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Que aberração é essa ‘Primeira Liga’?

Leia o post original por Craque Neto

Olha, eu dou força para tudo que de certa forma tire os poderes plenos da Confederação Brasileira de Futebol. Não pode uma instituição privada que está afundada até o colarinho pela corrupção ser a ‘DONA’ do futebol brasileiro. Isso é até ridículo partindo do princípio que a CBF é presidida por um senhor que não pode nem sair do Brasil que é preso pela polícia internacional. É uma baita piada de mau gosto?!? Até por isso fiquei contente quando os clubes da região Sul-Minas-Rio se juntaram para criar a ‘Primeira Liga’, que foi o embrião de uma competição regional que […]

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Galo cala o Beira-Rio e a zebra dá as caras no Estádio do Café!

Leia o post original por Milton Neves

Foto: VINÍCIUS COSTA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO (Retirada do Portal UOL)

Internacional 0 x 1 Atlético-MG

É verdade que a Primeira Liga é o “primo pobre” das competições do Brasil.

Mas que time não quer levantar um caneco?

Nesta quarta-feira, o Atlético-MG provou que quer!

E muito!

O Galo Mais Lindo do Mundo calou o Beira-Rio e eliminou o Internacional do torneio.

O único gol da partida foi anotado por Clayton, que voltou ao clube mineiro após poucas chances de mostrar seu futebol no Corinthians.

E é bom ressaltar que, com verdadeiros milagres, o goleiro Giovanni segurou o triunfo dos visitantes.

Olha, e agora que a coisa está complicada para o Atlético-MG no Brasileirão, é bom negócio apostar nessa Primeira Liga!

Como dizem por aí, mais vale um na mão do que dois voando…

Londrina 2 x 0 Fluminense

Agora, surpresa mesmo nós tivemos no Estádio do Café.

Por mais que o Flu estivesse poupando muita gente, ninguém poderia prever que o Londrina conseguiria eliminar o atual campeão da Primeira Liga.

Destaque do duelo foi Carlos Henrique, autor dos dois gols da partida.

Agora, será que o Tubarão continuará surpreendendo?

Opine!

Quem liga?

Leia o post original por Rica Perrone

Grande é quem primeiro se eterniza num campeonato para depois saber se o campeonato se eternizará. O Fluminense ajudou a criar o estadual e venceu o primeiro.  Repete a dose na Primeira Liga, que é novo, mas já é disparado o torneio que mais mudou de peso durante 3 meses. Veja você que de janeiro …

Sem direção

Leia o post original por Rica Perrone

Se me mandassem apostar os meus últimos reais num clube que estaria priorizando uma competição no país, diria “Flamengo e a Liga”.  É óbvio, ele que brigou pra ela existir, ele que fez o maior barulho pra ela valer.  Ninguém quer mais que essa Liga exista do que o Flamengo. E então, numa quarta-feira qualquer, …

“Praticamente”

Leia o post original por Rica Perrone

O Fluminense tropeçou na primeira rodada da Liga em casa diante do Atlético PR. Ali, com o Cruzeiro pela frente em pleno Mineirão, jogando mal e ensaiando crise, o Fluminense estava “praticamente” eliminado na primeira fase. A vitória no Mineirão na única grande noite do clube na temporada até aqui. Depois disso mais jogos ruins …

E brilha a estrela tricolor de Cavalieri…

Leia o post original por Antero Greco

Quando uma partida é decidida nos pênaltis, só quem tem a ganhar é o goleiro. Se tomar os gols, não lhe cabe culpa alguma; afinal, os chutes são praticamente à queima-roupa. Mas, se defender alguma ou algumas bolas, tem tudo para tornar-se herói.

Pois prevaleceu a segunda alternativa, no clássico que Fluminense e Inter disputaram no Mané Garrincha, na noite desta quarta-feira. Depois do empate por 2 a 2 no tempo normal, a vaga para a final da edição inaugural da Primeira Liga ficou para os pênaltis.

Daí, o brilho concentrou-se todo em Diego Cavalieri. O goleiro tricolor fez duas defesas extraordinárias  – nos chutes de Jackson e Anderson – e foi imprescindível para a classificação. Deu dois voos cinematográficos, daqueles mirabolantes, e desviou para fora. O Flu venceu por 3 a 2 nesse critério.

