Arquivo da categoria: Paranaense

Quanto custa jogar o estadual?

Leia o post original por Rica Perrone

Todo mundo já percebeu que os estaduais não são interessantes aos clubes. Diz a CBF que num país com tanto clube grande ele é bom pra aumentar o número de campeões na temporada. Ok. Também tive dificuldade de aceitar 18 datas para deixar um campeão de um campeonato mediocre feliz. Era mais fácil dizer: “Se…

Estaduais: Inteligencia rara

Leia o post original por Rica Perrone

Os campeonatos estaduais são ruins. Ponto. É impossível um torneio recheados de clubes da série D e outros que nem série tem juntando com alguns tops fazerem um grande campeonato.

Politicamente existem porque o sistema quer assim. Enquanto os grandes não peitarem, nada mudará. Talvez porque esteja bom pra todos, talvez seja bom pra quem manda. Enfim. Temos estaduais longos e sem o menor apelo.

Quando o torcedor vai ao jogo é pelo time, a fase, o idolo. Não pelo jogo ou pelo torneio. Ou você acredita que algum palmeirense está indo ao jogo porque quer ganhar o Paulistão desesperadamente?  Sabemos que não.

O Grêmio está com técnico reserva. É surreal como conseguem arrumar um calendário onde o grande destaque de 2017 tem que começar o ano prejudicado por ter ido longe demais.

Mas de curioso fui ver as formulas de disputa. Procurar alguma que não seja estúpida, que entenda que já que é ruim, que seja breve e emocionante. De fato, carioca e paranaense entenderam isso. Os demais, não.

Paulista: 12 rodadas para termos 8 classificados dos quais 4 todos nós já conhecemos. Insuportável.

Mineiro: 12 times, 11 rodadas, 8 classificados. É tão emocionante quanto dançar com a própria irmã.

Carioca: 5 rodadas, semifinal e final. 6 rodadas, semifinal e final. A bobagem fica pro final onde entre o time de “melhor campanha no geral”.  Mas ainda assim, dura menos até ter jogos decisivos.

Paranaense (melhor formato): Igual ao carioca sem a bobagem do “melhor campanha”. Jogam os campeões e ponto.

Gaúcho: Igual ao Mineiro.

Catarinense: Esse merece o prêmio “Padre Baloeiro” de idéia ruim do ano. São 10 times, DEZOITO rodadas. Ida e volta. E então os dois primeiros jogam uma final.  Se alguém não dormir até lá, é claro.

Enfim. Se é pra ser ruim e o título pouco cobiçado, é razoável imaginar que encurtar a disputa e dramatizar o cenário sejam os caminhos óbvios para se tornar menos chato.

Carioca e Paranaense entenderam isso melhor que os outros. Em 1 semana haverá decisão em ambos enquanto em algumas semanas os demais passam a cumprir tabela sabendo da classificação óbvia dos grandes.

Enquanto isso não acaba ou se limita a um mês, oremos para que sejam o menos sonolento possível.

abs,
RicaPerrone

Dupla Atletiba deve “sair de cima do muro”: grande ou não

Leia o post original por Mion

A realidade com ou sem perdão.

No dia do aniversário de Curitiba, a capital paranaense foi tema de várias discussões. Entre elas, na rádio CBN, Curitiba ainda não definiu se é província ou metrópole. Concordo plenamente os curitibanos alternam: conforme a situação querem usufruir da metrópole em outra da província. No futebol não é diferente. As duas maiores forças do estado também vivem este dilema: desejam ser grandes clubes brasileiros, porém com atitudes e investimentos de medianos. Na semana do aniversário de sua capital, os paranaenses precisam refletir e escolher qual caminho seguir. Assim como o futebol necessita sair de cima do muro.

Não dá para viver numa metrópole com todas os benefícios de qualidade de vida de uma província. Tudo tem o seu ônus e bônus, além de riscos. O futebol paranaense também quer ser grande sem arriscar e muito menos crescer em todos os sentidos. O discurso de manter uma administração condizente com a situação financeira do clube não cola mais. Quem não investe, e isto requer algum perigo, jamais conseguirá grandes conquistas. Apostar no acaso não é mais possível, o futebol mudou demais nos últimos 20 anos. Os títulos conquistados por Coritiba (1985) e Atlético (2001) estão ligados diretamente ao momento, não significaram um ponto de partida, ou emancipação. Tanto que logo em seguida caíram e hoje perderam todo o ônus destes títulos, vive apenas na história e lembrança como grandes feitos isolados.

