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Segue o lider

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O futebol melhorou e os resultados continuam. Este é o Palmeiras que vai caminhando para mais um título. Falta muita coisa, é claro, mas o jeito está bom. Além de um elenco forte, o clube está repondo com vantagens as eventuais saídas. Eu pelo menos considero Jorge melhor que Viñas . Além disso, Deyverson retornou jogando bem e Dudu, por certo, terá muito a dar à equipe.

O trabalho de Abel Ferreira chegou a incomodar os resultadistas e mais ainda as respostas que ele deu em entrevistas, quando criticado. Isso é uma “ofensa” para muita gente, que passa a perseguir o entrevistado mais contundente. Com as vitórias não há o que falar e nem como criticar. E o Palmeiras vai tranquilo lá na frente.

Heróis?, Vilões?

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A noite da Libertadores foi mesmo de heróis e vilões. O maior herói foi Everson. Inspirado, lembrou Rogério Ceni ns seus melhores dias, defendo pênaltis e marcando o gol que decidiu a classificação do Atlético Mineiro. Entra nesta lista também Rigoni, um reserva de uma equipe pequena na Espanha, no caso o Elche, que muda a performance do São Paulo, sempre que está em campo.

Crespo não precisa ser chamado de herói, mas teve coragem de escalar Marquinhos desde o começo, num jogo decisivo, mostrando que está cada vez menos esperançoso das recuperações de Vitor Bueno e Pablo. O menino funcionou e ganhou espaço. O time da LDU teve também sua noitada importante.

E os vilões? Eles seguem com apito na boca. Teve gol da LDU contestável, outro lance onde o VAR foi cavar irregularidades pró-Atlético Mineiro e contra o Boca como já ocorrera em Buenos Aires e por fim a cafajestada dos caras da delegação argentina, que partiram para briga e acabaram na delegacia. Tudo muito com jeito de Libertadores. Inclusive o futebol. Passando longe da Champions, é claro.

A zica de Dybala

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Dybala é argentino e nem esteve na conquista da Copa América contra o Brasil. No entanto teve participação no título continental, não da Argentina, como poderíamos pensar, mas sim da Itália. É que o companheiro dele na Juventus, Chiellini, usou uma velha crença dos argentinos em decisões de pênaltis, e muitos entendem que isso colaborou para os erros ingleses e a conquista italiana.

O Kirococho foi ouvido especialmente na última cobrança de Saka. Sempre que decidem em penais, os argentinos falam este nome, que daria energia negativa e maior pré-disposição para erros. Isso começou com o supersticioso Carlos Bilardo que, como treinador do Estudiantes, descobriu um garoto que dava azar ao seu time sempre que ia ver os jogos. Chamou-o para receber os adversários e aí jogava a zica para eles. Lenda ou não o nome de Kirococho é ouvido sempre que argentinos decidem em pênaltis. Dybala contou para Chielini. E ele usou na final da Eurocopa.

Um clube com duas caras

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O Flamengo de Bandeira de Melo alinhou as contas e tornou-se, pelo menos aparentemente, um exemplo  de gestão financeira. De um time endividado passou a potência financeira se tivermos por base o futebol sul americano.  Muita gente fugia do clube, hoje é um sonho de consumo para quem não tem espaço na meca do esporte, que é a Europa.

Mas quando falamos em projeto de futebol é terrível. Não há a menor lógica no que se faz. Landim trouxe Abel Braga como seu técnico ideal. Depois trocou por Jorge Jesus não por lógica, até porque os estilos são antagônicos. Jorge Jesus caiu no colo.

Quando ele saiu chamou Abel Braga de novo, após procurar no mundo todo e sair com Dome como solução, para o qual ele não deu tempo de trabalho. Aí veio Rogério Ceni que da mesma forma não foi respeitado. E agora tem a modinha Renato Gaúcho. Convenhamos que não é exemplo para nada.

Bom retorno, gols

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Primor técnico nem pensar, mas animação e diversão valem muito no futebol. Na tarde do sábado dois jogos históricos, um na Série A e outro na Série B e ambos com muitos gols. Em São Paulo Palmeiras e Santos fizeram cinco gols e deu Palmeiras num 3 a 2, que deixou dúvidas quanto ao resultado até o último momento. No Rio Botafogo e Cruzeiro ficaram no 3 a 3.

