Arquivo da categoria: Osvaldo de Oliveira

Que surra do São Paulo!

Leia o post original por Antero Greco

Clássico é clássico e vice-versa reza a tradição de obviedades do futebol. Quando dois times de porte se enfrentam, imagina-se equilíbrio de forças e placar apertado.

Nem sempre, como se viu, no início da noite deste sábado, no Morumbi. O São Paulo deu uma atropelada no Corinthians, lascou 4 a 0, com direito a “olé!” merecido por parte da torcida (única, bom frisar).

Era o desempenho que faltava para a turma tricolor respirar aliviada e dar um bico definitivo em qualquer ameaça de rebaixamento. O sufoco no ano foi de lascar, mas agora dá para pensar direito como não fazer bobagens em 2017. Um placar desse quilate, diante de rival histórico, serve para animar o que resta da temporada e planejar direito o futuro. Sem os furos atuais.

O Corinthians? Bem, o campeão do ano passado atravessa período conturbado, estranho, de transição. Desmontou um grupo vencedor, perdeu o técnico no meio do caminho, trocou de comando algumas vezes e tomou o ponto de interrogação que o São Paulo carregava. Ponto de interrogação que recai sobre diversos jogadores e, por que não?, também sobre Osvaldo de Oliveira. Sim, senhor, quem garante que ele fica para 2017? Já sentiu o peso das cobranças após o jogo…

Jogo que foi dominado pelos tricolores, do início ao fim. O Corinthians não teve pernas, espaço, fôlego, criatividade, coragem para driblar o cerco. Denis praticamente assistiu ao clássico de local privilegiado. Desta vez, não tomou sustos nem gols. Deve até ter sentido o frio esquisito que há sobre a cidade.

O São Paulo fez, talvez, a melhor apresentação no Brasileiro. Talvez, não, certamente. Tudo deu certo, da escalação inicial às substituições. Até as chances que apareceram foram praticamente todas aproveitadas.

Pode-se discutir o lance do pênalti que resultou no primeiro gol, marcado por Cueva. Confesso que não me convenci totalmente. Mas, independentemente disso, o São Paulo jogou muito mais. Na verdade, jogou, enquanto o Corinthians apenas esteve em campo.

Por isso, os demais gols – feitos por David Neres, Chavez e Luiz Araújo – vieram com naturalidade, no segundo tempo. Fora o baile.

Noite para não esquecer, de um lado; para riscar do mapa, do outro.

 

Palmeiras goleia São Paulo com show de Zé Roberto e Arouca

Leia o post original por Fernando Sampaio

rafaelmarques1_rib-1Foi muito fácil.

Roteiro imprevisível.

Aos dez minutos o São Paulo estava com dez e perdendo.

Daí em diante virou jogo de um time só.

Ceni e Tolói fizeram a diferença.

Aos 3′, Ceni foi displicente, relaxado, excesso de confiança, acabou sendo traído pelo gramado, pegou de canela, a bola subiu, caiu no pé do Robinho, a única opção era bater no gol vazio, o atacante fez o certo, arriscou, mandou o balão e marcou um golaço.

O Tricolor sentiu o golpe, ficou nervoso, Dudu aproveitou, malandro, deu uma cotovelada no estômago do Tolói, o zagueiro foi burro, descontrolado emocionalmente, deu o revide, visível, desnecessário e foi expulso corretamente.

Fim de jogo.

O Palmeiras encarou o jogo como uma decisão e isso fez toda a diferença.

Zé Roberto declarou na saída “o time precisava ganhar de qualquer maneira este clássico”.

Este pensamento fez diferença, o Verdão entrou com aquilo que considero decisivo em todo esporte: Intensidade, Entrega e Superação. Os grandes campeões tem isso no sangue. Nadal, Djokovic, Federer, Michael Jordan, não jogam pelo dinheiro mas pelo prazer e sede de vitória. Os grandes campeões detestam perder, sofrem com derrotas.

Sem isso não dá para ser competitivo.

O Palmeiras não tem grandes jogadores individualmente, exceto Arouca e Zé Roberto, a facilidade no clássico não pode esconder os limites técnicos do elenco, mas com esta postura e pegada o time pode surpreender e quem sabe fazer o que fez o Botafogo do Osvaldo fez no Brasileiro, conquistando uma vaga na Libertadores.

Calma, claro, não dá para avaliar este clássico isolado, mas uma vitória assim gera expectativa positiva.

Zé Roberto e Arouca mataram a pau, Rafael Marques fez um golaço.

O São Paulo continua sem pegada, mostrou intensidade, entrega e superação só contra o San Lorenzo, encarou o jogo como decisivo, mas foi só esta partida na temporada, não dá para entender um time profissional encarar um clássico sem motivação, sem pegada. Lamentável, o elenco do São Paulo tem técnica mas não tem coração.

