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São Paulo precisa ser mais inteligente para combater erros de arbitragem

Leia o post original por Perrone

O São Paulo já foi muito prejudicado pela arbitragem neste Campeonato Paulista. Na opinião deste blogueiro, isso aconteceu de novo em pênalti de Camacho em Igor Gomes não marcado no empate com o Corinthians no último sábado (15). Porém, a diretoria tricolor não reage ao problema da melhor forma.

Sobram barulho em intimidação, faltam inteligência e ações efetivas.

Entupir a entrada do vestiário de gente raivosa rosnando para equipe de arbitragem é uma das práticas mais mofadas e ineficientes do futebol.

Protestar e mostrar indignação diante de erros do juiz é necessário. Mas há limites. Fazer as contestações ainda no gramado é suficiente. 

Um ídolo do clube como Lugano cercar o árbitro no túnel de acesso ao vestiário, como se fosse um dirigente amador, é desgastante para a imagem dele e pouco eficaz. Parece mais medida para agradar a torcida do que para resolver o problema.

Esse tipo de comportamento deixa os juízes que vão apitar as próximas partidas da equipe extremamente pressionados. Em tese, um cara nervoso tende a errar mais. A história nos mostra, como acontece hoje com o próprio São Paulo, que nem sempre o erro vai ser a favor de quem pressiona.

O melhor para equipe do Morumbi é ter em seus jogos árbitros que, além de excelentes tecnicamente, tenham tranquilidade para trabalhar.

Nesse cenário é mais produtivo que a direção do São Paulo sente com os cartolas da federação cobre soluções e apresente sugestões para diminuir esses erros.

Pode ser cobrando determinados critérios para árbitros poderem ser escalados em jogos da primeira divisão do Estadual, sugerindo a contratação de juízes melhores que estejam atuando em outras praças ou pregando a implantação imediata do VAR, antes dos mata-matas.

Em sua entrevista depois do empate sem gols com o Corinthians, Raí cobrou corretamente que a FPF apresente soluções. Como isso já deveria ter acontecido faz tempo, é hora de o São Paulo agir. Porém, mais com a cabeça, menos com a garganta. A situação é como abrir um vidro de palmito. É preciso mais jeito do que força.

“Chato” e não roubado

Leia o post original por Rica Perrone

O campeão paulista de 2018 é o mesmo de 2917. Nenhum deles era brilhante, mas os dois são extramente competentes e “chatos”. Chatos de ganhar. Chatos de irritar. Chatos de desequilibrar. E porque não, chatos de “roubar”.

O pênalti não aconteceu, e portanto não houve um “roubo” que determinou o título do Corinthians. Poderia haver um roubo determinante ao campeonato caso o Palmeiras fizesse o gol de pênalti, porque não houve.

Mas a polêmica não é essa. É a mesma do aborto.

Você sabe que tem, se preciso até é capaz de fazer ou no mínimo sabe quem faz. Não tem como interromper, sempre o farão. E ainda assim você quer fingir que não está acontecendo.

Está. Há muitos anos está. O juiz sabia do erro dele no intervalo por um telefonema pra casa. Hoje ele sabe olhando pra qualquer lado onde todos tem um celular na mão e já podem dizer se houve ou não o pênalti.

Entre mudar de ideia e mudar o jogo, eles mudam de ideia. Pode? Não. Mas eles fazem.  Já temos uns 30 casos de lances onde o juiz voltou atrás de um tempo pra cá, e antes disso, na história, nem 5.

Será que deu virose de mudança de ideia, ou alguém avisa eles?  Curioso como sempre que mudar de ideia eles acertam, né?  Isso sem contar o olhar biônico de bandeiras e árbitros auxiliares que conseguem ver o que nem na tv é claro num rápido replay.

Eu duvido que ele viu. Apostaria em mais um lance de interferência externa que jamais será provado e, portanto, o arbitro acabou “acertando”  em sua decisão final.

