiser votar, precisa encarar as urnas. O modelo atual é considerado injusto. Situacionista, ele afirmou que a iniciativa não pode ser considerada obra da situação já que a maioria do grupo, que tem gente da oposição, a aprovou.

Um dos argumentos dos que defendem a mudança é o de que parte dos ex-presidentes não vai à maioria das reuniões do COF e só aparece em votações importantes. Isso daria mais peso político ao um órgão que deve orientar e fiscalizar. Vale lembrar que, antes da atual composição do órgão, o COF, liderado por Mustafá, travou uma guerra com Galiotte não aprovando as contas de sua gestão por discordar da maneira como foram feitas mudanças no contrato de patrocínio com a Crefisa. Outro ponto é que seria preciso dar o lugar de quem não vai a todos os encontros para quem está disposto a comparecer.

O ex-presidente Belluzzo concorda com o argumento de que a alteração democratizaria mais o órgão. “Sou favorável à essa proposta. Não acho que seja muito democrático o ex-presidente poder votar sem ter sido eleito. O modelo atual consolida uma situação de reverência aos ex-presidentes que não é devida. Os ex-presidentes devem ser respeitados, não reverenciados. Você vai cristalizando uma situação de poder do ex-presidente. A experiência não tem sido boa porque suscita comportamentos inadequados”, declarou o ex-presidente.

Belluzzo discorda da tese de que um dos objetivos da mudança seja minar o poder de Mustafá no COF. “Não acho que seja isso, mas ele não deveria buscar o poder. O ex-presidente não pode ficar no casco do navio como se fosse craca”, disse. Ele ainda sugeriu que seja criado um conselho consultivo com os conselheiros que já passaram pela presidência do Palmeiras.

“Pra mim não tem importância, já fiz minha obrigação como presidente do clube. Mas acho que está errado. Convenhamos, os ex-presidentes são bem mais experientes. É uma forma de afastar os que já prestaram serviços ao clube. Tem acontecido frequentemente, estou aborrecido com as coisas como são hoje em dia no futebol, sou de outro tempo, não tenho ido ao COF”, disse Facchina.

O blog não conseguiu falar com Galiotte sobre o tema, mas apurou que ele é favorável à ideia por considerar que a troca vai democratizar o COF e fortalecer o Conselho Deliberativo, algo que tem buscado em sua gestão. O cartola também não vê motivação política na proposta.

Para sustentar que o objetivo não é minar Mustafá, situacionistas lembram que o atual presidente também seria afetado pela alteração. E afirmam que hoje o COF está equilibrado entre oposição e situação. Porém, o presidente, Tommaso Mancini, é apoiador do grupo de Galiotte.

Atualmente, o Conselho de Orientação e Fiscalização tem 15 membros eleitos para mandatos de dois anos. A ideia é que as vagas dos ex-presidentes sejam extintas mas que haja um período de transição. A comissão ainda precisa aprovar o texto final, que será apresentado aos conselheiros. Para o estatuto ser alterado são necessárias aprovações do Conselho Deliberativo e dos associados. O processo todo deve levar cerca de três meses. Para se candidatar é preciso ter sido conselheiro por pelo menos oito anos.

 

Entenda as duas próximas disputas políticas no Palmeiras

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Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Depois de a situação ficar com a maior parte das vagas em disputa no Conselho Deliberativo no último sábado (9), duas novas batalhas começam a mobilizar os bastidores do Palmeiras. A primeira, deve acontecer em 11 de março, para quando está prevista a votação para definir o novo presidente do órgão, chamado também de CD. No dia 18 do próximo mês,  deve ocorrer a eleição de novos integrantes do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização), que tem ainda membros fixos.

As disputas opõem principalmente o presidente Maurício Galiotte e Leila Pereira, dona da Crefisa, patrocinadora do time, à oposição, com destaque para Genaro Marino, ex-vice alviverde, e Mustafá Contursi, ex-presidente. Os dois opositores são originários de grupos políticos diferentes.

Para a eleição do Conselho Deliberativo, Seraphim Del Grande, já decidiu que tentará a reeleição. Ele tem o apoio da situação. Os oposicionistas ainda não definiram candidato(s).

