Arquivo da categoria: Raí

Andrés x Raí: fico do lado óbvio

Leia o post original por Craque Neto 10

Uma declaração recente do Andrés Sanchez aos canais Fox deu uma polêmica danada na mídia esportiva. O presidente do Corinthians afirmou com todas as letras que o ídolo Raí, atual diretor de futebol do São Paulo, teria procurado a CBF querendo assumir o lugar deixado pelo Edu Gaspar na coordenação de Seleções. Ou seja, deu a entender que seria uma baita traição do ex-jogador com a torcida e com o próprio Leco. Isso caiu como uma bomba no Tricolor e fez o próprio Raí sair em sua defesa, alegando ser mentira e que o cartola corintiano tem coisa muito mais […]

Manchester City fez oferta que poderia chegar a R$ 106 milhões por Antony

Leia o post original por Perrone

A proposta que a diretoria do São Paulo disse ter recusado por Antony foi feita pelo Manchester City numa parceria com o Sporting, de Portugal, que ficaria com o jogador por pelo menos uma temporada para ele ganhar rodagem na Europa, conforme apurou o blog.

Nesta terça (9), o diretor executivo Raí e o gerente executivo Alexandre Pássaro afirmaram que o clube do Morumbi recusou uma oferta superior a 20 milhões de euros  (cerca de R$ 85 milhões) pelo jogador. O valor poderia chegar a 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 106,04 milhões) com a aplicação de bônus por desempenho, de acordo com a apuração do blog.

O contrato do atacante vale até 30 de setembro de 2023 e tem multa rescisória estipulada em 50 milhões de euros (cerca de R$ 170 milhões).

A oferta salarial também era tentadora para a revelação são-paulina. Porém, de acordo com pessoas ligadas a ele e ao departamento de futebol do clube, o jogador não fez pressão para ser negociado. Isso porque entendeu que estrategicamente seria ruim para a diretoria perdê-lo num momento em que a agremiação tenta retomar o caminho dos títulos e após as saídas de outros jovens que geraram protestos de torcedores.

Outro ponto é que Antony compreendeu que a eventual tentativa de sair agora poderia abalar sua identificação com o São Paulo e com os torcedores. Segundo gente próxima ao atacante, ele manifesta o desejo de ainda alcançar metas pela equipe e crê que mais para frente pode conseguir uma negociação ainda melhor.

Cuca é poupado de cobranças por aliados de presidente do São Paulo

Leia o post original por Perrone

Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Apesar de pressionar Leco por mudanças no departamento de futebol do São Paulo, a base aliada do presidente poupa o técnico Cuca.

O treinador sofre críticas, mas a maioria do grupo entende que ele não é o problema central. O discurso interno é de que o técnico ainda precisa de mais tempo para desenvolver seu trabalho.

A avaliação também é de que há um defeito estrutural e antigo na condução do futebol tricolor que afeta o desempenho do treinador. Ou seja, trocar mais uma vez de comandante sem arrumar a casa não seria produtivo.

Nesse cenário há  mais cobranças sobre funcionários do departamento de futebol do São Paulo, como Raí, Lugano, Alexandre Pássaro, que toca contratações, analistas de desempenho e responsáveis pelas áreas médica e física do que em relação ao treinador do time.

Existem até queixas de que falta na direção questionamentos a algumas decisões técnicas de Cuca.

Pelo menos parte dos descontentes acredita que Leco possa fazer tais mudanças estruturais durante a parada para a Copa América. Isso, segundo eles, ajudaria o trabalho do técnico.

Como mostrou o blog, os aliados do presidente que querem alterações dizem que não pregam necessariamente demissões, mas uma mudança de filosofia no CT da Barra Funda.

 

 

Aliados de Leco cobram reestruturação no departamento de futebol do SPFC

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A pressão sobre Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente do São Paulo, não é obra só da oposição e de parte da torcida. A base aliada do dirigente faz insistente cobrança por uma reestruturação no CT da Barra Funda.

O entendimento é de que se depois de várias trocas de treinadores e outros membros da comissão técnica, jogadores e diretores de futebol o clube não voltou a conquistar títulos é hora de mudar a filosofia de trabalho no departamento de futebol.

O mantra desses conselheiros e dirigentes é de que não pedem uma caça às bruxas, mas revisão dos métodos de trabalho com o objetivo de implantar nova estrutura no CT. Isso apesar de Raí ter introduzido novas práticas e rotinas profissionais no departamento.

