Arquivo da categoria: Pelé

Messi jamais será Pelé

Leia o post original por Rica Perrone

Quando vejo um argentino comparar Maradona com Pelé eu logo entendo porque são nossos rivais e porque os odeio. Quando vejo um brasileiro sugerir essa discussão eu entendo outra parte do Brasil, a do lado colonizado, vira-latas e auto-destrutivo. Quando ligo a tv e vejo alguém com mais de 40 sequer sugerir tal debate eu…

Messi já esta em segundo do mundo. Só Pelé supera o cara.

Leia o post original por Nilson Cesar

Messi já passou Maradona como jogador de futebol. Dentro de campo o cara é mais completo. Daqueles que vi jogar nestes meus 40 anos de carreira depois do Pelé, ele é o cara. Messi vive um momento de extra terrestre. O cara é o Barcelona. Sem ele certamente o Barça perderia pelo menos 50% de sua força. Faz tempo que admiro Messi, mas a cada ano esse rapaz joga mais futebol. Não precisa de tanto oba…

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Ex-companheiros de Pelé também encaram problemas com pagamentos no Santos

Leia o post original por Perrone

Os recentes atrasos salariais no Santos afetaram também ídolos do clube que atuaram com Pelé. Pelo menos parte deles afirma que não recebeu em dia quantias referentes a um contrato para representar a agremiação em eventos. Além disso, o modelo de acordo está sendo revisto. A direção  alega que desembolsa R$ 10 mil mensais com cada um dos cinco ex-atletas envolvidos no projeto e estuda uma forma de manter a utilização da imagem deles, mas de uma forma que os ex-jogadores sejam mais aproveitados e que a relação custo-benefício seja melhor para a agremiação. Por essa versão, a despesa anual é de R$ 600 mil.

Rosângela Cleiry Honório de Oliveira, uma das filhas de Coutinho, falecido no mês passado, diz que seu pai também foi atingido pelos atrasos. Porém, ela não pretende reclamar porque avalia que o clube gastou até mais do que o valor da dívida ao bancar o funeral do ex-atacante.

Indagada pelo blog sobre o assunto, Rosângela disse que o Santos atrasou os pagamentos de dezembro, janeiro, fevereiro e estava atrasado em março. Segundo ela, o valor inicial era de R$ 5 mil mensais, foi dobrado e depois voltou para a primeira quantia. “Não tenho do que reclamar. Não vou perguntar nada para o santos sobre esse assunto. Eles gastaram mais com o enterro do que os valores atrasados. E nem é uma questão de dinheiro, e pela maneira como eles nos trataram quando meu pai morreu. Deram atenção, não deixaram faltar nada. Isso me fez entender o amor que meu pai sentia pelo Santos. Até então eu não entendia”, afirmou Rosângela.

Na semana passada, o ex-atacante Edu respondeu que o clube acertou o valor atrasado referente a dezembro e que estava de devendo os valores de janeiro e fevereiro. Outro ex-companheiro lendário de Pelé, Dorval, disse que houve um atraso mas que agora estava tudo certo. Assim como a filha de Coutinho, ambos não fizeram críticas ao Santos.

Rosângela e Edu alegam que o contrato se renova automaticamente e continua valendo (obviamente não para Coutinho). Procurada pelo blog a assessoria de imprensa do alvinegro do litoral respondeu que os pagamentos fazem parte do projeto de auxílio aos ex-jogadores batizado de “Ídolos Eternos”. Porém, afirma que o contrato se encerrou em dezembro, ou seja, não existiriam vencimentos atrasados em 2019. “Estamos procurando a melhor forma para eles e para o clube de renovar”, afirmou a assessoria. O clube não detalha a questão dos atrasos, mas admite que os veteranos sofreram com “problemas de fluxo de caixa” que atingiram o time profissional.

 

Opinião: não viu Coutinho jogar? Conversar com quem viu é obrigatório

Leia o post original por Perrone

Não vi Coutinho, morto nesta segunda (11), jogar. Mas cresci ouvindo dos mais velhos uma brincadeira que terminei por dotar quando quero dizer que faço uma dupla boa com alguém: “aqui é Pelé e Coutinho, né, Coutinho?”, digo olhando para o parceiro em questão. Não é demérito ser comparado ao ex-companheiro do Rei. Pelo contrário, é de se orgulhar.

Para resumir a história, basta dizer que Coutinho não virou um mero coadjuvante apesar de jogar ao lado do melhor de todos os tempos, na minha opinião. Ouvindo os mais velhos e lendo, descobri um atacante com raro senso de colocação na área, eficiente por baixo e pelo alto e com talento suficiente para tabelar com Pelé. Não é pouca coisa. Não vou tentar ser didático comparando o ídolo santista a alguém da atualidade por achar difícil acertar.

A escassez de imagens do futebol dos anos 1960 e a impaciência cada vez maior para longas leituras por parte da maioria das pessoas tornam mais difícil manter viva a lembrança sobre esse craque. Cabe ao Santos e ao futebol brasileiro de maneira geral, incluindo a imprensa, fazer com que as novas gerações tenham pelo menos uma ideia do bolão que Coutinho bateu.

