Arquivo da categoria: Nenê

Pra resolver a TIRIÇA ali só com ‘P…’ de anta!

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Alguém aí tem visto os jogos recentes do São Paulo no Brasileirão? Pelo amor de Deus! Essa boleirada está com uma preguiça tão grande que irrita até o torcedor mais otimista. Veja a vontade que jogadores como o Nenê vão para a bola. E o Pato com aquelas penteadas que só engana trouxa? Tá louco! Muita gente está culpando o técnico Cuca e até pedindo o retorno do coordenador Vágner Mancini ao cargo, mas a verdade é que dessa não a culpa não é de nenhum deles. Pra mim está evidente a falta de empenho dos caras dentro de campo. […]

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Laranja podre?

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Lembro até hoje quando o Nelsinho Baptista afastou alguns jogadores do Palmeiras no início dos anos 1990. Ele alegava que alguns nomes importantes daquele elenco pareciam laranjas podres, que estragavam as demais e prejudicavam o desempenho do elenco no decorrer da temporada. Acredito que algo parecido esteja acontecendo com o time do São Paulo. Pra falar a verdade desde o ano passado, diga-se de passagem! O que tenho visto de gente lá de dentro reclamando do atacante Nenê não é brincadeira. E digo parte da boleirada e também funcionários do clube. Dizem que é uma mala danada que estraga o […]

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Tricolor pode (me) surpreender em 2019, hein?

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Vou ser sincero que depois que o Leco assumiu a presidência do São Paulo tenho dificuldades em acreditar em um bom projeto de trabalho. A sequência de temporadas fracassadas são um tanto autoexplicativas. Mas uma coisa é fato: o Raí como dirigente melhorou as coisas no Morumbi. Dentro de um planejamento conseguiram arrumar a defesa da equipe que há muito tempo era uma ‘peneira’. Conseguiram até lucrar empurrando o Rodrigo Caio para o Flamengo. Um baita reforço, diga-se de passagem! Mas esse início de ano tem sido surpreendente. Venceu as duas primeiras partidas do Paulistão por goleada e apresentando um […]

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Dura em Cueva com laptop e Nenê cobrado: os bastidores da guinada do SPFC

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Começo da era Raí como executivo de futebol do São Paulo. Dia de treino no CT da Barra Funda. Cueva, novamente, chega atrasado. O peruano é chamado para conversar com o dirigente, ao lado de Ricardo Rocha, coordenador de futebol. No lugar de uma bronca tradicional, ele vê o chefe abrir seu notebook e mostrar o novo estatuto do clube. “Eu disse: ‘você não pode chegar atrasado porque eu vou te multar. É porque é nisso (estatuto voltado para a profissionalização da agremiação) que eu acredito”, disse Raí em entrevista ao blog.

“Cueva falou que acreditava no mesmo quando chegou ao São Paulo, mas que as coisas não estavam acontecendo. Respondi que agora iriam acontecer. Depois disso, ele teve mais um tropeço. Em seguida, ficou um bom tempo sem problemas”, completou o campeão mundial de 92.

O jogador da seleção peruana virou figura fácil no banco de reservas tricolor e acabou vendido para o Krasnodar, da Rússia. Nesse momento, no São Paulo já não se falava em dependência em relação a Cueva.

Essa história, impulsionada pelo laptop de Raí, é uma das que ajudam a contar a transformação do time que brigou em 2017 para não ser rebaixado no Brasileirão na equipe que agora disputa o título nacional e neste momento ocupa a liderança do campeonato.

A seguir, conheça mais lances dessa metamorfose, como uma cobrança a Nenê no vestiário e um papo reto com Diego Souza, até então em baixa.

Projeto

Como convencer jogadores a se mudar para um clube que lutara contra o rebaixamento na Série A durante a temporada anterior e estava sendo corroído por uma guerra política. Da mesma forma como fizera com Cueva, Raí usou a reforma estatutária são-paulina para seduzir os pretendidos.

“Tento vender um projeto, não uma coisa a curto prazo. Junto com isso, a questão da ambição, voltar a ser um clube vencedor, referência, o pioneirismo”, contou o dirigente remunerado.

