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Hipnólogo não hipnotizou atletas da Lusa: “Eles acreditam na reação”

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Olimar Tesser já começou a trabalhar na Portuguesa de Desportos. O hipnoterapeuta contratado para trabalhar o lado mental e psicológico dos jogadores fez sua primeira palestra no hotel onde a equipe se concentrou para o jogo contra o Vasco Da Gama, na noite desta terça-feira no Canindé. "Falei para os atletas e comissão técnica. Fiz alguns exercícios, algumas coisas para que eles pudessem acreditar", disse ao Blog do Boleiro antes de se encaminhar ao estádio. "O trabalho agora vai seguir todos os dias", completou.

Tesser diz ter encontrado um grupo "assustado" com a situação perigosa que a Lusa vive. Ela é a penúltima colocada da Série B, com 21 pontos, nove a menos que o Oeste, primeiro time fora da zona de rebaixamento.Faltam onze jogos para o torneio acabar. No currículo do ex-goleiro profissional está um trabalho que ele usa como exemplo: "Peguei o Paulista de Jundiaí com 95% de chance de queda e o time escapou. Se deu certo lá, pode dar certo aqui", afirmou. Para isso, Olimar precisa que os atletas da Portuguesa entendam que são fortes juntos. Alguns exercícios, como levantar uma cadeira com alguém pesado sentado em cima, mostra que quando se acredita e o trabalho é em equipe, ele dá certo.

Olimar não hipnotizou ninguém. "Não é assim que eu faço, mas é o que vende jornais", disse meio chateado com o tratamento da mídia e as brincadeiras de que hipnotizaria os jogador, fazendo com que eles jogassem como grande craques. "E sei que se o time não vencer o Vasco vão bater em mim mais ainda", falou.

Por outro lado, Tesser se diz animado pela recepção que teve dos jogadores da Portuguesa. "Fui muito bem acolhido. Eles me abraçaram, olhando no olho e me disseram que eu estava chegando na hora certa. Eu achando que estava chegando atrasado e eles me dando esta acolhida. Foi muito bom", afirmou.

O novo reforço da Portuguesa disse que "bateu muito forte" no discurso de que os atletas "podem sair desta situação". "E ganhar do Vasco não vai prejudicar muito o time deles, mas vai fortalecer a Portuguesa", disse.

Atacante troca Botafogo e Vasco para encarar desafio na Lusa

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Depois de treinar por quatro dias com o time da Portuguesa de Desportos, o atacante Bruno Moraes joga sua segunda partida no novo clube. Enfrenta o Vasco da Gama, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Desta vez, terá a torcida do pai no Canindé.

Aluísio Guerreiro, centroavante do Santos e do Flamengo nos anos 70 e 80, vai ver o filho jogar no clube que ele escolheu para dar visibilidade ao velho na volta dele ao futebol brasileiro. Aos 30 anos, mais de dez atuando na Europa, Bruno decidiu retornar ao Brasil.

“Cheguei a conversar com Vasco da Gama e Botafogo, mas não deu certo. A Portuguesa acabou sendo uma opção melhor porque tem visibilidade, é um clube organizado e o desafio é grande”, disse Aluísio que é empresário de Bruno e outros atletas. Ele já cuidou da carreira de Robinho, quando o atleta começava no Santos.

O desafio é daqueles. A Portuguesa é a penúltima colocada do torneio com 21 pontos, onze a menos do que o primeiro time fora da zona de rebaixamento. O técnico Vágner Benazzi foi chamado para tentar, em 12 rodadas, evitar a queda para a Série C. O confronto contra o Vasco já vale pela rodada 28.

Bruno voltou ao Brasil, foi inscrito na última terça-feira e já enfrentou o Sampaio Corrêa, jogando no Maranhão. A partida terminou empatada sem gols. Agora, com mais treino, o atacante formado na base do Santos acha que pode ser mais eficiente em campo: “Treinamos a semana inteira para este confronto”, disse.

Além de gols, Bruno pode ajudar com a experiência de quem já foi campeão em Portugal e na Liga dos campeões da Europa. Ele já passou por momentos de crise, como em 2012 quando era atleta do União de Leiria e o time português atrasou quatro meses de salários, o que provocou greve dos jogadores.

