Arquivo da categoria: Raí

Negociações suspeitas em cifras milionárias marcam diretoria do São Paulo

Leia o post original por Craque Neto

A insatisfação de parte do conselho do São Paulo vem movimentando os bastidores do clube. A maior parte da cúpula não apoia o trabalho do diretor de futebol Raí, que tem contratado jogadores de alto valor que não trazem resultado em campo. As parcerias com empresários também são bem discutíveis e suspeitas. Isso sem contar que o presidente Leco manda, desmanda e brinca com os cofres do clube. Para se ter ideia entre bancos daqui do Brasil a instituição São Paulo Futebol Clube deve mais de R$ 65 milhões em empréstimos. Portanto pra mim fica muito claro: o principal responsável […]

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Leco procurou Raí para descartar demissão após pedido de conselheiros

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Pouco depois de ouvir conselheiros pedirem a cabeça de Raí, no último sábado (23), o presidente do São Paulo procurou o diretor executivo de futebol para dizer que não existe possibilidade de a reivindicação ser atendida. Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, estava no CT da Barra Funda, onde foi a reunião, e decidiu procurar o ex-jogador assim que leu a notícia do encontro no UOL Esporte.

Na reunião, Leco já havia sinalizado que não pretende demitir Raí e Alexandre Pássaro, gerente executivo e que também teve sua saída cobrada. Porém, o cartola ficou de analisar outras sugestões de seus interlocutores.

Leco não esperava que o conteúdo da reunião virasse notícia. Ao saber da publicação, decidiu falar imediatamente com o diretor executivo para evitar que ele interpretasse estar enfrentando um processo de fritura. O diálogo sobre o tema foi rápido e, segundo duas pessoas que convivem com Raí, ele não demonstrou preocupação.

No episódio, o ex-jogador ganhou apoio de aliados de Leco, que se manifestaram internamente repudiando o pedido de demissão do cartola. Parte deles, crítica Leco por ter recebido o grupo que se define como sendo de oposição, mas tem aumentado seu acesso ao presidente.

A avaliação no entorno de Raí e Leco é de que o diretor executivo escapou sem abalos do pedido de degola. Ele já vinha enfrentando questionamentos até de membros do Conselho de Administração do São Paulo que consideram os resultados obtidos pelo time incompatíveis com a estrutura que o ex-jogador ajudou a montar no departamento de futebol.

Normalmente, Raí não demonstra abatimento com as queixas em relação a seu trabalho. Após os baques sentidos com a eliminação antes da fase de grupos da Libertadores e com a derrota no clássico com o Corinthians, por 2 a 1 , ele tem passado mensagens de otimismo no CT são-paulino. O discurso do executivo é de confiança numa retomada depois de ver seu próprio projeto com Jardine fracassar e refazer os planos com o interino Mancini e, depois, Cuca.

Com José Eduardo Martins e Bruno Grossi, do UOL, em São Paulo

Raí pressionado: o que dizem críticos e defensores do dirigente do SPFC

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

O preocupante começo de temporada do São Paulo faz uma parcela dos conselheiros do clube, incluindo apoiadores da atual gestão, criticar Raí, diretor executivo de futebol. Existe clara divisão, pois o ídolo ainda tem muitos defensores.

Os descontentes mais radicais questionam até a permanência do ex-meia se o time cair antes da fase de grupos da Libertadores. Isso acontece caso a equipe não reverta nesta quarta (12), no Morumbi, a desvantagem por ter perdido por 2 a 0 para o Talleres na Argentina. Eles trabalham com a informação de que o ex-atleta tem carta branca para tomar decisões, por isso colocam grande carga de responsabilidade nos ombros dele.

Por meio da assessoria de imprensa do São Paulo, o blog tentou ouvir Raí, mas não obteve sucesso. A seguir, leia o que argumenta quem está na bronca com o dirigente remunerado em quem continua fechado com o ídolo.

Aguirre

Críticos do ex-meia acreditam que ele se precipitou ao definir a saída de Diego Aguirre na reta final do Brasileirão do ano passado. Avaliam que a decisão poderia ter esperado o fim do campeonato. Assim, acreditam, a escolha do substituto poderia ser feita com mais calma. Na ocasião, o São Paulo emitiu nota afirmando que a medida foi tomada em conjunto entre diretoria e técnico depois da definição de que ele não seria o comandante em 2019.

