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Contra a Dinamarca, o Brasil não fez mais que sua obrigação! Mas, e agora, já podemos voltar a sonhar com o ouro olímpico?

Leia o post original por Milton Neves

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Brasil 4 x 0 Dinamarca

Gabriel Jesus “ressuscitou” no terceiro jogo e deixou a sua marca contra a Dinamarca.

Gabigol deu a volta por cima e balançou as redes duas vezes.

Douglas Santos, pouco badalado, colocou seus companheiros na cara do gol “milhares” de vezes.

Neymar acordou, foi líder, organizou o time, deu lindas assistências e dava para ver em seu semblante que o craque do Barça estava cheio de vontade no jogo.

E, claro, com tudo isso citado, o resultado não poderia ser diferente: goleada do Brasil sobre a Dinamarca e vaga garantida para a próxima fase das Olimpíadas.

E eu acertei o placar em meu palpite na Rádio Bandeirantes na manhã desta quarta-feira, para desespero de Boechat…

E, não é por nada não, mas a “bronca” que eu dei na molecada na segunda-feira também ajudou, não é mesmo?

Mas, honestamente, o escrete canarinho não fez mais do que a sua obrigação em Salvador.

E ainda está “devendo” ao torcedor brasileiro o bom futebol que economizou nas duas primeiras rodadas, contra a África do Sul e contra o Iraque.

Espero que eles tenham poupado essas boas atuações para a fase final do torneio.

Mas e agora, torcedor?

Tudo mudou?

Já dá para sonhar novamente com o ouro olímpico?

Ou ainda devemos ficar com o pé atrás pelo que aconteceu nos dois primeiros jogos?

Opine!

Com uma atuação pífia, sem vontade e de forma desordenada, Seleção Brasileira volta a tropeçar nas olimpíadas

Leia o post original por Milton Neves

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O Brasil volta a empatar sem gols contra uma fraca seleção, desta vez foi contra o Iraque.

De forma desordenada, onde cada jogador faz o que quer, a seleção não conseguiu criar jogadas e quase perdeu o jogo.

O “capitão” Neymar não fez nada em campo além de se irritar e se esconder.

Gabriel Jesus, de forma egoísta, tentou carregar o mundo nas costas.

Gabigol, como um juvenil, nada fez a não ser provocar os adversários.

E o gol que o Renato Augusto perdeu?

Amigos jogadores, assistam a uma partida do basquete americano e aprendam o que é amor à camisa.

Capitão, jogue mais bola, seja mais Marta e menos Neymar!

Temos um catadão de bons jogadores, que fazem o que bem entendem.

Onde está o espirito olímpico?

Se o Brasil não vencer o próximo jogo, a chance de ser eliminado das olimpíadas, logo na primeira fase, é grande.

E tem mais, existe algo mais imbecil do que esse grito de “bicha”? Ainda mais contra os pobres coitados do Iraque.

 

E tem atleta olímpico na fila de espera para a tocha…

Leia o post original por Antero Greco

Um país com poucos ídolos vai chamar todos eles para carregar a tocha quando, um dia, realizar uma competição como os Jogos Olímpicos.

Certo?

Se o país for o Brasil, não é bem assim.

A atleta Silvina das Graças Pereira está na fila de espera para carregar a tocha no Rio. “Me puseram numa localidade que nem sei onde é… e sou daqui… E ainda disseram que estou na fila de espera. Pode?”

Não deveria poder.

Silvina das Graças, para quem não sabe, foi uma das atletas mais completas do Brasil: corria e saltava como poucas.

Ainda menina, foi descoberta nos Jogos Infantis do Rio de Janeiro, correndo descalça os 75 metros. Também descalça, atingiu 4,16 metros no salto em distância. Daí para a forte equipe do Botafogo foi outro pequeno salto. “Estão colocando jornalistas para carregar a tocha… e os atletas?”, questiona.

Silvina foi tricampeã estadual de atletismo no Rio. Ganhou quatro medalhas de ouro no Sul-americano de Quito, em 1969. E trouxe a medalha de prata no Pan de Cáli, em 1971, no salto em distância. “Estão chamando até passistas de escola de samba para carregar a tocha”.