Acredito que a dupla seja reflexo exagerado ao extremo da cultura vivida principalmente no sul e sudeste do Brasil: importante é o TER e não o SER. Atlético e Coritiba possuem belos estádios ( Arena Baixada está maravilhosa e o Coxa está concluindo o anel superior do gigante Couto Pereira), contam com CTs exemplares dignos de nota 10, entretanto quando chega no principal, ou seja, nos elencos, pecam tremendamente, montam equipes de médio porte para não cair no Brasileirão e quem sabe conquistar uma vaga na Libertadores.

O dilema pode ser solucionado com posições mais claras e projetos transparentes. Caso pretendam emancipar e entrar no rol de grandes clubes brasileiros terão que investir e trazer jogadores de qualidade. Os gaúchos fizeram isso na década de 70. O Internacional de Minelli, conquistou o primeiro título brasileiro com Manga, Figueroa, Marinho Peres, Dario e Lula. Todos consagrados e de primeira linha. Na época havia certeza no sucesso de tanto investimento? É lógico que não! Na final o colorado encarou aquele timaço do Cruzeiro. Poderia naturalmente perder Figueroa de cabeça deu o título e Manga defendeu tudo e mais um pouco. Depois o Grêmio também seguiu o caminho do rival, ambos conquistaram vários títulos nacionais, Libertadores e Mundiais. Hoje são inquestionavelmente forças do futebol brasileiro.

Agora se a opção for manter uma situação cômoda apenas de participante dos campeonatos nacionais, poderia seguir outro rumo revelando jogadores e lançando jovens valores das categorias de base. Custo praticamente zero e com boas chances de lucros. Pode até cair, mas no ano seguinte sobe novamente. Não adianta trazer um monte de bonde e inchar os elencos. Enche os bolsos de empresários e vive em crise financeira. O Coxa tem mais de 40 jogadores: “moídos” em termos técnicos não chegam a 20.

Se o Coritiba quisesse atualmente teria sua defensiva entre as melhores do mundo. Bobagem? Claro que não! Rafinha (Bayern – campeão do mundo), Henrique (destaque no Napoli), Miranda ( Atlético de Madri briga por título espanhol e Champions League) e Adriano (do fantástico Barcelona). Isto comprova o poder de revelação de talentos. Nos últimos anos nem isto tem conseguido.

O que não pode mais dirigentes não optarem por um ou outro caminho, assim como Curitiba terá que se definir de uma vez: metrópole ou província, a dupla Atletiba também será obrigada a sair de cima do muro e projetar o que pretende SER, pois no critério TER está entre os maiores do país.

 

Libertadores, emoções para todos os gostos e sofrimento

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A realidade com ou sem dor

A realidade com ou sem dor

    Não precisou ser torcedor do Atlético-PR para viver emoção intensa na partida diante do Sporting Cristal. Já acompanhei milhares de jogos, poucas conseguiram despertar tal sentimento. Os atleticanos fizeram um teste cardíaco, quem passou, pode ter certeza não morrerá tão cedo por problemas no coração. A Libertadores realmente é um torneio diferenciado e para superar obstáculos precisa de algo mais. A meninada do Furacão mostrou que tem este algo a mais e a partir desta classificação suada, amadureceram barbaridade. Já o Botafogo proporcionou emoções bem opostas. Antes do jogo aquele clima de insegurança, entretanto bastou Wallison mostrar porque veio e a galera explodiu de alegria. O clube carioca não só ganhou a vaga como tem um novo candidato a ídolo depois da saída traumática de Seedorf.

A festa brasileira diante de seus adversários sul-americanos deu a largada oficial do ano de 2014. Não há como negar que até então com os campeonatos estaduais desprezados pela maioria dos grandes clubes, o futebol ainda estava naquele período de aquecimento. Logicamente o Botafogo viverá uma nova fase. A saída de Seedorf esfriou a esperança dos botafoguenses. A bela partida de Lodeiro e o surgimento do carrasco Wallison recoloca o Fogão no prumo, estado que permaneceu durante todo o ano de 2013.

Sem dúvida o Furacão tem que comemorar em dobro. Durante a partida por duas vezes estava desclassificado, manteve o equilíbrio para reverter. Uma equipe que tem em média 24 anos poderia tremer, não foi isso que vimos. Ao contrário com maturidade instantânea superou todas as fragilidades, assumiu o espírito de Libertadores e carimbou seu passaporte para a fase de grupos. As duas vitórias comprovam que Furacão e Fogão estão na briga e vão incomodar outros tidos como favoritos.

