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São Paulo inicia votação para escolher layout de novo ônibus na sexta

Leia o post original por Perrone

Ilustração do novo ônibus do São Paulo

O São Paulo vai iniciar nesta sexta (24), às 20h, a votação para escolher o layout do novo ônibus de seu time principal de futebol masculino.

Os torcedores poderão votar até o próximo domingo à noite por meio de um aplicativo do clube. Serão apresentados quatro modelos.

Além de o mais votado ser usado no veículo da equipe masculina, o segundo colocado deve ser aproveitado no ônibus que servirá aos elencos de basquete masculino e futebol feminino.

O ônibus que transportará os jogadores comandados por Fernando Diniz foi projetado internamente seguindo pedidos da comissão técnica e de Raí, executivo de futebol.

Haverá kits multimídia em todas as poltronas e uma sala de reuniões no andar inferior. Um elevador ajudará na entrada de jogadores lesionados. O veículo do basquete e do time feminino terá apenas um andar.

 

SPFC reduz salários de mais funcionários ligados ao time de futebol

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A direção de futebol do São Paulo determinou nesta quinta (21) que funcionários ligados ao time profissional que ainda não tinham sofrido redução salarial tenham corte de 25% em suas remunerações a partir do próximo  pagamento.

Conforme apurou o blog, Alexandre Pássaro, gerente-executivo de futebol, encaminhou ontem e-mail para o departamento de RH solicitando a redução para todos os funcionários do CT da Barra Funda. O corte é o mesmo aplicado aos salários de empregados que trabalham no Morumbi.

Como havia a possibilidade de os clubes voltarem a treinar em maio para a retomada do Campeonato Paulista, alguns funcionários ligados à comissão técnica, como fisioterapeutas, ainda estavam recebendo o salário integral.

O argumento para isso era de que uma eventual volta teria 15 dias seguidos de concentração como estratégia de combate à transmissão do novo coronavírus. Se isso ocorresse, esses funcionários teriam um aumento significativo na carga horária de trabalho.

A diretoria, então, optou por pagar integralmente esses salários e aplicar eventuais descontos dependendo da data de retorno.

Como já se sabe que a volta não acontecerá em maio, a redução será aplicada. Jogadores, Fernando Diniz, Pássaro e Raí, diretor-executivo, já tinham sofrido cortes de 50% salários. O clube estuda a possibilidade de “devolver” parte dessa porcentagem após o retorno.

Apesar de irritação com FPF, São Paulo está longe de romper com entidade

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Apesar da irritação de dirigentes do São Paulo com a Federação Paulista por conta de recentes erros de arbitragem contra o time, o clube está longe de romper com a entidade, como fez o Palmeiras em 2018.

Isso principalmente porque os cartolas tricolores entendem que a FPF recebeu suas críticas de maneira respeitosa e num clima propício ao diálogo. Nos bastidores do Morumbi o discurso é de que os dirigentes da entidade admitiram os erros contra a equipe e que prometeram tomar providências.

Do lado da federação há  um sentimento de compreensão com as queixas do clube. Mauro Silva, um dos vices da casa, conversou com jogadores, como Tiago Volpi, e agradeceu pelo comportamento deles diante dos erros de arbitragem no empate com o Novorizontino. Isso porque crê que eles tiveram calma para evitar uma rebelião de maiores proporções em campo.

Na ocasião a FPF admitiu que dois gols tricolores foram anulados incorretamente e que a equipe sofreu com a não marcação de dois pênaltis a seu favor.

Como mostrou a coluna De Primeira, o São Paulo montou uma ofensiva para cobrar a FPF. Foram pelo menos três ligações com cobranças feitas entre sábado, dia do jogo contra o Corinthians em que o clube reclamou da não marcação de um pênalti que teria ocorrido a seu favor, e a última segunda.

O presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, telefonou para Reinaldo Carneiro Bastos, mandatário da federação, que estava na Itália.

Os dirigentes remunerados  Raí e Alexandre Pássaro ligaram para Mauro Silva. Nos telefonemas, os cartolas do São Paulo repetiram críticas que foram feitas em público por Lugano e Raí.

Em entrevista coletiva depois do empate sem gols com o Corinthians, Raí chegou a dizer que seu clube tem sido roubado em jogos em casa e que isso não pode acontecer.

Apesar da forte cobrança, nenhuma das conversas descambou para o bate-boca, o que sustenta a tese de que um atrito maior está descartado neste momento.