Calma, Silvina!

A festa é de todos, não é?

Mas é claro que os esportistas como ela não poderiam ficar de fora, principalmente porque também trouxe a medalha de bronze nos 200 metros dos Jogos Pan-Americanos do México, em 1975. E foi à Olimpíada de 1976, em Montreal, onde saltou e correu os 200 metros.

Agora que vocês já conhecem a história da Silvina, quem sabe alguém da “organização da tocha” possa tirá-la da lista de espera e colocá-la para correr em palco mais iluminado.

Silvina merece.

Quem deveria pegar o boné no handebol?

Leia o post original por Antero Greco

Roberto Salim

Não é só no futebol que o Brasil é ruim de dirigentes.

Infelizmente, a doença é geral. Parece epidemia de cartola incompetente. E não é de hoje. É desde sempre.

O senhor Manuel Luiz de Oliveira está há quase trinta anos na presidência da Confederação Brasileira de Handebol. E ainda não se cansou. Como todos os cartolas, é abnegado pelo esporte. Entrega-se por ele.

Ora, essa conversa felizmente já está chegando ao fim.

Falava na noite de quarta-feira com Jamil Chade, correspondente do Estado na Suíça, e ele manifestou sua esperança de que 2016 seja fatal para os presidentes de federações de todos os esportes no nosso país. Jamil aposta que o efeito dominó que pegará a turma do futebol vai atingir feito tsunami os homens da outras modalidades – afinal os métodos de vassalagem à CBF ou ao Comitê Olímpico Brasileiro são idênticos.

Mas, por que estamos mesmo falando do senhor Manuel do handebol?

Porque o técnico dinamarquês Morten Soubak, desabafou após a eliminação do Brasil no Campeonato Mundial, depois de perder um jogaço para a Romênia. Ele disse, com muita razão, que o handebol feminino do Brasil regrediu após a conquista do título mundial em 2013. Falou grosso e disse que nenhuma das promessas da época foi cumprida e o campeonato nacional continua sendo disputado num período curto, por menos de dez equipes, sem tempo ou espaço para o surgimento de novas jogadoras;

“Onde vai jogar, por exemplo, a menina talentosa de Minas ou de Mato Grosso?”, indagou Morten, técnico competente e trabalhador. Um esportista honesto.

O presidente da Confederação se ofendeu com a bronca. E até insinuou que Morten deveria ficar em sua terra natal, a própria Dinamarca, sede do campeonato do mundo. Disse ainda que a Confederação não tem como forçar mais equipes a disputarem o campeonato brasileiro.

Aqui vai uma pergunta para seu Manuel: para que serve a Confederação Brasileira de Handebol? Será que ele sabe que a Federação do Rio, a capital dos Jogos Olímpicos de 2016, não tem sede e funciona no porta-malas do carro da presidente da entidade?

Será que sabe que o handebol carioca vive à míngua e não tem mais o grande time do Mauá Universo, onde brilhou a base da seleção e a estrela Zezé?

Com todo respeito, não é o técnico quem deveria ir para a Dinamarca…

ABCD: Brasileiros bombando, viva o macarrão e xô, pizza!

Leia o post original por Milton Neves

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Estou jogando minha pequena toalha.

Não pude em 2015 meter o pau nos “pontozzzzz morridozzzzz…”.

Foi e está sendo um sucesso o nosso futebol pós-Felipão-7 a 1.

E é paradoxal.

Mesmo com tanto cartola ruim e com o brutal apequenamento de nossa Seleção.

Fizemos uma Copa pífia, vergonhosa, inesquecível.

E o defunto ainda não esfriou.

Levará séculos.

Pobre Barbosa, o sem culpa.

Bem feito para Felipão, que enterrou sua biografia.

Quem mandou ser carreirista e tomar o lugar do mediano Mano?

Pelé não disputou em 1974 a Copa da Alemanha para manter sua coroa no lugar, e Felipão deveria ter se contentado com 2002.

Tiro no pé.

E em 400 milhões de todos os nossos pés.

Hoje Felipão está na China mais trilionário do que nunca.

