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Palmeiras leva mais de patrocínio do que SPFC, Santos e Corinthians juntos

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Os balanços dos quatro maiores clubes paulistas referentes a 2018 mostram que o Palmeiras faturou mais em patrocínio e publicidade do que Corinthians, Santos e São Paulo juntos.

O alviverde, embalado pelo apoio da Crefisa e da Fam, dos conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, registrou arrecadação de R$ 95.476.000 vendendo suas propriedades publicitárias.

Ao mesmo tempo, juntos, Corinthians, São Paulo e Santos arrecadaram com patrocínio e publicidade R$ 93.238.000. A vantagem palmeirense sobre o trio foi de R$ 2.238.000.

Sem patrocinador máster, o Corinthians embolsou R$ 42.804.000. Por sua vez, o São Paulo registrou R$ 23.269.000 recebidos com patrocínio e publicidade, sem contar esse item no Morumbi. O Santos arrecadou no ano passado R$ 27.165.000 com esse filão. Desse valor, R$ 8.341.000 vieram de fora do departamento de futebol.

 

Sem parceiro máster, renda corintiana de patrocínio caiu R$ 35,5 mi em 2018

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Foto: Daniel Vorley/AGIF

O balanço financeiro do Corinthians referente a 2018 mostra o impacto causado nos cofres do clube por um ano inteiro sem patrocinador máster. Foram arrecadados com patrocínio e publicidade R$ 35.571.000 a menos em relação a 2017, temporada em que o time teve anunciante principal só até abril.

No ano passado, a receita com patrocínio e publicidade foi de aproximadamente R$ 42,8 milhões. Em 2017, a marca foi de cerca de R$ 78,4 milhões. Nos quatro primeiros meses daquele ano, a Caixa ainda estampava a camisa alvinegra.

Em texto que acompanha as demonstrações financeiras do alvinegro, Andrés Sanchez relacionou o jejum de patrocínio à economia brasileira.

“As dificuldades econômicas do país prejudicaram bastante a busca por patrocínios e tivemos que conviver sem um patrocinador máster para o uniforme durante o exercício de 2018, o que representou uma queda expressiva de nossas receitas nesse item”, escreveu o presidente corintiano.

Um quadro sobre a importância de cada receita para o clube ilustra a queda relatada pelo cartola. Em 2017, a arrecadação com patrocínio representou 17% da receita do alvinegro. No ano passado, essa fatia emagreceu para 9%, perto dos 7% atingidos pelo clube social, famoso por ser um saco sem fundo.

Novamente, a maior parte do dinheiro veio das cotas de TV: 42%. Em segundo lugar aparecem as transferências de jogadores com 25%.

Em seu texto, Andrés  ressalta como um dos aspectos positivos a redução do deficit contábil de R$ 35 milhões em 2017 para cerca de R$ 19 milhões em 2018.

O dirigente também falou em crescimento de cerca de 4% nas receitas operacionais do futebol (apesar da falta de patrocinador máster). Essa arrecadação foi de aproximadamente R$ 438 milhões. A receita total do clube no ano passado ficou em cerca de R$ 469 milhões com crescimento de 3,5%.

As despesas operacionais também aumentaram. No futebol elas foram de R$ 377.659.000 em 2018 contra R$ 341.758.000 no ano anterior.

Em sua mensagem, Andrés aponta que “o nível de endividamento global subiu cerca de R$ 26 milhões especialmente pelo aumento de passivos com fornecedores e com explorações de (direitos de) imagem a pagar”.

O dirigente também diz que “50% dos passivos são obrigações a longo prazo, especialmente aquelas relacionadas ao Profut (programa que refinanciou as dívidas dos clubes), com prazo de vencimento de 20 anos”.

Corinthians e BMG: contrato pode durar 5 anos e tem acordo sobre rescisão

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O contrato entre Corinthians e BMG, anunciado nesta quinta (17) pode durar até cinco anos. Esse é o prazo de validade inicial previsto no documento. Porém, existem cláusulas de saída que permitem que uma das partes solicite a rescisão sem penalidades. No entanto, isso só pode acontecer conforme condições específicas. Os detalhes são mantidos em sigilo, mas numa nova entrevista coletiva, marcada com os presidentes do clube e do banco para a próxima terça-feira mais esclarecimentos serão prestados.

O projeto é para que a parceria dure pelo menos dois anos, prazo considerado mínimo para o desenvolvimento dos projetos idealizados. Conforme apurou o blog, existe até a possibilidade de, durante os cinco anos previstos, em algum momento o BMG deixar de estampar a camisa e seguir como parceiro alvinegro em produtos e serviços.