O estatuto, que prevê a troca de diretores amadores por profissionais, também foi mostrado aos atletas na apresentação de Raí ao grupo. Na ocasião, ele apontou as metas de transformação que o São Paulo pretendia atingir.

Apesar de para Raí a alteração no estatuto ser ponto fundamental na recuperação do clube, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, foi duramente criticado pela oposição por nomear conselheiros para parte dos cargos profissionais. A prática sugeria que nem tudo mudaria.

Sobrevida de Dorival no Morumbi

Torcida, conselheiros e parte da diretoria não suportavam mais Dorival Júnior como treinador. Ao mesmo tempo, a direção ainda sangrava por conta da demissão de Rogério Ceni com apenas cerca de sete meses de trabalho. Demitir Dorival no meio do trabalho não ajudaria a revigorar a desbotada imagem do clube. Esse era um dos fatores que faziam Raí insistir na manutenção.

Enquanto a fritura do treinador aumentava, Lugano sugeria a contratação de Diego Aguirre. O blog apurou que ele foi avisado nesse período de que poderia assumir a equipe. Assim, já começou a observar os jogos do São Paulo.

Dorival não resistiu por muito mais tempo. Porém, Raí acredita que a demora para tomar a decisão ajudou a fortalecer a confiança dos jogadores no trabalho da nova diretoria de futebol.

“Isso tem reflexo, os atletas perceberam que fomos até onde deu, viram a minha coerência com o Dorival em relação ao que falei para eles quando cheguei”, disse Raí.

Bancando a contratação de Aguirre

Existe uma avaliação no São Paulo de que boa parte da reconstrução da equipe passa pelo fato de Raí ter envergadura para bancar suas decisões diante de críticos supostamente constrangidos em peitar um ídolo do clube.

No caso da escolha por Aguirre para o comando do time, a palavra de Raí pesou mais do que as desconfianças que assombravam o Morumbi.

“Não era um nome no qual eu pensava, mas o Lugano sugeriu, a gente conversou e quando fechamos eu falei: ‘assino embaixo’. Aguirre não era uma unanimidade, mas acho que quando eu falei que assinava embaixo quebrei resistências para a contratação dele”, declarou Raí.

Nenê cobrado no vestiário

Mineirão, 19 minutos do segundo tempo. O São Paulo está fazendo 1 a 0 no Cruzeiro. Nenê é substituído por Bruno Peres e sai demonstrando sua irritação com Aguirre. Raí espera o final da partida, vencida pelos paulistas por 2 a 0, e aborda o veterano jogador no vestiário para uma conversa direta.

Conforme apurou o blog, o dirigente disse ao jogador que o ambiente estava ótimo no time e, logo ele, um dos mais experientes, ameaçava a harmonia com sua atitude.

Raí confirmou ter conversado com Nenê depois do jogo, mas não esmiuçou como foi o papo. “São coisas que acontecem no futebol e a gente tem que tentar resolver. O Ricardo (Rocha) conversou com o Nenê, o Lugano conversou, eu conversei. Ele entendeu que foi meio espontânea a reação, digo de deixar escapar a emoção sem pensar no contexto geral. Depois do vestiário, também tivemos uma reunião, nós três, com ele no CT”, contou o diretor executivo.

O fico de Diego Souza

O Vasco tinha interesse em contratar Diego Souza. Aguirre não demonstrava ter grandes planos para o jogador. Parte dos conselheiros e da diretoria entendiam que o atleta não mostrava vontade de ficar e sua saída seria melhor para todas as partes.

Raí, então, chamou Diego para uma conversa inicial. Depois, marcou uma reunião com ele e Aguirre juntos. O trio acertou os ponteiros e a permanência do atleta foi definida. “Acho que pesou o fato de tudo ter sido conversado abertamente. A gente queria sentir a confiança dele e ele queria sentir a nossa confiança. Queríamos escutar o que ele estava querendo. E o Diego queria ouvir o que a gente esperava dele. Ele diz que o Aguirre sempre foi direto, desde o início. Independentemente de estar confiando nele, foi sincero”, afirmou Raí.

De lá para cá, Diego encontrou seu espaço no time, virou um dos mais importantes jogadores da equipe.

