Arquivo da categoria: Renato Augusto

Fazer o que na China?

Leia o post original por Craque Neto

Ouvi falar e sinceramente não acreditei que o Tite, técnico da Seleção Brasileira, estava na China para observar alguns jogadores brasileiros para a futura convocação da Copa América. Entre eles seu ex-comandado nos tempos de Corinthians, o meio-campista Renato Augusto, que atua pelo Beijing Guoan. Só pode ser brincadeira, né? Poxa vida! Nada contra o atleta, mas esse negócio do treinador pensar sempre nos mesmos caras até irrita um pouco. O que é difícil de entrar na minha cabeça é o fato de ter tanto jogo bom rolando pelo mundo, com brasileiro em campo, ele estar focado no inexpressivo futebol […]

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Opinião: condição física é obstáculo para o hexa

Leia o post original por Perrone

A comissão técnica da seleção brasileira não tinha motivos para dar o alerta. Mas, aos poucos, ficou claro que o estado físico dos jogadores da seleção brasileira é um dos maiores obstáculos rumo ao hexa.

Douglas Costa é a baixa da vez. Renato Augusto, Fred e Danilo já tinham dado dor de cabeça. Neymar é Fagner chegaram se recuperando de lesões.

No caso do atacante, a preocupação demonstrada por seus colegas de time em relação a ele nos últimos dias pode ser interpretada como um sinal de que vai ser mais difícil o camisa 10 estar 100% fisicamente na Rússia do que o grande público esperava.

Alguns jogadores, como Paulinho, citam o cansaço de fim de temporada europeia como um problema. Isso praticamente todas as seleções enfrentam.

A comissão técnica da seleção tem tamanho e estrutura inéditos. Logo se imagina que ela é capaz de saltar o obstáculo, apesar de o sarrafo estar lá no alto.

Para este blogueiro, a impressão é de que a cada dia fica mais difícil acreditar no título na Rússia. E que se ele for conquistado será  com sofrimento, sem sobras ou grandes espetáculos. Ou seja, exatamente como nas duas primeiras rodadas

Opinião: Tite indica que não vai ‘morrer abraçado’ com atleta de confiança

Leia o post original por Perrone

Tite tem um histórico de seguir com seus homens de confiança até o fim. Não importa o que aconteça.

Em 2013, por exemplo, foi criticado por não ter reformulado o elenco campeão da Libertadores e do mundo no ano anterior.

O time caiu de rendimento, terminou o Brasileiro em décimo lugar e o treinador “morreu abraçado” com alguns jogadores.

Na caminhada rumo à Copa do Mundo ele teve paciência com momentos de baixa de alguns de seus preferidos e os segurou até chegar em solo russo.

Porém, já no empate em um gol com a Suíça, no último domingo, ele mostrou não estar disposto a afundar abraçado com quem não tenha bom rendimento.

Aos 25 minutos do segundo tempo Paulinho e Casemiro já tinham saído para as entradas de Renato Augusto e Fernandinho.

Casemiro jogava bem, mas tinha cartão amarelo. Paulinho, um dos atletas em que Tite mais confia, jogou muito menos do que sabe. Ele é sério candidato a perder a vaga para Renato Augusto se não reagir diante da Costa Rica.

A situação de Paulinho é ememática. Se ele não está seguro, ninguém está.

Tite acertará em cheio se mantiver a linha de não preservar ninguém. O tempo de recuperação para os atletas é curto como a competição. Não dá para esperar por ninguém. O treinador sinalisou entender isso e estar disposto a mudar seu estilo em busca do hexa.

Vai faltar uma peça nessa engrenagem, viu?

Leia o post original por Craque Neto

Não é novidade pra ninguém que Tite já está com seus 23 escolhidos na Europa fazendo a preparação para a disputa da Copa Mundo que começa no próximo dia 14 na Rússia. Desde que foi convidado para assumir a Seleção (ou melhor, para salvar a pele do ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero!) o treinador acumula excelentes resultados. São 21 partidas com impressionantes 16 vitórias, três empates e apenas uma derrota para a Argentina por 1 a 0 em amistoso contra Argentina no ano passado. E mais fundamental do que os bons resultados em si foi o fato do […]

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Um “tatiquês” rápido sobre a seleção

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez haja nessa seleção algumas discussões táticas pouco produtivas em virtude da mudança do futebol. Se vários treinadores não acompanharam, imaginem torcedores. Quando se fala da seleção brasileira atual muita gente enxerga isso aqui: Os volantes bem “volantes”, os “meias” bem “meias” e dois “atacantes.  Era isso até outro dia, natural que ainda muita gente…

Alô Tite. Tchê Tchê tem que ser titular da seleção do Brasil.