Em tese, o principal dirigente do CD deve ser neutro, limitando-se a aplicar as regras estatutárias. Porém, a oposição acusa Del Grande de ter apoiado Galiotte e Leila nas disputas em torno das últimas mudanças estatutárias. Por isso, crê ser fundamental colocar na presidência alguém de seu grupo para supostamente neutralizar a força situacionista.

O candidato à reeleição à presidência do órgão nega que em algum momento tenha agido favoravelmente a oposição. “Se for eleito, vou continuar tentando colaborar para pacificar o Palmeiras”, declarou Del Grande.

Para a presidência do COF ainda não há candidatos declarados, já que é preciso primeiro eleger os novos integrantes. Essa disputa ganha especial importância pelo fato de o órgão ser considerado no clube como o último reduto de grande influência de Mustafá. Além disso, o COF se transformou em pedras nos sapatos de Galiotte e Leila.

A maioria dos “cofistas” discordou das mudanças feitas no contrato de patrocínio entre Palmeiras e Crefisa e da forma como o alviverde lidou contabilmente com a alteração. A partir daí, o órgão passou a rejeitar as contas da atual gestão. Ter maioria no COF e fazer seu presidente deixaria os situacionistas em vantagem teórica nos dois órgãos responsáveis por importantes decisões.

Justiça aceita denúncia contra Mustafá em caso envolvendo suposto cambista

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O juiz Ulisses Augusto Pascolati Júnior aceitou nesta quarta (17)denúncia apresentada pelo Ministério Público contra Mustafá Contursi, ex-presidente do Palmeiras, e mais duas pessoas acusadas de envolvimento com suposta revenda ilegal de ingressos.

A abertura do processo foi determinada após conclusão do inquérito que investigava denúncias sobre a participação do cartola em suposto desvio de entradas oferecidas a ele pela Crefisa, patrocinadora alviverde. Os bilhetes teriam sido entregues a uma sócia do clube e repassados a um cambista.

Além de Mustafá, terão que responder às acusações na Justiça Eliane de Souza Guimarães Fontana, associada palmeirense, e Anderson Munari, que teria atuado como cambista.

Durante as investigações policiais Mustafá e Eliane negaram ter repassado entradas para cambistas. O dirigente alegou nunca ter revendido ingressos.  Os três acusados terão dez dias para apresentarem suas defesas.

Vale lembrar que o fato de a denúncia ser aceita significa que o processo será aberto para que seja apontada pela Justiça culpa ou inocência dos réus.

Mustafá foi denunciado por supostamente ter cometido crimes previstos nos artigos 41-F (vender ingressos para eventos esportivos por preço superior ao estampado no bilhete) e 41-G (fornecer, desviar ou facilitar a venda de ingressos por preço superior) do estatuto do torcedor.

A pena prevista no primeiro artigo é de reclusão de um a dois anos e multa. No segundo, a punição é de dois a quatro anos de reclusão, além de multa. Eliane foi denunciada no artigo 41-G, e Munari no 41-F.

O MP havia pedido o arquivamento do caso, mas os advogados da Crefisa pediram novas investigações e foram atendidos.

De acordo com a denúncia, os depoimentos de duas testemunhas que alegam ter comprado os ingressos por preço maior que o de face foram fundamentais. Os dois torcedores afirmam que foram até o Sindicato Nacional das Associações de Futebol, presidido por Contursi, para comprar entradas para jogos do Palmeiras por R$ 200 e R$ 300. Um deles sustenta que ao chegar no local e perguntar pelos bilhetes uma moça chamou Mustafá. O outro relata que comprou ingressos diretamente do cartola.

Segundo a investigação, a Crefisa doava 70 ingressos para Mustafá repassar a sócios e conselheiros do Palmeiras. Pelo menos parte dessas entradas teria sido revendida de forma ilegal.

Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, donos da Crefisa, e Paulo Rogério de Aquino, o Paulo Serdan, líder da Mancha Alviverde foram ouvidos durante o inquérito na condição de testemunhas.

O casal de empresários se elegeu para o Conselho Deliberativo do Palmeiras com o apoio de Mustafá. Porém, por conta de divergências os dois se tornaram adversários políticos do ex-presidente.

 

 

 

 

Sindicato de Mustafá é condenado a pagar mais de R$ 430 mil a ‘sr. Crefisa’

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Em primeira instância, a 23ª Vara Cível de São Paulo condenou o sindicato presidido pelo ex-presidente do Palmeiras Mustafá Contursi a pagar R$ 430 mil com correção monetária a José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas).

O Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e Suas Entidades Estaduais e Ligas terá também que arcar com juros de mora de 1% ao mês a partir de 9 de janeiro deste ano. Cabe recurso.

Patrocinador palmeirense, Lamacchia acionou a Justiça alegando que emprestou R$ 430 mil ao Sindicato do Futebol, como é conhecida a entidade, e que não recebeu o dinheiro de volta ao fazer a cobrança.

Mustafá se defendeu afirmando que havia sido combinada, verbalmente, uma doação. Assim, não haveria dinheiro a ser devolvido. Alegou inexistir contrato de empréstimo.

Em sua decisão, a juíza Cristiane Amor Espin escreveu que “ao contrário do sustentado pelo réu (Mustafá), o mútuo não exige forma solene, mas sim a doação de valor que não seja irrisório, exige instrumento público ou particular”.

A principal prova apresentada por Lamacchia, conselheiro alviverde assim como sua esposa, Leila Pereira, presidente da Crefisa, foi o comprovante de depósito na conta do sindicato.

Outro ex-presidente do Palmeiras já havia sido processado por Lamacchia. Ele foi à Justiça cobrar um empréstimo de R$ 300 mil de Arnaldo Tirone. O ex-dirigente não se defendeu, pagou a quantia com correção e o processo foi extinto.

Mustafá e ingressos: pedido de advogado da Crefisa evita arquivamento

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Uma reviravolta impediu que o inquérito relacionado ao suposto envolvimento de Mustafá Contursi com a venda ilegal de ingressos para jogos do Palmeiras fosse arquivado neste momento. O arquivamento havia sido pedido pelo Ministério Público de São Paulo.

Antes de analisar o pedido, o juiz ligado ao caso foi procurado pelo advogado que representa a Crefisa, interessada no procedimento. Ele argumentou sobre a necessidade de novas investigações para esclarecer os fatos. Por meio dos autos, o juiz Ricardo Augusto Ramos encaminhou a intervenção do advogado ao MP na última segunda (1º).

“Em busca da verdade real, manifesto-me favoravelmente em relação às diligências requeridas, a serem cumpridas no prazo de 60 dias”, escreveu o promotor Paulo Castilho em despacho nesta quarta (3). Ele havia sido o responsável por solicitar o arquivamento alegando falta de provas.

“Antes de o juiz analisar o pedido de arquivamento, foi procurado pelo advogado. Já me posicionei a favor e ele vai determinar essas novas diligências. Depois, o inquérito volta para o Ministério Público (manifestar se propõe ação penal ou solicita novamente o arquivamento)”, disse Castilho ao blog.

Desde o início das investigações, Contursi nega o envolvimento com cambistas ou que ele mesmo tenha comercializado entradas para as partidas. O inquérito apura se ele negociou ou facilitou a entrega de bilhetes cedidos pela Crefisa, patrocinadora do alviverde, para revendedores ilegais.

O caso estourou no auge da crise entre o ex-presidente palmeirense e o casal dono da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas). Mustafá era aliado de Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, também conselheiros do clube. Eles romperam por divergências durante o processo de mudanças estatutárias que culminou com o aumento do mandato para presidente de dois para três anos.

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Na última segunda (24), o Ministério Público de São Paulo pediu o arquivamento da investigação sobre suposta participação de Mustafá Contursi na venda ilegal de ingressos para jogos do Palmeiras. De acordo com a decisão do promotor Paulo Castilho, não ficou comprovado o envolvimento do ex-presidente palmeirense com cambistas. E nem que ele tenha vendido diretamente as entradas. Assim, não haverá abertura de processo na Justiça.

A investigação foi feita pela DRADE (Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes de Intolerância Esportiva) por solicitação de Castilho após o início de uma investigação no Conselho Deliberativo palmeirense.

A suspeita era de que Mustafá estaria repassando a cambistas tíquetes cedidos pela Crefisa, patrocinadora alviverde. O caso estourou no ápice da crise entre o ex-dirigente e Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, donos da patrocinadora, conselheiros alviverdes e ex-aliados de Contursi.

O documento de promoção de arquivamento, ao qual o blog teve acesso, cita que durante as investigações foi feita uma denúncia anônima dando nomes de dois homens que teriam comprado os ingressos de Mustafá na sede do sindicato de clubes presidido por ele.

