Palmeiras by Crefisa é força desproporcional?

Leia o post original por Milton Neves

Foto: Cesar Greco/Agência Palmeiras

Flavio Gomes, além de meu amigo, bolsonarista e corintiano, é um dos mais brilhantes jornalistas do Brasil.

E ele é 0% ‘mureteiro’!

Por isso, suas fortes declarações costumam render muitas polêmicas por aí.

E a última “bomba” do Flavinho explodiu lá pelos lados do Allianz Parque.

Após provocação de um telespectador do canal Fox Sports, lembrando que Gomes havia errado seus palpites dos jogos do Palmeiras contra Atlético-MG e Santos, o jornalista disparou:

“Meu palpite é sempre que o Palmeiras vai perder. Eu sou contra essa hegemonia financeira do Palmeiras”.

A declaração, claro, rapidamente ganhou as redes sociais e os palmeirenses “declararam guerra” ao brilhante membro da crônica esportiva.

Bom, eu já torço para que o Palmeiras ganhe este Brasileirão “com um pé nas costas”, com “500 pontos” de vantagem.

E isso tudo para seguir defendendo a volta do meu querido e amado mata-mata (risos).

Mas, e aí, o que você achou da declaração de Flavio Gomes sobre o “inglês” ou “alemão” time do Palmeiras?

O Verdão ganhar com tanto dinheiro “não vale”?

Opine!

Niki Lauda

Leia o post original por Mauro Beting

Quem é campeão mundial em 1975, sofre na temporada seguinte um acidente no latifúndio de Nurburgring, recebe até extrema-unção, volta pras pistas no mesmo campeonato e quase consegue o bi mundial que ganharia em 1977, compete até 1979, larga a F1 para montar uma companhia aérea, retorna em 1982 para ser tri mundial em 1984?

O austríaco de 24 poles, 25 vitórias, 52 pódios.

Uma grife. O Beckenbauer do automobilismo daqueles anos 70.

Ícone.

Exemplo e imagem não só de velocidade. Mas de vitórias.

De superação das queimaduras na cabeça que não o impediram de ganhar mais dois mundiais.

Niki Lauda nos deixa aos 70 anos. Como ele deixou os anos 70 anos mais vencedores.

Para quem cresceu naquela década, quando eu acompanhava bastante F1 também por causa dele, muito obrigado por aqueles domingos que passavam mais rápido.

Como você que ainda vai dar muitas voltas por aqui.

O que a Globo deixa de mostrar sem o Palmeiras em sua grade

Leia o post original por Perrone

Confira abaixo o que a Globo e o sistema de pay-per-view da Globosat deixaram de mostrar por ainda não haver acerto da empresa com o Palmeiras para exibir os jogos do time no Brasileirão deste ano. Os números são do site especializado em estatísticas Footstats.

Garçom

Até aqui, a Globo está sem mostrar em ação o líder de assistências no campeonato, Dudu. O jogador palmeirense já deu cinco passes para companheiros marcarem gols em quatro jogos.

Artilheiro

Ao vivo, a emissora também não mostrou os três gols de Bruno Henrique, no Brasileirão. Ele divide o posto de goleador da competição com Everaldo (Chapecoense), Ricardo Bueno (Ceará), Everton (Grêmio) e Bruno Henrique (Flamengo).

Pontaria

Quem depende da Globo para assistir ao vivo aos jogos do Brasileirão, não vê a equipe com pontaria mais calibrada. O Palmeiras tem o melhor índice de acerto de finalizações: 55,1%. Em média, são 5,4 arremates com endereço certo por partida.

Melhor ataque

O time que mais fez gols no Brasileiro em cinco rodadas está fora da programação aberta da Globo e do pay-per-view do grupo. Os palmeirenses balançaram as redes 12 vezes, duas a mais do que o Fluminense, segundo colocado nesse critério.

Melhor defesa

Numa prova de que Felipão conseguiu montar um time ofensivo sem deixar sua meta desprotegida, o telespectador da Globo não pode contemplar o sistema defensivo menos vazado do Brasileirão. O alviverde só levou um gol até agora.

Evolução

Os crescimentos de Raphael Veiga e Zé Rafael também não são atrações da Globo. Eles fizeram dois gols cada em quatro jogos. A estatísticas  ainda apontam uma assistência para cada.

Bom de ‘mecânica’, tática e técnica, Lauda simboliza era romântica da F-1

Leia o post original por Perrone

Com  a morte de Niki Lauda nesta segunda (20), a Fórmula 1 perde uma das principais referências de sua era romântica. O austríaco está entre as lendas da época em que as ultrapassagens aconteciam aos montes, tocar roda com roda era normal, e não existiam regras que hoje impedem a agressividade nas pistas.

