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Prioridades

Leia o post original por Odir Cunha

Na campanha que o levou ao vice-campeonato brasileiro de 2007, o Santos fez um jogo emocionante contra o Paraná, em Curitiba. Reveja os melhores lances:

Uma bela surpresa aos jogadores e ao técnico do Santos

Na festa de lançamento da Embaixada do Santos na área metropolitana de Campinas, ontem, em conversa com alguns santistas falei da necessidade urgente de o clube quitar nova dívida de 2,5 milhões de euros, ou 10 milhões de reais, desta vez pelo passe do zagueiro Cléber, que já veio do Hamburgo com problemas no joelho, e comentei que para o torcedor mais vale uma vitória contra um rival do que saldar uma dívida de 10, 20 milhões de reais. Todos concordaram.

Essa ansiedade de ver o time vencer, sempre, é que faz o torcedor pressionar a direção do clube para contratar jogadores às pressas. Essa é uma fórmula que aumenta enormemente as despesas e raramente melhora a eficácia. Nas histórias das grandes crises do futebol brasileiro há sempre um número imenso de contratações. Digo isso para aconselhar que saibamos esperar até julho, quando a janela estrangeira se abrirá e o Santos poderá contratar, no mínimo, três bons reforços.

“É claro que adoro contratar e como gostaria de sair por aí trazendo grandes jogadores”, disse o presidente a mim e a outros colegas de diretoria em uma conversa informal, na sexta-feira. Porém, os papagaios da gestão anterior continuam a ser revelados pela auditoria e alguns deles, como a dívida com o Hamburgo, não podem esperar. Por enquanto, teremos de lutar em campo com o que temos.

Porém, mesmo sem esses reforços, não se pode dizer que o Santos seja um time fraco. A defesa é a mesma dos últimos anos; o ataque perdeu Ricardo Oliveira, mas ganhou novos valores, como Sasha e Rodrygo, além da volta de Gabriel. No meio, Lucas Lima era uma referência, mas já não estava se esforçando devidamente. Assim, a equipe deve ser considerada favorita no jogo deste domingo, às 19 horas, contra o Paraná, na Vila Belmiro. Mas não acredito em uma partida tão fácil como sugerem alguns santistas.

O Paraná foi valente contra a Chapecoense, fora de casa, e seu gol de empate acabou livrando o Santos de entrar na zona de rebaixamento. Hoje ele tem bons motivos de lutar pela vitória, pois este resultado o faria ultrapassar o Santos, pulando para quatro pontos ganhos. É importante que o Santos entre motivado, mas ao mesmo tempo precavido.

Acredito em uma boa vitória do Santos, pois o ataque é muito bom e em casa o Alvinegro toma a iniciativa dos jogos, pressionando o adversário, que recua naturalmente. Enfim, creio que teremos uma noite de Dia das Mães (parabéns mamães!) alegre e tranquila. Porém, nossas maiores vitórias, nesse início de gestão, estão sendo no decantado fluxo de caixa.

E você, o que acha disso?


São Bento enche de orgulho o mito Paraná

Leia o post original por Antero Greco

Até o mês de novembro, quando operou a mão, toda manhã de sábado ele se juntava aos amigos, colocava o uniforme de craque e ia bater uma bolinha em Sorocaba. Futebol soçaite, mas sempre futebol é. Ele ainda toca bola com categoria, não corre tanto, mas… vai dividir uma bola com ele, vai!!!

Sabe de quem se trata? De Paraná, que foi ponta-esquerda dos bons.

Jogou no São Paulo, jogou a Copa de 1966 e participou da batalha contra os portugueses (o Brasil perdeu por 3 a 1 e quebraram Pelé). E se orgulha dessa época.

Mas o que os amigos de pelada sempre querem saber é sobre as histórias da década de 60, quando o São Bento encaçapava todos os grandes que se arriscavam em Sorocaba. O time era muito forte e o ataque era formado por Copeu, Cabralzinho, Picolé, Bazzaninho e Paraná.

“Foram vários jogos memoráveis, mas lembro da estreia do Cabralzinho… foi contra a Ponte, ganhamos, demos show e ele ainda fez um gol”, relembra. O São Bento era mesmo um timaço.