Os supostos compradores prestaram depoimento, confirmaram a denúncia, mas o pedido de arquivamento diz que não foi comprovada a veracidade da acusação. “As versões são contraditórias e não existem testemunhas que visualizaram as supostas vendas. E, ainda, os funcionários do edifício afirmaram que nunca visualizaram Mustafá vendendo os ingressos na recepção”, escreveu Castilho ao promover o arquivamento do procedimento investigatório.

“Sendo assim, não existem os elementos suficientes para a propositura da ação penal. Ante o exposto, promovo o arquivamento dos autos…”, decretou Castilho no documento encaminhado à Justiça.

Outros depoimentos foram tomados na tentativa de se comprovar que o ex-dirigente repassava bilhetes entregues na sede do sindicato para cambistas, mas nenhuma prova foi obtida.

Entre as pessoas envolvidas, estava a sócia do Palmeiras Eliane de Souza Guimarães Fontana, que teria sido ameaçada por um membro da Mancha Alviverde após deixar de repassar para ele ingressos deixados por Crefisa e FAM (Faculdade das Américas) na sede da entidade presidida por Mustafá.

Ela sustentou que eram entregues envelopes separados com 50 ingressos destinados ao sindicato e 20 bilhetes que ficavam com a sócia do clube. Ainda declarou que encaminhava algumas das entradas a um homem chamado Anderson, que teria feito as ameaças. Eliane, no entanto, não ligou os bilhetes repassados por ela e nem Anderson a Mustafá.

No inquérito, o ex-presidente disse que nunca vendeu ingressos. Cedia as entradas vindas da patrocinadora de graça. Também afirmou ter diversas cadeiras cativas no Allianz Parque e que as empresta sem nada cobrar.

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A investigação foi feita pela DRADE (Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes de Intolerância Esportiva) por solicitação de Castilho após o início de uma investigação no Conselho Deliberativo palmeirense.

A suspeita era de que Mustafá estaria repassando a cambistas tíquetes cedidos pela Crefisa, patrocinadora alviverde. O caso estourou no ápice da crise entre o ex-dirigente e Leila Pereira e José Roberto Lamacchia, donos da patrocinadora, conselheiros alviverdes e ex-aliados de Contursi.

O documento de promoção de arquivamento, ao qual o blog teve acesso, cita que durante as investigações foi feita uma denúncia anônima dando nomes de dois homens que teriam comprado os ingressos de Mustafá na sede do sindicato de clubes presidido por ele.

Os supostos compradores prestaram depoimento, confirmaram a denúncia, mas o pedido de arquivamento diz que não foi comprovada a veracidade da acusação. “As versões são contraditórias e não existem testemunhas que visualizaram as supostas vendas. E, ainda, os funcionários do edifício afirmaram que nunca visualizaram Mustafá vendendo os ingressos na recepção”, escreveu Castilho ao promover o arquivamento do procedimento investigatório.

“Sendo assim, não existem os elementos suficientes para a propositura da ação penal. Ante o exposto, promovo o arquivamento dos autos…”, decretou Castilho no documento encaminhado à Justiça.

Outros depoimentos foram tomados na tentativa de se comprovar que o ex-dirigente repassava bilhetes entregues na sede do sindicato para cambistas, mas nenhuma prova foi obtida.

Entre as pessoas envolvidas, estava a sócia do Palmeiras Eliane de Souza Guimarães Fontana, que teria sido ameaçada por um membro da Mancha Alviverde após deixar de repassar para ele ingressos deixados por Crefisa e FAM (Faculdade das Américas) na sede da entidade presidida por Mustafá.

Ela sustentou que eram entregues envelopes separados com 50 ingressos destinados ao sindicato e 20 bilhetes que ficavam com a sócia do clube. Ainda declarou que encaminhava algumas das entradas a um homem chamado Anderson, que teria feito as ameaças. Eliane, no entanto, não ligou os bilhetes repassados por ela e nem Anderson a Mustafá.

No inquérito, o ex-presidente disse que nunca vendeu ingressos. Cedia as entradas vindas da patrocinadora de graça. Também afirmou ter diversas cadeiras cativas no Allianz Parque e que as empresta sem nada cobrar.

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