Vitória no elevador

Leia o post original por Mauro Beting

Futebol é o lugar onde a gente mais se desentende como gente. E onde gente do bem faz tabelinhas como Gabriel Jesus e Casagrande fizeram na Globo depois do mal entendido entre eles num elevador e na entrevista pós-jogo. Eles são grandes e foram ainda mais. Dando aula de educação, respeito, civilidade e humildade. Assista e veja um grande diálogo entre eles. De muitas e ótimas reflexões. Exemplo para críticos e criticados.

Pitacos – Mengão dá show na rodada, mas tem que seguir o líder, viu?

Leia o post original por Craque Neto 10

Finalmente voltou o Brasileirão! E pra abrir a rodada o Grêmio do Renato venceu o Vasco do Luxa de virada… 2 a1. Pra falar a verdade só louco acreditaria que nesse duelo daria os cariocas. Pra falar a verdade se focar os gaúchos brigam pelo título. Já o cruz-maltino está longe de ter força pra tanto. No Castelão o Fortaleza do Rogério Ceni venceu a quarta no campeonato: 2 a 0 no Avaí… dois gols do Wellington Paulista. Olha só, abram o olho com o ídolo são-paulino, viu? Ele será um baita técnico! Na Bahia foi a vez do Peixe […]

Impossível

Leia o post original por André Kfouri

Garry Kasparov, provavelmente o maior enxadrista de todos os tempos, certa vez foi questionado se seria capaz de vencer o melhor jogador da atualidade, o campeão mundial Magnus Carlsen. A resposta foi enigmática – o diálogo, durante um jantar em Nova York, está no primeiro capítulo do livro “Guardiola Confidencial” – como são as questões complexas do esporte e da vida: “Eu seria capaz. Mas é impossível”. A explicação está na quantidade de energia cerebral que uma partida de cinco, seis horas, exigiria de Kasparov para derrotar um oponente 28 anos mais novo.

É possível que Roger Federer saiba exatamente do que Kasparov fala, após ser derrotado na final mais longa da história de Wimbledon por Novak Djokovic. Após vencer mais games, mais pontos no total, mais pontos na rede, mais pontos sacando, mais pontos retornando saque, mais break-points, fazer mais winners. E perder. Após quebrar o saque de Djokovic tarde no quinto set, abrir 40/15 e ter dois pontos para o troféu. E perder. Após, mais uma vez, se estabelecer como o favorito absoluto na vontade do público na quadra, na televisão, daqueles que gostam de tênis, dos que jamais viram um jogo, dos que acompanharam as quatro horas e cinquenta e sete minutos de tensão e dos que não a suportaram.

E perder.

A admiração por Federer se converteu em um fenômeno cultural mundial. Faz muito tempo que não se trata apenas de tênis ou mesmo de esporte. É tema obrigatório de conversação, no aspecto social. Nesta segunda-feira, na hora do almoço, pessoas que não viram um segundo do jogo dirão que ficaram grudadas à tela da TV, suando por boa parte do dia, torcendo por Federer. E como a derrota deixou o domingo mais triste. Ser contemporâneo de Federer é como poder ver um mestre de seu ofício, um gênio em ação, um ícone de nossa espécie. Seu rosto deveria estar ao lado do verbete “tênis” nos dicionários de todos os idiomas.

Novak Djokovic não apenas quebrou o mundo tenístico neste domingo. Ele mostrou que seu cérebro é composto de algo diferente, pois só isso explica a capacidade de processar a noção de que praticamente todas as pessoas desejavam seu fracasso, e retirar dessa noção a energia necessária para sorrir sozinho diante de milhões de sorrisos amarelos. Esse nível de fortaleza mental está próximo da crueldade, um recurso próprio de alguém que se convenceu de que ser um estraga-prazeres planetário é seu caminho para a grandeza, sua garantia de respeito absoluto numa era em que é automático amar Federer e/ou Rafael Nadal. Com Djokovic, ou se tem uma relação de simpatia instantânea ou se aprende a aceitá-lo por ser tão bom. É assim.

Há quem diga que ele se ressente. Nick Kyrgios afirmou que Novak “se esforça demais para ser Roger”, como alguém que daria tudo o que tem para ser digno do amor universalmente endereçado ao suíço. Talvez. Mas é preciso considerar a hipótese de ser exatamente o contrário: Djokovic encontra satisfação em tardes como a deste domingo, quando enganou a todos naqueles dois pontos em que tweets estavam prontos e manchetes já eram escritas. Ele não dedica a mínima importância para uma batalha impossível, a que se dá fora da quadra e dentro dos corações. Porque ali, onde a vontade alheia não importa, ele pode vencer.