Coxa com cara nova e Furacão sofre desmanche

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Zé Love está confirmadíssimo e defenderá o Coxa em 2014.

Zé Love está confirmadíssimo e defenderá o Coxa em 2014.

  Os dois representantes do futebol paranaense vivem momentos diferentes. Enquanto o Coritiba renova boa parte do grupo de jogadores por reconhecer a fragilidade técnica que quase ocasionou a queda para a segunda divisão, o Atlético não consegue segurar seus principais jogadores e mesmo com a Libertadores, sofre baixas consideráveis principalmente em sua meia-cancha, principal destaque da equipe em 2013.

A diretoria alviverde trabalha em silêncio. Provavelmente a partir de semana que vem comece a divulgar. O ataque já tem três jogadores acertados: Zé Love (ex-Santos), Luis Quiñones (22 anos) e Yessi Mena (24 anos). Os dois colombianos que por sinal enfrentaram o Coxa na Sul-Americana defendendo o Itagui, já estão negociados, mas deverão chegar somente para o Brasileirão. O retorno de Rafinha interessa, entretanto a parte financeira impede o prosseguimento da negociação. Para a meia-cancha o clube pensa em Felipe Bastos (ex-Ponte Preta) e outro volante em estudo. O Grêmio tentou contratar Robinho, mas a diretoria se nega a iniciar qualquer tipo de conversa sobre a sua liberação.

Na contramão, o Atlético perdeu Paulo Baier e Everton, dois jogadores fundamentais. A situação do lateral Léo também está complicada, já que ele prefere jogar no Flamengo. Para repor as vagas abertas, o Atlético enfrentará dificuldades em encontrar gente do mesmo nível. O mercado está pobre e aqueles que estão à disposição custam verdadeiras fortunas. Como sempre os clubes do Paraná quando fazem campanhas acima da média não conseguem segurar a base e sucumbem. O ano de 2014 para os dois paranaenses será de renovação, montagem de novo time, para que depois sejam desmanchados e o ciclo comece outra vez.

Imperador, grande tacada marqueteira do Furacão

Leia o post original por Mion

  

Adriano passou por poucas e boas. Na verdade Furacão aposta mais no retorno de mídia.

Adriano passou por poucas e boas. Na verdade Furacão aposta mais no retorno de mídia.

Cercado de ares de desconfiança Adriano, o Imperador desembarcou no CT do Caju em Curitiba. Chegou para recuperar a forma física nos próximos 90 dias e a partir daí discutir a possibilidade de assinar contrato com o Atlético-PR. Caso Adriano se apresentasse num dos gigantes do futebol brasileiro pouco representaria. Desacreditado e sem perspectiva profissional há mais de um ano, seria apenas mais um. Já no Atlético-PR representa visibilidade e assunto por algum tempo. Enquanto alguns criticam a diretoria do clube, vejo com bons olhos esta jogada de marketing.

Entrando em forma ou não, Adriano sempre é notícia, seja por estar buscando recuperação ou suas peripécias fora dos gramados. Vai colocar o Atlético no noticiário nacional e até internacional. Ontem mesmo os jornais italianos estamparam matérias sobre a volta de Adriano ao futebol. No mínimo o Atlético passou a ser conhecido pelos italianos.

Esta investida me fez lembrar de um fato ocorrido no rival Coritiba. O ex-presidente e saudoso Evangelino da Costa Neves contratou o meia Adílio, campeão do mundo pelo Flamengo. Um grande craque em sua época. Na oportunidade era de conhecimento no meio esportivo das restrições de Adílio já com 34 anos, em virtude de uma grave lesão no joelho. Neves com o seu jeito matreiro confidenciou: “sei que não contratei o craque, contratei a grife Adílio. Você vai ver o retorno de mídia”. E realmente durante alguns meses os jornalistas nacionais falaram do Coxa em razão de Adílio.

A jogada com Adriano pode ter ainda mais sucesso. O representante paranaense deve disputar a Libertadores. Se o Imperador tiver condições de atuar pelo menos nos jogos do torneio, será atração e dará grande retorno de divulgação, sem contar que nada impede do Imperador ser decisivo, ninguém desaprende fazer gols. Por isso analisando o conjunto e o real objetivo da diretoria atleticana (apesar de não assumir publicamente), acho que foi uma grande bola dentro. Plagiando Evangelino Neves, não tenho a menor dúvida: o Atlético contratou principalmente a grife Adriano, o Imperador e não o implacável goleador de outrora. Agora se conseguir os dois se tornará uma jogada visionária e genial.