Não dá para ter uma expectativa positiva diante de tantos fracassos nos clássicos.

Placar de 3×0 em clássico é goleada!!!

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O Palmeiras vai vingar?

Leia o post original por Antero Greco

Estive sábado no novo Palestra para ver a primeira apresentação da versão 2015 do Palmeiras. Havia muita expectativa em torno da equipe agora sob comando de Osvaldo de Oliveira, depois da dezena e meia de contratações feitas até agora. O torcedor mostrou curiosidade – e mais de 27 mil acompanharam a vitória de 3 a 1 no amistoso contra o Shandong Luneng, time chinês ruinzinho.

Muita gente me pergunta o que achei do time, quais dos recém-chegados (ou recém-tornados) chamaram mais atenção, que se pode esperar? Com ansiedade clara, com o desejo evidente de ouvir resposta positiva, entusiasmadora. Dá pra entender: o palmeirense não aguenta mais sofrer e reza para que, finalmente, tenha motivos para alegrar-se.

Pois o aperitivo foi bom, porém enganoso. O jogo pra valer durou só a etapa inicial, quando o Palmeiras entrou em campo com a formação supostamente ideal para estes dias iniciais de temporada. A segunda fase virou um festival de Casados x Solteiros, com interminável série de substituições. Só Osvaldo mandou 12 jogadores a campo, mudou todo mundo e ainda teve de fazer troca da troca, com a contusão do argentino Mouche (ruptura de ligamentos).

No que valeu como observação, ou seja, o primeiro tempo, gostei de alguns jogadores. O lateral Lucas, que veio do Botafogo, se mostrou à vontade, desceu bem ao ataque e ainda marcou o segundo gol. Zé Roberto, pela esquerda, provou que pode ser ótima alternativa, talvez nem sempre em jogos inteiros. Apesar da dedicação, 40 anos pesam. Leandro Pereira (ex-Leandro Banana) se movimentou bastante, no ataque, e fez o gol de empate (o Palmeiras estava em desvantagem.). Amaral e Gabriel não tiveram quase trabalho, pois o meio-campo chinês não funcionou.

Quem se destacou, pra valer, foi Allione, remanescente do bloco de 2014. O argentino esteve muito bem, ao se deslocar, driblar, marcar e criar. Pode ter cavado no mínimo lugar no elenco. Assim como o zagueiro Tóbio. Maikon Leite, de regresso, tem velocidade de sobra, mas pontaria de menos Muitos dos que entraram no segundo tempo jogaram com a pressão de quem pode ser cortado. Cristaldo, outro argentino, pode ter conquistado sobrevida ao marcar o terceiro gol – e o mais bonito do jogo.

Bom esperar o início do Campeonato Paulista e a disputa de umas seis partidas para ter uma noção melhor do Palmeiras 2015. Certamente pior do que a do ano passado não será.

 

 

Ituano 1 x 0 Santos. A melhor defesa ganhou do melhor ataque

Leia o post original por Quartarollo

Antes do jogo começar perguntei aos dois treinadores na beira do gramado qual equipe levava mais vantagem. A equipe que tinha a melhor defesa ou a que tinha o melhor ataque? O Ituano tomou apenas 10 gols no Campeonato e … Continuar lendo

Sobrou para o Santos o que faltou para o Palmeiras

Leia o post original por Quartarollo

O goleiro Bruno entrou no intervalo no lugar do contundido Fernando Prass e acabou tomando o gol de Marcelinho, aos 38 do segundo tempo, que classificou o Ituano para as finais do Paulista. Bruno saiu de campo dizendo que o … Continuar lendo

O Cruzeiro e a competência premiada

Leia o post original por Antero Greco

Um papo que sempre ouvi no Bom Retiro, bairro em que nasci e no qual me criei, que “quem tem competência se estabelece”. Pois o Cruzeiro tem, e muita. Não é por acaso, nem por acidente, que lidera o Brasileiro, cada vez com mais folga. Agora, com 7 pontos de vantagem sobre o vice-líder Botafogo (49 a 42), depois dos 3 a 0 desta quarta-feira em Belo Horizonte.

Vitória sem contestação, sem nuances, sem mutretas. Não procede nem a reclamação de Osvaldo de Oliveira de que não houve pênalti em Everton Ribeiro, que resultou no segundo gol. O placar final mostrou a capacidade cruzeirense de superar desafios, como havia feito na rodada anterior, ao passar pelo Atlético-PR, no sábado, por 1 a 0. E o Furacão era outro candidato ao título, outra sombra afastada do caminho.

A consistência continua a ser característica marcante do Cruzeiro. O time tem harmonia, cria jogadas de ataque com regularidade, ao longo dos jogos. E, o mais importante, tem vários goleadores, não se concentra em torno de um jogador apenas. A confirmação da tese veio com os dois gols de Julio Baptista, que entrou no segundo tempo e garantiu o marcador.