Reuniões contra queda de rendimento

Apesar de seguir na liderança, o São Paulo só venceu um de seus últimos cinco jogos no Brasileirão. Foi contra o Bahia, por 1 a 0, no Morumbi. No mais foram três empates e uma derrota. O momento preocupa a diretoria.

Para reverter a situação, Raí fez nos últimos dias reuniões com alguns dos jogadores sobre o tema. “Às vezes, mesmo em momentos em que está tudo bem, faço intervenções. Acho que é natural do campeonato (o líder enfrentar dificuldades como as atuais). Mas ela não pode se alongar. Temos que brigar em cima até o final”, disse o diretor.

Cada um na sua

Entre cartolas do São Paulo, a atuação do trio formado por Raí, Ricardo Rocha e Lugano é considerada fundamental para a recuperação tricolor. Os três se encaixam no perfil de profissionalização pregado pelo novo estatuto. Apesar de se reunirem com frequência, eles têm funções diferentes.

Lugano, mesmo na cadeira de superintendente de relações institucionais, é próximo ao departamento de futebol. Tem bom relacionamento com Aguirre e jogadores. Costuma dar sugestões para Raí.

Ricardo Rocha é quem discute tática e outros problemas do time com o treinador. Quando chegou, dava muitas entrevistas, o que gerou desconforto internamente. Foi orientado a conversar mais com jogadores e comissão técnica, e menos com a imprensa, já que a ideia do clube era ter Raí como “a cara do São Paulo”, não o ex-zagueiro. Ele adotou a postura sugerida e hoje é visto como uma forte voz no vestiário.

Raí coordena as diversas áreas no CT, faz o elo com a diretoria no Morumbi, recebe informações de Ricardo Rocha e faz atuações pontuais junto ao elenco. Ele também montou um comitê com líderes de cada departamento no centro de treinamento para discutir problemas e soluções. Das reuniões periódicas, entre os membros da comissão técnica, só participam funcionários fixos do clube. Os profissionais que chegaram com Aguirre não fazem parte dos encontros.

Entre os jogadores, Diego Souza é quem mais debate os temas do time com o treinador. Os holofotes foram deixados para Nenê, que normalmente dá mais entrevistas do que o colega. Já Aguirre elegeu Diego Souza, Everton e Anderson Martins como seus principais atletas.

Com Bruno Grossi, José Eduardo Martins e Karla Torralba, do UOL, em São Paulo

 

Por que ninguém CONFIA na liderança do Tricolor?

Leia o post original por Craque Neto

O que mais ouço pelas ruas é a pergunta: ‘Neto, quem vai ser o campeão do Brasileirão?’. Poxa vida! O São Paulo do Aguirre já figura entre os primeiros colocados há um bom tempo. Se for analisar friamente é o time que mais liderou a competição até aqui. Mas vamos falar a verdade: nem o torcedor são-paulino está confiando 100% que esse título aconteça. Mas por que será que falta tanta CONFIANÇA? Pra mim essa resposta é óbvia: porque falta elenco. Na minha visão quando o treinador pode escalar os 11 titulares a bola flui naturalmente e as vitórias chegam […]

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Opinião: com alma, experiência e técnica São Paulo cumpre missão

Leia o post original por Perrone

Depois de um cruzamento de Nenê, Diego Souza fez o gol da vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Bahia neste sábado (8), no Morumbi. A jogada resume o que o (novamente) líder (provisório) do Brasileirão teve de melhor na partida: alma, experiência e técnica.

A alma foi necessária para não desistir de lutar numa partida marcada por um primeiro tempo difícil para os donos da casa. Nenê mostrou o espírito brigador ao berrar para chacoalhar os companheiros após um vacilo da defesa na etapa inicial.

No segundo tempo, Diego fez o gol jogando com a cabeça enfaixada após literalmente dar o sangue. Ele ainda quebrou um galho por alguns momentos na zaga enquanto Bruno Alves, com o rosto sangrando, recebia atendimento.

A experiência veio com a dupla de veteranos, que não se desesperou diante dos obstáculos e soube aproveitar o espaço dado pela defesa baiana para balançar a rede.