Aluísio Guerreiro irá ao Camindé com amigos. A família está acostumada com atacantes. Além de Bruno, o filho mais novo Júnior Moraes joga no Metalurh da Ucrânia. “Eu fui jogador e já não sofro tanto vendo o Bruno jogar. Mas é um desafio para ele que quer voltar ao futebol brasileiro e por isso tem que jogar bem”, falou.

A assessoria de Bruno faz parte da estratégia de tornar o jogador que teve passagens por seleções brasileiras de base.

Leia a nota enviada aos jornalistas nesta segunda-feira:

Após 11 anos na Europa, Bruno Moraes quer ajudar a Lusa a se manter na Série B

Atacante revelado pelo Santos conquistou a Liga dos Campeões pelo Porto e diversos outros títulos em Portugal

Revelado pelo Santos na mesma fornada de Robinho e Diego, Bruno Moraes é uma das novidades da Portuguesa de Desportos para a sequência do Campeonato Brasileiro da Série B.

Mesmo ciente da situação difícil da Lusa na competição, em que ocupa o penúltimo lugar com 21 pontos ganhos, o goleador de 30 anos de idade não esconde a motivação com o retorno ao País e espera ajudar o clube a sair do Z-4.

“Passei 11 anos na Europa, a maior parte deles em Portugal. Quis o destino que eu voltasse ao Brasil para jogar exatamente na Portuguesa (risos). Sabemos que nossa tarefa não será fácil, mas o grupo está fechado sob o comando do técnico Vagner Benazzi e estamos confiantes que iremos manter a equipe na Série B”, declarou o campeão europeu da temporada 2003/2004 pelo Porto.

CLÁSSICO DA COLÔNIA

O próximo compromisso da Lusa no campeonato acontece já nesta terça-feira, quando recebe o Vasco da Gama. O chamado Clássico da Colônia será realizado às 21h50 no Estádio do Canindé.

“São duas equipes com objetivos diferentes, pois o Vasco está em terceiro lugar e briga para subir. Estamos treinando forte há uma semana especialmente para esse jogo e a torcida pode ter certeza que iremos lutar pela vitória durante os 90 minutos”, garante Bruno Moraes, que atuou pelo Gil Vicente na edição 2013/2014 do Campeonato Português.

Zé Roberto,40, mantém forma com sono, comida e menos namoro

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Alimentação moderada, sono em dia e um pouco menos de “namoro”. Estes são três motivos que Zé Roberto aponta para justificar o bom preparo físico para voltar a jogar na lateral esquerda. Desde 1996, quando disputou as finais do Campeonato Brasileiro como meia armador na Portuguesa de Desportos, o jogador não voltava à posição original.

Zé tem 40 anos, completados no dia 6 de julho, um domingo no meio da Copa do Mundo. Ele participou de um jogo treino em Londrina e seguiu para São Paulo, onde ganhou bolo e presentes dos três filhos e da esposa Luciana. A distância da família, que não se mudou para Porto Alegre, faz com que o jogador more sozinho na capital gaúcha.

Desde que o técnico Luiz Felipe Scolari começou a trabalhar no Grêmio, Zé Roberto voltou para uma função que não exercia em clubes desde que foi contratado pelo Real Madrid em 1996. Na lateral, só mesmo em jogos da seleção. “Joguei de segundo e terceiro volante. Depois atuei como armador”, disse o jogador que foi contratado pelo time gaúcho para atuar no meio de campo.

O Grêmio é o 7º colocado do Campeonato Brasileiro e está nas oitavas de final da Copa do Brasil. Neste torneio, disputado no sistema “mata mata” , o próximo adversário é o Santos, nesta quinta-feira na Vila Belmiro. Foi no Peixe que Zé Roberto atuou como armador, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo.

No último domingo, na vitória sobre o Corinthians por 2 a 1, Zé correu o tempo todo. Ele garante que tem boa genética, se alimenta direito e dorme o suficiente. Com o adicional de menos oportunidade de ficar com Luciana, que cuida dos filhos Endrok (14), Miriã (11) e Isabelli (8).

Leia abaixo a conversa do Blog do Boleiro com Zé Roberto, que treinou nesta segunda à tarde.   

Blog do Boleiro – Depois de 18 anos, você voltou a jogar na lateral esquerda. Não estranhou não?
Zé Roberto –
Não. Costumo dizer que quem já andou de bicicleta nunca desaprende. Depois eu gosto porque é minha posição de origem. Hoje, com a experiência que adquiri, já dá para cortar caminhos no campo. Criei atalhos. Antes, quando era novo, só corria e não pensava. Agora penso mais. Acho que estou mais completo do que quando tinha 20 anos. Hoje, com minha genética, mesmo com esta idade continuou com dinâmica de jogo.