No clube, o discurso é de que é difícil falar com precisão quanto o Corinthians irá receber do banco porque a negociação prevê remunerações que dependem do rendimento de produtos e serviços oferecidos. O espírito da parceria é que não seja um contrato estático de patrocínio, mas uma dobradinha com ações por diversos meios.

Procurado para esclarecer cláusulas do contrato, Fabio Trubilhano, diretor jurídico do clube, disse que não poderia se manifestar por conta de confidencialidade estabelecida entre os parceiros. Ele se limitou a enviar a nota reproduzida abaixo e assinada por ele:

“O contrato entre o Corinthians e o BMG consolida uma parceria segura, rentável e moderna. Possui mecanismos de proteção para as partes e contempla uma renda mínima ao Corinthians que será complementada pela participação no resultado de produtos financeiros que serão desenvolvidos e fornecidos pelo BMG em parceria com o clube (‘profit sharing’). Temos expectativas de que essa parceria alcance a maior renda do Brasil nessa modalidade de negócio”.

 

Por Emirates, Corinthians recorre à Câmara Árabe. Empresa não se interessa

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Sem patrocinador máster fixo desde abril do ano passado, o Corinthians recorreu à Câmara de Comércio Árabe-Brasileira para tentar fechar contrato com a Emirates.

Porém, conforme apuração do blog, a negociação não decolou. Procurada pela Câmara, a companhia aérea respondeu não estar interessada.

Ao blog, a assessoria de imprensa da Câmara disse que não se manifestaria sobre o assunto e nem confirmaria o episódio. A entidade costuma ter cláusula de confidencialidade nos contratos com quem a aciona.

O departamento de comunicação do Corinthians disse que não ter informações sobre o tema.

Já a Emirates, por meio de sua assessoria respondeu apenas que no momento não pensa em patrocinar nem time de futebol no Brasil.

“O boato não é verdadeiro. A Emirates não está buscando ser patrocinadora de nenhum clube de futebol brasileiro atualmente”, afirma a nota enviada pela assessoria de imprensa.

Vale lembrar que em nenhum momento o blog afirmou que a empresa estava em busca de uma equipe. Pelo contrário, a resposta está em sintonia com a apuração de que os árabes não corresponderam ao desejo corintiano.

A Emirates, no entanto, não se posicionou sobre a informação de que a Câmara Árabe tentou fazer a ponte entre ela e o Corinthians.

A companhia aérea é um antigo alvo da direção corintiana. A ideia inicial é conseguir um contrato de patrocínio para o uniforme e tentar seduzir a empresa a comprar os naming rights da Arena Corinthians.

Acionar a Câmara Árabe foi a solução encontrada pela direção de marketing do Corinthians para tentar se aproximar da empresa. A entidade tem experiência em buscar parceiros árabes para companhias brasileiras.

 

Como está a busca do Corinthians por patrocinador principal

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Em agosto, a diretoria corintiana acreditava estar perto de anunciar um patrocinador master para a camisa do clube. Porém, a transação se arrastou e o time terminou usa participação na temporada sem fechar um contrato fixo para o espaço principal em seu uniforme. “A negociação travou, mas a empresa ainda tem interesse”, disse Fernando Sales, diretor de marketing corintiano.

Segundo o dirigente, ao mesmo tempo em que enfrenta dificuldade para chegar a um acordo com a candidata a parceira, outra interessada apareceu na última sexta. A nova empresa é uma multinacional, que não teve seu nome revelado, assim como o da primeira postulante ao posto de principal patrocinadora do atual campeão brasileiro.

As novas tratativas ainda estão no começo e não há previsão sobre uma definição.

A falta de um patrocinador master preocupa dirigentes e virou alvo de críticas da oposição em período eleitoral. A eleição está marcada para fevereiro do ano que vem e opositores apontam que o marketing da atual administração falhou por deixar escapar o patrocínio da Caixa e não conseguir outro parceiro nos mesmos moldes. Andrés Sanchez é o candidato situacionista.

Além de uma nova marca para estampar na camisa corintiana, a diretoria também tem como alvo conseguir, enfim, negociar os naming rights de sua arena. Porém, no momento, não há nenhuma conversa animadora.

Otimista, Corinthians vê negociação por patrocínio principal se arrastar

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Por pelo menos cerca de dois meses o Corinthians mantém negociação com uma empresa interessada em ser a patrocinadora principal do clube. No final de agosto, Fernando Sales, diretor de marketing alvinegro afirmou ao blog que as tratativas estavam bem encaminhadas e que esperava fechar o negócio em breve. Cerca de 20 dias depois, no entanto, o martelo ainda não foi batido.