O Cruzeiro dá passos firmes para mais um título nacional. Mas têm razão os técnicos Marcelo Oliveira e Osvaldo Oliveira, ao advertirem que falta muito. Mais do que lugar-comum, é constatação. São 48 pontos pela frente e turbulências, escorregadas, vaciladas devem entrar na conta de todos. A toada do Cruzeiro é que torna mais complicada a vida dos adversários.

O Botafogo não acabou, como se pode imaginar. Já deu provas de superação em diversas oportunidades no ano. Isso vale, não se deve desprezar. Como não se deve subestimar a capacidade de Seedorf. O holandês perdeu pênalti, quando estava só 1 a 0, e não teve desempenho brilhante. Mas é, de longo, o melhor do time, o regente da orquestra.

Caiu na rede, virou domínio público…

Leia o post original por Antero Greco

As pessoas se empolgam com esse negócio de rede social. É blog pra cá, Fêice pra lá, Tuíter acolá, Instagram mais ali e assim por diante. Qualquer acontecimento vale comentário, postagem, curtir e sei lá o que mais. Tudo é motivo para foto e… segundos depois o momento captado pelas maquininhas está eternizado na internet.

E muitas vezes as pessoas que estão falando para poucos amigos, reservadamente ou mesmo consideram que fazem reflexões interiores. E dá-lhe confusão. A mais recente foi o desabafo de Jeniffer Setti, mulher de Osvaldo de Oliveira. Ela criticou, no Fêice, o fato de o Botafogo estar com salários atrasados, sem jogadores, sem estádio, etc.

A intenção era a de ressaltar o trabalho de Osvaldo, mas há críticas nem um pouco veladas ao clube e à torcida. Claro que, caiu na rede, caiu na boca do povo. Fez barulho, a ponto de levar o treinador a manifestar-se a respeito. Osvaldo não viu nada de mais na atitude e ainda lamentou que tenha ocorrido invasão de privacidade por parte de alguns meios de comunicação.

Entendo o gesto de Osvaldo – eu faria o mesmo com minha mulher. Ele agiu de acordo com o que se esperava de um marido. E ainda por cima tratou de apagar o foco de incêndio. É seu papel, nada a retrucar. E nem acho mesmo que ela tenha cometido um ato grave. Gafe, no máximo.

Mas a verdade na verdade é preciso criar ainda uma etiqueta, um código de conduta, para as redes sociais. Ainda mais se se tratar de pessoa pública ou alguém ligado a personagem conhecido e popular. Ingenuidade achar que se fala só para os íntimos. Não se deve ceder à censura; mas bom senso e cautela não fazem mal.

No mundo de hoje, tudo é bisbilhotado, todos têm seus dados acessados com rapidez e facilidade. Tem-se uma sensação de liberdade ilimitada, mas é falsa. Mais do que nunca, nossos passos são vigiados. Molezinha, molezinha.

O São Paulo renasce e o Bota empaca

Leia o post original por Antero Greco

O São Paulo continua a ser um time sem meios-termos no Campeonato Brasileiro. Ao lado do Grêmio, é o que menos empatou: uma vez apenas em 20 rodadas. Isso explica por que não chegou ainda ao topo, mas também mostra por qual motivo está perto do bloco principal. Na noite desta quinta-feira, aumentou o número de vitórias, com os 4 a 0 no Botafogo. São 11 triunfos contra 8 derrotas. Os 34 pontos o deixam a apenas um do Vasco, quarto colocado.

E foi um atropelo sem sustos diante do Botafogo, que está com 28 pontos e parece ter emperrado. A equipe de Osvaldo de Oliveira (já começa a ser contestado pela torcida) sofreu com desfalques, foi presa fácil, ofereceu resistência mínima e ainda pode perder Seedorf, que saiu no meio do segundo tempo com dores musculares.

A vitória no clássico começou a ser construída com belo gol de Luis Fabiano, com 5 minutos, e que contou com ótima assistência de Jadson, em seu melhor momento no São Paulo. Essa vantagem acalmou o tricolor e colocou o Botafogo em alerta. Mas quem mandou foram os donos da casa, que pressionaram, criaram, encurralaram o alvinegro. Lucas e Luis Fabiano várias vezes rondaram a área de Jefferson, enquanto Rogério ficou num tédio só.

No segundo tempo, Ney Franco fez uma mexida que derrubou o Botafogo de vez. Aos nove minutos, tirou Paulo Assunção e colocou Osvaldo. Quatro minutos depois, Osvaldo aumentou a diferença, ao pegar rebote de Jefferson em chute de Luis Fabiano (com passe de Jadson).

