Arquivo da categoria: Pedro

Laboratório da CBF ARREBENTA com clubes brasileiros!

Leia o post original por Craque Neto

Nunca algo é tão ruim que não possa piorar. Nesta quarta (15) o técnico André Jardine (ex-São Paulo) divulgou a lista de convocados para o Torneio de Toulon, que será disputado entre os dias 1º e 15 de junho, na França, e servirá como uma espécie de preparação para a Seleção Olímpica. No grupo ele incluiu nomes de alguns jogadores que atuam no futebol brasileiro – o que me surpreendeu, diga-se de passagem!-, como por exemplo os meias corintianos Pedrinho e Mateus Vital, além dos atacantes Pedro, do Fluminense; e Antony do São Paulo. Em primeiro lugar me causa estranheza a […]

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Seleção da CBF NUNCA vai me passar confiança

Leia o post original por Craque Neto

Tenho o maior respeito pelo técnico Tite e é inegável que por mais que a Seleção Brasileira tenha sido eliminada precocemente da Copa da Rússia, ele melhorou o trabalho com o time. O resultado nas eliminatórias provou isso. Se não me engano sob o comando dele foram duas derrotas desde que assumiu o cargo para cá. E até por isso merecidamente ele recebeu oportunidade para um novo ciclo de mundial. Ok. Mas a cada nova convocação vejo cada coisa esquisita que é difícil ter confiança nesses caras da CBF, viu?! Ainda mais nesse Sr. Edu Gaspar que é o coordenador […]

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O futuro da camisa 9

Leia o post original por Craque Neto

Dia 20 de junho de 1997. Eu estava dando meus últimos chutes no Corinthians, concentrado para a disputa do quadrangular final do Paulistão daquele ano, e no Rio de Janeiro estava nascendo o jovem Pedro Guilherme Abreu dos Santos. Falando pelo nome pouca gente vai saber. Aliás, se esse garoto passar pelas ruas de qualquer lugar do País – obviamente com exceção da Cidade Maravilhosa – pouca gente vai reconhecer. Mas trata-se hoje do atual ARTILHEIRO do Brasileirão 2018. Centroavante e camisa 9 do Fluminense, o jovem Pedro ainda é considerado uma revelação do futebol brasileiro. Também, tem apenas 21 […]

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O medo e a obrigação

Leia o post original por Rica Perrone

O Fluminense tem por característica principal e distante da segunda colocada a superação. Esse time tenta com o que tem, o que não tem. Corre, luta, briga e camufla a sua fragilidade com dedicação e a não cobrança da camisa que veste.

Eu explico.

Se o Fluminense tivesse sendo cobrado pra ser campeão com esse time estaria em crise e perdendo jogos. Exatamente o descrédito está dando a eles o espaço para serem surpresas embora num time grande.  É difícil “surpreender” em time grande. Ele sempre carrega com ele a esperança de títulos.

Esse Fluminense “ganhou” o direito de jogar como der desde que corra. O outro lado, não.

O São Paulo tem time, investiu pesado e tem por obrigação que jogar mais do que joga. Não tem obrigação de vencer o Flu no Rio. Não é isso. Mas tem por vocação e elenco que não se acovardar.

Um primeiro tempo bem desenhado pelo que deve ser de véspera. O melhor time peitando mesmo fora de casa e ganhando o jogo até. Aí vem o segundo tempo e a gente precisa conversar sobre ele.

O Abel Braga mandou o time pra frente gradativamente na medida em que via que o SPFC não teria nenhum problema em não jogar os últimos 45 minutos.

O Aguirre tem uma característica uruguaia detestável:  Se tiver que se defender, ele enfia os 11 atrás e que se dane. É curioso porque uma das críticas que eu mais fazia a ele no Inter da Libertadores 2015 era exatamente essa. Ele abria mão de jogar sem cerimônias quando ganhando.