Se você, como eu, não teve a chance de ver esse craque em ação, puxe uma cadeira ao lado do primeiro senhor que você encontrar e que tenha tido esse prazer. Não irá se arrepender, garanto.

Neymar melhor após Pelé? Até o gringo se revoltou!

Leia o post original por Craque Neto

Sempre respeitei a revista Placar pela tradição e pelas pautas bem elaboradas. Na última semana ela lançou uma edição especial que tinha como capa uma matéria dizendo que o atacante Neymar, hoje no PSG da França, seria o maior craque da história do futebol brasileiro após o ‘Rei’ Pelé. Só pode ser PIADA, vai! Não sei se a publicação anda mal das pernas e precisa fazer sensacionalismo para poder vender revista. Mas não faz o menor sentido algo assim. É óbvio que o Neymar é um grande jogador e até pelas conquistas e pela bola que joga precisa ser colocado […]

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Neymar, Pelé e a má vontade

Leia o post original por Rica Perrone

Não precisa ser um gênio pra saber o que as pessoas querem dizer, mas também não vamos nos espantar que as redes sociais conseguem transformar cada pelo em ovo numa bomba nuclear. A Placar, ex-bíblia do futebol, hoje irrelevante, conseguiu voltar a pauta futebolística nacional por uma capa ousada.  Errada? Calma. O que ela tentou…

Santos pagou o preço do erro “juvenil”

Leia o post original por Nilson Cesar

O Santos está fora da Libertadores da América e não tem o que reclamar. Carlos Sanchez estava irregular. O cara não poderia ter jogado a primeira partida e fim de papo. O resto é conversa mole. Cuca fez muito bem de reclamar da estrutura do Santos. Ele foi sincero. Muita coisa precisa evoluir para estar a altura do clube que foi de Pelé. O Santos que se profissionalize em todos os seus setores. Só quero dizer aqui que não é só o Santos. Muitos clubes brasileiros caminham com a estrutura bem abaixo do que deveria ser. Essa é a nossa realidade.

Pelé em 3º como MELHOR da história? Atrás de argentinos???

Leia o post original por Craque Neto

A cada dia que passa fico impressionado com a ignorância das pessoas da imprensa mundial. Ou até mesmo falta de conhecimento, diga-se de passagem! Recentemente a conceituada (pra mim não!) revista inglesa ‘FourFourTwo’ publicou uma pesquisa polêmica enumerando os 100 maiores jogadores de futebol de todos os tempos. O eterno ‘Rei’ Pelé foi colocado em 3º lugar. É brincadeira??? Na frente dele colocaram os argentinos Maradona e Lionel Messi. Dá pra acreditar? Sinceramente! Como pode um jogador que fez mais de 1300 jogos com mais de 1200 gols na carreira, 37 títulos e 3 Copas do Mundo ficar atrás desses […]

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Santos não merecia perder

Leia o post original por Odir Cunha


Cheque os melhores momentos e confira se o Santos merecia perder

eu e Marcos Eu e meu irmão Marcos: vendo o mesmo jogo, 50 anos depois.

Em outubro de 1968 eu e meu irmão Marcos fomos ao estádio pela primeira vez. Eu tinha 16, ele 12. Fomos ao Morumbi ver o Santos de Pelé contra o Cruzeiro de Tostão, dois dos melhores times do mundo. O Santos venceu por 2 a 0 e caminhou para o seu sexto título brasileiro. Eu e meu irmão guardamos na memória as imagens daquele confronto fantástico. Ontem fiz questão de levá-lo ao Pacaembu para comemorarmos o cinquentenário de nossa primeira vez, vendo o mesmo jogo, agora em uma época em que o futebol brasileiro já não domina o mundo.

Ponderado, Marcos achou que o jogo poderia pender para um lado ou para o outro, dependendo do aproveitamento das oportunidades. O Santos teve, no mínimo, três chances muito boas: com Gabriel, que penetrou sozinho e mostrou mais uma vez que não sabe chutar com o pé direito; com Bruno Henrique, que também arrancou livre na sua primeira jogada ao entrar no segundo tempo; e com o mesmo Bruno Henrique, ao corajosamente enfiar a cabeça quase na chuteira do adversário e jogar a bola rente à trave.

No todo, o Cruzeiro é um time mais bem postado, que toca melhor a bola, mas o Santos parecia querer um pouquinho mais a vitória. Tanto, que Jair Ventura tirou Diego Pituca, o que melhor marcava no meio campo, para colocar Bruno Henrique. Aí ele decidiu ir para o tudo ou nada e o pontinho do empate virou nada. A lógica seria tirar Rodrygo, muito errático desde que surgiu o interesse do Barcelona.

Nas duas últimas partidas o garoto não foi nem sombra do que pode ser. É compreensível. A possibilidade de se tornar um milionário da noite para o dia, além de jogar em um grande europeu, deve mexer com a cabeça de qualquer um. Porém, espero que as pessoas que o cercam tenham a calma e a sabedoria de orientá-lo a, antes de tudo, voltar a jogar um bom futebol vestindo a camisa do Santos, o que tem deixado de fazer.

