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Nova York, a bola e o Rádio FC

Leia o post original por Milton Neves

Escrevo de Nova York.

Para chegar, se Deus quiser, em cima da hora neste domingão para o “Dia do Rádio”, no Museu do Futebol do Pacaembu, pelo Domingo Esportivo Bandeirantes.

Vim na “pior semana” que poderia escolher.

Foi a força do imponderável em vinda inadiável por meras assinaturas que não permitiam procuração, mas presença física.

Que inferno a semana de segunda a sexta aqui na “Capital do Mundo”!!!

Chuvas, Obama, interdições, FBI na rua ostensivamente, Assembleia da ONU dos líderes mundiais, “milhões” de agentes e rescaldo de duas explosões com 29 vítimas feridas, transformaram Manhattan, Queens e New Jersey em um belo pedaço do caos total.

De Upper East Side até o sul da ilha, em Tribeca, nos dois extremos por onde transitei com a família, só havia dois jeitos de se locomover.

Era a pé ou pelo metrô mais lotado do mundo.

Até Michel Temer, como se viu, teve que caminhar do seu Plaza Athénée até a sede da ONU “para seu firme pronunciamento”, conforme definiu o amigo árabe Guga Chacra, palmeirense, jornalista da Globo News e meu ouvinte em São Paulo desde sua “tenra idade”.

E o metrô foi também a salvação das simpáticas Renata Vasconcellos e Poliana Abritta da Rede Globo, sob pena de não chegarem a tempo para a badalada cerimônia do Prêmio Grammy para a televisão do mundo.

E como tem “televisão” em Nova York!

São câmeras vigilantes aos milhares em todos os cantos como jamais se viu.

Em Times Square, tradicional local de concentração de verdadeiras multidões de nova-iorquinos e turistas de todo o mundo, há um fiscal televisivo “para cada rosto”.

Sim, policiais treinados analisam, como nos aeroportos, a expressão facial da pessoa em seu caminhar.

Quem denunciar tensão, como as “mulas” do tráfico de drogas tentando embarcar, são interceptados e chamados a conversar.

E o banco de dados do FBI “apita” na hora quando as feições da pessoa enquadrada no vídeo batem com alguém suspeito já fichado.

E são milhares deles.

É o jeito possível de se prevenir, porque um “homem-bomba” é sempre uma possibilidade real, e impedi-lo de sua intenção é tão difícil quanto segurar água com a mão.

Afinal, como combater, com 100% de êxito, quem não se importa em morrer?

Mas foi tudo bem e bola para frente.

Bola que furou no Morumbi.

O São Paulo virou o primo pobre do futebol paulista.

Só anda ganhando da Lusa e do Juventus.

O Palmeiras voltou a ser o que era, mas ainda longe do Verdão-Parmalat ou dos tempos da “Academia do Futebol” de Filpo Núñez.

Mas recuperou sua autoestima embalada pelo “sócio torcedor”, por Paulo Nobre e pelo seu belo estádio, o melhor de São Paulo, disparado.

Não sei se será campeão brasileiro porque o Flamengo é outro sério candidato, como o Galo.

Ou até o meu Santos, pela força também do imponderável da bola.

No mais, viva o Rádio FC neste seu 25 de setembro de 2016.

Ah, rádio querido, se não fosse você estaria ainda na sarjeta e não teria visto e vivido tanta coisa boa nestes 49 anos de microfone em Minas, no Paraná e em São Paulo.

Deus te pague, Rádio.

OPINE!!!

Brasileiro João de Matos, de enorme prestígio em NY, abriu espaço VIP para a família Neves na virada de Times Square

Leia o post original por Milton Neves

jdm

Dizer OBRIGADO é pouco! Este texto visa a agradecer um brasileiro especial, há décadas um grande vencedor em NY nos ramos do turismo e gastronomia.

E sucesso aqui na capital do mundo é algo dificílimo, muito raro. Trata-se do corintianíssimo Joao de Matos, nascido no Brás, o criador do Brazilian Day, um sucesso abraçado pela Rede Globo.

Pois ontem, na virada do ano em Times Square, talvez a mais badalada do mundo, convidou a todos nós da família Neves para o palco do show da cantora Jessie J.

Mas, junto aos organizadores, “convidou” foi pouco. Teve até condução especial na chegada de 15 VIPs por parte do mais rigoroso esquema de segurança visto nos últimos anos pós-11/9.