Agora, os amigos de pelada querem mesmo saber é se o São Bento deste ano no Paulista se compara ao da época de Paraná.

O time atual está brilhando. Faz uma campanha invejável, está grudado no Santos no grupo “A”, ambos com 23 pontos. Só tem menos pontos do que o Corinthians (29).

Será que Paraná tem ido ao estádio? “Não… não me deixam ver o jogo”, lamenta. Será que a diretoria do time atual quer cobrar ingresso do velho ídolo? Nada disso. “Ninguém me deixa assistir… fica todo mundo querendo conversar o tempo todo”.

Então, ele prefere escutar pelo rádio. Mas sabe muito bem que o goleiro é bom, o lateral-esquerdo promete e o meio-campo é o ponto alto da equipe.

Daqui um mês, assim que o médico liberar, volta às peladas de sábado.

Afinal, Paraná é um menino que fez 74 anos na semana passada.

(Com reportagem de Roberto Salim.)

Pragmático

Leia o post original por RicaPerrone

Com um time titular de nomes até respeitáveis no cenário atual do futebol brasileiro, o Vasco não disputa exatamente uma série B.  Todo mundo sabe e espera que ele suba sem qualquer susto, mas que principalmente seja campeão e mostre algo promissor.

Se Douglas, Guinazu e Fabrício não podem formar um meio campo rápido e versátil, também não podem se contentar com 1×0 e recuar com medo do adversário, ainda mais em casa.

Ninguém quer show. Querem ver um Vasco sobrando, é o mínimo.

O time de Adílson entra, não joga mal, nem bem. Não faz muitos gols, nem sofre.  É a busca pelo 1×0 seja como for, sem sorrisos e ousadia, apenas um compromisso.

Não pode ser. O compromisso é pouco pro Vasco na série B. Esse time pode mais, precisa dar mais e não sei se é com Kleber, que dá um tapa no adversário aos 30 do segundo tempo precisando ganhar e com o jogo apertado, que se constrói algo pra um furuto próximo.

Thalles neles. Jogando bem, mal, marcando ou não. O futuro do Vasco passa por jogadores como ele. Acho que já deu tempo suficiente pra se cobrar mais do que o “minimo possível”, não?

Então. Mais. Bem mais do que isso.

abs,
RicaPerrone

Pra vocês, azedos! (Nigéria 0×0 Irã)

Leia o post original por RicaPerrone

Pronto, azedinhos! Chega de passar vontade.  Após 5 dias de desespero vendo tudo ser maravilhoso, vocês mereciam um jogo ruim com vaias para se deliciar.

A Copa é tão democrática que até os infelizes ela brinda. Irã e Nigéria fizeram um espetacular zero a zero sem grandes chances e nem jogadas de efeito. O estádio teve todos os motivos pra vaiar e vaiou.

Enfim, um argumento contra a Copa das Copas.

Acho justo. Torci pelo zero a zero.  Sei quantos colegas meus tem em seu vocabulario apenas palavras negativas para tratar futebol e portanto estavam prejudicados com os espetáculos.

Mas corre. Daqui a uma hora EUA e Gana farão um grande jogo e tudo voltará ao normal.

abs,
RicaPerrone

“Boi Bandido”, cruel, decide e São Paulo vence a Lusa! Vasco ganha do Coxa, respira, mas permanece no Z-4. Náutico é goleado pelo Galo e está rebaixado para a Série B. Palmeiras e Paraná “acordam” no final, marcam e ficam no empate!

Leia o post original por Milton Neves

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O São Paulo é o time que mais marca gols em finais de jogos na história do futebol mundial.

Não foi diferente neste sábado, contra a Portuguesa.

Rodrigo Caio abriu o placar logo aos 8 minutos do primeiro tempo, desviando de cabeça após cobrança de escanteio.

Luis Ricardo empatou para a Lusa aos 42, com Luis Ricardo.

Tudo se encaminhava para um empate no Morumbi, mas aí, bem, aí, apareceu o “Boi Bandido”…

Restavam 13 minutos para o final quando Lauro falhou, a bola sobrou para Ademílson que tocou para Aloísio e “caixa”.