Os dois também exibiram a técnica diferenciada que possuem no cruzamento certeiro de Nenê e no arremate preciso de Diego.

A precisão, porém, não foi uma constante da dupla e do restante do time são-paulino no jogo, mas bastou para a vitória. No primeiro tempo, os paulistas erraram as sete finalizações que fizeram.

Uma brusca queda de rendimento do Bahia na etapa final ajudou a tarefa da equipe de Aguirre, que cumpriu sua missão sem folga no placar. Não importa, 1 a 0 era o que bastava.

Pra variar eu QUEIMEI minha língua!

Leia o post original por Craque Neto

Quando o São Paulo começou a temporada com o Dorival Junior como técnico já dava pra perceber algo errado. Levou na estreia do Paulistão uma pancada de 2 a 0 do São Bento com um time de garotos. A justificativa? Os profissionais precisavam aproveitar melhor a fase de preparação. Aí na segunda partida, já com os principais atletas integrados, empate no Morumbi sem gols contra o Novorizontino. Pra mim já estava decretado que daquele jeito realmente não daria para o Tricolor seguir como estava. Uma bagunça tática incrível e com jogadores pouco comprometidos com o trabalho. No fim da primeira […]

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Vida dura a do São Paulo…

Leia o post original por Antero Greco

Amigo corintiano, parabéns, curta a classificação para mais uma final de campeonato. Veio nos pênaltis, depois da vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, na bacia das almas, já nos acréscimos. O que, no fim das contas, deu sabor especial à vaga para definir o Paulistão nos duelos com o tradicionalíssimo rival Palmeiras.

O Corinthians, enfim, mostrou de novo algo que se tornou rotina nas últimas décadas: é time de chegada. Entra para ser ator principal e não simples figurante. E chega com chance de levantar a taça da qual tem uma coleção enorme. Mesmo com problemas – mas esse é tema que falaremos em outra oportunidade.

Fechemos o espaço alvinegro e vamos para o tricolor.

E que tristeza… Só quem já foi eliminado em cima da hora, a poucos segundos de alcançar objetivo, sabe o quanto frustra, dói, machuca, aborrece situação como essa. Deixa p* da vida. Não tem como trazer palavras de consolo num momento assim apertado.

Vá lá, se serve para amenizar, registre-se que houve comportamento digno nos confrontos com o Corinthians. No primeiro tempo do domingo e em quase todo o jogo desta quarta-feira. O São Paulo não foi aquela equipe chocha, abatida de antemão que se via até recentemente. Ao contrário, acreditou em si e deu trabalho enorme para o adversário.

Esse o destaque da tropa comandada por Diego Aguirre.

Mas será suficiente para fazer com que, ainda em 2018, rompa o jejum de títulos? Só o empenho ajudará na Copa do Brasil, no Brasileiro, na Sul-Americana? A garra, decantada na superação contra o São Caetano nas quartas de final e na vitória de domingo, é quanto basta para recolocá-lo na trilha do sucesso?

Não creio. Infelizmente, parece pouco

O São Paulo versão atual tem limitações idênticas às de versões anteriores da última década. O elenco está aquém do que o torcedor deseja e do que a direção apregoa. É mediano que quase chega a uma final por meandros do regulamento. Mas, na técnica, hoje está abaixo de seus rivais locais – Palmeiras, Corinthians e Santos.

Isso ficou evidente no Estadual. O São Paulo soberano, altivo, recheado de craques e campeão de tudo, tem uma cara comum. Certo que lá estão alguns jogadores de renome, como Jucilei, Cueva, Nenê, Diego Souza, porém o todo não apresenta poder de intimidação. Não impõe respeito, por ser previsível.

Se não houver reviravolta, e eis aí o desafio de Aguirre, os são-paulinos viverão de episódios de brilho, de espasmos de qualidade. Como nos jogos com o Corinthians, em que foi bem nos dois primeiros tempos, para depois cair na realidade, retrancar-se e ficar à espera de que o relógio se tornasse o grande aliado.

Vida dura a do São Paulo, tempos complicados.