De cara, os aliados de Leco pedem uma discussão sobre as funções de Raí, Lugano, Vágner Mancini e Alexandre Pássaro, gerente executivo, responsável, entre outras funções, por conduzir contratações. Querem saber se não há sobreposições de funções, discutir uma reorganização entre eles e a necessidade de o clube contar com os quatro profissionais, considerados caros por esses apoiadores do presidente.

Outro alvo é o setor de análise de desempenho. Sob o argumento de que vários jogadores foram contratados e não deram certo, pedem uma análise e mudanças nos métodos de avaliação de prováveis reforços. Cobram também mais atenção ao histórico disciplinar dos jogadores pretendidos.

O grupo diz que não prega necessariamente demissões. Fala em reciclagem dos profissionais por desconfiar de desatualização por parte desses funcionários.

O blog telefonou para Leco, mas ele não atendeu ao celular. No CT da Barra Funda o lema é de que não é o momento de dar justificativas, mas de trabalhar para o time reagir rapidamente.

Conselheiros protocolam proposta de renúncia de Leco

Leia o post original por Perrone

No último dia 30, foi protocolado na secretaria do Conselho Deliberativo do São Paulo ofício no qual pelo menos 46 conselheiros propõem a renúncia do presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

As comunicações entre conselheiros e à presidência precisam passar pelo conselho. Por isso, o órgão foi o responsável encaminhar o documento ao cartola. A carta reúne assinaturas de integrantes de diferentes grupos oposicionistas e também e de ex-eleitores de Leco.

O documento é datado de 25 de fevereiro, mas só na semana passada foi protocolado por Joaquim José e Lacerda Ribeiro, um dos signatários.

Para pedirem que Leco entregue o cargo, os membros do conselho afirmam que sua gestão no futebol é pífia. Reclamam de gastos no departamento que não seriam compatíveis com os custos e de constantes trocas de treinadores.

O blog não conseguiu falar com Leco até a publicação deste post, nem por meio de sua assessoria de imprensa.

Os conselheiros que assinaram a carta sabem que o presidente não irá atendê-los. Porém, enxergam na manifestação uma forma de protesto e pressão sobre o dirigente.

“O, ao que consta, muito bem remunerado diretor executivo de futebol profissional (Raí), passou a ter dois assistentes com nível salarial, também ao que consta, superior ao de dirigentes de multinacionais. o que gerou justa expectativa de acentuada melhora de desempenho. Ao invés disso, temos assistido mais do mesmo, com trocas contínuas de treinadores e respectivos auxiliares, a venda desenfreada de jovens promessas da base, diga-se, a valores expressivos, investidos, porém, na compra de veteranos descompromissados”, afirma trecho do documento.

Vale lembrar que a carta foi escrita antes de a equipe chegar ao vice-campeonato paulista deste ano.

Também há críticas à multa paga pela rescisão do contrato do técnico Rogério Ceni, à contratação de Maicosuel e à decisão de esperar Cuca se recuperar de problemas de saúde para assumir o comando da equipe.

Por fim, os conselheiros propõem a imediata renúncia do dirigente das presidências da diretoria e do Conselho de Administração do clube, esperando que “o bom senso” do cartola prevaleça sobre “outras razões de foro íntimo.”.

‘Porta-voz’, Lugano diz que momento crítico o fez se reaproximar do futebol

Leia o post original por Perrone

Há um pelotão de jornalistas buscando respostas para a crise do São Paulo. No alto da escada na sede da Federação Paulista de Futebol aparece Raí. Profissionais se preparam para ouvir o executivo de futebol do clube do Morumbi. Mas ele abre uma porta lateral e se retira. Lugano, superintendente institucional tricolor, toma a direção oposta e se dirige para a muvuca. Com paciência, responde sobre tudo. Atrito entre Jean e Mancini, possível vinda de Pato, críticas da torcida, chegada de Cuca. Sempre sem nervosismo.

A cena ocorrida nesta quinta (21), após a reunião sobre detalhes das quartas-de-final do Campeonato Paulista, mostrou um “porta-voz” com sotaque carregado representando o clube em momento de crise. Não que Raí tenha saído de cena, ele havia dado entrevista na noite anterior depois do empate da equipe com o São Caetano.

Na FPF, foi a vez de o uruguaio, de estilo despojado, metido num blazer e vestindo calça jeans, dar sua cara à tapa. Ele tem sido cada vez mais presente no futebol do clube, apesar de seu cargo não estar diretamente relacionado ao departamento. Perguntado por este blogueiro sobre sua proximidade com o cotidiano da equipe, ele disse: “o momento exige”. Então, quando a crise passar, vai se afastar? “Provavelmente, como eu já fiz (antes)”, respondeu o uruguaio, rindo.