O Tricolor chega aos 46 pontos, seis a menos que o Atlético-PR, quarto colocado.

Que recuperação do São Paulo, hein?

Se Muricy tivesse chegado antes, talvez a vaga no G-4 estivesse garantida…

E a Lusa volta a ficar com as barbas e bigodes de molho…

No Rio, o Vasco continua respirando por aparelhos mas venceu o Coritiba.

Vanderlei e Edmilson marcaram os gols do Vasco. No final, Luccas Claro diminuiu para o Coxa.

O Cruzmaltino continua na zona de rebaixamento, mas conquistou três pontos importantíssimos!

Em Minas, o Náutico, que agonizava, teve seu rebaixamento decretado, após sofrer uma goleada implacável do Galo por 5 a 0.

Fernandinho, Jô, Guilherme, Diego Tardelli e Alecsandro marcaram os gols.

Em pleno dia de finados, a chamada morte anunciada do Timbu…

O grito de guerra “Caiu no Horto tá morto”, se encaixou direitinho…

Parecia treino do Atlético-MG para o Mundial, que certamente está no papo, no Marrocos.

Mas os pernambucanos devem ter um representante na Série A em 2014: o Sport, que está “bem na fita”, no G-4, e hoje goleou o São Caetano por 3 a 0.

placar_02_11-1

Pela Série B…

Após um primeiro tempo morno, para não dizer chato, com apenas uma chance clara de gol, para o Palmeiras, as equipes resolveram acordar no final do segundo tempo na Vila Capanema.

O Paraná, que ainda luta para subir à Série A, marcou aos 38 minutos, em um chute de fora da área de Edson Sitta.

A bola bateu no travessão e entrou, sem chances para Fernando Prass.

Eram três pontos importantíssimos para o time paranaense, mas Leandro entrou pela direita aos 43, bateu cruzado e empatou a peleja.

Já promovido à elite do Brasileirão, falta pouco para o Palmeiras faturar o título da Série B.

Mas, que precisa melhorar para 2014, isso precisa…

Valdívia comemorou sua 200ª partida com a camisa alviverde, mas, alguém o viu em campo?

Outros resultados da Série B: Guaratinguetá 0 x 0 Chapecoense; ABC 3 x 3 América-RN; Sport 3 x 0 São Caetano.

Será que dá tempo do Tricolor terminar no G-4?

E o Vasco? Escapa do rebaixamento?

E o Verdão?

Opine!

Pós-jogo: Paraná 0 x 1 América

Leia o post original por Flávio Drummond


Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques)

Coelho insano!

 


Foto: GloboEsporte.com

Mais uma vez, a história se repetiu nesta Série B!

“Sem medo de jogar fora de casa, América-MG vence o Paraná Clube”

Uma vitória inesperada diante do Paraná Clube em pleno Durival de Britto.

Qual é o segredo desta equipe que só vence fora de Belo Horizonte ainda que jogando mal?

Espartanos, confesso que não alimentava mais nenhuma esperança quanto a uma possível reviravolta do América na competição, mas depois de conquistar três pontos diante de um concorrente direto pelo acesso, admito que enxergo uma luz bem no fim do túnel.

Na verdade, pode até ser uma miragem deste olhos alimentados por um coração americano machucado, entretanto ela deverá continuar brilhando até o próximo compromisso dos comandados do Silas.

Quanto à partida, não apresentamos um grande futebol, mas soubemos, novamente, segurar a pressão do adversário em pleno campo inimigo.

E olha que atuamos com um jogador a menos durante quinze minutos. Desnecessária a sua expulsão do Vitor Hugo, ou estou enganado?

Novamente, o Bady foi o grande destaque do Coelhão, comprovando que “tamanho não é documento”!

O nosso “Gigante” foi o autor do gol que nos garantiu a vitória ainda no início da partida.

Destacaria, também, o futebol do Andrei Girotto – que está jogando por dois, já que o Leandro Ferreira não ajuda – e, ainda, as defesas pontuais do Matheus.

Elsinho, quem sabe, mas o resto… Foi o mesmo fiasco das últimas partidas disputadas no Independência.

