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Chile 2 x 1 Peru

Leia o post original por Mauro Beting

Na semifinal entre Chile e Peru tivemos um jogo bem disputado, com ambas as equipes atacando e com boas estratégias guiadas pelos seus comandados, Jorge Sampaoli e Ricardo Gareca, respectivamente. O Chile marcou os três gols da partida, sendo dois de Vargas e um de Medel, contra.

O Chile, sob a batuta de Jorge Valdivia, aos gritos de Jorge Sampaoli, como de costume, começou intenso. Propondo o jogo, tomando a iniciativa da partida, com intensidade, marcando com as linhas altas, com triangulações, intensa movimentação, muita troca de passes, bom volume de jogo, envolvendo a seleção peruana. Diaz fazia a saída de 3, recuando entre os zagueiros.

Ricardo Gareca levou a campo um time com uma típica proposta: contra-ataque. Há quem pense que seria como o Uruguai, jogando por uma bola. Não foi. O Peru assustou e muito os chilenos. O 4-4-2 peruano tinha nas extremidades da segunda linha, Carrillo no flanco direito e Cueva pelo lado esquerdo. No ataque, boa movimentação do conhecido Paolo Guerrero e Farfán.

POSICIONAMENTO ANTES

A escalação inicial de Gareca, com Zambrano na zaga. O Chile mantinha o intenso 3-4-3/4-3-1-2.

 

O esquema era compacto, negava os espaços e saía com velocidade nos contra-ataques, acionando os laterais, principalmente no flanco direito, Advíncula que buscava Paolo Guerrero no ataque. Farfán, Cueva e Guerrero se movimentavam bastante no campo de ataque. O atacante do Flamengo se movimentava, saía da área, fazia o pivô, abria espaços para penetração de Farfán e Cueva. Sem a bola, o 4-5-1/4-1-4-1 dificultava as ações ofensivas chilenas. Lobatón era uma das armas peruanas no ataque. Como pede um meio-campista moderno, ele desarmava além de se aventurar pelo ataque, arriscando chutes de fora da área.

A estratégia do ex-treinador do Palmeiras parecia dar certo. Mas só faltou combinar com o juiz José Argote e com Zambrano, zagueiro da seleção vermelha e branca. Aos 20’min da primeira etapa, Zambrano é expulso após dar uma solada em Aránguiz. Gareca precisava mudar. Perder um zagueiro quando necessita ocupar os espaços é necessário mudar. O técnico argentino se vê obrigado a recuar ainda mais sua seleção. Colocou o zagueiro Christian Ramos e tirou o meia Christian Cueva. Apesar de tirar um meio-campo e colocar o zagueiro, o Peru não abdicava de atacar, com ligação direta para Paolo Guerrero que, com auxilio de Farfán, a seleção peruana assustava nas jogadas aéreas. O 4-1-4-1, virou 4-4-1, com Guerrero isolado no ataque.

POSICIONAMENTO DEPOIS

Com a expulsão de Zambrano, o 4-4-2 virou 4-4-1, com Guerrero isolado.

O Chile aumentou se volume de jogo e com muita troca de posições, movimentação ofensiva, o gol sairia. Aos 42’min, Sánchez cruzou na entrada da área, pelo flanco esquerdo, Aránguiz entrou como elemento surpresa fez o corta luz e Vargas, em posição irregular, no segundo poste, empurrou para o fundo das redes. 1 a 0.

Na etapa final, o Chile voltou com menos intensidade. Dando alguns espaços para o Peru criar. Esperava o contra-ataque para matar o jogo. O Peru criava mais que Chile e começa a assustar os chilenos, mesmo com 1 a menos, com mais objetividade.

Em bom avanço peruano pelo flanco direito, Guerrero saiu da área, fez o pivô, tocou para Advíncula, que cruzou. Medel tentou cortar e empurrou para o fundo das redes. 1 a 1.

Com o gol sofrido, o Chile saiu para o ataque. Marcando bem, Vargas recuperou a posse de bola, após erro de passe de Guerrero no campo de defesa peruano, e arriscou belo chute de fora da área. Gallese, o goleiro peruano, que estava adiantado, não teve chances de defender. 2 a 1.

O gol incendiou o jogo. O Peru se manteve no jogo, mesmo com o placar adverso. Gareca colocou Pizarro no lugar de Carrilo, buscando mais uma referencia na área. Tentando o gol de empate na bola área, já que a defesa chilena é baixa.

O Peru tentou colocar a bola na área, mas, desgastado fisicamente, não conseguia prender a bola no campo de ataque, para colocar a bola na área para a dupla de ataque. O Chile gastou o tempo , tocou a bola e ainda teve a chance de decretar a classificação com Vidal, que errou o chute.

No fim, Chile classificado, com méritos e, não podemos deixar de lembrar, com ajuda da arbitragem.

Crise do Palmeiras: Brunoro denuncia ameaça de morte

Leia o post original por Quartarollo

Hoje o Esporte em Discussão, da Jovem Pan, recebeu José Carlos Brunoro, executivo do Palmeiras. Ele está confiante na recuperação do time no Brasileiro. Acha que não é elenco para ser campeão, mas nem para cair. Dá para brigar no … Continuar lendo

Conviver com auxiliares influentes é desafio para novo técnico do Palmeiras

Leia o post original por Perrone

No Palmeiras, Dorival Júnior terá de conviver com auxiliares influentes e chefes que parecem enfraquecidos, mas sobrevivem a uma avalanche de críticas feitas por conselheiros de várias correntes.

Ele será o sucessor de Ricardo Gareca, apesar de grande parte dos conselheiros ter pedido a efetivação do auxiliar técnico Alberto Valentim. Mas não é no Conselho Deliberativo que o assistente exibe influência. É no vestiário. Valentim tem sido muito ouvido pelos jogadores brasileiros do elenco recheado de estrangeiros e até domingo comandado por um argentino.