China que recebeu em 1.271 o mítico veneziano Marco Polo.

Aos 17 anos ele se mandou para lá, lutou contra Kublai Khan, neto de Gêngis Khan, e teria inventado o macarrão.

Só que não é verdade.

250 anos antes o italiano macarrão já existia conforme escreveu Martino Corno no livro “Vermicelli e Maccaroni Siciliani”.

Mas ele desbravou o mundo e adorava viajar.

Foi um Marco Polo internacional!

Já o nosso Marco Polo…

E será que a sua auto-reclusão na CBF e no Brasil está dando sorte aos nossos campeonatos?

Bobagem minha.

Mas como pode o abecedário da bola, na base do ABCD, estar tão maravilhoso em nossos Brasileiros, se a Seleção Brasileira e nossos cartolas estão tão mal?

Marin está preso.

E parem de dizer e escrever que aquele apartamento dele com 200 metros quadrados no 41º andar do Trump Tower da Quinta Avenida de Nova York, vale só 2 milhões de dólares.

Ora, conheço quem compraria 50 apartamentos do mesmo padrão por essa quantia incompatível de Série Y em Manhattan, território de “jogo pesado”.

Ainda mais sendo um imóvel na cara do Central Park e com uma vista maravilhosa.

Vale por volta 8 a 10 milhões de dólares.

E os outros dirigentes?

Carlos Miguel Aidar também danificou a sua biografia.

Marco Polo Del Nero não aceita nem jogar truco aqui do lado no Paraguai.

Laor e Odílio são réus perante a Justiça espanhola na esteira da mal cheirosa venda de Neymar, um enigma.

Mesmo assim o Corinthians empolga, o Galo também, o Grêmio sem Felipão cresceu, o Santos sem dinheiro pós-Laor e Odílio virou competitivo e as outras séries estão lotando estádios.

Na Série B, Botafogo e Vitória vão voltar, sete times lutam por duas vagas, e nas esquecidas Séries C e D temos e tivemos emoções a mil com públicos recordes.

Vila Nova-GO, Lusa, Brasil de Pelotas, Fortaleza, Asa, Tupi-MG, Londrina, Confiança, Botafogo-RP, São Caetano, River-PI, Lajeadense, Caldense, Ypiranga-RS, Remo e Operário-PR empolgam e empolgaram seus torcedores nesta reta de chegada da temporada.

E com esses times todos tão abnegados viajando para todo lado neste Brasilzão de Deus!

Coisa que nosso Marco Polo definitivamente não gosta de fazer, ao contrário de seu xará famoso que tanto o fez há 800 anos.

O mesmo italiano Marco Polo que não inventou de fato o macarrão, mas o nosso Marco Polo adoraria reinventar a pizza.

Foto: UOL

Quase ouro de tolo, Jogos Pan-Americanos são a Série C da Olimpíada. Não se enganem com esses resultados!

Leia o post original por Milton Neves

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Em Jogos Pan-Americanos, medalha de ouro é ouro de tolo.

Cada medalha de ouro no Pan representa 10º, 11º ou 12º lugar em Jogos Olímpicos.

Eu sei que é cruel falar isso!

Até porque o atleta brasileiro, fora do futebol, não tem apoio da grande mídia.

Eu mesmo não sou um cronista esportivo.

Eu só falo de futebol, sou um cronista futebolístico.

Mas a mídia brasileira em geral não apoia o esporte fora do futebol.

E futebol masculino, viu.

E o grande patrocinador nacional também abandona os nossos atletas.

Estatal ou privado…

O apoio no Brasil é dado apenas para três modalidades: futebol masculino, futebol masculino e futebol masculino!

Portanto, a crítica que faço não é voltada aos atletas, que mesmo ABANDONADOS conseguem disputar competições internacionais e ganhar medalhas.

Abandonados pelos verdadeiros culpados, os patrocinadores e também a hipócrita mídia, que só dão bola para o competidor quando vem uma medalha de ouro ou de prata, mesmo que seja no Pan.

Mas, insisto, vencer Jogos Pan-Americanos é como um clube de futebol conquistar um campeonato regional.

Enquanto a Olimpíada seria uma Liga dos Campeões.