Falta um substituto à altura do Alessandro na frente e alguém para dividir a responsabilidade das criações das jogadas com o Bady.

“Fábio Júnior exalta vitória sobre concorrente direto à vaga no G-4″

É, amigos…

Será que o América está tentando nos pregar mais uma pegadinha ou ainda estamos na disputa de uma vaga na elite em 2014?

Não quero ser taxado de pessimista, mas é irracional acreditar em um algo a mais na competição.

Ou é?

Será que estou ficando doido?

Que venha a próxima rodada!

MELHORES MOMENTOS

#AcreditaAmérica

“Coelho na raça, deca no peito!”

Pré-jogo: Paraná x América

Leia o post original por Flávio Drummond


Design Arthur Henriques (Twitter: @arthurhenriques)

Risco de goleada ou zebra?

 

Hoje tem América x Paraná pela 26ª rodada da Série B.

Jogo complicado para o Coelhão, principalmente em função dos importantes desfalques: o lateral-direito Leandro Silva e o atacante Alessandro, ambos machucados. Os prováveis substitutos serão o Elsinho e o Fábio Junior. Também, o Claudinei continua no departamento médico e, infelizmente, teremos que aguentar, mais uma vez, o Leandro Ferreira entre os titulares.

Ainda, o time paranaense possui um dos melhores aproveitamentos como mandante da competição.

Espartanos, não quero ser pessimista, mas se repetirmos o fraco futebol das últimas rodadas, seremos goleados sim!

A realidade é que não disputamos mais o acesso e o adversário está bastante motivado, vez que está lutando, inclusive, pela vice-liderança.

Entretanto, em caso de uma vitória ou empate do Coelhão, não se iludam: perderemos pontos para Chapecoense e Boa atuando no Independência.

Essa é a nossa triste realidade na mais fraca Série B dos últimos anos.

O time que deverá entrar em campo: Matheus; Elsinho, Jaílton, Vitor Hugo e Danilo; Leandro Ferreira, Andrei Girotto, Bady e Nikão; Willians e Fábio Júnior.

Lamentável a nossa campanha…

O “polêmico” amarelo de Valdívia

Leia o post original por Quartarollo

O rigoroso STJD ameaça punir Valdívia porque o palmeirense avisou que iria provocar o terceiro cartão amarelo contra o Paraná e cumpriu a promessa. Ele está convocado para a Seleção Chilena nesta semana e não jogaria mesmo pelo Palmeiras no … Continuar lendo

Palmeiras, o especialista em segundo tempo

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras se especializa em reviravoltas no segundo tempo dos jogos que disputa na Série B do Campeonato Brasileiro. Têm sido frequentes os episódios em que o líder da competição cochila na primeira parte, chega até a ficar em desvantagem e passa sufoco. Após o intervalo, sacode a sonolência, volta com novo ânimo e chega às vitórias.

O roteiro foi seguido mais uma vez, nos 2 a 1 de virada sobre o Paraná, em confronto que valia pontos importantes para a parte de cima da classificação, já que ambos estão no bloco principal. Na etapa inicial, o Palmeiras emperrou, se atrapalhou, criou poucos lances razoáveis e ainda levou gol contra (de Charles) para preocupação dos quase 30 mil torcedores que pagaram ingresso.

O panorama mudou no segundo tempo, e praticamente com os mesmos jogadores. A única alteração foi a entrada de Mendieta no lugar de Charles. O técnico Gilson Kleina repetiu a dose de partidas anteriores, corrigiu alguns erros, e o Palmeias se soltou. Principalmente quando passou a jogar pelas laterais. As oportunidades apareceram, e com elas os gols, em rebatidas: Juninho e Wesley. Missão cumprida.

O Palmeiras sobra na divisão de Acesso, e isso é consequência da força que tem. As 11 vitórias, os 34 pontos em 14 rodadas são expressivos, porém obrigação de quem pretende fazer bom papel em 2014, no ano do centenário.

E Kleina, como já escrevi aqui em outras ocasiões, lentamente molda a equipe, com alterações em doses homeopáticas. Mas que podem levar a um conjunto confiável. O torcedor aguarda e também faz a parte dele, ao comparecer aos estádios.