O discurso na diretoria, porém, é de que mesmo quando a tempestade se for o ex-zagueiro vai continuar ligado ao futebol. Raí e o presidente Leco pediram sua reaproximação, após certo distanciamento, e entenderam que ele deveria estar ainda mais presente do que antes. E sendo mais ouvido em casos importantes. Seu perfil é considerado diferente do ostentado pelo ex-meia. É visto como mais enérgico, enquanto o executivo de futebol é tido como ponderado. A direção acredita ser importante esse contraste para criar equilíbrio. Lugano também é definido como um personagem importante para administrar o vestiário.

No salão no térreo do prédio federação, ele mostrou habilidade na administração de temas espinhosos diante da imprensa. Foi assim ao negar que o fato de Vagner Mancini ser treinador interino deu força para o goleiro Jean se insurgir contra o técnico. E também para rechaçar a tese de que o arqueiro desrespeitou a instituição que Lugano tanto defende. “Não, ele estava de cabeça quente, já passei 20 mil vezes por situações assim”, afirmou.

O uruguaio baseia seu discurso na tese de que problemas sempre acontecem, mas que agora, graças ao universo digital, os vazamentos são mais frequentes e tudo ganha uma proporção maior. E como resolver o problema? “Jogando melhor, tentando ganhar o Campeonato Paulista, que talvez não tenhamos valorizado na minha época (como jogador)”, declara.

Sem fechar a cara ou alterar o tom de voz, Lugano foi apagando incêndios, transformando entrevistas em bate-papo. “Eu e Raí sabíamos onde a gente estava se metendo”, afirmou ao comentar as críticas da torcida.

Diferentemente de quando chegava forte nos adversários em campo, Lugano foi gentil até ao falar de jogador adversário. Isso aconteceu ao ser questionado pela reportagem do site “Meu Timão” sobre o zagueiro Bruno Méndez, contratado pelo Corinthians. “Menino com um perfil muito bom, acho que o Corinthians contratou um ótimo jogador. É difícil no futebol que um jogador novo tenha essa visão, essa perspectiva de mundo (que o compatriota tem). Desejo o melhor do mundo pra ele. E ele é zagueiro, uruguaio”, derreteu-se o dirigente são-paulino.

Depois de cerca de 30 minutos atendendo a imprensa e tentando compartilhar a imagem de um São Paulo que se preocupa com a crise, mas não entra em desespero por causa dela, Lugano deixou a federação com pinta de bombeiro.

Com Arthur Sandes e José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

 

 

Negociações suspeitas em cifras milionárias marcam diretoria do São Paulo

Leia o post original por Craque Neto

A insatisfação de parte do conselho do São Paulo vem movimentando os bastidores do clube. A maior parte da cúpula não apoia o trabalho do diretor de futebol Raí, que tem contratado jogadores de alto valor que não trazem resultado em campo. As parcerias com empresários também são bem discutíveis e suspeitas. Isso sem contar que o presidente Leco manda, desmanda e brinca com os cofres do clube. Para se ter ideia entre bancos daqui do Brasil a instituição São Paulo Futebol Clube deve mais de R$ 65 milhões em empréstimos. Portanto pra mim fica muito claro: o principal responsável […]

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Leco procurou Raí para descartar demissão após pedido de conselheiros

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Pouco depois de ouvir conselheiros pedirem a cabeça de Raí, no último sábado (23), o presidente do São Paulo procurou o diretor executivo de futebol para dizer que não existe possibilidade de a reivindicação ser atendida. Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, estava no CT da Barra Funda, onde foi a reunião, e decidiu procurar o ex-jogador assim que leu a notícia do encontro no UOL Esporte.

Na reunião, Leco já havia sinalizado que não pretende demitir Raí e Alexandre Pássaro, gerente executivo e que também teve sua saída cobrada. Porém, o cartola ficou de analisar outras sugestões de seus interlocutores.

Leco não esperava que o conteúdo da reunião virasse notícia. Ao saber da publicação, decidiu falar imediatamente com o diretor executivo para evitar que ele interpretasse estar enfrentando um processo de fritura. O diálogo sobre o tema foi rápido e, segundo duas pessoas que convivem com Raí, ele não demonstrou preocupação.