Então, enquanto os nossos atletas só forem valorizados quando de conquistas de “Campeonatos Paulistas”, “Campeonatos Cariocas” ou “Campeonatos Mineiros”, ficará cada vez mais difícil vermos conquistas brasileiras na “Champions League” do esporte olímpico!

Uma pena…

Opine!

A folha seca de Didi, o Santos “quebrado” e o “Caso Neymar”!

Leia o post original por Milton Neves

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Canhota de Neymar já empata com a direita.

Com Pelé foi assim também e muito mais, é claro.

Coisas raras, mas muitos “direitos” igualmente melhoraram suas esquerdas.

Já o canhoto melhora a sua direita só em exatos 52.67%, no máximo.

Rivellino, genial, só fez um gol com a direita.

Foi no Maracanã, de sem pulo, de fora da área, pelo Fluminense.

O levantamento é do não menos genial Cláudio Scaff Zaidan, das Rádios Bandeirantes e Bradesco FM.

Zaidan, belo historiador e frio pesquisador, também decreta que Didi só fez um gol de “Folha Seca” na vida.

Ele “leu” todos os jogos de Didi pelo Flu, Botafogo, seleção, Real Madrid e São Paulo.

E viu e ouviu 42.87% deles.

O gol único foi naquela falta, contra o Peru, no Maracanã, pela eliminatória direta para a Copa de 1958.

Só dois jogos porque os cartolas burros não tinham descoberto ainda os direitos de TV e o marketing esportivo.

Lá, foi 1 a 1, com Índio empatando para o Brasil.

No Rio, na volta, estava um 0 a 0 chorado, no lotado Maracanã, quando Didi venceu o gigante negro Rafael Asca em cobrança de falta que Nelson Rodrigues imortalizou como “Chute de Folha Seca”.

É que uma folha seca levada pelo vento sempre tem destino improvável, impreciso, lotérico.

Estudei a trajetória da bola no chute de Didi em imagens claríssimas em 1994 quando apresentava o “Canal 100″ pela finada TV Manchete.

À época, com assessoria de Narcizo Vernizzi, o homem do tempo, do sol, da chuva e dos ventos, e do onipresente Álvaro Paes Leme, da Rede Record e da Bradesco FM, concluímos que a bola ia fora, mas no caminho dela em direção ao gol “ia passando um vento noroeste” que alterou a sua trajetória.

E o goleiro Asca, o “Pássaro Negro” do Peru, até fica olhando para cima “xingando” o vento, após o gol.

Vento esportivo que foi também imortalizado pelo não menos célebre Roberto Drummond, o Nelson Rodrigues de Minas Gerais.

“Quando vejo uma camisa do Atlético Mineiro estendida no varal, torço contra o vento”.

E eu torço pelo esclarecimento do “Caso Neymar”.

Quase voz isolada contra a “doação” do jogador ao Barcelona, mesmo inicial e burramente tendo apoiado em minhas mídias a antecipação em um ano do vencimento do contrato do Pelezinho da Vila, vejo hoje que o assunto está cada vez mais mal cheiroso.

Não me surpreenderei se pintar no caso, entre tantos envolvidos nos dois extremos e entre tantos intermediários ou empresários do negócio, alguma “delação premiada”, algo tão em moda hoje no Brasil.

“Você quer chegar no ponto final de uma história? Então siga o caminho percorrido pelo dinheiro”, ensinam experientes investigadores internacionais.

Na ponta do comprador a polêmica fedida já virou “batom na cueca”.

Sandro Rosell, seu vice e o Barça, perante o MP e o fisco espanhóis, estão envolvidos ou enrolados até a medula.
A coisa vai chegar aqui?

Aguardemos.

Enquanto isso o quase falido Santos do coitado do Modesto Roma vai capengando tentando sair do buraco em que o clube se meteu pós-Laor-Odílio.

Na semana, outra bordoada no caixa da Vila.

O TJ-SP, por 3 a 0, decidiu que foram legais os contratos que Marcelo Teixeira assinou com a DIS vendendo à empresa jogadores como Wesley, Ganso, Andre e outros de “baciada” de uma molecada que, na maioria, sumiu.