 

Raça, medo e mimimi

Leia o post original por Rica Perrone

Se era raça que faltava, hoje não faltou.   A técnica, a intensidade, a qualidade tática do time ainda estão longe, mas o Tricolor deu hoje sinais de algo mais urgente: vergonha na cara.

O primeiro tempo foi tão superior que o placar saiu barato. O segundo tão feliz com o 1×0 que saiu justo. Em momento algum o Corinthians fez uma grande partida.

Em boa parte do jogo nenhum deles fez. E para isso basta ver a quantidade de cruzamentos na área, laterais pra escoradas de cabeça e chutões pra ver quem ganha no alto. Quanto mais isso acontece num jogo, pior o jogo.

Mas teve algo de novo. Um São Paulo disposto a ser mandante, propor o jogo e não se postando como azarão. Porque não é, nem nunca pode ser.

Sem Jadson e Rodriguinho o Corinthians emburreceu. Fosse mais ousado, o SPFC poderia ter feito 2×0 hoje e adiantado muito a vaga. Recuou, não quis o segundo gol e ficou feliz com 1×0.

Sob as bençãos de mais um ato que contraria o futebol brasileiro, um cartão pra quem sequer gritou um palavrão. Agora tem direção na comemoração. Nene, que em 15 minutos foi de brigão a artilheiro, a debochado e encerrou tirando da reta.

Era só uma provocação.  Se você é desses que acha que isso faz mal ao futebol, que os dois estão errados, que é um erro tremendo dois profissionais discutirem numa partida, parabens! Voce tem meio caminho andado pra vaga de comentarista de tv.

Se não for o caso, imagino que não tenha seu tampão do dedão invicto. O que aumenta sua credibilidade no tema, óbvio.

Mimimi a parte, o SPFC jogou melhor, mereceu vencer, perdeu a chance ate de resolver.  E como a gente sabe que não se perde chance em clássicos, acho que quarta-feira tem um jogão por vir.

abs,
RicaPerrone

Aguirre, não vai ser fácil…

Leia o post original por Antero Greco

Começo da madrugada de domingo, e fico aqui a imaginar se o Diego Aguirre já foi deitar. Penso que não. Embora o jogo com o São Caetano tenha terminado mais de seis horas atrás, o técnico do São Paulo talvez ainda esteja a remoer o que aconteceu no Anacleto Campanella.

E deve ter boa dose de adrenalina a circular pelo corpo dele. Não apenas pelo resultado – derrota por 1 a 0, logo na estreia no banco tricolor. Mas pela forma como ocorreu o deslize. Meus amigos, o Tricolor negou fogo, e feio. Jogou uma bolinha murcha, como reconheceram técnico recém-chegado, dirigentes e até um ou outro atleta.

Para preocupar.

Claro que não julgo aqui o trabalho de Aguirre. Seria coisa de maluco, burro ou mal-intencionado. Ou as três coisas juntas. Ele desembarcou no clube dia desses, só orientou um treino, escalou o time, viu a rapaziada entrar em campo para ver no que ia dar.

E o que deu não foi nada legal.

O São Paulo esteve travado diante de um São Caetano arrumado e que soube aproveitar, a rigor, a melhor chance que surgiu, numa vacilada de Jean que Chiquinho aproveitou. O Azulão ao menos fez isso. E a turma tricolor? Foi devagar, quase parando.

Aguirre apelou para o quinteto experiente que Dorival Júnior, num primeiro momento, também havia considerado como a saída ideal: Jucilei, Petros, Cueva, Nenê, Diego Souza. Não funcionou. O time não teve velocidade nem foi ofensivo. Jucilei foi substituído no segundo tempo, assim como Cueva, desaparecido em campo. Os outros foram figurantes.

Sobressaiu Valdivia, que corre por fora nesse grupo e talvez seja aquele que, aos poucos, ganha destaque. Mas insuficiente para evitar a derrota.

Claro que a diferença pode ser anulada na terça-feira. Não é esse o ponto. O xis da questão é que, mesmo com novo comando, persiste o problema maior no São Paulo: a falta de confiança, que se manifesta em desempenho “burocrático”, sem graça.

Resumo da ópera: a tarefa do Aguirre, de reerguer o time, será pra lá de complicada.