Quando o técnico Luiz Felipe Scolari o colocou na lateral, ele conversou com você?
O Felipão é um técnico experiente. Quando ele chegou no Grêmio analisou o elenco e já no primeiro treino me colocou na lateral. Depois conversou comigo e explicou que queria me escalar na posição. E perguntou se tinha algum problema e eu disse que não tinha problema não.

Você tem corrido os 90 minutos. Aos 40 anos, parece que você não cansa.
Você me conhece. Sempre me cuidei. Meu corpo é meu instrumento de trabalho. Se não cuidar dele, não poderia jogar em alto nível. Depois tem alguma coisa de DNA, sempre fui assim. E, coma  benção de Deus, não sofri nenhuma lesão grave nestes anos todos.

Você segue alguma dieta? O que você come?
Eu como de tudo. Agora, como moderadamente. E durmo bem. Acho importante. Eu durmo de sete a oito horas por dia. E tem uma coisa com a família que ajuda e que atrapalha um pouco.

Como assim?
Quando a gente retornou ao Brasil, no ano passado, minha família foi para São Paulo para que nossos filhos pudessem estudar numa escola bilíngue. Na Alemanha e mesmo no Catar, eles estudavam em escolas americanas. Então já estou no meu segundo ano morando sozinho aqui em Porto Alegre.

Muita solidão?
Minha esposa vem me visitar com frequência, mas não estou com a família. Por outro lado, com esta maratona de jogos e viagens nem daria para ficar com a família direito. Eu sou um cara muito família. Não ando namorando muito, o que é bom também, para a recuperação física.

Bom como? Menos sexo ajuda?
Gosto de namorar. Sinto muita falta. Mas acho até que ajuda na recuperação física depois dos jogos.

E o Grêmio melhorou como Scolari no comando?
O mais importante é que o Grêmio hoje tem um sistema de jogo e tem uma cara. Este é um passo fundamental na busca dos nossos objetivos. São dois: encostar no pelotão da frente e brigar pelo título na Copa do Brasil.

E o que você acha do Felipão?
Acho que ele aceitou dirigir o Grêmio para voltar a trabalhar logo. Ele está querendo, está querendo, tem trabalhado muito.

Portuguesa espera voltar à Série A depois da Copa do Mundo

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Ficou para depois da Copa do Mundo. Esta é  expectativa do vice-presidente jurídico da Portuguesa de Desportos, José Luiz Ferreira de Almeida,  para a decisão judicial de duas ações cíveis que correm na Justiça de São Paulo e pedem a anulação da sentença do STJD que tirou quatro pontos do clube e mandou o time para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Antes do início da Série B, o departamento jurídico apostava em uma decisão favorável ainda no mês de abril. Mas o “caso Joinville” adiou esta solução.  No dia 18 de abril, a Portuguesa entrou em campo para enfrentar o time catarinense. Mas deixou o gramado com 17 minutos de jogo, alegando não poder desrespeitar uma ordem judicial.

O clube estava munido de uma liminar concedida pela juíza Adaísa Halpern, da 3ª Vara Cível de São Paulo. Ela concedeu a antecipação de tutela, suspendendo os “efeitos da decisão proferida pelo STJD em relação à Associação Portuguesa de Desportos, com o restabelecimento dos quatro pontos que lhe foram retirados no julgamento de 27 de dezembro de 2013”.

Na decisão da juíza, ela obrigava a CBF a incluir a Portuguesa de Desportos “no Campeonato Brasileiro da Série A, sob pena de multa diária que fixo em R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais)”. A ação foi movida pelo torcedor Renato de Britto Azevedo. Depois da partida suspensa, a CBF cassou esta liminar.

A Portuguesa foi denunciada ao STJD que decidiu dar os três pontos do jogo para o Joinville. A Lusa foi multada em R$ 50 mil, mas mantida na Série B. O técnico Argel Fucks foi suspenso por quatro partidas, o diretor Marcos Rogério Lico pegou suspensão de  240 dias e multa de R$ 80 mil. Já o presidente Ilídio Licou ficou com a pensa maior: suspensão de 240 dias e multa de R$ 100 mil.