Leia o post original por Nilson Cesar

Acho Tchê Tchê o jogador de meio campo mais versátil do Brasil. Muito melhor que Paulinho. Faria o meio campo com Casemiro, Tchê Tchê e Renato Augusto. Já passou da hora do professor Tite dar uma oportunidade ao jogador do Palmeiras. Quem têm que jogar são os melhores. Não concordo com essa história de grupo definido. Já tivemos problemas com Felipão, que foi teimoso demais. Tomara que o Tite seja justo e oportunize o Tchê Tchê. Ficaria muito surpreso se Tite não desse oportunidade ao jogador do Palmeiras. Já  passou da hora!

E a seleção cresce, cresce…

Leia o post original por Antero Greco

A vida toda dei preferência ao clube em detrimento à seleção. Sem discussão, sem vacilar. A paixão do dia a dia vem na frente daquela pelo “time nacional”.

Mas, admito, ultimamente tem sido gratificante ver a amarelinha em ação. A transformação, desde a chegada de Tite ao comando, é inegável, intensa, gritante e evidente. Merece elogios.

Que mudança dos tempos de Dunga – e mesmo do Mundial de 2014. Antes, via-se uma tropa desarticulada, sem iniciativa e à espera de proezas de Neymar. Agora, se percebe organização, ordem, ensaio, variação. O Brasil não é um bando de bons jogadores a perambular pelo gramado. É uma equipe de futebol.

Não escrevo isto por causa das seis vitórias consecutivas. Como se ganhar seis jogos, depois do sufoco anterior, fosse brincadeira de criança, coisa que acontece a todo momento.

O que entra em conta na avaliação é a postura – e nesse quesito a seleção tem sido competente. Percebe-se um plano de jogo, a distribuição de tarefas ajusta-se, o entrosamento refina-se. O time não se defende na base do seja o que Deus quiser, assim como não é um largadão no meio-campo e no ataque. Há preparo.

Isso ficou claro no jogo com o Peru, terminado na madrugada de hoje. Após o susto inicial, com uma bola na trave do gol de Alisson, o Brasil acalmou-se, controlou as ações, domou o adversário e se impôs na categoria. Correu poucos riscos, bem a cara de Tite. Se não criou muito no primeiro tempo, soube ser eficiente no segundo, quando surgiram os gols de Gabriel Jesus e Renato Augusto.

Mais importante: houve trocas constantes na frente entre Philippe Coutinho, Gabriel, Neymar. Além disso, Renato Augusto funcionou bem pelo lado direito, foi participativo, fez gol. Paulinho também cobrou o setor dele e por pouco não fechou a conta em 3 a 0. Daniel Alves e Filipe Luís atacaram e defenderam bem, Miranda e Marquinhos estiveram firmes na zaga.

Há o que aprimorar, claro. Mas, a seleção cresce, desenvolve-se e vai incomodar mais, daqui para a frente. E, com 27 pontos, pode providenciar passaportes para a Rússia. Que, como diria o outro, é logo ali…

 

Seleção tira a barriga da miséria

Leia o post original por Antero Greco

Ufa, acabou o jejum – e com direito a (quase) congestão. A seleção brasileira tirou a barriga da miséria e, depois de 0 a 0 contra África do Sul e Iraque, descarregou um caminhão de melancias sobre a Dinamarca: 4 a 0. E o mais interessante, com bom futebol, como se viu na noite desta quarta-feira em Salvador.

O Brasil passou do risco da desclassificação a primeiro do grupo A com apenas um jogo bem jogado.  E graças a algumas alterações feitas por Rogério Micale. Ele voltou a ter quatro jogadores de frente, só que em distribuição diferente. Deixou Luan, Gabibol e Gabriel Jesus formando o “3” do esquema, com Neymar na função de “1”. Na marcação, sobraram Renato Augusto e Wallace. A defesa permaneceu intacta.

