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São Paulo deve testar Pato e Tchê Tchê em jogo treino com São Caetano

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A comissão técnica do São Paulo espera realizar um jogo-treino com a São Caetano na próxima terça (16). Em se confirmando o treinamento, a ideia é utilizar Pato e Tchê  Tchê, que por enquanto apenas treinam. O aproveitamento de Vitor Bueno, contratado na última quarta, não é descartado.

Em entrevista ao blog, Carlinhos Neves, preparador físico são-paulino, deu a realização do jogo-treino como certa, porém, segundo o clube, o teste ainda não está confirmado. O integrante da comissão técnica falou da chance de os reforços serem observados. “É um trabalho pra contemplar o elenco todo, mas aí a gente já começa a pensar nesses atletas (os três reforços) pro jogo contra o Botafogo (estreia no Brasileirão)”, declarou o preparador físico. Segundo Neves, Tchê Tchê está num estágio de preparação mais avançado em relação aos dois novos companheiros.

O preparador físico enxerga um fator positivo no fato de os reforços não poderem atuar pelo time na reta final do Paulista. “Claro que gostaríamos de utilizá-los, mas já que não podemos, estamos trabalhando do jeito que gostamos e entendemos. Sem ter que jogar quarta e domingo, eles têm trabalhado bastante. Trabalham sábado, domingo, segunda, dia de jogo. Vão chegar bem no Brasileiro. Só não vão chegar 100% porque ainda vai estar faltando jogar”, disse Neves.

São Paulo sustenta que saída de Diego Souza permitiu contratação de Pato

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Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Conselheiros de diferentes correntes no São Paulo estão preocupados com o impacto financeiro que a contratação de Alexandre Pato pode ter no Morumbi. Procurada, a diretoria tricolor não quis se manifestar. Porém, o blog apurou que o discurso interno é de que a negociação não estrangula o clube financeiramente. Por essa versão, a ida de Diego Souza para o Botafogo permitiu a volta do atacante. Isso porque aliviou suficientemente a folha de pagamento.

Como mostrou o UOL Esporte, os são-paulinos projetam gastar 8 milhões de euros (cerca de R$ 35,4 milhões) diluídos em quatro anos com o retorno de Pato. Inicialmente, seu salário será de aproximadamente R$ 300 mil. Pelos cálculos são-paulinos, essa quantia representa cerca da metade da despesa mensal que era gerada por Diego Souza. O gasto era estipulado em por volta de R$ 600 mil a cada 30 dias.

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Mesmo com os reajustes previstos no contrato de Pato, a direção assegura nos bastidores que não terá que refazer seu planejamento financeiro, sustentando que os ganhos do jogador estão dentro dos padrões da equipe.

Outro receio de conselheiros é de que a chegada de Pato force a venda de um jovem talento para equilibrar as contas. Nesse ponto, o discurso é de que já existia a natural necessidade de aumentar a arrecadação. Mas que atletas só serão vendidos em negociações vantajosas para o clube.

Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

 

 

Os argumentos do Palmeiras para negar que levou ‘chapéu’ do SPFC com Pato

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Derrotada pelo São Paulo na disputa por Alexandre Pato, a diretoria do Palmeiras usa internamente uma série de argumentos para defender a tese de que não tomou um “chapéu” do Rival. O discurso principal é de que não foi do alviverde a iniciativa de tentar a contratação, mas do jogador. E que o clube fez uma proposta inferior à dos tricolores e não aceitou alterá-la.

A versão alviverde é de que o atacante telefonou para a diretoria e Felipão pedindo para ser contratado. E de que, a partir desse momento, ficou decidido que o negócio só seria viável com um salário de R$ 400 mil, inferior aos dos principais jogadores do time, sem pagamento de luvas e comissões para empresários, e com contrato válido até o final do ano. Caso Pato vingasse, teria o vínculo estendido e os vencimentos reajustados. O blog não conseguiu falar com o jogador sobre o assunto.

Vendo que a disputa estava acirrada, os são-paulinos melhoraram sua oferta e acenaram com um contrato de quatro anos no lugar de acordo até o fim de 2019 com opção de renovação por mais três temporadas. Como mostrou o UOL Esporte, o São Paulo projeta gastar na contratação 8 milhões de euros (cerca de R$ 35,4 milhões) diluídos nos quatro anos de contrato, com salário inicial por volta de R$ 300 mil, reajustado gradativamente, e comissão de 5,6% do valor total da negociação para empresários.

O quadro pintado do lado verde e branco da história é de que Pato seria útil para fortalecer o ataque da equipe. Mas não fundamental a ponto de valer entrar num leilão milionário como o São Paulo. O tom adotado no clube após a concretização da transferência do atacante para o Morumbi é de que o planejamento para temporada segue sem nenhum abalo. Ou seja, o reforço seria apenas um “bônus”.