O clube paulista entrou com recurso. Quer livrar Fucks e diminuir as penas dos dirigentes. A promotoria também recorreu. Ainda quer que a Portuguesa seja rebaixada para a Série C.

Este é o caso mais próximo de ser julgado.

Mas correm em São Paulo o julgamento da ação movida pela Portuguesa de Desportos pedindo a anulação do julgamento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva  no “caso  Héverton”. O STJD tirou quatro pontos da Lusa por ela ter colocado o meia em campo contra o Grêmio na última rodada da edição de 2013 da Série A.

Outra ação, movida pelo Ministério Público do Consumidor de São Paulo, pede a anulação da mesma decisão, mas inclui o Flamengo também. Os dois clubes alegam ter colocado atletas suspensos em campo porque o site oficial da CBF não publicou a informação das penas do STJD. E isto fere, segundo o promotor Roberto Senise Lisboa, o Estatuto do Torcedor. Esta ação está correndo desde fevereiro.

Com a proximidade da Copa do Mundo – falta menos de um mês -, o jurídico da Portuguesa calcula que estes dois julgamentos deverão ser feitos na segunda quinzena de julho, quando o Brasileiro já terá nove rodadas disputadas.

E se a Portuguesa de Desportos for favorecida no Tribunal de Justiça, o que vai acontecer?

“Depende da decisão do juiz, mas diria que o mais provável é cancelar tudo e ainda decidir que a CBF tenha de pagar indenização para a Portuguesa”, disse José Luiz Ferreira de Almeida. “Pode ser que este segundo semestre seja mesmo agitado”, completou.

Enquanto nada disso acontece, o clube paulista se vira para manter a folha de pagamento em dia. Um patrocínio de ocasião possibilitou o clube a quitar as dívidas com atletas e funcionários. Mas disputar a Série B significou uma queda de faturamento de cerca de R$ 16 milhões só em direitos de transmissão dos jogos pela televisão.

Na Série B, a Portuguesa é a penúltima colocada com apenas dois empates e duas derrotas, uma delas para o Joinville, via STJD.

Procurador denuncia Portuguesa, que pode parar na Série C

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O procurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Paulo Schmitt, já enviou a denúncia contra a Portuguesa de Desportos no caso do jogo contra o Joinville, que durou apenas 17 minutos. O clube paulista, alegando estar obedecendo à uma ordem judicial – uma liminar da 3ª Vara Cível de São Paulo – deixou o gramado em Jonville.
 
Na manhã desta sexta-feira, Schmitt embarcou para o Rio de Janeiro. “Depois das 16h00, estarei no STJD para quem quiser esclarecimentos”, disse.
 
O procurador pediu o enquadramento da Lusa em dois artigos, um do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que prevê punição em dinheiro e até exclusão do campeonato, no caso a Série B.
 
Leia abaixo:
 
Art. 205. Impedir o prosseguimento de partida, prova ou equivalente que estiver disputando, por insuficiência numérica intencional de seus atletas ou por qualquer outra forma.
PENA: multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000, 100 (cem mil reais), e perda dos pontos em disputa a favor do adversário, na forma do regulamento. (NR).
 
Parágrafo único (Revogado pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
 
§ 1º A entidade de prática desportiva fica sujeita às penas deste artigo se a suspensão da partida tiver sido comprovadamente causada ou provocada por sua torcida (AC).
 
§ 2º Se da infração resultar benefício ou prejuízo desportivo a terceiro, o órgão judicante poderá aplicar a pena de exclusão do campeonato, torneio ou equivalente em disputa. (AC).
 
§ 3º Em caso de reincidência específica, a entidade de prática desportiva será excluída do campeonato, torneio ou equivalente em disputa. (AC).
 
§ 4º Para os fins do § 3º, considerar-se-á reincidente a entidade de prática desportiva quando a infração for praticada em campeonato, torneio ou equivalente da mesma categoria, observada a regra do art. 179, § 2
º. (AC).
 
§ 5º Para os fins deste artigo, presume-se a intençáo de impedir o prosseguimento quando o resultado da suspensão da partida, prova ou equivalente for mais favorável ao infrator do que ao adversário. (AC).
 
O outro artigo vem do Código Disciplinar da Fifa e prevê punições como rebaixamento de divisão (a Portuguesa seria mandada para a Série C) ou mesmo exclusão.
 
