Arquivo da categoria: Paulo Henrique Ganso

Ganso pisou na bola pesado com o Oswaldo, hein?

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O caso envolvendo a discussão pública entre o meia Paulo Henrique Ganso e o técnico Oswaldo de Oliveira, no meio do jogo entre Fluminense e Santos, causou uma polêmica danada. Primeiro o jogador foi substituído e chamou o treinador de burro. Depois o próprio Oswaldo chamou seu camisa 10 de vagabundo. Aí as câmeras mostraram um chilique danado do Ganso. Mas posso falar? O jogador errou feio. Eu nunca fui santo. Quando era jogador por muitas vezes arranjei problema com treinadores. Mas sabia que estava errado. Tentava não expor esses conflitos. Por mais que o cara esteja errado em alguns […]

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Por que São Paulo ainda tem quantias a receber e pagar por PH Ganso

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Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

O São Paulo vendeu Paulo Henrique Ganso em julho de 2016 para o Sevilla, mas ainda tem dinheiro a receber e conta a pagar referente à transação.

De acordo com o balanço relativo a 2018, o tricolor paulista tinha em dezembro do ano passado R$ 2.219.000 a pagar para a DIS, empresa que possuía participação nos direitos econômicos do meia, hoje no Fluminense.

Também estão registrados R$ 3.328.000 que precisavam ser pagos à empresa Link Assessoria Esportiva, do agente André Cury, responsável pela intermediação da venda.

Segundo Elias Barquete Albarello, diretor executivo financeiro do São Paulo, as duas quantias não foram pagas até hoje porque o clube discute com o governo espanhol quanto precisa desembolsar em imposto para receber o dinheiro.

“Eles aumentaram a alíquota que quem vende jogadores para clubes espanhóis tem que pagar. Isso não só para nós, em todas as negociações. Não concordamos e contratamos uma banca de advogados para discutir administrativamente. Só vamos receber (o dinheiro vindo do Sevilla pela compra de Ganso) quando resolvermos isso. Depois que recebermos, vamos fazer os repasses (para DIS e Link)”, disse o dirigente.

De fato, as demonstrações financeiras do clube mostram que em dezembro de 2018 havia dinheiro a receber do Sevilla pela transação: R$ 8.821.000.

Os pagamentos a serem realizados para DIS e Link por conta da venda de Ganso já apareciam no balanço de 2017 só que eram menores. Na ocasião, foram registrados R$ 1.984.000 devidos para a DIS e R$ 2.975.000 para a Link. “Isso acontece porque os valores estão indexados ao euro e houve variação cambial”, afirmou o diretor financeiro.

As demonstrações financeiras mostram uma série de casos em que o São Paulo ainda tinha no final do ano passado dinheiro a receber e a repassar por conta da venda de jogadores. Na maioria, são negociações parceladas que ainda não tinham vencido.

Foram anotados R$ 31.063.000 a receber do River Plate por Lucas Pratto. O Atlético-MG aparece duas vezes no documento com quantias a receber relativas a seu ex-atacante. Numa são apontados R$ 5.403.000 pela venda dele ao São Paulo. Em outra, aparecem R$ 1.331.000 por participação nos direitos econômicos.

Opinião: Ganso de volta ao Brasil é caso marcante de desperdício

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A contratação de Paulo Henrique Ganso pelo Fluminense consolida o caso do meia como um dos maiores exemplos de talento desperdiçado do futebol brasileiro. Nada contra o Flu, de tantas glórias. O desperdício acontece por  ele estar de volta ao Brasil depois de não decolar na Europa.

Confesso que quando Ganso surgiu no Santos ao lado de Neymar em determinado momento fiquei em dúvida sobre qual dos dois era melhor. Claro, hoje é inegável que o astro do PSG está muito acima do ex-colega, ainda que não tenha atingido o nível que eu esperava.

