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Jogo vale a liderança

Leia o post original por Odir Cunha


Em Cusco, no Peru, foi assim. O Santos dará o troco na Vila Belmiro?

Todas as áreas do Santos mostram evolução desde a entrada da nova gestão, com a exceção da mais importante para o torcedor, que é a performance do time de futebol masculino. Sei muito bem que não adianta equalizar as dívidas, aumentar o número de sócios, de embaixadas e escolinhas Meninos da Vila, crescer os valores do patrocínio e a visibilidade na tevê, se o time não render o esperado. Santistas são exigentes e isso faz parte de nossa cultura. Mas, às vezes, precisamos nos dedicar mais ao clube antes de sair por aí criticando tudo e todos.

A partida contra o venezuelano Real Garcilaso, nesta quinta-feira, às 19h15, na Vila Belmiro, vale a liderança do Grupo F da Libertadores, o que dará alguma vantagem para o Santos nas fases seguintes da competição. É a grande oportunidade de mostrar a nós mesmos que, acima de tudo, continuamos amando o Santos e queremos ver o seu sucesso.

A hora é de empurrar o Glorioso Alvinegro Praiano. No jogo de ida o time de Cusco, no Peru, mais acostumado ao ar rarefeito da altitude, venceu por 2 a 0. Vamos ver como eles se saem ao nível do mar. Garanto que o jogo será muito mais equilibrado, com maiores possibilidades de uma vitória santista.

Nossos jogadores, nosso técnico e nossa comissão técnica têm todo o apoio para desenvolver o melhor trabalho pelo Santos e estou confiante de que farão isso nessa quinta-feira. Quanto ao meia que todos pedem, e com razão, posso dizer que ele virá, e será dos melhores.

Acreditemos e empurremos o Santos para mais uma importante vitória! Quero ver todos vocês na Vila Belmiro. Ao menos os que moram mais perto de Santos. O lugar para se ouvir o grito do torcedor é no estádio, não pelo teclado frio e mudo do computador. Até lá!

Posso contar com a sua presença?


Grêmio sofreu pressão, mas não desistiu

Leia o post original por Juliana Mello

A vitória do Grêmio, ontem à noite, em Montevidéu, foi algo que nunca vi. O time de Enderson Moreira sofreu uma pressão indescritível no jogo, tanto do Nacional quanto da sua torcida. Principalmente depois que abriu o placar, com Riveros.

O time uruguaio tentou de tudo para empatar. Nos minutos finais, praticamente encurralou o Tricolor. A estreia com vitória debaixo de tanta pressão no Grupo da Morte é algo a ser para lá de comemorado.

Afinal, agora serão dois jogos na Arena. Quero ver a torcida lotando a casa do Grêmio para ajudar o time a garantir mais seis pontos.

Racismo

Outra cena lamentável de racismo contra um jogador negro. Na partida em que o Cruzeiro perdeu para o Real Garcilaso, no Peru, Tinga foi vítima de racismo, da forma mais porca e lamentável que isso possa acontecer. A Fifa tem tratado com rigor desse assunto, mas parece que pouco adianta. Estamos em 2014, e as pessoas continuam carecendo de civilidade. Não gosto dos métodos disciplinares da Conmebol. São superficiais. Ela permite ações que deveriam ser reprimidas, deveria ser mais exigente com os estádios e a segurança. Afinal, essa é a maior competição do continente.

Nesse caso envolvendo Tinga, espero que os dirigentes do futebol da América do Sul tenham muita vontade de uma punição exemplar para que episódios dessa natureza não se repitam. Só existe um jeito de deixar marcada a contrariedade de todos. Trata-se de uma punição exemplar, que iniba outros a fazerem o mesmo. Espero muito por isso.

Reabertura

O episódio da venda de ingressos pelo Inter, que se iniciou quarta-feira, deixou claro que os jogos-testes são fundamentais para azeitar tudo o que envolve um estádio reservado para a Copa do Mundo. O Inter contratou empresas para fazer esse serviço, mas todos foram surpreendidos pelo grande interesse dos colorados em voltar ao Beira-Rio.

O sistema congestionou e caiu. Por isso é que a FIFA exige os jogos-testes, com capacidade limitada de torcedores para ver se tudo funciona bem. Os erros vão sendo sanados com os testes.

É demais

O governo federal está preocupado com os movimentos sociais que se organizam para o período do Mundial. Na Copa das Confederações, os índices de aprovação da presidente Dilma Rousseff despencaram. Depois, voltaram aos patamares anteriores.

Mas, se isso se repetir em 2014, assessores temem não haver tempo de recuperação até a eleição presidencial.