É comum o perrengue no Uruguai. Mas não é necessário aqui, ainda mais num pontos corridos.

O Fluminense jogou um ataque x defesa o segundo tempo todo e fez o gol merecidamente. Não se abre mão de jogar futebol impunemente.

Segue o Fluminense empolgando pela luta, o São Paulo tentando convencer seu torcedor de que não será mais um ano a toa.

E o Fluminense anda argumentando bem melhor que o São Paulo com sua torcida.

abs,
RicaPerrone

Supercopa da Europa – Barcelona 5 x 4 Sevilla

Leia o post original por Mauro Beting

ESCREVE DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Foi o pontapé inicial para Barcelona e Sevilla da temporada, na Geórgia.

Valia um caneco. A Supercopa da Europa. E foi um típico JOGAÇO. 9 golaços. Grandes jogadas. Um baita duelo tático e técnico. No banco de reservas, duelo de dois espanhóis: Luis Enrique  contra Unai Emery. Propostas táticas ofensivas, com modelos diferentes.

Sem Neymar, Luis Enrique organizou sua equipe no 4-3-3 com Rafinha no flanco esquerdo do trio de ataque. Mascherano na zaga, ao lado de Pique, com Busquets fazendo a base do tripé de meio-campistas. Iniesta mais à esquerda e o croata Rakitic mais a direita.

O Sevilla foi a campo no tradicional 4-2-3-1, com Kevin Gamero na referência do ataque. Na linha de três, Iborra centralizado, Vitolo na esquerda e Reyes na direita. Banega se aproximando mais do ataque, como box-to-box, meio-campistas que defede e ataca, arma e desarma, como mostra a imagem abaixo.

Supercopa da Europa - Barcelona 5 x 4 Sevilla_POSICIONAMENTO 2

Com três minutos, o placar já estava aberto. Era de se esperar um jogo de muitos gols. Em bela cobrança de falta, Banega colocou na gaveta. Sevilla 1 a 0.

O Barça partiu pra cima, começou a controlar o jogo, com o toque de bola, pressionando o Sevilla. Até que aos 7’min, Luis Suárez fez o pivô, girou e sofreu falta de Krychowiak, na entrada da área. Messi ajeitou, caprichou e colocou no ângulo. 1 a 1.

Supercopa da Europa - Barcelona 5 x 4 Sevilla_POSICIONAMENTO 1

O jogo empatado e muito disputado. Com o Barça tomando conta do jogo, com maior posse de bola, maior intensidade, marcando pressão, trocando passes, envolvendo o adversário, com muita movimentação e troca de posições.

Logo aos 16’min da etapa inicial, veio a virada. Após falta na entrada da grande área em Rakitic, Messi deixou mais um. Em outra bela cobrança de falta, o argentino colocou a bola no fundo das redes do goleiro Beto que não conseguiu fazer a defesa. Barça 2 a 1. De virada.

Aos 27’min, Mathieu cruzou rasteiro da esquerda, para a pequena área e, Luis Suarez empurrou para o fundo das redes. Porem, o bandeirinha deu impedimento. No replay, Suárez estava ATRÁS da linha da bola, configurando GOL LEGAL. Errou o bandeirinha, prejudicando a equipe culé.

Aos 35’min, o ritmo catalão diminuiu. O Sevilla começou a ocupar melhor os espaços e não deixava o Barça infiltrar com facilidade na área. O Barça tocava a bola na intermediaria. O Sevilla foi pra cima em busca do empate. Principalmente pelo lado direito com o lateral Coke, buscando a jogada aérea para o centroavante Gamero.

Porém, aos 43’min, Rafinha ampliou. Luis Suárez recebeu lançamento em velocidade, bateu em cima do goleiro Beto, que espalmou e no rebote, o uruguaio cruzou para Rafinha, na pequena área, tocar por baixo do goleiro português. 3 a 1.