Jogador que tem o talento de Ganso para tocar na bola, sua visão de jogo e inteligência para distribuir a bola deveria estar brilhando num dos gigantes da Europa. Não tenho a pretensão de cravar qual o motivo para o ex-santista não ter estourado em solo europeu. Difícil achar uma resposta certeira. Mas acredito que passa por uma dificuldade que o meia deve ter em atender aos pedidos da maioria de seus treinadores. Pode ser que falte intensidade e colaboração na marcação. Se for isso, a responsabilidade é só do atleta. São pontos que podem ser aprimorados com paciência e dedicação. Vejo uma certa dose de conformismo empurrando a ex-promessa para baixo. Aparentemente falta Ganso lutar mais quando um treinador aponta pra ele e diz: “esse não serve pra mim”.

No Fluminense, ele tem boas chances de dar certo. Porém, mesmo que termine o ano como um dos destaques do Brasileiro, é pouquíssimo para quem tem o seu talento. Paulo Henrique deveria estar brigando para ser um dos melhores do mundo, não de um campeonato na América do Sul.

Se foi bom negócio para o Flu, depende do impacto do salário dele nas finanças do clube e no vestiário. Se não desequilibrar nenhuma das duas áreas, a probabilidade de sucesso é grande.

Torço mas não acredito

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Após uma longa novela o Fluminense anunciou o acordo de Paulo Henrique Ganso para um contrato de cinco temporadas. Para isso o jogador rescindiu o contrato que tinha com o Sevilla da Espanha. Que me desculpem os torcedores do time das Laranjeiras, mas sinceramente estão tão confiantes assim no futebol dele? Pelo amor de Deus! Há quanto tempo esse menino não joga bola em alto nível? Há muitos anos está somando mais tempo de fisioterapia que de minutos em campo. Olha só, quando o Ganso surgiu no Santos era a grande esperança técnica do futebol brasileiro. Para mim ele era […]

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Ganso está quase voltando! Qual caminho seria melhor, hein?

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Tem muita gente que chama o Paulo Henrique Ganso de ‘fogo de palha’. Ou seja, aquela promessa que se destaca e brilha com intensidade mas nunca consolida uma carreira de sucesso no futebol. Isso é fato, mas na minha visão o que impediu isso de acontecer foram os problemas físicos que o atormentaram ao longo dos anos. Tecnicamente o Ganso foi uma joia que surgiu com força no Santos em 2009. Duvido que alguém ousaria dizer naquela época que menos de uma década depois ele estaria vestindo a camisa do inexpressivo Amiens da França. Pelo contrário! Todos falavam que ele […]

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Neymar foi o segundo jogador que mais rendeu ao Santos em 2017

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Vendido pelo Santos em 2013, Neymar foi o segundo jogador que mais rendeu aos cofres do clube em 2017. De acordo com o balanço financeiro do alvinegro referente a 2017, ele só fica atrás de Thiago Maia, negociado na temporada anterior com o Lille, da França.

As demonstrações financeiras da agremiação apresentam a relação de valores obtidos com venda e empréstimos de atletas, além de “outros mecanismos” em 2017. Estão registradas 17 operações. No total foram arrecadados R$ 78.632.000. Desse montante, cerca de R$ 32,07 milhões foram pagos ao Santos por causa da transferência do atacante do Barcelona para o PSG. O dinheiro é relativo ao mecanismo de solidariedade, criado pela Fifa para dar porcentagens de negociações a clubes formadores dos futebolistas.

Já a venda de Thiago Maia para os franceses colocou nas mãos dos santistas R$ 35.899.000. A quantia corresponde aos 70% dos direitos econômicos que pertenciam ao clube. Vale lembrar que, segundo o conselho fiscal do Santos, a agremiação se comprometeu a pagar cerca de R$ 4 milhões ao empresário Giuliano Bertolucci pela negociação, além de aproximadamente R$ 1,7 milhão para a MJF Publicidade, empresa da família Figer, de tradicionais agentes.