A demora gera apreensão no clube e críticas ao marketing corintiano por parte da oposição. Um dos argumentos é de que a diretoria se recusou a renovar com a Caixa e agora não consegue assinar contrato mesmo com time disparado na liderança do Brasileiro. E que enquanto isso, o Corinthians segue com dificuldade para honrar seus compromissos.

Sales, no entanto, nega que a negociação tenha travado. “Estamos caminhando”, disse ele, sem dar detalhes. O dirigente afirma que não pode revelar o nome da interessada porque um termo de confidencialidade foi assinado.

Corinthians negocia renovação com Caixa por mesma quantia mensal atual

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O Corinthians aceita fechar com a Caixa a renovação do contrato de patrocínio na parte frontal da camisa do clube sem aumento. As negociações estão em andamento. Segundo Fernando Salles, diretor de marketing do alvinegro, se o martelo for batido, o valor mensal deve ser praticamente o mesmo do atual.

A diferença, segundo ele, é que o banco não faz mais contratos que passem de um ano para o outro. Assim, um novo trato terá validade até dezembro. Por isso, o valor total a ser recebido será inferior aos R$ 30 milhões combinados pelos últimos 12 meses. A negociação relativa à quantia está bem encaminhada, conforme disse o cartola.

“A maior preocupação não é com a parte financeira, é com outros ativos. São propriedades que a Caixa está vetando em parcerias com outras instituições, e nós estamos tentando liberar”, declarou Salles ao blog.

No acordo atual, válido até abril, o patrocinador liberou o Corinthians para ter parceiros ligados a instituições financeiras que trabalhem com produtos que não são alvos do acordo com ela. Por exemplo, a venda de seguro ou cartões de crédito e débito com a marca do clube, mas administrados por outra empresa, poderia ser feita.  Porém, segundo o dirigente, agora ela tenta retomar o veto.

O diretor não revelou números, mas o blog apurou que a negociação começou com o banco querendo pagar um valor mensal menor em relação ao atual, enquanto o Corinthians queria uma quantia maior.

A Caixa não fala sobre negociações em andamento.

Como o Corinthians se defende em polêmica envolvendo patrocínio e Lava-Jato

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Depois de o UOL Esporte mostrar que as empesas Apollo Sports Solutions e Apollo Sports Capital, que alugaram espaço nas costas da camisa do Corinthians, têm ligação com o português Antônio Manuel de Carvalho Baptista Vieira, listado entre os réus Lava-Jato, o departamento de marketing corintiano foi alvo de uma avalanche de críticas de conselheiros e torcedores. Preocupado não só com a reação negativa, mas com o fato de a polêmica poder afastar novos patrocinadores, os responsáveis pelo departamento elaboraram uma série de argumentos para se defender. Veja abaixo os principais.

1 – Legalidade

Em sua defesa, o departamento de marketing corintiano alega que fez um intenso estudo sobre o novo patrocinador e verificou que ele funciona regularmente, atendendo todas as exigências das leis brasileiras.

2 – Alvo da Lava-Jato

Um dos argumentos é o de que o clube não precisa e não tem como conhecer todos os acionistas das empresas que o patrocinam. É assim com a Nike, por exemplo. Além disso, Antônio Manuel de Carvalho Baptista Vieira não participou das negociações, segundo os corintianos. Ainda assim, o marketing alvinegro lembra que a denúncia contra ele na Lava-Jato por lavagem de dinheiro foi rejeitada pelo juiz Sergio Moro.

3 – Grana

O patrocínio vai render cerca de R$ 10 milhões por ano ao clube até 2019. O valor é considerado pelos cartolas do Corinthians muito bom em tempos de crise e num momento em que a maioria dos clubes sofre para conseguir patrocínio.

4 – Alternativa

Quem critica o clube por não conseguir colocar nas costas da camisa a marca de uma grande e famosa empresa, ouve que os tempos mudaram. A tese é de que o cenário de crise, o escândalo de corrupção no qual a CBF se envolveu e que culminou com a prisão de José Maria Marin e episódios de truculência e violência envolvendo torcedores fizeram as principais empresas do país se afastarem do patrocínio esportivo. Nesse momento delicado, segundo quem trabalha no marketing corintiano, os fundos de investimento passaram a ser uma boa e segura alternativa para parcerias. A Apollo Solutions é um fundo de investimento que promove um rodízio de seus parceiros nas costas da camisa corintiana.