O primeiro tempo terminou. Ufa! 4 golaços. Maior objetividade e verticalidade para o Barça, que fez da posse de bola, sua arma fatal. Segue algumas estatísticas:

Posse de bola: Barça 63% contra 37% Sevilla.

Chutes: Barça 8 a 6 Sevilla

Chutes a gol: Barça 5 a 2 Sevilla

A etapa final começou elétrica também. Com o Barça partindo pra cima, atacando bastante pelo flanco esquerdo com o apoio de Mathieu, que avançava bastante.

Logo aos 6’min, o Barça marcou mais um. Após saída de bola errada do Sevilla, Busquets deixou Luizito Suárez cara a cara com o goleiro Beto. O atacante uruguaio bateu rasteiro, sem chances para o arqueiro. 4 a 1.

Jogo praticamente decidido, né?!. Nada disso.

Aos 12’min, após cruzamento de Vitolo, Reyes cabeceou no contrapé de Ter Stegen, diminuindo a desvantagem. 4 a 2.

O Sevilla cresceu. O Barça diminuiu o ritmo, o Sevilla aumentou o volume de jogo, principalmente com o lateral Tremoulinas e aos 26’min, Mathieu fez pênalti em Gamero. O centroavante deixou o dele. 4 a 3.

Unai Emery mexeu. Queria o empate. Colocou Ciro Immobile no lugar de Gamero e Mariano no lugar de Ibarro. Sacou Reyes e colocou Konoplyanka.

Supercopa da Europa - Barcelona 5 x 4 Sevilla_POSICIONAMENTO 3

Aos 40’min, pelo flanco direito, Immobile recebeu a bola, após cobrança de lateral, foi à linha de fundo, passou por Bartra e cruzou no segundo poste, e achou Konoplyanka, que empurrou para o fundo das redes, empatando o confronto. 4 a 4. Incrível.

Ambas equipes ainda tentaram, mas a decisão foi para a prorrogação.

No 1º tempo da prorrogação, o Sevilla adiantou as linhas no início e marcava a saída de bola catalã. Na primeira parte da prorrogação, muito equilíbrio e poucos espaços para criação das jogadas.

Supercopa da Europa - Barcelona 5 x 4 Sevilla_POSICIONAMENTO 4

No 2º tempo, o Barça tentou, tentou e achou o gol. Pedro entrou e fez o gol do título. Após falta de Mariano em Messi, o argentino cobrou, o goleiro Beto deu rebote e Pedro empurrou pro fundo do barbante. 5 a 4.

barça

 

ESCREVEU DANIEL BARUD — @BarudDaniel

Grêmio e Inter apelam para o doutor Mistério

Leia o post original por Pedro Ernesto

Diego Vara/Agência RBS

Diego Vara/Agência RBS

Tudo nesta semana pode ser ou pode não ser. Não há nada definitivo sobre escalação, forma de jogar. Os treinadores, em semanas de grande clássico, buscam vantagens nos mínimos detalhes. Eles sabem que, neste tipo de jogo, tudo fica muito parecido, muito igual.

Um esquema surpreendente, uma escalação não esperada pode fazer diferença. Por isso, não devemos esperar times escalados até o Gre-Nal. O doutor Mistério vai passar por cima da nossa curiosidade. Só saberemos tudo quando os dois times estiverem em campo.

Os espiões
Este é outro elemento que se mistura nas semanas do grande clássico. Ele tem formas diferentes de agir. Pode se camuflar e ir só ao estádio do adversário buscando um ensaio de jogada combinada. Não é fácil, porque os treinadores, geralmente, só ensaiam jogadas com portões fechados.

Mas o espião tem os dedo-duros. São os caras que têm acesso aos treinamentos, mesmo quando fechados, e recolhem informações com naturalidade. Pode ainda ser amigo de jogador boca grande. Este também entrega tudo. Não se sabe quem é o espião, mas ele pode estar a seu lado.