A Fifa determina que em cada venda de atleta 5% do valor pago seja destinado aos clubes que participaram da formação do jogador entre os 12 anos e os 23 anos. A fatia de cada um é proporcional ao tempo em que ficaram com o jovem.

No cálculo sobre quanto recebeu em 2017 pelas negociações, o Santos contabiliza apenas o dinheiro já recebido. Por exemplo, se o atleta foi pago em prestações anuais, as parcelas futuras aparecerão nas próximas demonstrações financeiras.

No quadro denominado “contas a receber de negociações de atletas” estão anotados R$ 308 mil como parte do mecanismo de solidariedade relativo à venda de Paulo Henrique Ganso do São Paulo para o Sevilla. Essa quantia não tinha sido paga até 31 de dezembro. Aparecem como já pagos 170 mil euros (R$ 698,3 mil em valores atuais) pela mesma operação.

 

Tendência é Ganso ser emprestado para time espanhol no segundo semestre

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Insatisfeito no Sevilla, Paulo Henrique Ganso tem um cenário sombrio pela frente nos próximos meses. Sem nenhuma negociação encaminhada, a tendência neste momento é de que ele seja negociado por empréstimo na próxima janela europeia de transferências, entre julho e agosto. A possibilidade maior é de que ele passe um período em outro time espanhol na próxima temporada do país. Até lá, é possível que no máximo ele seja pouco aproveitado.

A chance de voltar ao Brasil agora é remota já que o Sevilla recusou a proposta do jogador. Ele se dispôs a rescindir seu contrato deixando de receber cerca de 12 milhões de euros (R$ 47,5 milhões) a que teria direito por mais três anos e meio de contrato. Um novo compromisso longo, de cinco anos, por exemplo, o ajudaria a pelo menos minimizar o prejuízo pela saída e viabilizaria um retorno ao futebol brasileiro. O São Paulo é um dos clubes que recentemente mostrou interesse no jogador.

Desde a recusa, a situação do meia segue inalterada. Ele não é relacionado para as partidas e já deixou clara para a diretoria a sua intenção de deixar o clube.

Ganso se considera injustiçado pelo técnico Vincenzo Montella. O atleta acredita ter apresentado bom desempenho quando entrou no time, o que não justificaria a falta de novas oportunidades.

 

 

De olho no exterior, Dudu assina com agente que levou Neymar ao Barcelona

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Com Danilo Lavieri, do UOL, em São Paulo

O palmeirense Dudu decidiu trocar seus empresários. Após não renovar contrato com a OTB Sports, dos agentes Bruno Paiva e Marcelo Goldfarb, o atacante assinou compromisso com André Cury. Seu novo empresário é representante do Barcelona no Brasil e atuou na transferência de Neymar para a equipe catalã.

Cury confirmou a negociação ao blog. Sua empresa, a Link Assessoria Esportiva, assegurou o direito de representar o jogador nos próximos dois anos.

“A única coisa que o Dudu me pediu foi para trazer uma proposta boa do exterior no final do ano, de preferência da Europa. Uma proposta que seja boa para ele e para o Palmeiras. Mas antes ele quer ganhar tudo pelo Palmeiras neste ano”, afirmou Cury.

Além de trabalhar para o Barça, o agente tem trânsito em outros clubes. Ele intermediou a transferência de Paulo Henrique Ganso para o Sevilla, por exemplo.

O vínculo de Dudu com a OTB terminou no último dia 23. A proximidade do final do acordo havia despertado o interesse de outros agentes em contar com o atleta.

Valorizado, o jogador não chegou a um acordo com a empresa para a renovação. A reportagem procurou a OTB e a assessoria de imprensa de Dudu, porém as duas partes disseram que não se manifestariam sobre o assunto.