Independente do lance, o jogo foi ruim tecnicamente. Um Palmeiras cheio de qualidade tentando resolver tudo num passe profundo no primeiro tempo, e bem marcado no segundo. Um Corinthians chato ao extremo, que se arrisca pouco, dá pouco espaço pro adversário e me lembra até o Capitão Nascimento “voce vai manter a calma. Pode o pau ta quebrando voce vai manter a calma”.  Nada altera o Corinthians.

É mérito. Frio. Repito, quase “chato”. Mas pra quem não tem um timaço, as armas são diferentes do que esperamos. E o controle emocional e tático do jogo que o Corinthians tem são visíveis.

Como dizer que o título não fica em boas mãos após eliminar o SPFC aos 47 e o Palmeiras na casa deles, nos penaltis?

Se é de história pra contar que vive o futebol, teremos pra contar a mais surpreendente das possíveis neste campeonato.

abs,
RicaPerrone

Neto: Sabe quantos pênaltis eu já cavei?

Leia o post original por Craque Neto

Discutindo sobre o lance do primeiro gol do Corinthians, no qual os jogadores do Bragantino pediram falta no goleiro, o apresentador disse que às vezes o atleta deve usar a regra ao seu favor para poder ser beneficiado durante a partida.

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Neto sobre árbitro: ele deu pênalti e pipocou!

Leia o post original por Craque Neto

O apresentador do ‘Os Donos da Bola’ disse que o árbitro Luiz Flávio de Oliveira apontou para a marca do pênalti antes de marcar falta fora da área a favor do Santos, no clássico do último domingo (4).

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A Sandy não joga futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Eu adoro a Sandy. Sério, fui em uns 5 shows já quando ela era com o Junior, mais uns 3 dela sozinha. Ela é fofa, canta bem, não briga com ninguém, temos quase certeza que não vai ao banheiro e que se Jesus viesse pra Terra pediria benção pra ela e não o contrário.

Mas ela canta, não joga bola.

Sandy não compete.

O Neymar tem um objetivo simples indo pro PSG: fazer algo que ele leve os méritos quase que por completo. Se o PSG ganhar uma Champions por exemplo, foi Neymar.  E isso é parte do show do Messi, do Cristiano, do Romário, do Ronaldo e de qualquer notável que dispute o rótulo de melhor.

Números ajudam. E por isso Neymar vai tentar fazer gols e mais gols para ter argumentos para ser número 1.  Se esperam dele a “fofura” de um Kaká, esqueçam.  Ele é um moleque atrevido, folgado, abusado e cheio de marra. Ele é o que ele é, não sejam ridículos de esperar dele o que você quer que ele seja. Isso é ser arrogante, não ele ao não dar a bola pro Cavani.

Aliás, porque vocês não surtam quando o Messi não dá o pênalti pro Iniesta? Ou quando o Romário e o Edmundo brigavam no Vasco por uma tarja de capitão?

Porque é simples: jogadores competitivos vencem. E Neymar é competitivo. Graças a Deus!

Teve jogo beneficente o mes todo. Agora é pra valer. O sujeito faz 4 gols, dá passe pra 2, e tu quer discutir a porra de um pênalti se ele deu ou não pro colega?

Quer manchetar vaias de uma parte da torcida dos caras pra ele?

Pra ser o melhor você tem saber que onde passa só um, passo eu. E foda-se.

abs,
RicaPerrone

Sem climão, Flamengo é melhor

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O que faria de um Flamengo e Vasco um jogo igual, hoje, é apenas o fato de ser um Flamengo e Vasco.  É evidente que o rubro-negro está melhor, tem mais time e joga mais futebol há algum tempo. Mas por ser clássico, por ser quem é, o Vasco iguala as condições pré jogo rapidamente. …

Um Flamengo “pra casar”

Leia o post original por Rica Perrone

Em alguns momentos de sua gloriosa história, é claro, o Flamengo jogou um grande futebol.  Também viveu raros períodos onde rascunhou um futuro brilhante, organizado e profissional. Já teve sua torcida carregando no colo e levando o time até onde ele nem sabia que poderia ir.  Já vimos jogadores medianos jogarem o fino da bola …