Treinador cascudo

Os que estão contrariados com Raí apontam como decisão pessoal do dirigente a escolha de André Jardine, técnico com pouca experiência, para ocupar a vaga de Aguirre. Sustentam que o time precisava de um comandante cascudo para dominar o vestiário e ser respeitado pelos atletas em campo.

Insistência com Jardine

Raí também é atacado por ter mantido Jardine depois da derrota para o Talleres na Argentina. Por esse raciocínio, o time teria recebido uma injeção de ânimo com a mudança para a partida decisiva. Em caso de eliminação nesta quarta, o argumento é de que não adiantará trocar de técnico depois de o principal objetivo do clube na temporada ir pelo ralo. E que, se o São Paulo conseguir a virada, terá que continuar com um técnico contestado, já que seria difícil optar pela demissão com um triunfo.

Goleiros

Parte dos descontentes reclama do empréstimo de Lucas Perri para o Crystal Palace. A tese é de que seria muito melhor ter apostado no goleiro formado nas categoria de base do que em Jean, que veio do Bahia e é reserva.

Estafe

Até entre quem defende Raí existe queixa contra contratações feitas por ele para o departamento de futebol. A principal delas é em relação a Vagner Mancini, que não convenceu parte dos conselheiros e dos membros do Conselho de Administração sobre ser necessário ao clube. A conversa é de que a comissão técnica planejada por Raí é grande, por isso tem a obrigação de apresentar melhores resultados.

Quem defende Raí diz que ele…

…é sério e não deixa espaço para que sejam oferecidos negócios irregulares ao clube.

…se preparou para função e tem competência para ocupar o cargo.

…trouxe uma série de práticas e rotinas profissionais para o departamento de futebol são-paulino.

…é respeitado pelos jogadores por conta de sua história e tem autoridade junto a eles para fazer cobranças.

 

 

 

 

Derrotas do São Paulo no Paulista aumentam pressão sobre Raí e seu estafe

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As derrotas para Santos e Guarani no Paulista serviram como senha para conselheiros do São Paulo aumentarem a pressão sobre Raí e os demais dirigentes remunerados do futebol tricolor. A principal cobrança acontece pela avaliação de que o ex-meia montou uma estrutura grande, com funcionários de qualidade e bem remunerados. Para eles, isso gera a obrigação de melhores resultados.

Procurado, Raí afirmou por meio da assessoria de imprensa do clube que não se incomoda com as críticas.

Nas palavras de um dos insatisfeitos, o ex-atleta, com contratações feitas desde a sua chegada, armou uma superestrutura, então precisa apresentar super-resultados. Há críticos em grupos de situação e de oposição. Pelo menos dois integrantes do Conselho de Administração são-paulino também avaliam que os resultados precisam ser melhores para justificarem os investimentos. Porém, o órgão não debateu o tema oficialmente.

Um dos questionamentos recai sobre a contratação de Vagner Mancini como coordenador técnico após a saída de Ricardo Rocha. A análise desses conselheiros é de que poderiam dar conta do recado Raí, diretor executivo de futebol, Alexandre Pássaro, gerente executivo, Lugano, diretor institucional, mas próximo ao futebol, e Fernando Bracali Chapecó, conselheiro e diretor-adjunto que atua no departamento sem ser remunerado.

Outra contratação questionada pelo mesmo grupo de conselheiros foi a do preparador físico Carlinhos Neves. Não por sua capacidade profissional mas porque o clube tem três outros preparadores. Em termos comparativos, o Corinthians conta com dois profissionais na preparação física, só que eles comandam quatro auxiliares. Já o Palmeiras possui um coordenador de preparação física e dois preparadores.

Apesar das queixas, o blog apurou que a comissão técnica atual custa menos da metade do que a do ano passado com Diego Aguirre e seu estafe e antes da saída de Rocha. A principal diferença está entre os salários do ex-técnico e do atual, André Jardine.

O argumento de que a temporada está só começando e é preciso dar tempo para a equipe mostrar resultado não amolece os críticos. Nos bastidores, eles sustentam que pelo tamanho do estafe e pelos gastos do clube um retorno melhor deveria ter sido apresentado até aqui. Outro argumento é de que Raí já tinha montado uma grande estrutura no ano passado sem proporcionar os resultados esperados por eles. Ou seja, não são apenas as duas derrotas no Estadual que pesam na balança.