 

‘Porta-voz’, Lugano diz que momento crítico o fez se reaproximar do futebol

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Há um pelotão de jornalistas buscando respostas para a crise do São Paulo. No alto da escada na sede da Federação Paulista de Futebol aparece Raí. Profissionais se preparam para ouvir o executivo de futebol do clube do Morumbi. Mas ele abre uma porta lateral e se retira. Lugano, superintendente institucional tricolor, toma a direção oposta e se dirige para a muvuca. Com paciência, responde sobre tudo. Atrito entre Jean e Mancini, possível vinda de Pato, críticas da torcida, chegada de Cuca. Sempre sem nervosismo.

A cena ocorrida nesta quinta (21), após a reunião sobre detalhes das quartas-de-final do Campeonato Paulista, mostrou um “porta-voz” com sotaque carregado representando o clube em momento de crise. Não que Raí tenha saído de cena, ele havia dado entrevista na noite anterior depois do empate da equipe com o São Caetano.

Na FPF, foi a vez de o uruguaio, de estilo despojado, metido num blazer e vestindo calça jeans, dar sua cara à tapa. Ele tem sido cada vez mais presente no futebol do clube, apesar de seu cargo não estar diretamente relacionado ao departamento. Perguntado por este blogueiro sobre sua proximidade com o cotidiano da equipe, ele disse: “o momento exige”. Então, quando a crise passar, vai se afastar? “Provavelmente, como eu já fiz (antes)”, respondeu o uruguaio, rindo.

O discurso na diretoria, porém, é de que mesmo quando a tempestade se for o ex-zagueiro vai continuar ligado ao futebol. Raí e o presidente Leco pediram sua reaproximação, após certo distanciamento, e entenderam que ele deveria estar ainda mais presente do que antes. E sendo mais ouvido em casos importantes. Seu perfil é considerado diferente do ostentado pelo ex-meia. É visto como mais enérgico, enquanto o executivo de futebol é tido como ponderado. A direção acredita ser importante esse contraste para criar equilíbrio. Lugano também é definido como um personagem importante para administrar o vestiário.

No salão no térreo do prédio federação, ele mostrou habilidade na administração de temas espinhosos diante da imprensa. Foi assim ao negar que o fato de Vagner Mancini ser treinador interino deu força para o goleiro Jean se insurgir contra o técnico. E também para rechaçar a tese de que o arqueiro desrespeitou a instituição que Lugano tanto defende. “Não, ele estava de cabeça quente, já passei 20 mil vezes por situações assim”, afirmou.

O uruguaio baseia seu discurso na tese de que problemas sempre acontecem, mas que agora, graças ao universo digital, os vazamentos são mais frequentes e tudo ganha uma proporção maior. E como resolver o problema? “Jogando melhor, tentando ganhar o Campeonato Paulista, que talvez não tenhamos valorizado na minha época (como jogador)”, declara.

Sem fechar a cara ou alterar o tom de voz, Lugano foi apagando incêndios, transformando entrevistas em bate-papo. “Eu e Raí sabíamos onde a gente estava se metendo”, afirmou ao comentar as críticas da torcida.

Diferentemente de quando chegava forte nos adversários em campo, Lugano foi gentil até ao falar de jogador adversário. Isso aconteceu ao ser questionado pela reportagem do site “Meu Timão” sobre o zagueiro Bruno Méndez, contratado pelo Corinthians. “Menino com um perfil muito bom, acho que o Corinthians contratou um ótimo jogador. É difícil no futebol que um jogador novo tenha essa visão, essa perspectiva de mundo (que o compatriota tem). Desejo o melhor do mundo pra ele. E ele é zagueiro, uruguaio”, derreteu-se o dirigente são-paulino.

Depois de cerca de 30 minutos atendendo a imprensa e tentando compartilhar a imagem de um São Paulo que se preocupa com a crise, mas não entra em desespero por causa dela, Lugano deixou a federação com pinta de bombeiro.

Com Arthur Sandes e José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

 

 

O Pato hoje só serve pra pegar MULHER!

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Sempre fui um dos maiores defensores do Alexandre Pato no início da carreira dele. Quando deixou o Inter e iniciou sua jornada no Milan cheguei a pensar que ele tinha potencial para superar o Ronaldo Fenômeno. Afinal o moleque tinha todos os fundamentos quase perfeitos: velocidade, explosão, drible e finalização com os pés e a cabeça. Mas errei feio! O tempo tratou de mostrar que falta para esse rapaz a principal qualidade de um jogador: vontade. Quando ouço ou leio que tem clubes interessados em repatriar o Pato fico indignado. Não consigo acreditar que queiram investir milhões em um jogador […]

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Brigar por Pato? Como tem dirigente sem noção, viu?!

Leia o post original por Craque Neto

Fiquei sabendo que alguns clubes grandes do futebol brasileiro, entre eles Palmeiras, São Paulo e Santos, estariam brigando para repatriar o Alexandre Pato que está em vias de rescindir contrato com o futebol chinês. Informações dão conta que até o técnico Sampaoli teria ligado pra ele. Posso falar? Piada, vai! Esse rapaz é o pior custo-benefício que já vi para um time de futebol. Pelo amor de Deus! Ganha salários estratosféricos, machuca muito e joga pouco. Faz parte do hall de jogadores-celebridades, que estão mais preocupados em aparecer na mídia do que propriamente jogar bola. Vejam o que ele fez […]

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Ótimo negócio para Pato e Corinthians

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Muito tempo atrás fez sucesso uma música que dizia algo como “Jogue suas mãos para o céu e agradeça etc., etc.” Pois bem, a canção se encaixa para a situação atual de Pato. O moço andava escanteado no Corinthians, à margem dos demais, sem rumo e agora arruma as malas e bate asas para a Inglaterra. O Chelsea topou tê-lo por empréstimo até o meio do ano.