Ou seja, ao invés de pagar à época o percentual da empresa quando da venda dos jogadores, a dupla Laor-Odílio preferiu “empurrar com a barriga” e entrar na Justiça contra os atos de Marcelo Teixeira.

Foram para o Poder Judiciário, postergaram os pagamentos e perderam.

Aliás, eles nada perderam porque agora quem perdeu, seis anos depois, foi o Santos, hoje com o CT Meninos da Vila sujeito à humilhante leilão judicial.

Justamente os dois cartolas que deviam ter se rebelado muitíssimo mais contra o não recebimento dos 55% dos direitos do Santos FC sobre os mais de 100 milhões de euros, o verdadeiro custo da transferência do “Menino de Ouro”, segundo autoridades espanholas.

Alegam que não sabiam e temos que acreditar porque eu também não sabia, ao contrário de Neymar pai e da ponta compradora.

E lembrar que Neymar, lá pelos fins de 2008, à época um “projeto de craque” como talvez um Victor Andrade, um Neilton ou um Gabigol, só não deixou o Santos e foi para o Real Madrid por R$ 5 milhões porque Neymar pai vendeu os 40% do filho para a DIS, que também micou, por enquanto, no mais nebuloso negócio da história do futebol.

Mas, tenho para mim, que esse jogo só está em seu primeiro tempo e que temos ainda muito esgoto para passar debaixo da ponte que liga Santos a Barcelona.

Foto: UOL

A Fifa precisa aprender com a natação e com o atletismo: se um atleta está dopado, todos da equipe são punidos! No futebol tinha que ser assim: com um dopado, o time perde os pontos. Concorda?

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A notícia pegou a todos de surpresa nesta semana.

João Gomes Junior, nadador que participou da ótima campanha brasileira no Mundial de Piscina Curta em dezembro do ano passado, foi flagrado em exame antidoping durante a disputa da competição.

Caso o doping seja confirmado, o Brasil perderá as medalhas de ouro das provas 4×50 m medley, 4x100m medley e 4x50m medley misto.

Ou seja, toda a equipe brasileira será punida por conta disso.

E, para mim, a Fifa tinha que seguir este exemplo.

Assim como nas provas de revezamento da natação e do atletismo, se um jogador for flagrado no exame antidoping, o time todo deve ser punido, perdendo pontos ou o título conquistado, caso seja em uma final.

Afinal, isso faria com que os atletas do futebol passassem a pensar ainda mais antes de ingerir alguma substância ilegal.

E você, o que pensa sobre o assunto?

Opine!

Tabelinha do mineiro Pelé e Einstein acabará em golaço!

Leia o post original por Milton Neves

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Mineira Dilma do Galo ganhou a eleição.

Mineiro Aécio do Cruzeiro bateu na trave duas vezes: nas urnas e na Copa do Brasil.

Mas ganhou o Campeonato Brasileiro…

Mineiro Pelé está no hospital.

Algo que nenhum beque cavalo conseguiu em 21 anos de caça ao Rei da Bola.

O Galo vai transformando o Cruzeiro em freguês.

Os dois foram brilhantes em 2014.

Boa de Varginha e América-MG também estão de parabéns.

O Coelho só não se juntou ao Galo e a Raposa porque o tapetão não deixou.

Minas hoje está prosa e soberano.

O São Paulo FC também.

Afinal, o Tricolor não se intitula “O Soberano”?

Só que atualmente virou “só-berano” as taças.

E o Rogério Ceni?

Ele passou a vida inteira se adiantando e aí a Penalty dá uma mísera adiantadazinha autorizada e vira esse rolo todo?

Até filme de despedida, belíssimo, ele autorizou, estrelou e protagonizou.

Eu vi o filme.

Aí se arrependeu e renovou até agosto de 2015.

Ainda bem.

Sua ausência tiraria uma bela e polêmica estrela do firmamento da bola.

Puxa, que semana!

E foi também a semana em que fiquei morrendo de medo e ansiedade torcendo pela saúde de Pelé.

Continuo preocupado.

O mundo está!

Ele inventou o Santos e o futebol.