Como venceu.

Você torceu para Federer porque, aos 37 anos, ele ainda joga com classe incomparável e personifica um patamar de excelência tão raro que deveria ser eterno. E como nada o é, você quer que ele olhe para o pôr do sol com um último troféu nas mãos, tendo derrotado os dois maiores rivais, num quadro perfeito como seu jogo. Você deseja essa felicidade a ele porque é seu desejo de felicidade, e, ao final, o sabor é ruim. Mas a tênue linha entre vitória e derrota embaralha as coisas num jogo como esse. Federer sacou para o campeonato. Duas vezes. Se lhe oferecessem esse cenário antes de tudo começar, ele assinaria em uma fração de segundo.

Se não aconteceu, como disse Kasparov, é porque é impossível.

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Flamengo impressiona!

Leia o post original por Celso Cardoso

Enfim o Brasileirão está de volta depois da pausa de quase um mês para a realização da Copa América.

Atenções voltadas para o clássico “Majestoso” no Morumbi, no sábado. O São Paulo em busca da redenção e o Palmeiras afim de mostrar que segue forte e inalcançável. No fim, nem uma coisa, nem outra. O Tricolor foi melhor no primeiro tempo, o Verdão no segundo e nada de muito empolgante. O time de Cuca segue na parte intermediária na tabela, enquanto os pupilos de Felipão observam a aproximação do Santos que venceu o bom Bahia já no final do jogo com gol de Sanchez. Os santistas agora estão só três pontinhos atrás do líder, façanha fantástica do argentino Sampaoli.

Logo em seguida na tabela de classificação figura um incrível Flamengo, autor da maior goleada no campeonato até aqui. Sob o comando de Jorge Jesus, o Mengão já havia deixado lampejos de bom futebol no meio de semana diante do Athlético em Curitiba, pela Copa do Brasil. Mas contra o Goiás, que jornada. Com Arrascaeta e Gabigol inspirados os cariocas meterem seis e chegam voando com farol aceso pressionando quem está na frente. Logo deve encostar pedindo passagem, embora já possa ser visto no retrovisor.

O Corinthians também fez a lição de casa. Discreto, como sempre, venceu de maneira básica. Econômico, mas competitivo. Tem um jogo a menos, o que deixaria o Timão em quarto caso venha a vencer o Goiás em jogo adiado da sétima rodada com data ainda a ser definida.  Até lá, entretanto, muita coisa ainda pode rolar.

O Corinthians passou um mês treinando e… piorou!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Corinthians 1 x 0 CSA

É brincadeira, né, gente?

Por causa do tal pay-per-view, o Choque-Rei, que foi eletrizante e emocionante, aconteceu no sábado e no domingo à tarde, horário nobre da bola, tivemos que nos contentar com esse joguinho bem chato envolvendo o Corinthians e o CSA.

Bom, paciência…

O que importa é que tem gente por aí que diz que o time quando é ruim, quanto mais treina, pior fica.

E parece que foi mais ou menos o que aconteceu com o Corinthians nesse último mês em que o nosso futebol parou por causa da Copa América.

A equipe dirigida por Fábio Carille aparentemente não melhorou nada!

Parece até que piorou…

Não que o CSA tenha dado grandes sustos no Alvinegro em Itaquera.

Mas é impressionante a falta de criatividade do meio-campo corintiano.

É tudo chuveirinho na área ou bola para o Vagner Love, que tem que se virar sozinho.

E, não fosse pelo veterano “atacante do amor”, o Timão teria perdido dois pontos em casa, diante de um adversário muito inferior.

Alô, Carille, o seu elenco não é tão recheado quanto o de Felipão, é claro.

Mas não tem como considerar normal o nível que o Corinthians tem apresentado nos últimos tempos.

Se continuar assim, você terá que voltar para o Mundo Árabe logo, logo…

Athletico-PR 1 x 0 Internacional

E o Furacão, tão prejudicado no meio de semana contra o Flamengo, deu a volta por cima neste domingo contra o Internacional.

Colorado que burramente não escalou força máxima para a partida.