Com Pituca o Santos manteria o meio campo mais sólido e provavelmente sairia ao menos com o empate. Jair foi ousado, mas a ousadia custou caro. Em um escanteio, a bola foi ralada para trás e um cruzeirense saltou às costas de Dodô para fazer o único gol da partida. O Santos ainda tentou o empate até o final, em vão. Não é a quantidade de atacantes que torna uma equipe mais ofensiva. Já escrevi sobre isso dias atrás.

De qualquer forma, no todo o Santos foi bem e não merecia sair derrotado do Pacaembu que, mesmo com a falta de combustível na cidade, recebeu mais de 10 mil pessoas. Voltei com o pessoal no metrô e o pai de uma família santista veio me cobrar, dizendo que assim não dá e tenho de fazer alguma coisa, pois faço parte da diretoria. Não deu tempo de explicar a ele que não decido sobre o futebol, mas tudo bem. Reconheço a tristeza do torcedor, pois eu e o Marcos também fomos embora de cabeça inchada. O torcedor comum, como eu próprio, sempre me respeitou, como eu o respeito. Só os paus mandados que perderam suas boquinhas ou que querem privilégios é que armam arapucas contra nós, geralmente após as derrotas.

Derrotas que fazem parte e que devem ser recebidas sem medo. São lições a serem aprendidas. Um dia o técnico trocará um jogador do meio por um atacante, este fará o gol da vitória e sairemos radiantes com a genialidade do nosso professor. Assim é o mundo emocionante, instável e às vezes amargo do futebol. O importante, porém, é que dias melhores virão e o Santos, todos nós sabemos, jamais cairá.

Sei que ver o Santos perder dá vontade de xingar meio mundo, mandar muitos para aquele lugar, soltar o verbo. Mas não apele para palavras de baixo calão neste blog, ou será sua última participação entre nós. Abraço!

E você, o que acha disso?


Que não falte combustível

Leia o post original por Odir Cunha

Meus amigos e minhas amigas, todo mundo sabe que está faltando combustível. Não falo do Brasil, falo do Santos. Pois todo mundo também sabe que o combustível de um time vem da arquibancada. É de lá que, como e onde estivesse, partiu o gás que embalou o querido Alvinegro Praiano para vitórias às vezes improváveis. Espero que nesse domingo, a partir das 16 horas, assistamos outro fenômeno igual.

Vi um Santos com meia equipe de reservas bater o São Paulo, campeão brasileiro de 1977, em pleno Morumbi, e levantar o título paulista de 1978; vi Giovanni & Cia enfiarem 5 a 2 no Fluminense, até então a defesa menos vazada do Brasileiro, em um Pacaembu enlouquecido; vi um bando de Meninos derrotar duas vezes o Corinthians, no Morumbi, e levantar o caneco de 2002.

Aos santistas que dizem que só voltarão aos estádios quando o Santos tiver um time forte, repleto de craques consagrados, que jogue bonito e vença quase todos os jogos, eu só posso dizer: “Aí é fácil”, ou, como diria o português em uma piada que não posso contar, “aí até eu”. Pois o momento que separa os homens dos meninos é agora.

Digo, com convicção, que esse jovem Santos joga melhor, com mais amor e empolgação, quando tem um bom público a animá-lo. Foi assim contra o Corinthians, o Palmeiras e o Nacional do Uruguai. Será assim contra o Cruzeiro, eu boto fé e espero que muitos outros santistas tenham a mesma confiança.

Com a volta de Bruno Henrique, tudo indica que o Santos jogará com Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Yuri (ou Pituca), Jean Mota (ou Léo Cittadini) e Rodrygo; Gabriel, Bruno Henrique e Eduardo Sasha.

O Cruzeiro, também com desfalques, deverá começar a partida com Fábio; Lucas Romero (ou Edílson), Léo, Dedé e Egídio; Henrique e Lucas Silva; Robinho, Thiago Neves e Rafael Sobis (ou Bruno Silva); Sassá.

Já falei que o primeiro jogo que assisti em estádio, no caso o Morumbi, foi um Santos 2, Cruzeiro 0, em 13 de outubro de 1968. De um lado, Pelé, Carlos Alberto, Clodoaldo, Edu, Toninho; do outro, Tostão, Dirceu Lopes, Piazza, Natal… Cerca de 29.500 torcedores foram ver aquela partida dos tempos em que o futebol praticado pelos times brasileiros era mesmo o melhor do mundo.
Não podemos esperar a mesma qualidade de outrora no clássico desse domingo, mas podemos fazer a nossa parte e incentivar nossos Meninos, alguns deles de grande técnica e enorme potencial.

Que os adversários torçam pelo insucesso do Glorioso Alvinegro Praiano é compreensível, pois a cada vez que entra em campo o Santos os faz lembrar de longos períodos de vexames e coadjuvância. Porém, ao menos nós, santistas, temos de estar ao lado do nosso time nessa penosa batalha para voltar a reinar no futebol. Nos vemos no Pacaembu.

E você, o que acha disso?