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São Paulo deve, Diniz paga

Leia o post original por Flavio Prado

 

 

 

 

O São Paulo têm dívidas enormes com seus jogadores. O vergonhoso rombo no orçamento do ano passado, gerou atrasos de salários, mas não diminuiu a tensão interna por títulos. Jogadores e o antigo treinadores foram cobrados o tempo todo pelos fracassos dos últimos dez anos. E o time naufragou novamente.

Enquanto os resultados vieram ficou mais fácil controlar a situação. Quando a equipe chegou no seu limite, já que jogou além dele por um bom tempo, e as reformas internas começaram, tudo começou a ruir. A emboscada armada antes do jogo contra o Coritiba com gente de dentro do clube dando a rota do ônibus para a tocaia dos marginais, mostrou que os descontentes com as mudanças não dariam tréguas.

As contas no clube são assustadoras. Alguns contratos assinados assombram pelos números e pela falta de zelo com o dinheiro do clube, Mas foram assinados e os credores, os jogadores, têm direito de receber. Depois da emboscada muitos começaram a pensar e agir, visando sair no final da competição. Enquanto isso o treinador ficava exposto como o “grande” responsável.

Tudo muito vergonhoso. O São Paulo está muito doente. E a doença é grave, é antiga. Por certo a cura não virá com uma simples troca de técnico. É importante a nova direção expos o que têm encontrado como herança do período Leco. O buraco é muito fundo. E nem começou a ser fechado com  a simples saída de Fernando Diniz.

5 motivos para discordar da demissão de Fernando Diniz

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Foto: Divulgação/Rubens Chiri

1 – Não há Plano B pensado. É uma atitude passional que não condiz com o futebol atual.

2 – O time, mesmo muito limitado, liderou o Brasileiro. Mérito total do treinador.

3 – Se os jogadores estão descontentes e boicotaram o trabalho, o boicote atingiu o clube. Eles precisam se explicar.

4 – O São Paulo de Diniz fez mais do que os times anteriores. Gerou uma expectativa acima do que podia. Agora só caiu na real.

5 – Diniz “inventou” jogadores como Sara e Diego Costa, para cobrir as falhas do elenco mal montado. Ajudou, não atrapalhou.

Ataque defensivo

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O São Paulo lidera com certa folga o Campeonato Brasileiro e tem a segunda defesa menos vazada, além do melhor ataque. Está também entre as três equipes com maior posse de bola nos jogos realizados. Fernando Diniz está mostrando na prática o que sempre apregoou na teoria. Se você tiver a bola sob controle, você está protegido. Se atacar está perto do gol adversário e longe do seu.

Até os mais leigos no tema perceberam que é melhor impor o ritmo de jogo. O saque no tenis  é fundamental como o ritmo que você e emprega sempre será melhor para você do que para seu adversário. E sobre posse de bola disse que o São Paulo é um dos três como maior aproveitamento. Os outros dois são Atlético Mineiro e Flamengo. Não por acaso os três melhores colocados na competição.

Moleques

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E lá vão eles os moleques da base dando as vitórias para os melhores times do Brasil. As apostas não foram pensadas, mas deram certo. O Santos os usa porque são a única opção de um clube endividado, que ficou quase o ano todo sem poder contratar. Aí entraram os meninos de nomes duplos entre 15 e 20 anos e as coisas começaram a acontecer.

No Palmeiras, enquanto não chamaram os garotos da base o time só patinou. Foram eles que puxaram os demais e todos cresceram. Hoje a bola do time de Abel Ferreira é convincente. E o no caso do São Paulo, que carrega o time é a molecada de Cotia. Brenner, Sara, Luan, Igor Gomes, etc e claro, com o “refugo” Luciano.  Está sendo assim. Até onde eles irão. Isso só saberemos no futuro próximo.

Maradona não é para burros

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Maradona é contestado por seus excessos. E ele os teve de fato. Exatamente por essa razão era Maradona. Viveu de forma muito intensa e ousada. E essa ousadia o levou a fazer coisas impensáveis como um gol de mão numa Copa do Mundo ou driblar todo time da Inglaterra e também os belgas em campos mexicanos.

