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Não existe time de grande qualidade no futebol do Brasil .

Leia o post original por Nilson Cesar

É fato que não temos nenhum time de grande qualidade técnica no futebol do Brasil . Isso é explicável . O garoto diferente surge e já vai embora rapidamente. Esse é o preço que pagamos e não adianta cobrar um campeonato em alto nível técnico . Temos sim um campeonato muito disputado , mas de qualidade técnica apenas razoável . O Palmeiras irá ganhar a competição e o time é bem razoável . Imaginem os demais . Para se ter um grande nível técnico teríamos que manter os caras aqui no Brasil . Isso é absolutamente impossível . Portanto meus amigos é o que temos para o momento .

O futebol é maior

Leia o post original por Flavio Prado

Em grande parte dos jogos importantes do Brasil nos últimos anos, o futebol fica quase esquecido.

Claro que todos os assuntos que envolvem um jogo devem ser debatidos, mas nunca o jogo em si deve ficar esquecido. Pouco se discute a qualidade do que é apresentado em campo. Muitos só se importam com o resultado e com as brigas e discussões.

O futebol brasileiro sofre com a perda de atletas para o exterior, mas podemos ter um futebol melhor com o que temos no nosso mercado. A preocupação com a qualidade do jogo deve estar sempre presente, no final o jogo é que vai segurar.

Raposa, Fogão e Furacão: o resto é o resto

Leia o post original por Mion

O técnico Renato Gaúcho caiu no lugar comum: interessa é ganhar, jogar bem e bonito fica em segundo plano. Até entendo o técnico do Grêmio, porque o torcedor brasileiro gosta é de ganhar, não importa como. Após ¾ dos jogos do Brasileirão realizados, dá para afirmar que o campeonato deste ano foi tecnicamente regular. O equilíbrio se reflete na pontuação, do quarto colocado para baixo todos estão no mesmo barco, ou seja, equipes questionáveis e sem padrão.

 

Não é coincidência que os quatro primeiros estão bem a frente. Com exceção do Grêmio, Cruzeiro, Atlético-PR e Botafogo além de competentes jogam futebol mais vistoso. Dá gosto de assistir os jogos desse trio. O Fogão caiu nas últimas rodadas, mas nada pode apagar o conjunto da obra, principalmente o talento de Seedorf bem acompanhado por Lodeiro.

 

O Atlético-PR possui a segunda equipe em termos de qualidade. O craque Paulo Baier e o diferenciado Everton fazem a festa. Na frente Marcelo e Éderson deixam zagueiros contrários em estado de choque com velocidade e técnica. Formado em sua maioria por jogadores desconhecidos, o rubro-negro superou todas as expectativas. Joga bonito ganha partidas com certa facilidade.

 

O líder Cruzeiro dispensa maiores comentários. O técnico Marcelo Oliveira realiza mais um grande trabalho. Como fez no Coritiba, o seu time tem o melhor ataque e joga o futebol dos sonhos de todos os brasileiros. Para o bem do Brasil, times como de Cruzeiro, Botafogo e Atlético-PR devem conquistar vitórias e títulos. Se o time atual do Grêmio conquistar a Série A continuaremos pensando como Renato, o importante é ganhar, nem que seja jogando truncado só marcando e por uma bola para fazer aquele gol salvador.

 

Raposa a galope passa por cima das “galinhas mortas”

Leia o post original por Mion

Marcelo montou um Cruzeiro vencedor em poucos meses. Dagoberto desacreditado no Inter mostra que ainda é  diferenciado.

Marcelo montou um Cruzeiro vencedor em poucos meses. Dagoberto desacreditado no Inter mostra que ainda é diferenciado.

       O Cruzeiro arrebenta no Brasileirão porque é um timaço ou os adversários não têm qualidade? Este é o tema atual de muitos programas e artigos da imprensa nacional. Uns defendem a primeira hipótese, outros a segunda. Em minha opinião prevalecem as duas opções: o Cruzeiro tem um belo time e realmente os adversários estão bem abaixo do representante mineiro. Por isso mesmo a Raposa já está 11 pontos à frente do vice Grêmio, a tendência segue no sentido de aumentar ainda mais nas próximas rodadas.

Se analisarmos criteriosamente a campanha do líder, observamos certas características que contrariam o normal. Começa por seu técnico: Marcelo Oliveira assumiu em janeiro o comando de um time desmontado que em 2012 lutou barbaridade para terminar em 9º lugar na Série A. No decorrer do certame Mineiro a diretoria contratou reforços e Marcelo conseguiu em pouco mais de três meses dar padrão de jogo e em seis tornar o grupo entrosado e vencedor. Fato que merece registro, poucos atingem esta excelência em tão pouco tempo.

