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Cartolas corintianos miram reunião de Andrés com presidente da Caixa

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A diretoria do Corinthians tenta agendar reunião entre o presidente do clube, Andrés Sanchez, e Pedro Guimarães, que preside a Caixa Econômica Federal.

Os que defendem esse encontro entendem que se trata da melhor forma para tentar acabar com o impasse e fechar um acordo entre a instituição financeira e a Arena Itaquera S.A., ligada à agremiação é à construtora Odebrecht.

Alegando inadimplência, o banco executou na Justiça a empresa criada para viabilizar a construção da arena alvinegra. Foi cobrada antecipadamente a dívida referente aos 400 milhões financiados pelo BNDS por meio da Caixa para quitar parte dos gastos da construção.

Com multas que o banco entende ter o direito de cobrar, o valor exigido é de R$ 536 milhões.

As partes já pediram três vezes a suspensão do processo para tentar o acordo. Como mostrou o blog, o último pedido foi aceito pela justiça em 5 de fevereiro. A suspensão vale por 60 dias.

Por mais de uma vez, os cartolas corintianos entenderam que o acordo estava próximo. Porém, o impasse permanece principalmente porque o clube se recusa a pagar parte das multas. A esperança é que, caso encontre  Guimarães, Sanchez consiga convencer o executivo a aceitar os argumentos alvinegros.

Justiça aceita nova suspensão de ação da Caixa contra Arena Itaquera

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No último dia 5, pela terceira vez, a Justiça Federal de São Paulo decidiu suspender os autos do processo de execução que a Caixa Econômica Federal move contra a Arena Itaquera S.A., controlada por Corinthians e Odebrecht.

O banco alega inadimplência por parte da empresa vinculada à agremiação em relação ao financiamento de R$ 400 milhões feitos por seu intermédio junto ao BNDS para quitar parte da construção da arena do clube.

A decisão do juiz Victorio Giuzio Neto  foi tomada levando-se em conta pedido das partes, que fizeram a solicitação alegando que ainda buscam uma solução amigável.

A primeira suspensão havia ocorrido em outubro. Em dezembro começou outra.

Sustentando que a Arena Itaquera atrasou parcelas referentes ao financiamento, a instituição financeira executou o contrato exigindo o pagamento antecipado da dívida. Com multas, a cobrança chega a cerca de R$ 536 milhões.

O acordo ainda não avançou principalmente porque o clube se recusa a pagar ao menos parte das multas aplicadas pela Caixa.

Corinthians usa conselho para tentar derrubar multa imposta pela Caixa

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O Corinthians usa seu Conselho Deliberativo como escudo para tentar dobrar a Caixa Econômica Federal (CEF) em busca de acordo para a execução judicial proposta pelo banco contra a Arena Itaquera S/A. Os representantes da agremiação argumentam que não podem aceitar um acordo no qual o alvinegro tenha que pagar multa por inadimplência porque os conselheiros não irão aprovar a medida.

A diretoria se comprometeu a pedir aprovação do conselho antes de tomar decisões relativas a seu estádio. Na ação de execução, a instituição financeira cobra da Arena Itaquera S/A, ligada ao clube e ao grupo Odebrecht, cerca de R$ 536 milhões.

Por conta de atrasos em parcelas, a Caixa exerceu cláusula que previa que ela poderia exigir o pagamento antecipado da dívida, com juros e multa, em caso de inadimplência. O dinheiro é referente ao empréstimo de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES pela CEF para ajudar bancar as obras da Arena Corinthians. O cálculo teve como base a dívida em 22 de agosto, data em que a ação foi proposta.

Durante as negociações com o banco, o clube afirmou que a direção tem a informação de que os conselheiros não vão aprovar um trato no qual o alvinegro tenha que pagar multa. Isso pelo entendimento de que a partir do momento em que há um acordo as duas partes devem ceder e que não faria sentido manter uma punição financeira em caso de pacto. Até agora a tese não colou.