 Torcedores
Não gosto desta decisão tomada pelas autoridades de segurança e pela dupla Gre-Nal que coloca somente 1,3 mil torcedores do rival nos clássicos. Primeiro porque ela desrespeita o Estatuto do Torcedor, que prevê 10% da capacidade ao adversário. Se é para botar apenas estes torcedores, mobilizando um grande aparato policial, melhor que os Grenais sejam jogados com torcida única.

Momento

Leia o post original por Pedro Ernesto

ZÉ ALBERTO ANDRADE – interino
ze.alberto@rdgaucha.com.br

Dentre as diversas curiosidades entre os jogadores do Inter que começarão o Gauchão está Claudio Winck. O lateral-direito carrega um DNA respeitável, especialmente pelo tio Luis Carlos, um dos melhores da posição no Inter nas últimas décadas. Só que parece ter herdado também uma fragilidade física que atrapalhou o início da carreira de Luis Carlos.

Recuperado de sucessivas lesões, Claudio tem a chance de mostrar que é, no mínimo, uma alternativa. Até agora lhe faltou sequência. O jogo-treino de domingo contra o Cruzeiro, em Alvorada, já tem que ser uma Copa do Mundo para alguém que ainda conta com boa expectativa da galera.

Necessidade
Início de ano sempre foi tempo de olhar com atenção para os jovens. São muitas as competições de categorias de base. Nos últimos anos, porém, a dupla Gre-Nal adotou a prática de colocar a gurizada a disputar o Gauchão.

Colocou-se, assim, a garotada à prova. Até agora não há um exemplo para dizer que tais iniciativas são um sucesso, mas são opções necessárias e que devem ser aperfeiçoadas para o futuro.

Guris
Yuri Mamute está no grupo gremista que iniciará o Gauchão. Lucas Coelho se apresenta com o grupo principal. Isso dá a impressão de que Mamute perdeu espaço. Jogador de seleção de base, craque do Torneio de Toulon, ele precisa de uma série de jogos para se mostrar para a comissão técnica. Seu potencial permite prever evolução, algo que não se tem certeza em Lucas.

É demaaais!
O Santos é uma exceção neste início de 2014. Em meio à pindaíba geral, o Peixe teve um baita reforço ao se associar ao fundo de investimentos europeu Doyen Sports. Damião já chegou e Vargas está a caminho. Quando a esmola é demais, o santo desconfia. Em São Paulo, muitos temem a reedição de casos como ISL e MSI.

A missão de Abel

Leia o post original por Pedro Ernesto

O Inter oficializou a contratação de Abel Braga. É um mergulho em 2006! É inegável! Defendo a ideia de que o Colorado deva parar de buscar no passado recente e brilhante as soluções do futuro. Índio, Tinga, Sobis, Fernandão, Alex e, agora, Abel foram importantes, estão na história do clube e devem ser respeitados como ídolos. Pronto, para por aí. Buscá-los imaginando que repetirão o sucesso de antes me parece equívoco.

No caso de Abel, a torcida precisa fazer um exercício que considero quase impossível: descolar a imagem de campeão da América e do Mundo e enxergar nele apenas um profissional. Abel tem tudo para fazer um bom trabalho. Trata-se de bom técnico, aglutinador e que mostrou estar atualizado no Fluminense campeão brasileiro de 2012, com uma equipe veloz, usando dois pontas abertos (Thiago Neves e Wellington Nem) e um pensador a acioná-los (Deco). O desafio é do tamanho do Beira-Rio. Precisa recolocar o Inter nos trilhos e convencer a torcida de que o Abel de 2006 ficou lá trás e que o momento do clube agora é outro, bem diferente.

He-Man

Marcelo Medeiros foi confirmado como vice de futebol, informação antecipada na quarta-feira no site do DG. Será dele a voz no vestiário e também a tarefa de ser o parachoques de Abel Braga. O que faltou neste ano. Tanto Dunga quanto Clemer precisaram colocar a mão em assuntos que deveriam ser da direção e se desgastaram.