O negócio é uma dádiva, para o jogador e para o campeão brasileiro. Para Pato significa ficar em vitrine de luxo, num mercado em que não falta grana. Para o Corinthians, a nova saída representará economia de uns 5 milhões de reais, nada mal para quem anda com as finanças curtas.

E para o Chelsea? Será que foi um bom negócio? Daí é outra história. O técnico Guus Hiddink não deu pulos de alegria com o “reforço”.

Mas também nem adianta chiar, porque a transação veio de cima e o holandês sabe que, em princípio, fica no cargo só até o final da temporada. Depois, vem substituto.

Melhor ficar quieto e ver se o moço se mostra alternativa útil. Se não der certo, paciência e devolva-se à origem. O Chelsea não lamentará o gasto, já que dinheiro não é problema para o russo Abramovic. Ele já torrou tanta grana que o investimento em Pato não passa de troco.

Torcida de Pato e a liberdade de expressão

Leia o post original por Antero Greco

Uma declaração de Pato provocou bafafá nesta quarta-feira. Em entrevista coletiva, depois de treino do São Paulo, o atacante disse que torcerá para o Palmeiras, na final da Copa do Brasil. E explicou a preferência por admirar o trabalho de Paulo Nobre, presidente palestrino.

Pronto, foi um tal de criticar aqui e ali. O centroavante tricolor não poderia ter sido tão abusado na opinião porque, assim, desrespeitaria a própria agremiação. E por quê? Porque, se o Santos ganhar a Copa do Brasil, pode ser que o São Paulo se beneficie e fique com vaga na Libertadores.

Além disso, o moço teria mostrado desapreço pelo clube que defendeu nas últimas temporadas e que o tirou do ostracismo no Corinthians. O correto, então, era ter ficado no muro e se limitar às declarações fúteis e sonsas de sempre – nas quais, aliás, ele é mestre.

A situação é curiosa. Vamos partir do pressuposto de que ele só externou um sentimento. Qual o problema? Onde o menosprezo com o São Paulo? O time dele tem 53 pontos, um a menos do que o Santos, faz ainda quatro jogos e tem condições de garantir-se na Libertadores por conta própria. Desafio com o qual deve preocupar-se, sem imaginar que pode herdar um lugar no torneio.

Falamos tanto em liberdade de expressão, bradamos contra qualquer tipo de censura, lamentamos o blablablá de jogadores e dirigentes. Daí, quando um aparece e sai do lugar-comum, dá-lhe reprimendas.

Se Pato tentou alisar o Palmeiras, na suposição de que possa vir a ser contratado, também não há mal algum. O São Paulo já disse que não tem dinheiro para bancá-lo e para o Corinthians ele não quer voltar. Como não ofendeu ninguém, cadê a falta de ética.

Amigos, somos moralistas demais.

Saiba por que o Corinthians está otimista com suas finanças em 2016

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Depois de passar o ano inteiro pintando um quadro financeiro feio, a diretoria do Corinthians mudou o tom e já fala com uma dose de otimismo sobre suas finanças em 2016. Veja abaixo quatro motivos para essa sensação de alívio.

Patrocínio de campeão

Apesar da crise financeira no país, os cartolas acreditam que, se confirmar o título brasileiro, o clube vai conseguir patrocinadores com mais facilidade e por valores melhores. “Se for campeão, vai existir uma valorização. O departamento de marketing está trabalhando, e temos expectativas boas para espaços menores do uniforme”, disse Emerson Piovezan, diretor financeiro corintiano.

Globo

As renovações dos contratos com a Globo para transmissão dos jogos do Campeonato Paulista e do Brasileirão representam uma significativa injeção de dinheiro. Só pelo Estadual, o clube, assim como Santos, Palmeiras e São Paulo, já recebeu luvas de R$ 20 milhões pela assinatura do acordo.

Pato de saída?

A diretoria corintiana não fala publicamente, mas conta com a venda de Pato na próxima janela de transferências para a Europa. Além de não ter o peso de um jogador que ganha R$ 800 mil em sua folha de pagamento, o alvinegro receberia pelo 10 milhões de euros.

Corte de despesas

“Desenvolvemos um importante programa de redução de gastos que nos deixa numa situação mais confortável”, disse Piovezan. Até agosto, como mostrou o blog, a dívida corintiana cresceu R$ 32,5 milhões. Em 2014, o débito tinha aumentado R$ 119,8 milhões em relação ao ano anterior

Naming Rights

A diretoria corintiana acredita que está perto de concretizar a venda dos naming rights de seu estádio. A negociação deixaria o clube mais tranquilo em relação ao pagamento do estádio de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, contando juros de empréstimos..