Leia:
 
Seção 10. Influência ilegal nos resultados das partidas
 
69. [apenas]
 
1. Qualquer um que conspirar para influenciar o resultado de uma partida de modo contrário a ética do esporte será punido com uma suspensão de partida ou banimento de participação em atividades relacionadas ao futebol e uma multa de pelo menos CHF 15.000. Em casos graves será imposto um banimento vitalício em atividades relacionadas ao futebol.
 
2. No caso de um jogador ou um oficial influenciarem de modo ilegal o resultado de uma partida em conformidade com o par. 1, o clube ou associação na qual o jogador ou o oficial fazem parte poderá ser multado. Ofensas graves podem ser punidas com a expulsão de uma competição, rebaixamento de divisão, redução de pontos e devolução de pontos.”
 
A Portuguesa de Desportos vai alegar que não continuou jogando por temer receber queixa-crime do torcedor que entrou com a ação na Justiça em São paulo. Nela, Renato Britto de Azevedo pede que a anulação da punição imposta pelo STJD, em dezembro do ano passado, tirando quatro pontos da Lusa pore ter colocado o jogadore Héverton irregularmente contra o Grêmio.
 
O vice jurídico José Luiz Ferreira de Almeida diz que o clube sequer considera que o jogo contra o Joinville tenha existido e taxou de “vergonhosa” a súmula do juiz Marcos André Gomes da Penha, que fala do abandono do time que iniciou o jogo e saiu de campo.

CBF mantém jogo e Portuguesa ameaça não enfrentar Joinville

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O Departamento Jurídico da CBF recebeu o ofício enviado pela Portuguesa de Desportos, solicitando o adiamento da partida entre o time paulista e o Joinville, nesta sexta-feira à noite em Santa Catarina. O confronto vale pela primeira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Os advogados da Confederação e o Diretoria de Competições decidiram não mudar a data do jogo.

A partida está mantida. Se a Portuguesa, cujo time já está em Joinville, não entrar em campo, corre o risco de perder o confronto por WO. O Blog do Boleiro falou com Orlando Cordeiro de Barros, vice-presidente jurídico da Portuguesa. Perguntado sobre qual a atitude que o clube vai tomar se a CBF mantiver o jogo, ele respondeu: “Se a liminar permanecer em pé, nós não jogaremos. É uma decisão judicial e é para ser cumprida”, afirmou. "Se a CBF derrubar a liminar, aí jogaremos".

Nesta quinta-feira, a Lusa enviou à CBF um, documento solicitando o adiamento da partida válida pela primeira rodada da Série B. Isto porque, o clube foi favorecido por uma decisão da juíza Adaísa Halpern, da 3ª Vara Cível de São Paulo. Ele concedeu a antecipação de tutela, suspendendo os “efeitos da decisão proferida pelo STJD em relação à Associação Portuguesa de Desportos, com o restabelecimento dos quatro pontos que lhe foram retirados no julgamento de 27 de dezembro de 2013”.

Na decisão da juíza, ela obriga a CBF a incluir a Portuguesa de Desportos “no Campeonato Brasileiro da Série A, sob pena de multa diária que fixo em R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais)”. A ação foi movida pelo torcedor Renato de Britto Azevedo. Os advogados da Lusa alegam que, por força desta decisão judicial, o time está de volta à primeira divisisão do Brasileiro.

 

Com liminar pró-Lusa, CBF e Flamengo vão parar na Justiça

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A decisão foi rápida porque ele estava julgando direito material que é claro: a Portuguesa tem amparo na lei federal”. Foi assim que Orlando Cordeiro de Barros, vice-presidente jurídico da Portuguesa de Desportos explicou como conseguiu uma liminar favorável à causa do clube algumas horas depois de ter entrado com ação no Tribunal de Justiça de São Paulo nesta quarta-feira.

Já o presidente Ilídio Lico tentou fugir das entrevistas. Ao Blog do Boleiro, ele afirmou: "O que eu posso falar é que a Portuguesa está feliz, eu estou feliz, porque é um grande feito para a Portuguesa".

O juiz Miguel Ferrari Júnior, da 43a Vara Cível de São Paulo, concedeu uma liminar que obriga a CBF a duspender a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, que tirou quatro pontos do time paulista, o que casuou o rebaixamento para a Série B. A liminar estabelece também uma multa diária para a CBF de R$ 500 mil.