Outro fator a ser analisado, assim como Atlético Mineiro o elenco conta com jogadores desprezados em outros mercados e até ironizados. Como exemplo Nilton e Egídio, quando saíram de Vasco e Flamengo respectivamente, não deixaram nenhuma saudade, ao contrário as duas torcidas cansaram de vaia-los. O mesmo aconteceu com Dagoberto no Inter, sem esquecer de Ceará e Borges considerados em final de carreira. Todos eles estão próximos de conquistar o Brasileirão. Quem diria?

Não há como negar a fragilidade técnica e tática dos demais adversários mais próximos, entretanto contestar a competência e qualidade do time que conquista em 25 rodadas, 17 vitórias, somente 3 derrotas, marca 55 gols (média superior a 2 gols por jogo) e sofre apenas 20, é má vontade ou pura inveja de torcedor adversário.

Sem qualidade no banco, ex-líderes “abriram o bico”

Leia o post original por Mion

Sem Alex e mais 9 lesionados, Marquinhos vê o seu time sucumbir por faltar qualidade no banco.

Sem Alex e mais 9 lesionados, Marquinhos vê o seu time sucumbir por faltar qualidade no banco.

A dinâmica de sucesso no futebol está fora e dentro de campo. A rotatividade de escalações acontece porque prevalece força e velocidade. Estas causam muitas lesões e punições. O maior segredo de um clube que deseja lutar por título é contar com pelo menos 16 titulares. Quem possui apenas 11, dificilmente chegará entre os primeiros. O Brasileirão está próximo da metade e dá para perceber alguns times “abriram o bico” porque falta qualificação técnica nos eventuais titulares. Coritiba, Vitória, Bahia e Fluminense são provas disso. Principalmente o tricolor carioca perdeu jogadores importantes como Thiago Neves e Wellington. Não repôs com a mesma qualidade. No Coxa, 10 jogadores lesionados desmontaram a estrutura do técnico Marquinhos, principalmente a ausência do craque Alex, sem contar com as saídas de Rafinha (mundo árabe) e Emerson (Atlético-MG). Em caminho oposto o Cruzeiro, melhor time do certame até aqui, acabou de contratar Júlio Batista. De todos os primeiros colocados, a Raposa era o elenco que menos precisava de reforço. A diretoria não entendeu assim e trouxe mais qualidade. Marcelo Oliveira trabalha tranquilo não teme punições e lesões, está bem servido.

E na temporada de 2012 três clubes trabalharam com esta planificação: Corinthians e Fluminense. Não foi acidente conquistarem tudo na temporada. Tite e Abel não reclamavam do elenco à disposição.

Muitos clubes têm elencos numerosos, porém os técnicos não acham opções próximas da qualidade dos titulares. Há alguns anos os times tinham briga por posição, hoje o treinador repete as escalações e quando precisa mudar geralmente fica em dúvida entre dois ou até três jogadores. Chega a improvisar porque o reserva imediato não é confiável. O ambiente do elenco fica pesado porque muita gente sabe que apesar do titular não jogar não será escolhido.

Além de 11 titulares, quem pretende disputar títulos e colocações condizentes com suas tradições necessita de um goleiro de alto nível no banco, de zagueiro de ótimo nível, dois meias e um atacante, todos equiparados com os titulares. É uma questão básica e visível. Só os dirigentes não conseguem captar esta verdade. Preferem lotar as prateleiras com 30 jogadores, quando na verdade 60% disso e mais um cinco ou seis garotos promissores com potencial fecham o elenco em condições de buscar vitórias e títulos.

 

 

Tá duro de assistir jogos do Brasileirão. Tanta gente ruim!

Leia o post original por Mion

Tarefa difícil acompanhar a Série A. O futebolzinho de baixa qualidade técnica, irrita e cansa os torcedores mais pacientes. Se em anos passados havia equilíbrio por cima, agora desmoronou, a luta ocorre entre os “menos ruins”. Alguns clubes lançam gente nova, a esmagadora maioria composta por jogadores medianos. A falta de dinheiro obriga colocar uma meninada na “vitrine” para ver se consegue alguns milhões de euros na próxima janela. Alguns clubes estão “vendendo o almoço para poder comprar o jantar”.

O futebol brasileiro adquiriu o vício de justificar a fragilidade dos espetáculos. Até abril vem aquele papo de início de temporada, este ano então piorou, a Copa das Confederações coube como uma luva para mais desculpas esfarrapadas. Depois de setembro já falam em cansaço e final de temporada.

Fluminense e São Paulo apostaram em técnicos inquestionáveis, entretanto os elencos deficientes colocam os dois em situação difícil. Não adianta pagar fortunas aos técnicos se o grupo de jogadores não tem talento para dar a resposta esperada, são incapazes em executar aquilo que o treinador deseja.

Discordo daqueles que anunciam com euforia equilíbrio dom campeonato. Falam em sete candidatos ao título. Desculpem, mas até agora poucos jogos justificaram esta euforia. Caminhando para o final do turno realmente temos sete ou oito clubes em condições de título, só não falam que isso ocorre por faltar times de alta qualidade. Vence quem tem mais disposição e vontade de chegar ao topo.