Lauda era rápido, técnico e estrategista. Foi um dos responsáveis por este blogueiro criar o hábito mantido até hoje de passar quase duas horas nas manhãs de domingo em frente à televisão para assistir às corridas.

Comecei acordando para ver Emerson Fittipaldi. Daí fui descobrindo outros gigantes das pistas que não falavam português. Lauda é um desses caras inesquecíveis. Depois ainda o vi no asfalto com Nelson Piquet e Ayrton Senna.

Lembro como comemorei a ultrapassagem de Senna, iniciante, com uma Toleman, sobre o veterano Lauda, de McLaren, no GP de Mônaco em 1984. Valia o segundo lugar. É uma das manobras mais marcantes da F-1, na curva, sob chuva, feita por um jovem promissor em cima de um piloto lendário.

Comparar Niki com os pilotos de hoje é difícil. Os carros exigiam muito mais braço. O acerto das máquinas nos finais de semana dependia mais dos pilotos do que hoje em dia com tanta tecnologia. E ele tinha sensibilidade para tirar o melhor do carro, manjava da parte mecânica da brincadeira. Pra finalizar, sabia controlar os bólidos como só gênios da categoria sabem. Conquistou três títulos mundiais numa era que tinha muita fera pilotando, e em que a diferença entre os carros era bem menor do que hoje. Sobrava gente no grid brigando pela vitória. Perdão pelo saudosismo, mas lá se vai mais um símbolo dos bons e velhos tempos da F-1.

Supervalorizado? Esse gringo é mais um perna de anão!!!

Leia o post original por Craque Neto

Antes que me chamem de xenofóbico quero deixar claro que não tenho nada contra os estrangeiros. Pelo contrário! Adoro viajar e conhecer gente de todas as nacionalidades. Mas uma coisa é fato: técnico de futebol sempre teve dificuldades para trabalhar no futebol brasileiro. Muito em função da dificuldade da língua, é verdade. Mas também é verdade que os caras chegam aqui sem apresentar nada de consistente. Vejam o caso do argentino Jorge Sampaoli, que chegou aqui e em pouco tempo já foi exaltado por parte da imprensa como um gênio. Isso só porque trabalha a equipe do Santos de maneira […]

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Bia estreia na quarta em Roland Garros

Leia o post original por Fernando Sampaio

A tenista paulista Beatriz Haddad Maia conheceu nesta segunda-feira sua primeira adversária no qualifying de Roland Garros. Designada como cabeça de chave 16 do torneio qualificatório, Bia fará sua estreia, na quarta-feira, diante da jovem ucraniana Katarina Zavatska, de 19 anos e 205o do mundo. As duas jogaram uma única vez no circuito profissional, em 2017, com vitória da brasileira na primeira…

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Djokovic amplia vantagem

Leia o post original por Fernando Sampaio

Apesar da derrota na final do Masters 1000 de Roma, o sérvio Novak Djokovic ampliou sua vantagem no ranking em relação ao espanhol Rafael Nadal. O número 1 do mundo defendia a semi do ano passado e ao chegar na decisão acabou somando mais 340 pontos, enquanto Nadal manteve a mesma pontuação ao defender o título. E a tendência é que essa vantagem aumente ainda mais até o fim da temporada de saibro…

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Nadal brilha em Roma

Leia o post original por Fernando Sampaio

Rafael Nadal arrasou na final do Masters 1000 de Roma. Depois de três eliminações seguidas nas semifinais, o espanhol enfim conquistou seu primeiro título em 2019. O canhoto de Mallorca conquistou a nona taça no Foro Itálico com uma bela vitória em cima do sérvio Novak Djokovic, e com direito a um ‘pneu’ inédito sobre o número 1 do mundo, parciais de 6/0, 4/6 e 6/1, em 2h25 de confronto.

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Pras cabeças. Athletico 0 x 2 Corinthians

Leia o post original por Mauro Beting

O Corinthians segue sem jogar bonito, muitas vezes sem jogar bem, algumas vezes sendo dominado, outras errando muito nas bolas cruzadas sobre a própria área.

E segue vencendo onde poucos vencem. Como na Arena da Baixada. Onde um Athletico alternativo foi melhor, mandou bola na trave, teve dois gols bem anulados sem VAR, e ainda assim não superou Cássio e o time de Carille, que abriu de cara o placar com gol de oportunismo de Love, e fechou a conta com Pedrinho que entrou bem, em outro lance discutível do goleiro Caio.

Não é derrota para detonar o Furacão. Nem vitória para enaltecer o Timão. Mas é daqueles resultados que lá na frente podem definir várias situações para duas equipes de primeira página de tabela. Duas que brigam por dias e jogos melhores no BR-19.

Em todos os cenários com Love desde o começo. E em quase todos com Pedrinho em campo. Não necessariamente desde o começo.