Leco não se pronunciou publicamente sobre o tema. Mas gente que conversou recentemente com o dirigente tricolor o descreve como muito irritado com a Federação Paulista, porém, sem citar a possibilidade de rompimento.

Crítica de Daniel Alves à política do SPFC gera nova pressão sobre Leco

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Nos últimos dias, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, tem se reunido com conselheiros do São Paulo para falar, principalmente, dos planos do clube para 2020. Nos encontros o presidente tricolor voltou a ouvir pedidos de reestruturação nos métodos de trabalho no CT da Barra Funda, um antigo desejo de opositores. Dessa vez, porém, uma entrevista dada por Daniel Alves se queixando da política são-paulina agregou ao cardápio solicitações de alteração no departamento de comunicação responsável pelo futebol do clube.

Diferentes grupos políticos pediram alterações no setor, mas não necessariamente trocas de profissionais. Leco ouviu que jogadores estariam sendo influenciados por funcionários em relação a como devem se comportar em entrevistas que abordam a política interna principalmente com o intuito de defender quem trabalha no CT.

Nenhuma prova de que tal influência ocorre foi apresentada. Entrevista dada por Daniel Alves, após a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, no final de novembro, é citada pelos queixosos. “A sensação que tenho é que aqui no São Paulo existem vários partidos. Isso é um problema, porque não gera estabilidade. Não é todo mundo que quer a mesma coisa. Nós queremos uma coisa, mas o entorno do São Paulo é muito pessimista, quem está fora quer entrar e às vezes joga um pouco sujo”, disse o jogador na ocasião.

Na mesma oportunidade, o lateral e meio-campista defendeu o diretor executivo de futebol são-paulino. “A gente não cogita esse tipo coisa [saída de Raí] pelo simples fato que a gente quer estabilidade dentro do clube”, declarou o atleta ao ser perguntado a respeito da pressão sobre o dirigente remunerado. Naquele momento a cobrança de conselheiros pela queda de Raí era intensa.

Os grupos que levantaram a possibilidade de Daniel Alves ter sido sugestionado pelo departamento de comunicação afirmam que o jogador está há pouco tempo no Morumbi e não teria elementos para analisar a política interna.

Nesse contexto, os conselheiros afirmam que os responsáveis pela comunicação no time de futebol precisam se preocupar em defender mais a instituição e menos os funcionários. Uma das sugestões é deslocar parte da equipe para o Morumbi, afastando alguns dos profissionais de colegas de CT.

Procurada, a direção de comunicação disse que devido ao envolvimento no “caso Jean” não seria possível ouvir Leco sobre a opinião do presidente em relação às reclamações e se ele pretende tomar alguma atitude. O departamento de comunicação também não se pronunciou sobre as queixas dos conselheiros.

Internamente, no entanto, quem defende os responsáveis pela área afirma ser impossível um funcionário do clube influenciar um jogador com a patente de Daniel Alves. Vale lembrar que Dani historicamente adota posicionamentos firmes em público. Também existe o sentimento de que há membros do Conselho Deliberativo interessados na troca de pessoal na comunicação para fazer suas próprias indicações. O assessor de imprensa de Daniel Alves não foi procurado porque não fala com o blog.

O SPFC não cabe numa Arena

Leia o post original por Rica Perrone

As vezes eu acho que passa. Tem dia que eu até penso nem me importar mais, tamanho o desgaste que isso dá no dia-a-dia. Mas quando um  clube não precisa nem de uniforme e nem de uma bola pra parar o futebol e se fazer protagonista, algo está muito vivo ali dentro. O Morumbi que…

Andrés x Raí: fico do lado óbvio

Leia o post original por Craque Neto 10

Uma declaração recente do Andrés Sanchez aos canais Fox deu uma polêmica danada na mídia esportiva. O presidente do Corinthians afirmou com todas as letras que o ídolo Raí, atual diretor de futebol do São Paulo, teria procurado a CBF querendo assumir o lugar deixado pelo Edu Gaspar na coordenação de Seleções. Ou seja, deu a entender que seria uma baita traição do ex-jogador com a torcida e com o próprio Leco. Isso caiu como uma bomba no Tricolor e fez o próprio Raí sair em sua defesa, alegando ser mentira e que o cartola corintiano tem coisa muito mais […]

Manchester City fez oferta que poderia chegar a R$ 106 milhões por Antony

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A proposta que a diretoria do São Paulo disse ter recusado por Antony foi feita pelo Manchester City numa parceria com o Sporting, de Portugal, que ficaria com o jogador por pelo menos uma temporada para ele ganhar rodagem na Europa, conforme apurou o blog.