Bateu na Fifa, claramente corrupta, mas vista até então, como acima do bem e do mal. Foi vítima de tiranos do tipo Havelange e Grondona e os denunciou. Nunca teve medo de escolher lado político e fez muitas amizades e inimizades por causa disso. E caiu pelas drogas, pelo álcool, pela comida desenfreada e pelas loucuras fora de campo. Este personagem foi gigantesco. Virou Deus e morreu divindade mesmo. Isto incomoda os medíocres. Mas Maradona nunca se preocupou em agradar os burros.

A morte de Dios

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Imagine você vivendo a morte de Deus. Seguramente é assim que se sentem os argentinos. Passionais como são eles viam em Maradona o Libertador, pós a catastrófica guerra das Malvinas. Os dois gols contra a Inglaterra, na primeira Copa do Mundo pós guerra, um espetacular e outro de mão, transformaram aquele ser humana num Deus e não é fácil administrar esta dupla situação.

Maradona morreu e fica um vácuo enorme no país todo. Desde Evita Peron o país não tinha uma tragédia tão grande. E mesmo na pandemia não será possível segurar o povo, que por certo irá para as ruas. O Dios argentino subiu. E será muito bem recebido lá em cima. Ele alegrou muita gente na sua vida conturbada.

Cobrança maior

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A chegada de técnicos estrangeiros ao Brasil mudou conceitos. Hoje não se aceita mais a simplicidade de se jogar de qualquer jeito e, eventualmente, obter resultado. A cobrança mudou. Queremos ver qualidade de jogo, alternativas táticas e partidas com melhor nível para o público.

Não estamos vendo espetáculos sensacionais, mas pelo menos há mais respeito por tentativas diferentes de mudanças táticas , coisa quase proibida tempos atrás, quando qualquer coisa servia. Também ficou claro que a permanência de treinadores só traz benefícios. Vamos ver por quanto tempo os estrangeiros ficarão liderando esse movimento. O que se espera é que mudemos o jeito de ver futebol. Ganhar é bom mas não de qualquer maneira.

Seleção fantasma

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O jogo de ontem da seleção brasileira foi visto por pouca gente. O impasse com a TV Globo gerou a necessidade de busca ou pagamento extra para o torcedor assistir aos jogos. Fiz uma enquete na minha rede social e 96% das pessoas demonstraram total desinteresse pelo evento. E 84% simplesmente não viram a partida.

Seleções pelo mundo não encantam como antes. No Brasil não é diferente. Caso as coisas sigam assim o caminho para estes jogos não parece ser dos melhores. Os clubes cada vez ganham mais protagonismo e fica cada um por si. Poucos se importam com as equipes nacionais. Querem vitórias de seus times. Se deixarem de ver os jogos em tvs abertas, talvez a seleção brasileira vire, rapidamente, coisa do passado.

Vai parar novamente?

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Quase 50 jogadores que disputam o Campeonato Brasileiro estão com testes positivos de Covid19. Todo dia novos exames confirmam que o vírus está circulando entre os atletas. Dois treinadores de equipes importantes, Santos e Coritiba, estão internados, sendo que Cuca ficou alguns dias no semi intensivo.

Mas vão parar os jogos? Parece que não. A vida no meio da pandemia ficou em segundo plano. Todos se acostumaram com os riscos. Virou rotina. É triste. O “show” não pode parar custe o que custar. E assim a pandemia vai se ampliando e enquanto não chegar a vacina teremos que conviver com más notícias e descasos.

Que freguês

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Impressionante como o Flamengo virou freguês do São Paulo. Recentemente o clube mais rico do Brasil, que ganhou todos os títulos recente mais importantes, tem apenas um adversário que não consegue vencer, exatamente a freguesia para o São Paulo. Foram três jogos e nenhuma vitória dos cariocas.

E as circunstâncias também são bem distintas. Na primeira Fernando Diniz assumiu o São Paulo na sexta feira e algumas horas depois empatou com o badalado grupo de Jorge Jesus, no Rio de Janeiro. Agora foram duas derrotas, uma vexatória por 4 a 1, mas perdendo dois penaltis e chutando bolas na trave. E por último, jogando melhor, voltou a perder com falha incrível de um garoto de enorme futuro, como o garoto Hugo Neneca. Coisa de freguês.