“Santo de casa” e camisa fazem diferença no Mengão

Leia o post original por Mion

 

O garoto Luiz Antonio deu show de bola. Cria da casa sentiu gostinho especial na conquista.

O garoto Luiz Antonio deu show de bola. Cria da casa sentiu gostinho especial na conquista.

   Não vou tirar os méritos do Flamengo, porém sou obrigado em destacar a força da camisa e torcida rubro-negra no título da Copa do Brasil. Em 180 minutos (duas partidas) o Atlético-PR não conseguiu repetir sequer 15  de seu futebol envolvente que o tornou na maior surpresa do futebol brasileiro em 2013. No jogo de ontem por exemplo, quem não soubesse qual das equipes jogava pelo empate teria certeza absoluta de ser o time de branco, ou seja, Atlético. O Flamengo ditou o ritmo diante de um Furacão inerte sem poder de reação. No final da partida em duas estocadas, os cariocas marcaram dois gols para garantir a conquista sem correr maiores riscos.

A conquista merecida tem os seus personagens símbolos: Jayme de Almeida, Luiz Antonio e Samir. Quando a corda apertou o Flamengo mais uma vez recorreu aos “santos” de casa e se deu bem: Aos 60 anos, Jayme incorpora a tradição rubro-negra. Criado no clube na década de 70 jogou muitos anos como zagueiro, desde 2010 na posição de auxiliar-técnico, não negou fogo durante a crise, assumiu o comando. Os dois meninos Luiz Antonio, 23 anos e Samir 18 anos jogaram como veteranos: peronalidade e gastaram a bola, principalmente o volante, sem dúvida o melhor jogador em campo. Tomara que a lição seja aprendida… mais uma vez: quando o Mengão mescla jogadores de alta qualidade e a meninada formada em casa, os resultados são esplêndidos.

Aliás, a imprensa não destacou o terceiro vice consecutivo do futebol paranaense na Copa do Brasil. Talvez nem mereça, a falta de confiança e determinação em momentos decisivos evita a emancipação do futebol do estado. Atlético e Coritiba têm estrutura, instalações de clube de grande, entretanto “morrem na praia”. O Coxa foi vice da Copa do Brasil de 2011 e 2012, diante do Vasco até havia um certo equilíbrio de qualidade entre os dois times, mas no ano passado o Palmeiras era inferior e mesmo assim o representante paranaense sucumbiu. A história se repete neste ano. O técnico Jayme até deu um novo padrão e comportamento ao Mengão. Só que o Atlético possui uma equipe tecnicamente superior. Inexplicável as duas partidas morosas e sem inspiração, principalmente a realizada em Curitiba no alçapão da Vila Capanema. Neste jogo o Furacão deveria impor a sua força, sufocar os flamenguistas. Nada disso aconteceu, ao contrário, o Fla tocou bola, administrou sem ser incomodado o 1 a 1 que tanto lhe interessava. Mais uma vez os representantes paranaenses sucumbem diante de seus adversários, não por falta de qualidade, mas sim por não confiar em seu potencial e não ter personalidade suficiente para impor sua supremacia técnica e tática.

Se não trepidar para o Mengão, Furacão bota a faixa

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Paulo Baier é experiente e decisivo, com certeza não irá trepidar. E os demais?

Paulo Baier é experiente e decisivo, com certeza não irá trepidar. E os demais?

  O Atlético foi a maior surpresa do futebol brasileiro de 2013. No primeiro semestre não passava de um clube que lutaria apenas para não cair. Poucos meses depois engatou uma série de vitórias e hoje está na ponta brigando por título e vaga à Libertadores.

O futebol paranaense tem evoluído nos últimos anos, mas ainda falta aquele “q” a mais. Não acho uma explicação convicta, por enquanto avalio como falta de personalidade e confiança no próprio potencial. O Coritiba chegou a final da Copa do Brasil em 2011 e 2012, entregou os títulos quando tinha mais time. Marcelo Oliveira (acusado de não ter experiência) deixou o Coritiba no ano passado e logo em seguida fez um trabalho belíssimo, conquistou o Brasileirão pelo Cruzeiro.

A história se repete: deixando de lado a tradição, camisa e torcida (a maior do mundo), o Flamengo não é melhor do que o Atlético. Jayme conseguiu estabilizar o Mengão, nos últimos jogos pelo menos não envergonha a sua massa torcedora. Entretanto o time continua longe de sua tradição, o representante paranaense possui jogadores tecnicamente superiores além de ser taticamente mais bem encaixado. Por isso acredito que o Furacão pode ganhar o título da Copa do Brasil desde que não faça como seu co-irmão Coxa, ou seja, trepide diante de clubes do eixo Rio-São Paulo, fato que é rotina para os paranaenses.

