Arquivo da categoria: passes

Quem trocou mais passes no Brasileirão?

Leia o post original por Rica Perrone

De todas as estatísticas possíveis, tirando as óbvias de gols, vitórias e pontos, a que mais aproximou a classificação real de um outro dado foi a dos passes trocados. Os 4 primeiros são, não por acaso, os 4 primeiros do campeonato. Tal qual os dois últimos são os 2 últimos dos grandes na tabela. Embora […]

Os números dos centroavantes do Brasil

Leia o post original por Rica Perrone

Você já deve ter se perguntado se é impressão sua ou se o Luis Fabiano passa mesmo o jogo impedido. Se o Love é tão menos efetivo assim que os mais aclamados neste campeonato. E se o Guerrero tem ou não um papel fundamental no Flamengo em 2015. Pois algumas de suas respostas podem estar […]

Guerrero em 90 minutos

Leia o post original por Rica Perrone

Os primeiros 90 minutos de Guerrero com a camisa do Flamengo não poderiam ser mais animadores. Vitória, um gol, uma assistência. E tudo isso fora de casa contra o semifinalista da Libertadores. Mas vamos além.  O blog mostra  tudo que Guerrero fez em 90 minutos de Flamengo. E tem mais. Foram 61 toques na bola. […]

Os problemas, as qualidades e os fatos

Leia o post original por Rica Perrone

Senhores, vamos acabar com o blá blá blá. Vamos também tentar evitar a idéia que fazemos de “futebol na europa” assistindo Real x Barcelona e ignorando a média. Ou, mais covardemente ainda, comparando Criciuma x Goiás com um Bayern x Real, como se fosse um jogo comum e semanal. Peguei a última rodada com estatísticas […]

Os jogos em números – Rodada 1

Leia o post original por Rica Perrone

Em parceria com a Opta o blog levantou alguns dos números mais relevantes dos jogos da primeira rodada do Brasileirão e comparou. Não ficou difícil notar que Figueirense x Sport foi um jogão, Vasco e Goiás uma pelada e que os índices da rodada são bastante aceitáveis. A não ser pelo número de faltas ainda […]

Inter passa mal e pouco

Leia o post original por Rica Perrone

Emelec e Internacional fizeram um dos piores jogos da Libertadores tecnicamente. Mais do que uma opinião, os dados da partida, exclusivos da Opta no blog do Rica Perrone, indicam baixos índices de acerto e troca de passes. Para comparação, usaremos os jogos dos outros brasileiros nesta mesma semana. O Corinthians trocou 499 passes contra o […]

“A verdade vos libertará”

Leia o post original por Rica Perrone

Eu acho graça quando vejo um bando de jornalistas burros incentivando a comparação entre a Champions League e o Brasileirão. Graça do emprego que eles vão perder em breve da crise no futebol brasileiro que eles mesmos ajudam a criar. Mas engraçado mesmo é quando os números desmentem as lendas. Você ouve dizer que nosso […]

Não adianta posse de bola sem objetividade

Leia o post original por Mion

No gráfico do jogo Barcelona 2 X 2 Chelsea fica comprovado o estilo espanhol: 72% de posse de bola, mais de 500 passes, a esmagadora maioria no campo do adversário com intenso deslocamento de toda a equipe em busca do gol.

O futebol é cheio de modismo. A supremacia do futebol espanhol, principalmente do Barcelona, impôs novo referencial: posse de bola. Os espanhóis têm em média 70% de posse de bola. Obriga o adversário a tocar na bola poucas vezes. Alguns comentaristas brasileiros vivem falando: tal time está melhor no jogo porque está com 60% de posse de bola, comprova dominar o jogo. Nada haver, pura bobagem.

Não adianta ficar com a bola sem saber o que fazer com ela. Algumas equipes predominam na posse de bola, mas ficam tocando no campo defensivo de um lado para o outro sem evoluir. Tocam mais de dez vezes e depois dão um chutão para a corrida do atacante. Esse tipo de controle não vale absolutamente nada.

Os espanhóis mantêm a posse de bola com grande técnica na execução dos passes, deslocamentos de seus jogadores de meio-de-campo e ataque, tudo para abrir espaços na defensiva contrária, confundir a marcação e buscar a marcação do gol. O toque de bola da Fúria também cansa o adversário. Há alguns meses escrevi sobre isso: o Barcelona descansa (toque de bola) ao atacar e corre para recuperar a posse de bola. Coitado do adversário, precisa correr barbaridade na marcação e depois não tem fôlego para atacar. A síntese do estilo espanhol é esse.

Para prevalecer a tal posse de bola, a equipe necessita de qualidade técnica, passes perfeitos e muitos deslocamentos. Tudo para avançar e agredir a defensiva adversária. Sem isso não adianta ficar com a bola. Por faltar competência à grande maioria dos times brasileiros, preferem a ligação direta, aquele chutão para o ataque e lá os atacantes que se virem. Posse de bola é apenas conseqüência da estratégia do jogo qualificado e técnico dos espanhóis, não a razão de tudo.