O futebol brasileiro caiu demais em credibilidade pelo medo de ganhar. Partidas covardes, times recuados querendo empates de zero a zero para fugir a compromissos. O empate de 3 a 3 dá um ponto para cada lado igual ao 0 a 0, mas em termos de valorização do produto aí a conversa é outra.

O equilíbrio do Sylvinho

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O Corinthians continua com dificuldades, mas o nível de jogo da equipe tem melhorado. Sylvinho  deu uma cara tática para uma equipe com material humano limitado. O nível de marcação é forte mas no sentido de ataque. Dois dos três volantes marcam bem na frente dificultando a saída de bola dos adversários e o outro, Cantillo, é o homem da criação.

Será necessário manter esse equilíbrio  para evitar ameaça de rebaixamento e isso é o que basta para o momento. As finanças estão mais controladas. Os gastos absurdos dos anos anteriores diminuíram e as dívidas baixaram. É assim que as coisas precisam ser. Pensar maior como o clube merece, ainda vai levar algum tempo.

Em fase de acerto

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A chegada de Paquetá ao time titular, acertou a seleção de Tite. Ele achou o “Renato Augusto ou Paulinho” que faltava no esquema que tanto gosta. E há momentos bonitos como no primeiro tempo contra o Peru. Neymar e Paquetá estão com um entrosamento caminhando para algo especial. E esta é uma boa notícia.

O Brasil seria e será um dos favoritos na Copa do ano que vem. Mas com alguns entrosamentos na equipe as chances podem aumentar. Ainda faltam detalhes e não são poucos. As cobranças são fortes porque poucos aceitam que o Brasil é um dos melhores e não o melhor absoluto. Creio que Tite já se acostumou. E aos poucos vai ajeitando cada vez melhor, a casa.

A arte de destruir

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Tiago Nunes está fora do Grêmio. Não muda nada no Brasil. Logo ele será considerado uma promessa que não deu certo como já ocorreu com Zé Ricardo, Adilson Batista e outros tantos um pouco mais atrás. Ele começou muito bem no Athético Paranaense, foi para o Corinthians com boa expectativa, mas foi queimado rapidamente. Aí passou para o Grêmio de onde veio no começo de carreira. E agora durou muito pouco por lá.

Não há tempo para qualquer trabalho consistente. A pressa pelos resultados gera porcaria. Cada dia fica mais difícil termos equipes trabalhando bem taticamente. E aí a qualidade dos jogadores, que já não é de primeira linha, cai ainda mais impedindo bons jogos. Pior é que não se vê soluções a curto prazo.

Vivendo de sonhos

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A seleção brasileira na era Tite perde muito pouco. Não joga um futebol brilhante, até pela ausência de jogadores brilhantes. Eles são bons, mas nada de extraordinário, exceção feita a Neymar. Então há um bom grupo com chances de brigar por títulos, da Copa América ou Mundial, apenas que no nível do futebol brasileiro já de alguns anos.

Criou-se um mito de seleção espetacular, imbatível, melhor do mundo. Nada mais ultrapassado. Não há uma melhor do mundo. Existem seis ou sete equipes com um nível melhor, e o Brasil está entre elas, e uma dezena de intermediárias, que podem vencer as melhores com certa naturalidade, dependendo do dia. Mas é difícil entender-se isso no Brasil. E aí fortalecem as teses de “outrismo”. Se fosse outro treinador, outros jogadores, etc, seria diferente. Está bem. Sonhar é livre e permitido.

Dinheiro sobrando

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Lionel Messi não pode ser inscrito pelo Barcelona. Ao contrário do que se possa imaginar o problema é grana demais. O novo contrato é tão alto que o time espanhol precisa se desfazer de vários jogadores para equilibrar orçamento e poder registrar seu histórico profissional, que agora deverá encerrar a carreira entre os catalães, que lhe renderam fama mundial.

O Fair Play financeiro é muito bom para que se tenha um relativo controle da entrada e saída de dinheiro dos clubes, evitando entre outras coisas, atraso de salários. Nem sempre as coisas funcionam mesmo com este regulamento. Há os que conseguem burlar. Mas sem dúvida eu prefiro uma regra mesmo que básica, evitando que os cartolas façam tudo de qualquer jeito, sem o menor respeito com as finanças das agremiações.