Além da redução do valor cobrado, o Corinthians fez uma proposta para a Caixa com novas quantias mensais a serem pagas pela Arena Itaquera e um novo prazo. Os detalhes são mantidos em sigilo. Para negociarem, as partes pediram a suspensão do processo duas vezes. Primeiro, no final de outubro, por 30 dias. No mês passado novo pedido foi feito para prorrogar a suspensão da execução por mais 60 dias.

Sem acordo entre Corinthians e Caixa sobre juros, perito deve ser acionado

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A diretoria do Corinthians mantém discurso de otimismo sobre às negociações com a Caixa Econômica Federal (CEF) para um acordo em relação à execução judicial movida pelo banco contra a Arena Itaquera S/A. Porém, ainda estão em aberto pontos cruciais, como cobrança de juros e multa por inadimplência.

As partes discutem a possibilidade de acionar um perito para analisar os juros cobrados até aqui e elaborar um parecer indicando qual valor deve ser estabelecido em seu entender. Essa é uma discussão que precede a ação judicial. Os corintianos já tentavam reduzir as taxas, o que a CEF rejeita.

Em outra divergência, o banco não recua de sua posição de cobrar cerca de R$ 536 milhões, quantia exigida na Justiça. Alegando inadimplência por pare da Arena Itaquera, a Caixa executou o valor total da dívida contando penalidades referentes a atrasos. O débito se refere ao empréstimo de R$ 400 milhões feitos junto ao BNDES por intermédio da CEF para bancar parte da construção da casa corintiana.

O  Arena Fundo de Investimento Imobiliário, dono da Arena Itaquera S/A, criada para colocar o projeto do estádio de pé, insiste para que no novo acordo seja levado em conta o que já foi pago até aqui. O fundo tem Corinthians e Odebrecht como acionistas.

No Parque São Jorge o entendimento é que, mesmo com discussões importantes ainda em andamento, há praticamente um consenso sobre o valor anual que será pago a partir do momento em que o trato for fechado. A quantia é mantida em sigilo. O prazo para a dívida ser quitada será maior ou menor dependendo do montante final ajustado.

Para ganharem tempo na costura de um  acordo, as partes envolvidas na disputa pediram no final de outubro a suspensão do processo por 30 dias e foram atendidas pela Justiça.

Por que Corinthians prevê corte amplo em restante de dívida com Odebrecht?

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Na diretoria do Corinthians e na construtora o discurso é de que o clube terá que pagar bem menos do que os R$ 160 milhões calculados anteriormente para quitar sua dívida com a Odebrecht Participações e Investimentos (OPI).

A confiança vem principalmente do histórico de negociações entre companhias que pedem recuperação judicial e seus credores. A OPI está no grupo de empresas da Odebrecht que teve a medida aceita pela Justiça e contestada pela Caixa Econômica. O banco pede a falência do grupo, mas a construtora se apoia na palavra de especialistas de que a chance de isso acontecer é remota. E, apesar do tom bélico adotado atualmente pela estatal credora, aposta em uma negociação favorável.

Executivos da construtora e cartolas do clube entendem que é comum em casos de recuperação judicial credores darem desconto de cerca de 50% ou aceitarem deixar de cobrar juros para receberem apenas a dívida principal em prestações a longo prazo.

Para ajudar a tocar a obra do estádio corintiano, a OPI levantou R$ 350 milhões junto a Caixa por meio da emissão de debêntures. O cálculo hoje é de que com juros e outros encargos a dívida chega perto de R$ 700 milhões.

Corinthians e Odebrecht têm um acordo pelo qual o clube se compromete a pagar 25% do valor devido pela OPI para a Caixa. Se o cálculo for feito em relação aos R$ 700 milhões, o alvinegro terá que arcar com R$ 175 milhões. Mas, se for cobrado apenas o valor principal, como esperam Odebrecht e Corinthians, a parte do alvinegro cairia para R$ 87,5 milhões. Porém, dos dois lados existe a esperança de um desconto ainda maior.