Tava indo tão bem, hein Raí?!

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Eu, José Ferreira Neto, posso me declarar um grande admirador do Raí. Éramos rivais enquanto jogadores, mas não nego que ele me inspirava pra jogar bola. As boas atuações dele me forçavam a melhorar. Ainda assim, fora das quatro linhas, a gente sempre se encontrava. Formamos uma amizade legal. Tanto é que sempre o defendi onde estivesse. Só que não posso deixar de fazer minhas críticas ao profissional diretor de futebol do São Paulo. Na montagem do elenco para 2019 ele vinha fazendo um trabalho bem interessante. Contratou jogadores para posições pontuais e verdadeiramente fortaleceu o time. Já citei no […]

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Tricolor busca reforços pontuais para carências do elenco

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De todas as maiores potências entre os clubes brasileiros o São Paulo talvez seja aquele com mais tempo na fila sem ganhar títulos. Na última década apenas uma taça, a da Sul-Americana de 2012, ainda assim de maneira bem sem graça. Jogando apenas um dos tempos e com muita polêmica. De qualquer forma ainda falta muito para a evolução do time. Mas acho que o torcedor pode ficar confiante com essa administração do Raí. Nessa temporada o São Paulo não conquistou nada, é verdade. Mas conseguiu sim formar um time competitivo. A defesa, por exemplo, é a melhor dos últimos […]

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Leco: o DESTRUIDOR de ídolos

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Apesar da quinta colocação e a praticamente assegurada vaga na Pré-Libertadores, o ídolo Raí, atual diretor de futebol do São Paulo, chamou a responsabilidade pra si e anunciou a demissão do técnico Diego Aguirre. A atitude foi bem contestada pelo outro ‘dirigente-ídolo’, o uruguaio Lugano. Mas a verdade – pelo menos na minha opinião – é que o ex-camisa 10 acertou na decisão. Estava ficando cada vez evidente que o comandante tinha perdido o controle do vestiário. Tinha perdido inclusive a queda de braço com o atacante Nenê. E o que mais me incomoda nessa história toda é a apatia […]

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Tricolor mantém sonho de técnico para 2019

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Nada de Rogério Ceni, como muito são-paulino vem sonhando após o ídolo conquistar a Série B no comando do Fortaleza. O possível novo técnico do Tricolor para 2019 é mesmo Abel Braga. Pelo menos esse é o nome preferido do diretor de futebol Raí, notícia inclusive adiantada na última semana pelo comentarista Velloso durante o ‘Os Donos da Bola’ da Band. O dirigente já teria inclusive entrado em contato com o treinador, que está fora em um período sabático, como os caras gostam de dizer. A verdade é que o Raí pessoalmente quis desligar o uruguaio Aguirre na semana passada. […]

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Críticas de Raí a Bolsonaro e silêncio do SPFC chateam parte do conselho

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As críticas disparadas por Raí contra Jair Bolsonaro em recente entrevista ao jornal francês “L’Equipe” e o silêncio do São Paulo em relação a elas incomodaram parte dos conselheiros tricolores.

Um dos motivos de insatisfação é o fato de o clube ter se manifestado oficialmente depois de Diego Souza comemorar seu gol contra o Flamengo no último domingo (4) homenageando o presidente eleito e ter se calado diante das declarações de Raí.

De acordo com a “Folha de S. Paulo”, o clube afirmou que a posição do jogador não reflete à da agremiação e que não se vê no direito de cercear a opinião alheia.

Entre os insatisfeitos está um eleitor do atual presidente tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Ele procurou o blog para falar sobre o caso em tom de desabafo. O conselheiro incomodado disse, sob a condição de anonimato, que os insatisfeitos entendem que a atual direção é mais tolerante com as manifestações contrárias ao presidente eleito.

Outros dois membros do conselho são-paulino confirmaram a versão de que há insatisfação com o episódio no qual Raí criticou Bolsonaro.

Também faz parte das queixas o fato de o diretor executivo de futebol do São Paulo estar envolvido com a elaboração do código de conduta e de ética do clube. Como mostrou o blog, o documento deve vetar manifestações políticas de funcionários, incluindo jogadores e dirigentes remunerados.