O Bota, grogue, foi a nocaute aos 15 minutos, com o gol de Lucas, em jogada individual. Daí em diante o São Paulo gastou tempo, ouviu a torcida gritar olé e ainda teve como fazer outro gol, aos 43, com Cícero que dez minutos antes havia entrado no lugar de Luis Fabiano.

O placar mostra que o São Paulo pode sonhar, no momento, com vaga na Libertadores – objetivo bem razoável. O título está mais distante, pela diferença de dez pontos para o Atlético-MG, e pelo ritmo de Flu e sobretudo de Grêmio. Mas, se mantiver a toada…

Ufa, Seedorf ganha a primeira no Botafogo!

Leia o post original por Antero Greco

Clarence Seedorf disputou três jogos com o Botafogo, todos no Engenhão. Só conseguiu sentir o gostinho da vitória neste último, disputado agora à noite: 1 a 0 sobre o Figueirense, mesmo placar das derrotas para Grêmio e Vasco. O Botafogo quebrou jejum, depois de quatro jogos sem vencer, enquanto o time catarinense subiu para 12 rodadas sem saber o que é sair de campo com triunfo (o único foi na estreia, com 2 a 1 sobre o Náutico).

O jogo que fechou a programação do sábado no Campeonato Brasileiro seguiu a toada dos dois que foram disputados mais cedo (Inter 0 x Vasco 0 e Coritiba 2 x Grêmio 1). Ou seja: teve ritmo arrastado na maior parte do tempo. Uma chatice só. Na primeira fase, principalmente, pouca coisa se destacou. Uma ou outra jogada do holandês e um chute de Elkeson que acertou a trave.

Não mudou muito na segunda metade. A diferença esteve no gol solitário, marcado por Andrezinho aos 15 minutos e que ainda contou com ajuda da defesa do Figueirense. O Botafogo teve o mérito de acelerar um pouco, mostrou-se mais ajustado do que nas outras partidas e voltou a encostar no bloco principal, agora com 20 pontos.

Seedorf também revela entrosamento maior, se soltou, circula mais à vontade pelo meio-campo. Falta-lhe só mais atrevimento para finalizar. De qualquer forma, se percebe o respeito dos companheiros, pois pelos pés dele começaram muitas jogadas. Andrezinho fez o gol, também merece destaque. Mas falta um finalizador para a equipe de Osvaldo de Oliveira.

O Figueirense de tão bela trajetória na Série A do ano passado (esteve perto da Libertadores) se afunda na última colocação. É candidato ao rebaixamento, pelo que tem mostrado até agora.

Seedorf precisa de mais campo para alimentar Fogão

Leia o post original por Mion

Seedorf precisa atuar como autêntico armador, mais centralizado e vindo de trás.

De tempo em tempo impera algum modismo tático. Hoje o 4-5-1 é o mais badalado. Até o 2010 os clubes mundiais buscavam o tal 3-5-2, principalmente explorando dois alas, dois volantes, um meia mais adiantado e dois atacantes. No jogo de domingo quando Seedorf estreou pelo Botafogo, o perfil do elenco botafoguense mostra ter potencial para atuar no atual 4-5-1.

O técnico Osvaldo Oliveira errou feio em sacar Andrezinhopara a entrada de Seedorf e também não precisava mexerem Felipe Gabriel, erro que repetiu contra o Vasco, tirou Felipe. Seedorf é um armador de jogadas, característica em extinção no futebol brasileiro, talvez até por isso, Osvaldo ainda não assimilou bem o posicionamento do holandês.

Aos 36 anos, Seedorf poderá ter um rendimento melhor, mais recuado vindo de trás como jogador surpresa. Possui qualidade na saída de bola e pode lançar bolas. Marcelo Mattos(Lucas Zen), Renato, Seedorf, Andrezinho e Felipe Gabriel; Elkeson. Vejo  esta a melhor formação, sem esquecer do recém contratado, o uruguaio Lodeiro, joga muito. Vitor Júnior também sempre terá oportunidades. Tudo será questão da necessidade. Se Seedorf atuar centralizado na meia-cancha, Andrezinho e Felipe Gabriel podem entrar pelos lados e aí o holandês deita e rola criando jogadas para os dois.

Seedorf não terá gás para atuar todos os jogos e 90 minutos, aí entram Lodeiro ou então Vitor Júnior. Em termos práticos, Osvaldo tem cinco vagas para oito jogadores. Se trabalhar no 4-5-1 logo este time ficará encaixado e tem potencial de brigar por título. Falta um atacante com cheiro de gol. Não sei os detalhes da saída de Loco Abreu, mas está fazendo falta. Elkeson pode se adaptar, desde que mantenha intensa movimentação, caindo para os lados.

Muito próximo da área adversária o espaço fica reduzido e dificulta a vida de Seedorf. Quando a equipe encaixar e o holandês tiver liberdade de jogar mais pelo centro do campo, armando, distribuindo o jogo, o Bota ficará extremamente perigoso.