É o mais perfeito dos brasileiros.

Foi também o engenheiro que traçou a estrada de minha vida.

Estou muito feliz com o que Deus, exagerado e bom demais, a mim destinou, mas sem Pelé não teria me tornado homem de comunicação.

Seria outra coisa qualquer sem nunca ter saído de Minas, creio.

Falam que nunca mais haverá tamanha consternação nacional como quando das mortes de Tancredo Neves e Ayrton Senna.

Um dia, daqui a muitos e muitos anos, Silvio Santos e Pelé provocarão ainda mais tristeza e espanto em nosso país.

Silvio no Brasil e Pelé no mundo.

A real e imensa dimensão dos dois a gente ainda não tem.

É típico do ser humano: a morte de quem pensamos ser imortal assusta, entristece, violenta e faz com que a gente ame muito mais o gênio que se foi.

Força, Pelé, o homem que tem três corações e um só rim vai fazer ainda mais 1000 gols lá no Estádio Albert Einstein.

Afinal, do inédito e histórico encontro desses dois gênios, Pelé e Einstein, coisa ruim jamais haveria de nascer. É que a prática da relatividade só pode terminar este caso em um fantástico golaço.

Imagem: Túlio Nassif/Portal TT

Os EUA também esperam por Neymar

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Escrevo de Nova York.

Foi uma semana especial com minha esposa e filhos, meus quatro titulares.

Afinal, a gente só faz 63 anos na vida uma única vez.

A capital do mundo continua imponente com os seus metros quadrados mais caros e badalados do planeta.

Foi e será sempre assim.

Antes, no domingo à noite, 3 de agosto, saímos direto dos estúdios do “Terceiro Tempo” da Band para Miami, hoje tão brasileira.

Nova York é diferente.

Não é nem “só americana” mais.

É gente de todo lado.

Um festival de povos com rostos, jeitos, expressões, roupas, religiões, idiomas e pressas diferentes.

É a capital mundial do impessoal.

São Paulo perto de Nova York é uma cidade do interior onde todos se conhecem e se cumprimentam.

Sim, São Paulo, tem muito de fria também, mas jamais como a chamada “Big Apple”.

Aqui, mais do que em qualquer lugar do mundo, cada um tem um único time: o “Eu Futebol Clube”.

Mas deu para encontrar com alguns brasileiros, todos corintianos, é claro, no aeroporto, na parte residencial do Essex House, em Tribeca, no importantíssimo Central Park e na dolorida região das torres do antigo WTC.

E gente de todo o mundo continua deixando suas flores em homenagem aos assassinados de 11 de setembro.

 

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Ali, você tem uma sensação estranha, diferente, única, esquisita e até sobrenatural.

Todos se emocionam.

Mas, do lado, a vida continua.

São prédios e mais prédios que sobem em velocidade absurda e já beijando as nuvens.

Miami também.

O mercado imobiliário americano, moribundo entre 2010 e 2011, renasceu e voltou com tudo.

E será que esse país monumental verá nascer definitivamente e pra valer o nosso futebol por aqui?

Os times de Nova York e Orlando agitam a bola pelos EUA e o 5 de setembro é aguardado com enorme expectativa lá na Florida e em boa parte do País.

Com Neymar, é claro, estrelando todas as chamadas da mídia envolvendo o amistoso Brasil x Colômbia.

Já por aí, acompanhei pela Internet os jogos do meio de semana.

Destaque para o Corinthians, que voltou da parada para a Copa voando como um Boeing 787, mas que agora já está mais instável que um teco-teco.

A derrota para o frágil Bahia, pela Copa do Brasil, prova isso, mesmo com a classificação alvinegra.

O Palmeiras também venceu e Ricardo Gareca parece estar conseguindo dar forma ao amontoado de jogadores da equipe do Palestra Itália.

Mas a parada de hoje, contra o Galo, no Horto, convenhamos, é das mais complicadas.

E hoje também tem o Gre-Nal que marca a volta de Felipão ao futebol, pouco mais de um mês após os inesquecíveis 7 a 1.

Sorte de D’Alessandro e cia., que deverão ter uma tarde alemã no belíssimo Beira-Rio.