Coisa ostensiva! Com “milhões” de pessoas no coração de NYC, era o “palco ideal” para fanáticos agirem. Mas tudo correu bem e não é que minha neta Mabê, de 7 anos, “uma jovem cantora”, foi entrevistada “um tempão” pela celebridade Jessie J? Confesso que nunca havia ouvido falar dela, mas agora virei fã de carteirinha!

E foi ela a fazer a contagem regressiva mais famosa do planeta na chegada do Ano Novo. Fica aqui meu MUITO OBRIGADO ao Joao de Matos, brasileiro de grande prestígio na capital do mundo.

Você, Joao, me deu o maior presente que uma criança jamais imaginaria ganhar do Papai Noel.

Confira abaixo alguns vídeos da festa

Se você ama futebol e gosta de fotografia tem que participar da Promoção “Click Gol Canon” e concorrer a uma viagem com tudo pago para Nova York

Leia o post original por Milton Neves

Click Gol Canon

Nesse Brasileirão 2013 seu time está mal na foto?

Ah, então com certeza ele não está jogando com o padrão de qualidade da Canon!

E se você ama futebol e gosta de fotografia tem que participar da Promoção Click Gol Canon e concorrer uma viagem com tudo pago para Nova York

Todo mundo sabe que a Canon é marca dos grandes craques da fotografia mundial e ela está presente em qualquer jogo de futebol, sempre fazendo os melhores clicks das partidas.

Eu já tirei tanta foto linda com a minha Canon e ninguém viu, pois agora, são os seus melhores clicks que vão aparecer para todo mundo ver e te dar muitos prêmios!!

Para participar é muito fácil: é só curtir a Fanpage da Canon no Facebook e enviar o seu melhor click com o tema futebol.

E não é só uma não, você pode mandar até 10 fotos!! É clicar, enviar e torcer muito para uma delas ser a escolhida pela equipe fotográfica do Jornal LANCE e pela Canon!.

O melhor click vai ganhar uma viagem para Nova York com tudo pago e ingressos para ver as melhores exposições fotográficas do mundo na “Big Apple”.

O grande vencedor ainda vai ganhar um dia como fotógrafo do LANCE!, acompanhando o dia a dia dos grandes profissionais.

Participe, porque além disso tudo, os 10 primeiros colocados também vão ganhar câmeras Canon.

Tá esperando o quê? Faça como a Canon: mostre para todo mundo o seu melhor click.

McEnroe, Pelé… Será que Joshua veio do mesmo planeta?

Leia o post original por Odir Cunha

carlos goff e mcenroegoffi hojejoshua com pelejoshua
Carlos Goffi ao lado de John McEnroe, no final dos anos 70, e hoje, com Vanessa Riche. Joshua com o papai Pelé e hoje, treinando no seu time do coração: este é santista desde criancinha mesmo.

Como diz a Suzana, não há coincidências, e na vida e no mundo está tudo ligado. Passei a manhã de sábado conversando com Carlos Goffi, brasileiro que no seu primeiro emprego de professor de tênis, na academia de Port Washington, Nova York, foi designado para treinar John McEnroe, então um adolescente de 14 anos acima do peso.

Falamos de McEnroe, claro, mas falamos também de Josh, filho de Carlos, hoje diretor de tênis da prestigiada Universidade de Carolina do Sul. E, talvez pela coincidência de nomes, lembramos de Joshua, filho de Pelé, que acaba de ser inscrito na categoria sub-17 do Santos.

“McEnroe é do mesmo planeta de Pelé. São casos inexplicáveis”, pontuou Carlos em meio a um cafezinho sem açúcar no Macksoud Plaza.

Sim. Como explicar um garoto que vai à Europa para jogar a chave juvenil de Wimbledon, ganha um convite para a chave dos profissionais, perde apenas para Jimmy Connors na semifinal e volta para o hotel da garotada mordido, pois achava que tinha de vencer o número dois do mundo? Sem contar que duas semanas antes, em Roland Garros, tinha experimentado jogar duplas mistas entre os profissionais e terminara por levantar a taça, ao lado da também juvenil norte-americana Mary Carillo?

Carlos conhece a vida de McEnroe, de quem é amigo até hoje, desde o princípio. E acompanhou a carreira de Pelé inteirinha, pois já vivia em Nova York quando o Rei semeou a paixão pelo futebol entre os norte-americanos.