Nesta terça (9), o diretor executivo Raí e o gerente executivo Alexandre Pássaro afirmaram que o clube do Morumbi recusou uma oferta superior a 20 milhões de euros  (cerca de R$ 85 milhões) pelo jogador. O valor poderia chegar a 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 106,04 milhões) com a aplicação de bônus por desempenho, de acordo com a apuração do blog.

O contrato do atacante vale até 30 de setembro de 2023 e tem multa rescisória estipulada em 50 milhões de euros (cerca de R$ 170 milhões).

A oferta salarial também era tentadora para a revelação são-paulina. Porém, de acordo com pessoas ligadas a ele e ao departamento de futebol do clube, o jogador não fez pressão para ser negociado. Isso porque entendeu que estrategicamente seria ruim para a diretoria perdê-lo num momento em que a agremiação tenta retomar o caminho dos títulos e após as saídas de outros jovens que geraram protestos de torcedores.

Outro ponto é que Antony compreendeu que a eventual tentativa de sair agora poderia abalar sua identificação com o São Paulo e com os torcedores. Segundo gente próxima ao atacante, ele manifesta o desejo de ainda alcançar metas pela equipe e crê que mais para frente pode conseguir uma negociação ainda melhor.

Cuca é poupado de cobranças por aliados de presidente do São Paulo

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Apesar de pressionar Leco por mudanças no departamento de futebol do São Paulo, a base aliada do presidente poupa o técnico Cuca.

O treinador sofre críticas, mas a maioria do grupo entende que ele não é o problema central. O discurso interno é de que o técnico ainda precisa de mais tempo para desenvolver seu trabalho.

A avaliação também é de que há um defeito estrutural e antigo na condução do futebol tricolor que afeta o desempenho do treinador. Ou seja, trocar mais uma vez de comandante sem arrumar a casa não seria produtivo.

Nesse cenário há  mais cobranças sobre funcionários do departamento de futebol do São Paulo, como Raí, Lugano, Alexandre Pássaro, que toca contratações, analistas de desempenho e responsáveis pelas áreas médica e física do que em relação ao treinador do time.

Existem até queixas de que falta na direção questionamentos a algumas decisões técnicas de Cuca.

Pelo menos parte dos descontentes acredita que Leco possa fazer tais mudanças estruturais durante a parada para a Copa América. Isso, segundo eles, ajudaria o trabalho do técnico.

Como mostrou o blog, os aliados do presidente que querem alterações dizem que não pregam necessariamente demissões, mas uma mudança de filosofia no CT da Barra Funda.

 

 

Aliados de Leco cobram reestruturação no departamento de futebol do SPFC

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A pressão sobre Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, não é obra só da oposição e de parte da torcida. A base aliada do dirigente faz insistente cobrança por uma reestruturação no CT da Barra Funda.

O entendimento é de que se depois de várias trocas de treinadores e outros membros da comissão técnica, jogadores e diretores de futebol o clube não voltou a conquistar títulos é hora de mudar a filosofia de trabalho no departamento de futebol.

O mantra desses conselheiros e dirigentes é de que não pedem uma caça às bruxas, mas revisão dos métodos de trabalho com o objetivo de implantar nova estrutura no CT. Isso apesar de Raí ter introduzido novas práticas e rotinas profissionais no departamento.

De cara, os aliados de Leco pedem uma discussão sobre as funções de Raí, Lugano, Vágner Mancini e Alexandre Pássaro, gerente executivo, responsável, entre outras funções, por conduzir contratações. Querem saber se não há sobreposições de funções, discutir uma reorganização entre eles e a necessidade de o clube contar com os quatro profissionais, considerados caros por esses apoiadores do presidente.

Outro alvo é o setor de análise de desempenho. Sob o argumento de que vários jogadores foram contratados e não deram certo, pedem uma análise e mudanças nos métodos de avaliação de prováveis reforços. Cobram também mais atenção ao histórico disciplinar dos jogadores pretendidos.

O grupo diz que não prega necessariamente demissões. Fala em reciclagem dos profissionais por desconfiar de desatualização por parte desses funcionários.

O blog telefonou para Leco, mas ele não atendeu ao celular. No CT da Barra Funda o lema é de que não é o momento de dar justificativas, mas de trabalhar para o time reagir rapidamente.