Nenhum grande segredo, portanto; apenas ajustes e a bola rolou fácil. Quer dizer, entraram também em cena outros o ânimo dos jogadores e a qualidade do adversário. A rapaziada brasileira estava mordida pelas críticas das apresentações anteriores e correu como nunca. Além disso, os moços toparam com uma Dinamarca que é ruim de doer.

Nível dinamarquês à parte, interessa que saíram as tabelas, os deslocamentos foram intensos, a pontaria foi apurada. Luan jogou muito, assim como Neymar, que não mandou a bola para as redes, porém participou da maioria dos melhores lances. A festa dos gols ficou para Gabigol aos 25 e Gabriel Jesus aos 30 minutos do primeiro tempo. Luan aos 5 e Gabigol aos 36 da etapa final.

O resultado foi excelente, óbvio. Só despreza goleada quem for ruim da cabeça. Porém, a ressaltar foi a produção. Por mais que Micale e atletas dissessem que o Brasil jogou bem nos empates, a realidade era bem diferente. O time mostrou-se no mínimo intranquilo naquelas ocasiões. Mereceu restrições e vaias.

Desta vez, teve postura de vencedor, autoconfiança. Sobretudo, jogou bola. Simples, não parece? E às vezes é.

Corinthians empata com Grêmio no Itaquerão

Leia o post original por Fernando Sampaio

maiconO Corinthians ficou no empate no Itaquerão.

Bom para o Grêmio.

Acertei o empate no Bolão, coloquei 1×1.

Acreditava em gols, faltou qualidade técnica para colocar a bola pra dentro.

Giuliano desperdiçou uma, Bobô duas…

Marquinhos Gabriel quase fez um golaço.

André saiu vaiado, Romero saiu bravo.

O Timão perdeu muita força ofensiva sem Jadson, Sheik, Guerrero, Renato Augusto…

O Corinthians terá muita dificuldade para chegar no G-4 com este elenco.

Seleção em dois tempos: do show ao sufoco

Leia o post original por Antero Greco

Foram dois times do Brasil em campo: um inspirado no primeiro tempo e outro totalmente diferente, na etapa final. O do começo foi um Brasil à Barcelona dos melhores momentos. O segundo flertou com o desastre.

Na primeira parte do clássico que terminou com 2 a 2, na Arena Pernambuco, houve futebol agradável, jogado na bola, com direito a chapéus, defesas dos goleiros e emoção.

As coisas para a seleção foram facilitadas por dois motivos: a ausência da zaga titular uruguaia e o fato de o primeiro gol ter saído com menos de um minuto, na boa jogada de William, que Douglas Costa aproveitou com a agilidade e esperteza dos artilheiros.

O Brasil passou a jogar fácil, a trocar passes e a ameaçar o gol de Muslera. Também se movimentavam com intensidade, Neymar, Douglas e Renato Augusto, que fez o segundo gol depois de dar um drible incrível no goleiro.

Mas quem pensou no “já ganhou” se iludiu. O Uruguai tem Cavani e Luizito Suarez. Por isso diminuiu com golaço de Cavani: 2 a 1, antes do intervalo, e que recolocou os uruguaios no jogo.

E ficou a expectativa de segundo tempo dos bons. Para os uruguaios, efetivamente, foi. Já para o Brasil foi a volta aos tempos de sufoco. A seleção foi cascuda, mas sem liderança em campo, com direito às velhas derrapadas de David Luiz e sem inspiração.

Foi inexplicável: é difícil entender como o time vacila e muda tanto de comportamento. E como o técnico fica ao lado do campo, perplexo, sem ação.

Logo aos 3 minutos, Suarez mostrou a que veio: bateu forte, cruzado, mas era um chute defensável, que Allison não conseguiu pegar. Dois a dois.

O jogo recomeçava. Mas o Brasil não teve forças para se impor e caiu no contra-ataque dos inimigos, que poderiam muito bem ter virado o placar. Isso só não aconteceu, porque Allison se recuperou no jogo e impediu o terceiro gol dos uruguaios, como no lance ocorrido aos 41 minutos, quando David Luiz deu de presente o gol para Suarez.

Para sorte da seleção o jogo acabou empatado mesmo.

Neymar fez um segundo tempo discreto, levou seu terceiro cartão amarelo e não vai enfrentar o Paraguai, terça-feira, em Assunção.

Pelo jeito, o time de Dunga ainda vai sofrer muito nessas eliminatórias para a Copa da Rússia.

(Com participação do jornalista Roberto Salim.)