São Paulo demitiu Ney Franco. A diretoria precisa aprender contratar jogadores de mais qualidade.

Leia o post original por Nilson Cesar

Ney Franco foi demitido. Agora o que a direção precisa é aprender contratar jogadores de melhor qualidade. A direção vem errando em muitas contratações e tem culpa também . Depois da saída de Muricy Ramalho a diretoria só errou na … Continuar lendo

No banco de reservas reside o sucesso de um time

Leia o post original por Mion

 

Aranha substitui Rafael e mantém o nível de segurança na meta do Peixe.

Aranha substitui Rafael e mantém o nível de segurança na meta do Peixe.

A dinâmica do futebol está fora e dentro de campo. E esta rotatividade acontece porque prevalece força e velocidade. Estas causam muitas lesões e punições. O maior segredo de um clube que deseja lutar por título é ter pelo menos 16 titulares. Quem possui apenas 11, dificilmente chegará entre os primeiros.

E na temporada de 2012 três clubes trabalharam com esta planificação: Corinthians, Fluminense e Grêmio. Não foi acidente conquistarem tudo na temporada. Tite e Abel principalmente não podem reclamar do elenco que tiveram em mãos. Luxa enfrentou algumas dificuldades, mas veja o banco tricolor. É de respeito! Demorou um pouco para terminar de armar o elenco. Os outros dois já estavam prontos desde o começo do ano. O tricolor concluiu o plantel durante o Brasileirão.

Muitos clubes têm elencos numerosos, porém os técnicos não acham opções próximos da qualidade dos titulares. Há alguns anos os times tinham briga por posição, hoje o treinador repete as escalações e quando precisa mudar geralmente fica em dúvida entre dois ou até três jogadores. Chega a improvisar porque o reserva imediato não é confiável. O ambiente do elenco fica pesado porque muita gente sabe muito bem que apesar do titular não jogar não será escolhido.

Além de 11 titulares, o clube que pretende disputar títulos e colocações condizentes com suas tradições necessita de um goleiro de alto nível no banco. Veja o Santos com Rafael, mas quando esse não atua Aranha o substitui e mantém o nível. Além de alguém para o gol, no mínimo o técnico necessita de um zagueiro de ótimo nível, dois meias e um atacante, todos equiparados com os titulares. É uma questão básica e visível. Só os dirgentes não conseguem  captar esta verdade. Preferem lotar as prateleiras com 30 jogadores, quando na verdade 60% disso e mais um cinco ou seis garotos promissores com potencial fecham o elenco em condições de buscar vitórias e títulos.

Não confundir cruzamento com “chuveirinho”

Leia o post original por Mion

Carlinhos tem facilidade em chegar na linha de fundo e cruzar consciente para um companheiro.

Carlinhos tem facilidade em chegar na linha de fundo e cruzar consciente para um companheiro.

           É comum ouvirmos comentaristas falando em opções de jogadas e salientar a limitação de uma equipe ao utilizar o tradicional “chuveirinho”. Na verdade há uma confusão entre jogo aéreo e aquele “bumba meu boi” para dentro da área. O técnico Muricy já foi acusado de abusar dos cruzamentos para a área, alguns exageram dizendo que era a única jogada treinada quando ganhou diversos títulos no São Paulo.

A equipe vencedora é aquela que percebe os pontos fracos de seu adversário. Se for a bola alta, tem sim que explorar o jogo aéreo, devidamente treinado como é o caso de Muricy. Caso os zagueiros sejam pesados, a busca do gol deve acontecer via toques rápidos e tabelas. Caso o goleiro não seja, digamos confiável, o arremate de longa ou média distância surge como opção mais viável.

Acontece que no futebol atual o jogo aéreo na maioria das vezes limita-se ao chutão para dentro da área. Aquele cruzamento “vamos ver o que dá”. Isso não é jogo aéreo. É falta de qualidade e sem opção mandam a bola pra dentro da área para ver o que dá.

Já o jogo aéreo é realizado por especialistas, jogadores com capacidade técnica de colocar a bola na cabeça do atacante ou descobrir um companheiro desmarcado em condições de fazer gol. No futebol brasileiro podemos citar o paraguaio Arce do Palmeiras, Jorginho, Leandro e Júnior ex-Flamengo e seleção, Vladimir do Timão e muitos outros reconhecidos como especialistas nas décadas de 70 e 80.

E hoje? Vou pegar um exemplo: Carlinhos do Fluminense, campeão brasileiro. Tem também Fábio Santos do campeão Mundial Corinthians. Esses cruzam a bola com qualidade consciente, é o verdadeiro jogo aéreo. E exemplo de “bumba meu boi” … bem, a grande maioria. Nem vou citar um nome para não ficar chato, seria injustiça porque certamente esqueceria da metade.