Marketing corintiano prevê aumento de R$ 30 milhões nas receitas

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Mesmo em tempo de crise e com o time caindo na tabela do Brasileirão, o departamento de marketing do Corinthians espera fechar o ano com aumento de cerca de R$ 30 milhões na receita gerada por patrocinadores, não só da camisa de jogo, em comparação com 2015. A projeção do superintendente de marketing alvinegro, Gustavo Herbetta, é de que a arrecadação seja de cerca de R$ 100 milhões em 2016. Em 2015, a agremiação registrou em seu balanço um faturamento de R$ 66.571.000 com patrocínios e publicidade.

Hoje, a camisa alvinegra rende aproximadamente 35% a mais do que no ano passado, pelas contas do clube, e as negociações de dois patrocínios estão em andamento, um nas mangas e outro nos ombros.

Segundo Herbetta, estudo realizado no ano passado reposicionou a marca do clube e permitiu o aumento das receitas.

“Baseado nesse estudo, foram feitas renegociações com patrocinadores atuais que entenderam esse novo posicionamento e renovaram com incremento de dois dígitos”, afirmou Herbetta.

O caso emblemático é o da Caixa, que assinou novo contrato pagando os mesmos R$ 30 milhões anuais de 2015, mas para estampar em 2016 sua marca apenas na frente da camisa. Antes, por essa quantia, ela tinha também direito ao patrocínio nas costas.

“Baseado nesse estudo (feito em 2015) fizemos um approach diferenciado em segmentos que poderiam trazer mais receita, como cerveja e água”, disse o superintendente. Recentemente, o Corinthians anunciou um acordo com a cervejaria Estrella Galícia, que passou a estampar os uniformes de treino, além de se transformar em fornecedora de água mineral da equipe por meio uma marca que possui.

Herbetta também credita a previsão de crescimento em meio à crise financeira no país ao modelo adotado pelo clube baseado na ativação das parcerias com ações de marketing que envolvam os torcedores.

De acordo com o gerente, a crise técnica enfrentada nesse momento pelo time, que se afastou da briga pela liderança do Brasileirão, até agora não afetou o marketing alvinegro. “O desafio é desatrelar cada vez mais o marketing da performance da equipe”. Como exemplo, ele argumenta que o torcedor que toma cerveja faz isso com o time ganhando ou perdendo. Então, o trabalho do clube é fazer o corintiano comprar a marca de seu patrocinador.

O discurso otimista, porém, não vale para a venda dos naming rights da arena Corinthians. Ainda emperrada, ela é motivo de constantes críticas de conselheiros à diretoria alvinegra. Herbetta diz que não pode falar sobre esse assunto.   

Patrocinador misterioso em final causa polêmica no Santos

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A Prefeitura de Santos afirma, oficialmente, que não paga um centavo para estampar a marca do Museu Pelé na camisa do alvinegro na final do Campeonato Paulista contra o Palmeiras. O clube, porém, diz, extraoficialmente, que vendeu por R$ 800 mil o espaço principal em seu uniforme nos dois jogos da decisão. Então, quem está pagando a conta? Essa pergunta provoca polêmica na Vila Belmiro e consolida uma dissidência política no grupo que elegeu o atual presidente, Modesto Roma Júnior.

“A prefeitura não patrocinou, nem repassou dinheiro público de forma direta ou indireta ao Santos Futebol Clube. O apoio ao SFC é apenas institucional. Não há qualquer tipo de acordo ou compromisso presente ou futuro de repasses de verbas públicas ao clube”, disse a assessoria de imprensa da prefeitura em nota enviada ao blog na última quarta.

A informação de que o patrocínio seria gratuito deixou indignado o coordenador da campanha de Modesto à presidência, Vasco Vieira, agora crítico da administração. “Ele (o atual presidente) prometeu transparência durante a campanha, mas não está sendo transparente nesse caso, e em outros também. A prefeitura nunca retribuiu o Santos pelo trabalho que o clube fez de divulgação da cidade no mundo inteiro. Então, tem que pagar para anunciar na camisa, ainda mais diante do caos financeiro enfrentado pelo Santos”, disparou Vieira.

Por sua vez, Modestinho, como é conhecido o cartola santista, diz que foi criada uma confusão em relação ao patrocínio. Ele afirma que o fato de o município não pagar pela divulgação não significa que o Santos deixe de ser remunerado. “A prefeitura não pode bancar o patrocínio por motivos legais. Mas o museu tem parceiros interessados em divulgar a casa. Um deles está pagando pelo patrocínio, mas não quer aparecer”, declarou o dirigente ao blog.