Contrato de 5 anos é caminho para Ganso voltar ao país e combater prejuízo

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Faz cerca de uma semana que Paulo Henrique Ganso espera o Sevilla responder à sua proposta de rescindir contrato em troca de desistir de receber pouco menos de 12 milhões de euros (aproximadamente R$ 48,4 milhões) a que teria direito por mais três anos e meio de contrato. Segundo o estafe do atleta, a direção da equipe espanhola ainda não deu uma posição ao meia.

A demora trava os eventuais interessados no brasileiro. Com a expectativa de que ele acerte sua liberação, ninguém deve apresentar oferta agora, pois isso significaria ter gastos com o Sevilla. O roteiro traçado pelos que monitoram o atleta é aguardar a liberação para negociar diretamente com ele.

Os principais mercados europeus estão fechados para transferências agora. Assim, é boa a possibilidade de Ganso voltar ao Brasil, o que incialmente ele descartava. O São Paulo tem interesse em repatriar seu ex-jogador. Chegou a fazer consultas ao representante dele, Pepe Dioguardi, no final do ano passado, mas o cenário naquele momento não era propício para a negociação.

Para isso acontecer, o estafe do meio-campista avalia que será necessário o interessado apresentar um contrato longo, de preferência por cinco anos. Quanto mais tempo de compromisso, maior será a chance de Paulo Henrique recuperar ou minimizar o dinheiro que ganharia até o fim de seu vínculo com o Sevilla.

Para se ter uma noção de quanto Ganso teria que receber no Brasil para compensar o que ele deixaria de ganhar no Sevilla, um contrato por cinco temporadas precisaria render aproximadamente R$ 9,68 milhões anuais ou R$ 806,6 mil mensais. Vale lembrar que luvas e outras bonificações poderiam ser diluídas no pagamento feito por mês. Não se pode descartar a hipótese de ele aceitar embolsar menos do que na Europa.

Em termos comparativos, se Lucas Lima cumprir os cinco anos de contrato que assinou com o Palmeiras, o alviverde vai gastar entre luvas e salários cerca de R$ 57 milhões, como mostrou o UOL Esporte.

A permanência de Ganso no Sevilla é considerada remota pelo estafe dele. O agente do meia deixou claro para a diretoria que o atleta não tem interesse em continuar no clube. Ele está descontente por avaliar que mesmo tendo bons desempenhos quando entra no time não recebe mais oportunidades.

Cotado para deixar Sevilla, Ganso vive incerteza na Espanha

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Empresários que transitam no futebol europeu trabalham com a informação de que o Sevilla procura um clube para Paulo Henrique Ganso na atual janela de transferência, mas que até agora não há negociação aberta.

O estafe do jogador diz desconhecer que tal decisão tenha sido tomada. Ninguém da agremiação  procurou o jogador para informar que ele está no balcão de negócios. Porém, quem trabalha com o meia admite que ele foi avisado de que continuaria com pouco espaço entre os titulares. Logo depois de assumir a equipe no final do ano passado, o técnico Vincenzo Montella conversou com o brasileiro e disse que manteria o time nos moldes de seu antecessor, Eduardo Berizzo.

As palavras do treinador soaram como indício de que nada mudará para Ganso, que participou de 7 dos 18 jogos do clube na atual edição do Campeonato Espanhol até aqui.

O estafe do jogador vê pressão de parte significativa da torcida para que Montella escale o Brasileiro após a derrota por 5 a 3 no clássico contra o Betis, o que aumenta o clima de indefinição.

Em julho de 2016, Ganso assinou contrato por cinco anos com o clube espanhol. O discurso no entorno do atleta é de que se nada mudar até a metade de 2018, ele terá interesse em ser negociado.

Por enquanto, gente próxima a Paulo Henrique diz ter certeza de nesta janela de início de ano ele  não volta ao futebol brasileiro. Além de desejar continuar na Europa, seu salário, mantido em sigilo, é considerado inviável para times do país.