Sendo concretizado o acordo da Odebrecht com seus credores por meio da recuperação judicial, a tendência é de um prazo confortável para o pagamento dessa dívida. A aposta é em pelo menos dez anos. O Corinthians teria o mesmo tempo para fazer o acerto. Por isso, o entendimento da diretoria é de que o acordo com a Odebrecht foi uma grande vitória do clube. Na outra ponta do trato, foi quitada a dívida do alvinegro com a OEC (Odebrecht Engenharia e Construção), ligada diretamente à obra da Arena Corinthians.

Nos bastidores parte da direção corintiana vê lado bom em ação da Caixa

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Pelo menos parte dos dirigentes do Corinthians e outros envolvidos no projeto da arena do clube enxergam pontos positivos no fato de a Caixa Econômica ter entrado com ação contra o a Arena Itaquera S/A, ligada ao clube e a Odebrecht. Esse discurso, porém, é mantido nos bastidores.

Um dos argumentos usados longe dos microfones é o de que ao cobrar na Justiça o pagamento de R$ 536 milhões antecipadamente, o banco permitiu que a empresa e o fundo de investimentos que a representa sob a batuta de Corinthians e Odebrecht adiantem discussões sensíveis que estavam engavetadas. A principal delas é a insatisfação em relação ao valor dos juros cobrados pela instituição financeira.

Na última sexta, o diretor jurídico alvinegro, Fábio Trubilhano, afirmou que o clube demonstrou na Justiça a “existência de capitalização de juros excessiva e cobrança de encargos indevidos”. Isso no pedido feito para suspender a execução. O cartola, no entanto, lembrou que as partes iniciaram tratativas por um acordo e que considera esse o melhor caminho.

Pelo contrato em vigor, a Arena Itaquera deve pagar juros anuais de 9% pelo financiamento de R$ 400 milhões feito pela Caixa junto ao BNDES para ajudar a bancar parte da construção do estádio alvinegro.

Ao menos um diretor do Corinthians repete nos bastidores que a ação proposta pela Caixa foi um presente para o clube. Isso porque, a partir da execução, o pagamento foi suspenso (o banco alega que já não vinha sendo feito) até a resolução do imbróglio. Assim, o clube ganha tempo para propor uma acordo e tentar mudar o que lhe desagrada.

Outro ponto que o alvinegro quer incluir é uma redução nas parcelas de novembro a fevereiro, meses de menor movimento em seu estádio. Andrés Sanchez diz que seguia esse modelo após tratativas com o banco, mas admite que um acordo nesse formato não chegou a ser assinado. Neste momento, a direção alvinegra trabalha na proposta que vai apresentar ao banco.

Só que a Caixa tem mantido a postura de que os corintianos não estão em condições de exigir o que não está no contrato. O banco alega que a agremiação não pagou parcelas de março a agosto, quando a Justiça foi acionada.

A visão parcialmente otimista não muda o entendimento no Parque São Jorge de que obviamente há desgaste para as imagens da Arena Corinthians e do clube com a ação. Existe também um desgaste político para o presidente corintiano, pressionado pela oposição por causa do imbróglio.

Análise: dura, Caixa impõe nova ordem em relação com Corinthians

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Com o processo de execução que move contra a Arena Itaquera S/A, empresa ligada a Corinthians e Odebrecht, a Caixa Econômica impõe à diretoria alvinegra um novo ritmo na relação entre ambos. A mensagem é dura e direta. O clube não tem o poder de realizar exigências que não estejam no contrato. E o banco não se considera obrigado a fazer concessões para adequar o pagamento conforme os interesses do alvinegro.