Raposa, Fogão e Furacão: o resto é o resto

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O técnico Renato Gaúcho caiu no lugar comum: interessa é ganhar, jogar bem e bonito fica em segundo plano. Até entendo o técnico do Grêmio, porque o torcedor brasileiro gosta é de ganhar, não importa como. Após ¾ dos jogos do Brasileirão realizados, dá para afirmar que o campeonato deste ano foi tecnicamente regular. O equilíbrio se reflete na pontuação, do quarto colocado para baixo todos estão no mesmo barco, ou seja, equipes questionáveis e sem padrão.

 

Não é coincidência que os quatro primeiros estão bem a frente. Com exceção do Grêmio, Cruzeiro, Atlético-PR e Botafogo além de competentes jogam futebol mais vistoso. Dá gosto de assistir os jogos desse trio. O Fogão caiu nas últimas rodadas, mas nada pode apagar o conjunto da obra, principalmente o talento de Seedorf bem acompanhado por Lodeiro.

 

O Atlético-PR possui a segunda equipe em termos de qualidade. O craque Paulo Baier e o diferenciado Everton fazem a festa. Na frente Marcelo e Éderson deixam zagueiros contrários em estado de choque com velocidade e técnica. Formado em sua maioria por jogadores desconhecidos, o rubro-negro superou todas as expectativas. Joga bonito ganha partidas com certa facilidade.

 

O líder Cruzeiro dispensa maiores comentários. O técnico Marcelo Oliveira realiza mais um grande trabalho. Como fez no Coritiba, o seu time tem o melhor ataque e joga o futebol dos sonhos de todos os brasileiros. Para o bem do Brasil, times como de Cruzeiro, Botafogo e Atlético-PR devem conquistar vitórias e títulos. Se o time atual do Grêmio conquistar a Série A continuaremos pensando como Renato, o importante é ganhar, nem que seja jogando truncado só marcando e por uma bola para fazer aquele gol salvador.

 

São Paulo, Vasco e Coxa brigam por vaga… na Série A

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André marcou gol diante do Inter e pede reação aos torcedores. Resta saber se o triunfo foi um fato isolado ou os cariocas vão entrar em nova fase.

André marcou gol diante do Inter e pede reação aos torcedores. Resta saber se o triunfo foi um fato isolado ou os cariocas vão entrar em nova fase.

     O Brasileiro entra na reta final. Se de um lado o Cruzeiro está cada vez mais campeão e a disputa por vaga na Libertadores segue indefinida e cada vez mais quente, os clubes da rabeira se agarram em cada ponto para escapar da degola. E a fuga da Série B pega mais emoção porque clubes já taxados como rebaixados casos de Náutico e Ponte Preta, reagiram ninguém mais fala categoricamente em suas quedas.

Além dos dois, Criciúma também está na Z-4, mas chamam a atenção São Paulo, Vasco da Gama e Coritiba. Além de perto, enfrentam crises internas. Os três jogam mal e demonstram inércia, parece que não há sangue na veia das equipes. Nem a vitória do Vasco sobre o Inter muda a minha opinião. Acho que o Inter também enfrenta problemas e fica claro: o ciclo de Dunga chegou ao final. Minha intuição aponta as quedas de Náutico, Criciúma, Portuguesa ou Ponte e a quarta vaga ficará entre São Paulo, Vasco e Coritiba. Só mudarei de idéia caso os problemas internos dos três sejam resolvidos nas próximas duas semanas. Caso contrário os três terão uma briga das boas para não cair.

Da turma debaixo a reação mais impressionante foi a do Náutico nas últimas três rodadas venceu duas e empatou uma, ou seja, de 9 pontos conquistou 7. Os próximos três jogos serão definitivos, enfrenta barra pesada e não pode passar em branco diante de Cruzeiro, Botafogo e Internacional. Nesses três confrontos o Náutico define o seu destino para 2014. Se não ganhar no mínimo três dos 9 pontos disputados, pode se considerar dono da primeira vaga à Série B 2014. Tudo aqui exposto está no campo da hipótese e da intuição, de verdadeiro mesmo do Vitória, sexto colocado, para baixo qualquer um pode cair. Alguns correm menos riscos porque estão jogando um bom futebol e têm elenco, já outros dependem da dedicação, do acaso e principalmente de que os adversários diretos não consigam conquistar pontos para supera-los.