Com a bola a rolar, o jogo foi equilibrado e isso se refletiu no placar. O Flu sem Fred, o Inter sem Alisson. Muito empenho sem o equivalente em técnica. As duas equipes foram à frente na base do esforço, com oscilações que têm mostrado na própria competição e nos respectivos estaduais.

O Inter saiu na frente, com Vitinho aos 24 e o Flu respondeu com Osvaldo aos 29. No segundo tempo, inversão dos marcadores: Osvaldo fez o gol da virada aos 19 e Vitinho empatou aos 39, o que provocou a definição do primeiro finalista nos pênaltis.

O Inter de Argel Fucks ainda tem muito a melhorar, sobretudo no meio. O Flu de Levir Culpi encorpa, mas carece de clareza no ataque. Desta vez, o treinador começou com Osvaldo e Magno Alves; depois, recorreu a Douglas (Osvaldo sentiu) e Marcos Júnior. Mas já se vê mais consistente do que nos tempos de Eduardo Baptista.

 

Primeira Liga: Cruzeiro 3 x 4 Fluminense

Leia o post original por Mauro Beting

No Mineirão, Cruzeiro e Fluminense protagonizaram o melhor jogo do ano até agora. Os 21.118 torcedores que foram até o Gigante da Pampulha assistiram a um grande jogo, não apenas pela quantidade de gols, mas pelas oportunidades criadas, intensidade, velocidade e triangulações. O jogo era de grande importância para ambas as equipes, pois não haviam vencido na competição e a vitória deixaria a vaga bem encaminhada para as semifinais da Primeira Liga.

Organização inicial das equipes. Cruzeiro no 4-2-3-1 e Flu no 4-4-1-1 (TacticalPad)

Organização inicial das equipes. Cruzeiro no 4-2-3-1 e Flu no 4-4-1-1 com Cícero e Diego Souza flutuando no campo de ataque. (TacticalPad)

O jogo começou aberto. Cruzeiro com bastante movimentação no setor ofensivo, organizado no 4-2-3-1, com Arrascaeta centralizado, Sánchez Mino na direita e Alisson na esquerda, formando a linha de três meias e Rafael Silva na frente, na referencia. Blocos médios. Organização na fase defensiva, com setores compactos, ocupação boa dos espaços, negando infiltrações. Na fase ofensiva, trocas de passes, triangulações no campo de ataque e muita mobilidade no campo de ataque.

Com apenas 4 minutos, o Cruzeiro já abriu o placar. Arrascaeta tabelou com Sánchez Miño na entrada da área e deu bela assistência para infiltração de Rafael Silva, que driblou Cavalieri e tocou pro fundo das redes. Cruzeiro 1 a 0.

O Flu, comandado por Eduardo Baptista, foi a campo no 4-4-1-1/4-2-3-1, com Diego Souza na frente, como falso 9 e Cícero também circulando/flutuando no ataque, sem referência no ataque. Scarpa e Marcos Junior ocupavam as pontas, com Pierre e Douglas na proteção da zaga e distribuição do jogo, respectivamente. O Flu apostava suas fichas nas jogadas pelos flancos, com Wellington Silva pela direita e Giovanni pela esquerda.

O Flu tentava furar o bloqueio cruzeirense, mas esbarrava no efetivo sistema defensivo mineiro. Até que Diego Souza tentou cruzar a bola na área mineira, mas Fabiano impediu, colocando a mão na bola. O juiz marcou pênalti. Diego Souza bateu bem no meio do gol, igualando o marcador.

Com o gol sofrido, o Cruzeiro foi para cima do Flu. A defesa carioca não cansava de falhar. Após cobrança de falta de Arrascaeta, Dedé bateu firme, Cavalieri fez milagre, espalmou e a bola sobrou para Manoel , que isolou. Quase gol da equipe azul de Minas. Sorte do Flu.

Em rápido contra-ataque, Wellington Silva deu drible em Fabrício, rolou para Diego Souza na grande área, sozinho, que bateu firme, rasteiro. Sem chances para o goleiro Fábio. Flu 2 a 1, de virada.

O jogo era bom. Aberto. Com as duas equipes buscando o gol. Com velocidade, mobilidade e muita movimentação. Foi assim que Gustavo Scarpa entrou em diagonal, na grande área, fazendo o facão e bateu forte, no ângulo de Fabio, ampliando o placar. Flu 3 a 1.