Obviamente não quis saber sua opinião sobre Joshua, a quem Carlos nunca deve ter visto jogar, como eu também não vi. Porém, se levássemos o conhecimento do tênis para o futebol, eu posso apostar que Carlos Goffi diria algo como:

“Se ele tiver o dom do pai, saberemos logo. Pois os homens de outro planeta não demoram para mostrar a que vieram à Terra”.

Eu completaria lembrando que mesmo Pelé não nasceu sabendo. Teve dois mestres pacientes que tinham sido exímios jogadores, como Dondinho, seu pai, e Waldemar de Brito, seu técnico no Baquinho. E no Santos Pelé ainda teve o apoio de Zito, seu protetor e conselheiro na Vila Belmiro.

Além do dom natural e de mestres incomparáveis, Pelé revelou dois atributos indispensáveis aos campeões: gostava de treinar, de se aperfeiçoar, e era extremamente competitivo. Buscava a vitória em qualquer momento e sob qualquer circunstância, e por isso inverteu tantos resultados nos últimos instantes da partida. Sua presença estressava os zagueiros por 90 minutos mais os acréscimos.

Mesmo que Joshua tenha habilidade e seja bem aconselhado, ainda precisará estar disposto a treinar mais do que os outros e, em campo, querer vencer acima de tudo, pois é dessa receita de dons naturais, bons mestres, dedicação incansável e absoluta obsessão pela vitória que são feitos os campeões.

Quanto tempo deveremos esperar para saber do que é feito Joshua? Difícil dizer, pois Felipe Anderson, que completará 20 anos em 15 de abril, ainda é uma incógnita. De qualquer forma, se os atletas extraordinários vêm de outros planetas, então na Vila Belmiro deve haver um portal de tempo ligado a algum recanto abençoado da galáxia que nos trouxeram Pelé, Edu, Coutinho, Robinho, Neymar… Tomara que Joshua também tenha vindo de lá.

Veja esta entrevista feita há oito meses, quando Joshua morava e jogava nos Estados Unidos e vinha ao Santos apenas para se aperfeiçoar:

Quanto tempo devemos esperar para ter uma opinião definitiva sobre um atleta jovem?

Que piada Kaká no Corinthians. É Milão, Nova York ou Paris

Leia o post original por Mion

De tempos em tempos surgem boatos com relação ao retorno de Kaká para o Brasil. Só a passeio isso é possível. Kaká não quer saber do Brasil e talvez nem mesmo pense em seleção brasileira. Já sabe que a sua fase passou. Aos 30 anos e com alguns problemas crônicos clínicos, vai aproveitar mais três ou quatro anos de carreira para faturar uma boa grana, porém longe do Brasil. Depois, talvez venha encerrar a carreira no São Paulo, mas ainda acredito que prefira seguir a sua vida na Europa.

A única verdade é a seguinte: Kaká tem como prioridade morar em Milão e jogar no Milan, opção B são os 10 milhões de euros oferecidos pelo New York Red Bulls (proposta oficializada nesta quarta-feira). Jogar nos Estados Unidos perto da Disney mexe com o brasileiro, e o plano C é viver perto na Torre Eiffel atuar ao lado de Thiago Silva, Ibrahimovic e ser comandado pelo amigo Leonardo, hoje diretor de futebol do Paris Saint-Germain. O resto é só balela, notícia fácil para vender jornal e aumentar acessos em sites esportivos. Kaká jogar no Corinthians pode até vender, porém extrapola qualquer lógica, chega a ser um fato insano.

Em todas as entrevistas Kaká deixa claro que adaptou-se muito bem com o estilo de vida europeu. Inclusive, a formação familiar mais tradicional leva a se sentir melhor por lá. Kaká nunca foi boleiro, nem na aparência e muito menos no jeito de se comportar. Kaká tem uma educação refinada, cara de bom menino, calmo, coerente, religioso, não bebe, não fuma… enfim, o genro que toda sogra gostaria de ter. Alguém consegue ver Kaká de cabelo pintado, brincos, em uma roda de pagodinho e sambando com copo de cervejinha na mão?

Voltar a viver no Brasil cercado de tanta pobreza, falta de educação, cultura e principalmente violência não poderia fazer parte de um seu novo projeto de vida, pois definitivamente não fica no Real Madri: o técnico José Mourinho não topa e nunca topou o estilo de jogo do brasileiro. Por isso esqueçam Kaká no Brasil: Milan, New York Red Bulls e Paris Saint-Germain, quem pagar mais leva vantagem, entretanto no fundo Kaká está decidindo mesmo se deseja morar em Milão, Nova York ou Paris. Quem pode, pode!