Incrível a falta de ambição dos técnicos brasileiros…

Cruzeiro 0 x 0 Botafogo

E a Raposa, que levará a maior virada de sua história nesta semana, ficou no 0 a 0 com o Botafogo no Mineirão.

Opine!

Empate no tênis

Leia o post original por Mauro Beting

Se o mundo pudesse, e não só o do tênis, estaria todo abraçado com o campeão de Wimbledon, o da direita, e o vencido depois de cinco sets. Nestes dias de pessoas envelhecidas em fotos por um aplicativo impressionante, espantoso mesmo é como esses caras não envelhecem. E como eles nos rejuvenescem. Obrigado, vencedores. “Iguais”. Hoje era dia para empate no tênis. Ou vitória dupla. Ou coletiva. Sem dupla falta. Apenas múltipla presença.

Obrigado, Djokovic e Federer.

Federer continua o “Rei de Wimbledon”

Leia o post original por Fernando Sampaio

Cinco anos e nove meses mais jovem, Djokovic levou o título. Mesmo assim, Federer continua sendo o Rei de Wimbledon. O suíço, que completará 38 anos agora em agosto, foi sem dúvida a grande estrela da competição. O maior campeão de todos os tempos no All England Club deu um show contra Nadal e Djokovic, protagonizando dois jogos épicos. Na semifinal, Federer dominou totalmente o bicampeão Nadal.

Fonte

Boa, Gajo

Leia o post original por Flavio Prado

 

 

 

Foi sensacional. O Flamengo esmagou o Goiás, vencendo por 6 a 1 e procurando gols até o último minuto. 500 passes corretos, 28 finalizações, 11 escanteios, 67% de posse de bola contra um time que faz uma boa campanha dentro dos seus limites e com um treinador, Claudinei Oliveira, que não costuma ser goleado.

As ideias de Jorge Jesus são específicas e um tanto fora do padrão, especialmente na aposta em dois atacantes centralizados. Eles se movimentam, mas não pelos lados e sim na direção da área adversária. Isso foge um pouco do convencional nos dias atuais. Mas funcionou bem não só contra o Goiás, como no meio de semana contra o Athetico PR.

O trabalho só está começando, mas é positivo. Sinaliza coisa boa. O Campeonato Brasileiro nos últimos anos tem mostrado muito medo dos treinadores. As defesas são Plano A e B. Depois se preocupam, um pouco, em atacar e basta fazer um gol para que todos recuem.

As coisas começam a mudar, felizmente. Temos Sampaoli e seu Santos, o Fluminense de Fernando Diniz, o próprio Athetico de Thiago Nunes e o Grêmio de Renato Gaucho. Agora chega o Flamengo procurando marcar gols. Boa, Portuga. Ajude o futebol brasileiro a voltar a ser grande.

Jorge Jesus vai operar um milagre e tirar a taça do Verdão?

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Flamengo 6 x 1 Goiás

A primeira impressão não foi das melhores.

Afinal de contas, na Arena da Baixada, em duelo válido pela Copa do Brasil, o Flamengo de Jorge Jesus só conseguiu o empate contra o Furacão porque o apito e o VAR deram uma bela mãozinha.

Mas hoje, no Maracanã, pela 10ª rodada do Brasileirão, o Rubro-Negro realmente impressionou.

Foi como um foguete para cima do pobre Goiás e acabou nocauteando o time esmeraldino com uma sonora goleada.

E chamou a atenção o fato de a equipe da Gávea não parar de atacar mesmo quando o placar já estava em… 6 a 1!

Agora pinta uma dúvida muito natural.

O recém-chegado Jorge Jesus conseguirá operar um milagre e tirará a taça do Brasileirão-2019 das mãos do Palmeiras?

Bom, isso dependerá de Luiz Felipe Scolari.

Se Felipão continuar burramente poupando seu time titular em jogos importantes, o Rubro-Negro terá boas chances de chegar ao hexa nesta temporada.

Sim, chegará ao hexa, já que 87 obviamente é do Sport.

Opine!

Compreensível

Leia o post original por Rica Perrone

O rubro-negro sempre foi megalomaníaco. Sua postura nunca foi proporcional aos resultados e a graça do Flamengo é exatamente essa. A facilidade com que se vai do céu ao inferno e a injustificável confiança em momentos não tão favoráveis. Ser Flamengo é esperar o improvável como tendência. Nunca o flamenguista foi tão “insuportável”.  Também pudera,…