O argumento é de que Raí teria agido de maneira contraditória em relação ao futuro código ao fazer comentários políticos publicamente. Na entrevista, o ex-jogador chegou a chamar de absurdos e repugnantes os valores defendidos por Bolsonaro e seus eleitores.

O blog procurou a assessoria de imprensa do São Paulo para tentar ouvir Raí sobre o assunto e segue aguardando uma resposta oficial.

De acordo com pessoas próximas a Leco, o posicionamento sobre Diego Souza foi feito porque o jogador se manifestou vestindo a camisa do clube e ainda fez gesto imitando uma arma. Mesmo assim, o atleta não chegou a ser repreendido. As mesmas fontes questionam a relevância da insatisfação de alguns conselheiros num universo de cerca de 240 cartolas.

Um membro do conselho que confirma haver colegas insatisfeitos com as críticas de Raí é o opositor Newton Luiz Ferreira, o Newton do Chapéu.

Ele disse que acredita ter sido procurado por sócios e torcedores, além de membros do conselho, insatisfeitos com o diretor executivo por ter feito campanha por votos para Bolsonaro.

Mas, ao escrever em rede social sobre essa insatisfação de parte dos são-paulinos, ele defendeu Raí. “Obviamente, tenho uma posição contrária à dele, porém vivemos em um estado democrático, e o depoimento do Raí foi como cidadão brasileiro, não falou representando o São Paulo”, escreveu Newton no dia 1º de novembro. O opositor deixou claro não fazer parte do grupo que está aborrecido com o ex-jogador.

Tréllez

Um dos conselheiros que conversaram com o blog disse estranhar o fato de entre o primeiro e o segundo turnos da eleição presidencial a numeração de Tréllez ter mudado de 17, número de Bolsonaro no pleito, para 7.

O blog também aguarda resposta da assessoria de imprensa sobre essa mudança.

 

SPFC elabora código de ética. Ato político está entre temas abordados

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O São Paulo prepara um código de conduta e ética para ser seguido por seus funcionários, incluindo jogadores e comissão técnica. A ideia é apresentar a eles o documento em janeiro de 2019.

O objetivo principal é deixar clara para quem trabalha no clube a identidade e os valores da agremiação e como agir de acordo com esses ideais.

Um tema atual que será abordado pelo código é o comportamento em relação a manifestações políticas. Desde a última campanha para a presidência do Brasil, elas têm sido comuns entre jogadores que apoiam o presidente eleito Jair Bolsonaro.

No último domingo, Diego Souza comemorou seu gol contra o Flamengo homenageando o capitão. Parte da torcida criticou o atleta alegando que com o uniforme do clube ele não poderia se manifestar já que correria o risco de passar uma imagem diferente dos valores defendidos pela instituição.

O texto do novo código ainda não está fechado. Ele não deve se aprofundar em relação ao comportamento político dos funcionários já que não é considerado um tema central por seus idealizadores.

A tendência é de que a questão receba tratamento parecido ao dado no estatuto tricolor. O conjunto de regras do clube diz que é vedado aos associados promover manifestações de caráter político estranho ao São Paulo ou atos discriminatórios nas dependências do clube.

Para ser coerente com o estatuto, o código deve orientar jogadores e demais colaboradores a evitarem atos políticos como o feito por Diego Souza.

Uma comissão que tem a participação de Raí, diretor executivo de futebol, cuida do documento há cerca de três meses. Ou seja, a criação do código não foi motivada pela celebração de Diego Souza.

O documento também não é tratado como uma cartilha de comportamento. Na visão da diretoria se trata de peça fundamental para uma boa gestão e eficiente política administrativa.

Trabalhar a identidade do São Paulo para dentro e fora da instituição mostrando o que norteia suas decisões e o diferencia de outras agremiações é um dos principais conceitos da iniciativa.

O código também abordará governança corporativa, relação de funcionários, como jogadores, com associados, torcedores, fornecedores, imprensa, poder público, entidades esportivas e entre os colaboradores.

Entre outros assuntos, ainda cuidará de conflitos de interesse, assédio moral, violência psicológica, respeito à diversidade e definirá diretrizes sobre como agir em casos de desvio de conduta.