Além disso, Miguel Ferrari determinou que está proibida qualquer punição à Portuguesa, seja da CBF, da Fifa ou outros órgãos do esporte. Assim, na visão do Jurídico da Lusa, o clube estará protegido contra medidas como desfiliação do clube.

A Portuguesa agora se prepara para uma batalha judicial. O próximo passo será da CBF que deve tentar derrubar a liminar do juiz da 43ª Vara Cível. “Eles vão tentar cassar a liminar e nós estaremos preparados”, disse Orlando de Barros.

O caso poderá ter mais envolvidos. Se a Portuguesa voltar por determinação judicial, o Flamengo pode ser rebaixado pela CBF porque também foi punido pelo STJD com perda de quatro pontos por ter colocado o lateral André Santos irrregularmente. Se a CBF não conseguir derrubar a ação da Lusa e decidir manter 20 times na Série A, a entidade poderia  rebaixar o rubro negro carioca que, neste caso, deverá entrar na Justiça também. Além disso, os dirigentes do Vasco da Gama, Náutico e Ponte Preta, todos rebaixados, estão de olho. "Se a Série A ficar com mais de 20 clubes, náo entendemos que este será outro torneio e, por isso, vamos querer participar", disse o presidente da Ponte, Márcio Della Volpi. 

 

 

Vasco pede estreia na Série B em São Januário sem torcida

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O Vasco da Gama enviou um ofício à CBF pedindo para jogar as três primeiras partidas como mandante na Série B do Brasileiro. A diração cruzmaltina quer o jogo no estádio de São Januário, com portões fechados. O clube foi punido pelo STJD com a perda de mando de campo em seis jogos, sendo três deles sem a presença de espectadores.

Esta punição foi por causa da briga de torcedores ocorrida no estádio em Joinville, durante o confronto entre Vasco e Atlético Paranaense, na última rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado. Neste jogo, o Vasco foi rebaixado para a Segunda Divisão. Além dos mandos, os vascaínos foram multados em R$ 80 mil.

No pedido do Vasco, o time carioca estreia na Série B jogando contra o América mineiro no dia 19 deste mês. Os outros dois confrontos seriam diante do Atlético Goianiense (03/05) e Oeste (SP no dia 06/05).

No site oficial da CBF, a tabela do torneio ainda afirma que o local destas partida “está a definir”, mas o Blog do Boleiro apurou que o pedido dos vascaínos será atendido.

O Vasco da Gama aguarda ainda pelo julgamento da ação impetrada pela Portuguesa de Desportos na Justiça Comum, nesta quarta-feira. Se o clube paulista for bem sucedido e a CBF obrigada a incluí-lo na Série A, os dirigentes vascaínos vão pedir para permanecer também na Primeira Divisão.

Enquanto espera, o clube carioca foca os esforços na decisão do Campeonato Carioca jogando contra o Flamengo.

Vice da Lusa diz que entra hoje com ação na Justiça Comum

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Vamos entrar com a ação a qualquer momento. Pode ser ainda hoje”. Com esta frase, dita ao Blog do Boleiro por telefone, o vice-presidente jurídico da Portuguesa de Desportos, Orlando Cordeiro de Barros, confirmou a disposição do clube em entrar na Justiça Comum para derrubar a punição imposta pelo STJD que enviou o time para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Nesta segunda-feira, o advogados do clube convenceram o presidente Ilídio Lico a autorizar a ação. Ela pede o retorno dos quatro pontos perdidos na pena imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva . A Portuguesa foi julgada culpada por ter colocado o meia/atacante Héverton em campo no jogo contra o Grêmio , na última rodada do Brasileirão do ano passado.

Lico teme as consequências de entrar na Justiça Comum. “Às vezes, perde-se muito ganhando pouco”, disse na semana passada, mostrando a preocupação da Portuguesa ser punida pela CBF e pela Fifa, com ameaça de desfiliação. Por outro lado, o presidente foi pressionado por diretores e torcedores para que compre a briga.

Nesta terça-feira, Ilídio Lico admitiu que estava receoso, mas confirmou que a Portuguesa vai mesmo entrar com a ação no Tribunal de Justiça de São Paulo. Se a Portuguesa ganhar na Justiça, a CBF terá um problema pela frente: ela manteve o Fluminense na Série A (beneficiado pela punição do STJD à Lusa) e já incluiu o clube carioca na tabela de jogos. Uma das soluções seria aumentar o número de equipe na A.