Ao ir à Justiça, a nova diretoria da Caixa marcou posição. Não que na opinião deste blogueiro o clube do ex-deputado petista Andrés Sanchez tivesse privilégios. Mas o novo comando do banco decidiu mostrar uma postura dura: o contrato tem que ser cumprido, ainda que uma batalha judicial precise ser travada.

As atitudes jurídicas da instituição financeira sufocam o discurso empoderado de Andrés Sanchez, que recentemente disse que vai ter acordo, mas do jeito que o Corinthians quer. A Caixa deixou claro que aceita negociar, porém usando sua força de credora.

O que se vê atualmente é um jogo de xadrez e diplomacia nas tratativas por uma conciliação, mas paralelamente acontece a disputa na Justiça. Na opinião deste blogueiro, este cenário indica que será muito mais difícil para o Corinthians impor sua vontade do que seu presidente tenta fazer parecer.

Em defesa, Arena Itaquera aponta erro da Caixa ao pedir penhora

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Em sua defesa contra o pedido de penhora online de suas contas feito pela Caixa Econômica Federal, a Arena Itaquera S/A, ligada a Corinthians e Odebrecht, alega que o banco cometeu um erro ao pedir o bloqueio e violou disposição do CPC (Código de Processo Civil). O entendimento dos defensores é de que tal medida não se aplica porque no contrato entre as partes foi oferecida garantia real em caso de inadimplência. Por essa linha de raciocínio, o banco deveria ter executado tais garantias, não exigido a penhora.

Nos documentos apresentados à Justiça, a Arena Itaquera sustenta que a execução deveria recair sobre as cotas que a empesa possui do Arena Fundo de Investimento Imobiliário, que recebe os recursos  gerados pelo estádio corintiano e é obrigado a repassá-los para a Caixa.

Na ação, os advogados da Arena Itaquera mostram que a empresa tem 47,57% de cotas seniores. O Corinthians é dono de 52,42% de cotas juniores, e a Odebrecht Participações e Investimentos possui 0000,765% de cotas mezanino.

A alegação da defesa é de que outros bens só poderiam ser penhorados se as cotas não fossem suficientes para cobrir o valor da execução: R$ 536 milhões. Ao processo, foi anexado laudo de avaliação que determina que as cotas valem R$ 711.790.557,50

Com essas argumentações, a Arena Itaquera pede que a penhora online seja rejeitada e que sejam penhoradas as cotas emitidas pelo fundo e alienadas fiduciariamente à Caixa pela empresa e pelo clube. Requer ainda a exclusão da Arena Itaquera do cadastro de inadimplentes do Serasa, se as garantias forem executadas.

Alegando atrasos de seis parcelas relativas ao financiamento de R$ 400 milhões feito pela Caixa junto ao BNDES, o banco executou a dívida integral, que por suas contas é de R$ 536 milhões. Enquanto o processo segue na Justiça, as partes tentam um acordo.

Corinthians vê boa vontade da Caixa após reunião por conciliação

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A diretoria do Corinthians ficou otimista em relação às chances de um acordo com a Caixa Econômica Federal (CEF) depois da primeira reunião com o banco na tentativa de reconciliação. A instituição financeira executou judicialmente a Arena Itaquera S/A para receber antecipadamente pagamento de dívida de R$ 536 milhões. A empresa é ligada ao cube e à Odebrecht. O débito se refere ao financiamento de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES por intermédio da CEF para bancar parte das despesas da construção do estádio alvinegro.

Na avaliação da diretoria corintiana, na reunião desta terça (1º), representantes da Caixa demonstraram boa vontade em negociar uma nova forma de pagamento por parte do clube, evitando a continuidade da execução. Andrés Sanchez não participou da conversa em Brasília. O clube optou por enviar funcionários e deu tom mais técnico à discussão.

