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Pedras contra delegações esportivas. No Brasil, parecem pétalas…

Leia o post original por Wanderley Nogueira

Onibus

Tem sido frequentes, infelizmente, ataques aos ônibus que levam delegações aos estádios.

Pedras e latas de cerveja são atiradas contra o veículo. Resultado: vidros quebrados, pessoas feridas e, naquele momento, um clima de terror entre passageiros, atletas e comissão técnica.
E, óbvio, não acontece nada com os agressores. Minutos depois, já estão nas arquibancadas e quase sempre arranjando mais confusão e ferimentos. Para as autoridades é como se os marginais estivessem atirando pétalas e papéis picados…
Perguntamos àqueles que nos acompanham e que moram no exterior o que acontece com um torcedor que atira pedras e latas de bebidas em ônibus de delegações esportivas.
Leiam o que informou a ouvinte da Jovem Pan, Regina Maria Edmaier Silveira, que mora na Alemanha.
“Wanderley, com toda sinceridade estou aqui 16 anos NUNCA ouvi uma notícia igual a esta, mas com certeza se acontecer isso vai para prisão! E mais: aqui na prisão não tem esta historinha de visitas, saidinhas, levar presentinho, nada disso! Quando muito de seis em seis meses alguém visita com aquele vidro de proteção! Aqui ninguém nem ousa enfrentar um policial! Não existe isso! Você percebe a falha no Brasil?”
“Aqui eu vou aos treinos do Bayern colada ao gramado e depois do treino os jogadores dão autógrafos para o pessoal, tiram fotos… É um prazer gostar de futebol aqui não?”
Acompanhem o que disse o ouvinte da Jovem Pan, Sergio Lima, que mora em Orlando, nos Estados Unidos: “a polícia americana hoje é tão armada quanto o exército e a lei não dá descontos a quem não merece. Delinquiu, vai pra cadeia”.

Ney Franco anda cheio de “pedras no sapato”

Leia o post original por Mion

Ney Franco tem que melhorar o rendimento do tricolor. Para isso precisa mexer em jogadores considerados intocáveis.

Ney Franco tem que melhorar o rendimento do tricolor. Para isso precisa mexer em jogadores considerados intocáveis.

     Jadson, Paulo Henrique Ganso, Wellington, Denilson, Maicon, Cortez, Carleto, Aloísio, Osvaldo, Luis Fabiano, e Cañete. Parece a escalação de um time, nesses nomes residem as pedras no sapato do técnico Ney Franco do São Paulo. São 11 jogadores em igualdade de condições disputando cinco posições. Ney tem procurado a melhor fórmula e não consegue criar um raio-x de sua equipe ideal.

A principal discussão relaciona aos meias Jadson, Paulo Henrique Ganso e Cañete. Os dois primeiros são armadores e o argentino mais avançado e agudo. O argentino vem crescendo de produção após quase um ano parado por contusão ainda não conseguiu render 70% de seu potencial, porém está em condições de brigar por uma vaga. Jogar com dois armadores deixa o time frágil na frente porque Jádson e Ganso procuram fomentar o setor ofensivo. Caso Jadson conseguisse jogar mais como meia-atacante seria a solução. Talvez este seja o maior dilema do treinador. Além disso, tanto Ganso como Cañete precisam de ritmo de jogos porque voltaram de longa inatividade. E como escalar os dois? Só o revezamento pode ajudar

Na defensiva Cortez alterna bons e maus momentos. Carleto quando entra mostra estar em um melhor momento e mais fome de jogar. Ney reluta em arriscar na fixação de Carleto como titular, pelo menos dar uns cinco jogos seguidos. Confio mais em Carleto tanto na marcação como nos chutes de fora da área. Para colocar mais “minhocas” na cabeça de Franco, Wellington, Denílson e Maicon são jogadores equiparados. Particularmente prefiro no momento Wellington e Maicon. O desafio é mexer em Denílson símbolo do clube e admirado pela torcida.

Para finalizar o mesmo ocorre no ataque: Osvaldo é intocável, o melhor atacante do time. Luis Fabiano está passando um momento ruim perdendo gols incríveis. Aloísio entra e dá uma nova dinâmica e pode jogar no lugar no Fabuloso. E agora? Precisa ter peito tirar Luis Fabiano e colocá-lo no banco. Na realidade uma avaliação da fase real de cada jogador, tricolor deveria iniciar os jogos com Rogério Ceni, Douglas, Lúcio, Rhodolfo e Carleto; Wellington, Maicon, Jádson e Ganso ou Cañete; Aloísio e Osvaldo. Resta saber se Ney Franco está disposto encarar tal desafio, mexer em ídolos e arriscar. Se der certo, tudo bem. Agora caso tropece será crucificado. É bom lembrar aquele antigo ditado: “quem não arrisca, não petisca”. Se eu fosse o Ney arriscaria, pior do que está não fica. Na pior das hipóteses a São Paulo continuará apresentando um futebol instável, vencendo jogos muitos mais por jogadas individuais dos mais talentosos. O problema é que na Libertadores e Brasileirão isso será muito pouco.