No episódio, o ex-jogador ganhou apoio de aliados de Leco, que se manifestaram internamente repudiando o pedido de demissão do cartola. Parte deles, crítica Leco por ter recebido o grupo que se define como sendo de oposição, mas tem aumentado seu acesso ao presidente.

A avaliação no entorno de Raí e Leco é de que o diretor executivo escapou sem abalos do pedido de degola. Ele já vinha enfrentando questionamentos até de membros do Conselho de Administração do São Paulo que consideram os resultados obtidos pelo time incompatíveis com a estrutura que o ex-jogador ajudou a montar no departamento de futebol.

Normalmente, Raí não demonstra abatimento com as queixas em relação a seu trabalho. Após os baques sentidos com a eliminação antes da fase de grupos da Libertadores e com a derrota no clássico com o Corinthians, por 2 a 1 , ele tem passado mensagens de otimismo no CT são-paulino. O discurso do executivo é de confiança numa retomada depois de ver seu próprio projeto com Jardine fracassar e refazer os planos com o interino Mancini e, depois, Cuca.

Com José Eduardo Martins e Bruno Grossi, do UOL, em São Paulo

Raí pressionado: o que dizem críticos e defensores do dirigente do SPFC

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Foto: Marcello Zambrana/AGIF

O preocupante começo de temporada do São Paulo faz uma parcela dos conselheiros do clube, incluindo apoiadores da atual gestão, criticar Raí, diretor executivo de futebol. Existe clara divisão, pois o ídolo ainda tem muitos defensores.

Os descontentes mais radicais questionam até a permanência do ex-meia se o time cair antes da fase de grupos da Libertadores. Isso acontece caso a equipe não reverta nesta quarta (12), no Morumbi, a desvantagem por ter perdido por 2 a 0 para o Talleres na Argentina. Eles trabalham com a informação de que o ex-atleta tem carta branca para tomar decisões, por isso colocam grande carga de responsabilidade nos ombros dele.

Por meio da assessoria de imprensa do São Paulo, o blog tentou ouvir Raí, mas não obteve sucesso. A seguir, leia o que argumenta quem está na bronca com o dirigente remunerado em quem continua fechado com o ídolo.

Aguirre

Críticos do ex-meia acreditam que ele se precipitou ao definir a saída de Diego Aguirre na reta final do Brasileirão do ano passado. Avaliam que a decisão poderia ter esperado o fim do campeonato. Assim, acreditam, a escolha do substituto poderia ser feita com mais calma. Na ocasião, o São Paulo emitiu nota afirmando que a medida foi tomada em conjunto entre diretoria e técnico depois da definição de que ele não seria o comandante em 2019.

Treinador cascudo

Os que estão contrariados com Raí apontam como decisão pessoal do dirigente a escolha de André Jardine, técnico com pouca experiência, para ocupar a vaga de Aguirre. Sustentam que o time precisava de um comandante cascudo para dominar o vestiário e ser respeitado pelos atletas em campo.

Insistência com Jardine

Raí também é atacado por ter mantido Jardine depois da derrota para o Talleres na Argentina. Por esse raciocínio, o time teria recebido uma injeção de ânimo com a mudança para a partida decisiva. Em caso de eliminação nesta quarta, o argumento é de que não adiantará trocar de técnico depois de o principal objetivo do clube na temporada ir pelo ralo. E que, se o São Paulo conseguir a virada, terá que continuar com um técnico contestado, já que seria difícil optar pela demissão com um triunfo.

Goleiros

Parte dos descontentes reclama do empréstimo de Lucas Perri para o Crystal Palace. A tese é de que seria muito melhor ter apostado no goleiro formado nas categoria de base do que em Jean, que veio do Bahia e é reserva.

Estafe

Até entre quem defende Raí existe queixa contra contratações feitas por ele para o departamento de futebol. A principal delas é em relação a Vagner Mancini, que não convenceu parte dos conselheiros e dos membros do Conselho de Administração sobre ser necessário ao clube. A conversa é de que a comissão técnica planejada por Raí é grande, por isso tem a obrigação de apresentar melhores resultados.

Quem defende Raí diz que ele…

…é sério e não deixa espaço para que sejam oferecidos negócios irregulares ao clube.

…se preparou para função e tem competência para ocupar o cargo.

…trouxe uma série de práticas e rotinas profissionais para o departamento de futebol são-paulino.

…é respeitado pelos jogadores por conta de sua história e tem autoridade junto a eles para fazer cobranças.