A receita do bom vestiário é simples: a direção coloca as regras e cobra do jogador, e o técnico treina o time. Quando se misturam as funções, perde-se a mão. No seu primeiro dia no cargo, Medeiros avisou que não virá substituto para Damião. Rafael Moura deve ganhar outra chance.

Olho no STJD
Na segunda-feira, o Brasileirão ganhará novos rumos. O STJD decidirá sobre a punição à Portuguesa. Se perder quatro pontos por escalar Héverton contra o Grêmio, os paulistas serão rebaixados e cairão para a Série B. Salva-se, nesse caso, o Fluminense. seria uma volta à elite pela porta dos fundos e constrangida.

A Portuguesa errou ao escalar Héverton, suspenso na antevéspera do jogo por duas partidas, tendo uma ainda por cumprir. Mesmo que as punições comecem a valer apenas no primeiro dia útil depois dos julgamentos. Foi inocência da Lusa, clube de pouca força política. Quando times grandes estão envolvidos, cautela é tudo.

É demaaais!
William chegou para o Grêmio em 2006 como um desconhecido. Zagueiro de qualidade e inteligente, logo virou líder do grupo comandado por Mano Menezes. Foi com o técnico para o Corinthians, conquistou títulos e encerrou a carreira aos 33 anos com objetivo de estudar.

Embarcou para Londres, aperfeiçoou o inglês e se preparou para virar executivo. Agora, assume como diretor do Bahia. Tem tudo para dar certo.

Reforços

Leia o post original por Pedro Ernesto

O Grêmio apresentou ontem dois reforços importantes. O atual grupo de jogadores é insuficiente para quem quer ganhar uma Libertadores. Adversários como São Paulo, Fluminense e Atlético-MG são times prontos, capazes. Não se pode jogar uma competição assim com poucos recursos. Mas ainda falta um jogador no meio que saiba destruir retrancas com dribles desconcertantes.

Nem Elano nem Zé Roberto sabem fazer isso, mesmo que sejam grandes jogadores. Qualquer retranca deixa o Grêmio em situação desesperadora. O time se enrola, não sai do lugar. E os gols só acontecem em jogadas isoladas.

O último exemplo do desespero foi contra a LDU. O jogo deixou a sensação de que, se Elano não tivesse acertado aquele chutão de fora da área, o jogo terminava no zero, e o Grêmio sequer entraria na fase de grupos da Libertadores.

Cassiano

Ao invés de responder que não gosta do futebol deste jogador, o técnico Dunga prefere dizer que existe uma campanha para colocá-lo em campo. Pergunto: de
quem seria a campanha? Da imprensa? Da direção do clube que admira o jogador? Não, as pessoas perguntam por que Cassiano foi destaque em alguns jogos do ano
passado. Só isso. Ninguém tem segunda intenção.

Cabe só ao treinador escalar ou não o jogador e explicar para a torcida as razões de uma ou outra decisão.

Liderança

Quando vi nos jornais que Ronaldinho seria uma liderança na nova Seleção – a nova família Scolari – fiquei preocupado. Ronaldinho  não tem condições de liderar nada. Quando era atleta, ele foi duas vezes o melhor jogador do mundo, mas ele nunca foi nada mais do que um supercraque. Quando perdeu sua condição física, perdeu tudo. Seu comportamento não é para ser seguido nem imitado. Felipão precisa de líderes mais consistentes.

Você sabia?

● Que o próximo adversário da Seleção Brasileira é a Itália?

● Que muita gente se deu conta de que Ronaldinho não tem mais nada a fazer na Seleção?

● Que Luiz Felipe Scolari escolheu só adversários poderosos para poder avaliar a capacidade técnica da Seleção?

● Que o atacante Neymar precisa jogar muito mais na Seleção Brasileira para fazer diferença?