O Flu apostando no quinteto com Giovanni deu espaços para Fabiano, que cruzou na cabeça de Rafael Silva. Erro de Henrique, deixando o atacante do Cruzeiro, sozinho. Cruzeiro 2×3 Flu.

Etapa inicial muito boa. Muita bola no chão, muita velocidade, criação de jogadas, muitos gols. Excelente futebol. Alto nível. Grande jogo.

Osvaldo entrou no lugar de Scarpa que saiu machucado. O Cruzeiro começou em cima, tentando o gol de empate. Flu bem organizado na defesa. Deivid é expulso, após reclamar com a arbitragem. Flu se defendia bem e saía rápido em velocidade. Sánchez Miño saiu e entrou Élber. Alisson foi para esquerda e Élber foi na esquerda. Arrascaeta se manteve centralizado.

Eduardo Baptista mexeu. Colocou Felipe Amorim no lugar de Marcos Junior. Cruzeiro mais em cima, atuando pelos flancos, principalmente pelo lado direito, visando bolas aéreas, para Rafael Silva e Dedé e Manoel. Mas foi pelo lado esquerdo que Arrascaeta empatou a partida. Élber passou por Marlon e cruzou para o meia argentino que bateu bem. 3 a 3. Jogaço.

Após chute de Douglas, de fora da área, Fábio espalmou e sobrou para Felipe Amorim que foi tocado pelo goleiro cruzeirense. Pênalti para o Flu. Diego Souza fuzilou no meio do gol. Flu 4 a 3. Que jogo!

Panorama tático da segunda etapa, após as substituições. (TacticalPad)

Panorama tático da segunda etapa, após as substituições. (TacticalPad)

E o Cruzeiro foi para cima. Diego Souza caiu em campo, após choque com a cabeça,  mas o juiz deu vantagem, pensando ser cera.

O Cruzeiro insistia nas jogadas pelos flancos, tanto pelo esquerdo com Pisano, Fabrício e Élber, quanto pelo direito, com Alisson e Fabiano. Entretanto, o Flu se defendia como podia.

O Cruzeiro, que tentou alçar bolas na área nos minutos finais, não foi páreo para o Flu, que venceu a segunda partida seguida e segue vivo na Primeira Liga.

Figueirense vence duelo da ressaca e praticamente elimina o Galo da Primeira Liga

Leia o post original por Milton Neves

figuFoto: Reprodução/Instagram

Figueirense 2 x 1 Atlético-MG

Figueirense e Atlético entraram em campo neste domingo no Orlando Scarpelli sob o olhar de poucas testemunhas. Em um domingo de carnaval, não se podia esperar nada diferente.

Em campo, as duas equipes mostraram ainda estar fora do ritmo ideal, mas isso não resultou em um primeiro tempo sem gols.

Como já disse algumas vezes, não há como os zagueiros tirarem os braços para jogar. Até minhas netas, que cansaram de brincar de tirar braços e pernas de suas bonecas, sabem disso.

O árbitro Leandro Vuaden, sósia de Mano Menezes, parece discordar e marcou pênalti do zagueiro Edcarlos após o zagueiro ser acertado por um chute, mesmo com os braços colados ao corpo.

Como não tem nada a ver com isso, Dudu cobrou bem e abriu o placar para o Figueira.

Ainda longe da forma que mostrou em boa parte do último Campeonato Brasileiro, o Galo insistiu nas jogadas de bola parada.

E foi dessa forma que Dátolo cobrou um belo escanteio com efeito para Eduardo, que nem precisou subir muito para cabecear e empatar a partida.

Na segunda etapa, porém, os times pareciam ter antecipado a ressaca da quarta-feira de cinzas e pouco criaram.

Em meio à tanta preguiça, aos nove minutos o experiente Edcarlos falhou feio e Gabriel Esteves colocou os donos da casa novamente à frente no placar.

Ainda que restem chances matemáticas, o jogo deixou o Galo praticamente eliminado da revolucionária Primeira Liga.

Já o Figueira se recupera e ainda possui chances de chegar à semifinal do torneio.

Bom para o Galo se concentrar na Libertadores?

E o Figueira, seguirá na competição mesmo tendo que jogar a última partida da primeira fase contra o Flamengo?

Opine!