No encontro, o Corinthians reforçou que entende ser necessário um novo fluxo de pagamento para a Arena Itaquera S/A conseguir honrar as obrigações. A expectativa é de que o banco aceita algo semelhante ao acordo que avançou, mas não foi assinado e previa pagamentos inferiores nos meses de menos movimento no estádio. Entre novembro e fevereiro, seriam pagos cerca de R$ 3,5 milhões mensais. Nos demais meses, a prestação seria de aproximadamente R$ 6 milhões.

O entendimento no clube é de que uma arrastada briga na Justiça também não é de interesse da Caixa, o que reforça o otimismo em relação a um eventual acordo. Ainda não foi definida a data de uma nova reunião. A ideia é que o Corinthians monte uma proposta antes. Porém, enquanto isso, a Arena Itaquera S/A, com intensa participação do departamento jurídico alvinegro, seguirá sua defesa na ação de execução.

Procurado, o departamento financeiro corintiano não quis se pronunciar sobre o assunto. Já a assessoria de imprensa da CEF não respondeu ao questionamento feito pelo blog nesta segunda sobre o encontro até a publicação deste post.

Sob pressão, Andrés aceita levar presidente do conselho à reunião com Caixa

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Em sessão do Conselho Deliberativo do Corinthians na última segunda (30), Andrés Sanchez se comprometeu a levar o presidente do órgão, Antônio Goulart dos Reis a uma ou mais reuniões que mantiver com a Caixa por um acordo em relação à execução judicial movida pelo banco contra a Arena Itquera S/A, ligada ao clube e a Odebrecht.

O cartola alvinegro vinha sendo pressionado por conselheiros a autorizar a participação de Goluart nas tratativas como representante do conselho. Há um clima de desconfiança entre os opositores após relatos de Sanchez sobre assuntos relacionados à arena terem sido desmentidos por fatos recentes. Além disso, o dirigente foi lembrado de um antigo acordo para que nada seja assinado em relação ao estádio corintiano sem aprovação do conselho.

Apesar de opositores terem comemorado o anúncio de Andrés como uma vitória política, Goulart é alinhado com o presidente da agremiação, além de ser aliado de Paulo Garcia, segundo colocado na última eleição corintiana.

Entre os principais fatos que geram desconfianças em relação a Andrés estão as declarações dele de  que o clube tinha um acordo com Caixa que reduzia de novembro a fevereiro as prestações pelo financiamento de R$ 400 milhões feito por ela junto ao BNDES para bancar parte dos custos da construção da arena e que após um trato o clube nada mais devia para a Odebrecht.

Na reunião de segunda, o presidente corintiano afirmou que se expressou mal nas duas declarações. Ele afirmou que o pacto com o banco estatal não chegou a ser assinado, mas, mesmo assim, o clube pagou novos valores, como havia mostrado o blog. A Caixa aponta seis meses de atraso em 2019 até agosto, enquanto Andrés fala em duas prestações atrasadas. Por considerar o contrato descumprido, a credora optou pela execução exigindo o pagamento antecipado de R$ 536 milhões.

Segundo a Folha de S. Paulo, diretores de Corinthians e Caixa se reúnem nesta terça em São Paulo sem a presença de seus presidentes para iniciarem uma tentativa de acordo. Goulart só participará quando Andrés entrar em ação. Indagada desde a última sexta (27) pelo blog sobre se reunir com o clube, a instituição financeira não respondeu até a publicação deste post.

Sobre ter dito que o alvinegro nada mais devia para a Odebrecht, Andrés afirmou ao conselho que se referia à Odebrecht Engenharia e Construção (OEC), não falava da Odebrecht Participações e Investimentos (OPI). O Corinthians se comprometeu a pagar uma parte do que essa empresa deve para a Caixa por conta de empréstimos feitos também para ajudar nos custos da construção. Como mostrou o blog, o clube ficou de quitar 25% do que a OPI dever para o banco. Não é possível calcular o valor neste momento, mas a expectativa é de que a quantia não ultrapasse R$ 160 milhões.