Pelo menos com Gareca, o assistente nunca teve a imagem de fiel escudeiro do técnico, aquela que vem à cabeça quando se pensa em Murtosa e Felipão. Sua figura é muito mais ligada aos atletas nacionais da equipe.

Contratado pelo alviverde em janeiro, Valentim tem como vantagem no relacionamento com os jogadores o fato de ter parado de jogar não faz muito tempo, em 2010. Ex-lateral, ele atuou com Wesley, um dos líderes do grupo palmeirense, no Atléltico-PR.

Além de depender de Valentim para sentir a temperatura do vestiário, o novo treinador deverá ter como uma de suas primeiras tarefas definir se o goleiro Fábio segue como titular após alternar boas defesas e graves falhas. Então, será a vez de o Dorival sentar para conversar com Fernando Miranda, treinador de goleiros.

Como em qualquer clube, o preparador de arqueiros é fundamental na decisão do técnico sobre quem escalar no gol. E Fernando até agora defendeu a permanência de Fábio em detrimento de Deola, jogador de personalidade forte e formado no clube, assim como o treinador de goleiros.

O chefe dos arqueiros atuou pelo Palmeiras entre o fim dos anos 1990 e início dos anos 2000. Desde de 2005 trabalha preparando goleiros do clube em que fez amizades influentes. Ele tem relação estreita com Marcos, contratado pelo departamento de marketing alviverde desde que deixou de defender a meta do clube. Fernando também é amigo de conselheiros importantes, como Alberto Strufaldi, presidente do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Como chefe direto, Dorival terá Omar Feitosa. Ele tem fama no clube de ser um gerente que fala grosso e não leva desaforo para casa. Após a derrota por 1 a 0 para o Internacional, no último sábado, Feitosa se envolveu numa quente discussão com o conselheiro Stéfano Américo Giordano. Teté, como é conhecido o desafeto do gerente, faz parte da legião que existe no Conselho Deliberativo em campanha pela demissão de Feitosa. Uma das críticas ao funcionário é de que ele, supostamente, não sabe fazer a leitura do vestiário. Assim, problemas não chegam até a diretoria e deixam de ser corrigidos com rapidez. Feitosa é homem de confiança de José Carlos Brunoro, que apesar de ser bombardeado diariamente, ainda sobrevive no cargo de principal executivo do clube.

Se o cenário descrito acima não é o mais confortável para um treinador brasileiro iniciar seu trabalho, imagine para um argentino como Gareca.

Paciência de Nobre chega ao fim, e Ricardo Gareca é demitido do Palmeiras! Mas, e agora, quem poderá salvar o Verdão? Tite, Carlos Bianchi e Dorival Júnior estão no mercado…

Leia o post original por Milton Neves

gareca

Foto: Danilo Verpa/Folhapress – retirada do portal UOL

Durou pouco mais de três meses a aventura do argentino Ricardo Gareca no Palmeiras.

Durante este período, o treinador teve um aproveitamento ridículo.

Em 13 jogos, apenas quatro vitórias, um empate e OITO DERROTAS.

É verdade que o elenco do Verdão não ajudou, mas não dava para segurar um treinador com esses números, por mais que a diretoria acreditasse nele.

Agora, o Palmeiras precisa achar quem o salve da Série B.

E no ano de seu CENTENÁRIO!

É mole?

Abaixo, listo alguns nomes que estão no mercado:

– Tite

– Carlos Bianchi (ex-Boca)

– Enderson Moreira

– Dorival Júnior

– Joel Santana

– Doriva

– Adilson Batista

– Emerson Leão

– Jorginho Cantinflas

– Renato Gaúcho

– Celso Roth

– Paulo Autuori

Destes nomes, qual você acha que poderia salvar o Palmeiras da TERCEIRA queda para a Série B?

Opine!

Paulo Nobre, até quando vai o martírio?

Leia o post original por Neto

Nobre e Gareca: tentativa com o gringo vem sendo um fracasso

Nobre e Gareca: tentativa com o gringo vem sendo um fracasso

É duro falar, mas na semana passada a vitória magra contra o Coritiba no Pacaembu acabou sendo ruim para o Palmeiras. Muita gente acreditou que as coisas engrenariam positivamente. Mas a verdade é que se continuar assim o caminho do Verdão é o rebaixamento. Podem me xingar, dizer que estou me precipitando, mas essa é a verdade. A equipe é péssima e o trabalho do técnico argentino Ricardo Gareca não encaixou. A sequência de maus resultados tem sido impressionante: são 11 derrotas em 18 rodadas. Ridículo!

Por isso gostaria de entender o porquê de tanta resistência do presidente Paulo Nobre em demitir o gringo. Seria atestar um erro? E qual o problema nisso? As pessoas erram. Mas ele tem que por o Palmeiras acima de qualquer vaidade pessoal. Recomeçar um trabalho e tentar resgatar o time lá de baixo. O que não pode é persistir no erro e tapar o sol com a peneira. Essa campanha está trazendo muito sofrimento ao coração do palmeirense. E um sofrimento desnecessário, até porque acredito dá pra melhorar. E existe tempo hábil.

Se sou o Nobre dou o boné para o Gareca e ponho de novo o inteiro Alberto Valentim para dirigir a equipe. Não tenho dúvidas de que os resultados seriam bem melhores.

Ah, e o brasileiro pelo menos tem o orgulho e prazer de vestir a cor verde. Isso já é mais de meio caminho andado.

Palmeiras perde para o Internacional e pode acabar na zona de rebaixamento; com chuva de gols relâmpagos, Cruzeiro vence de virada a Chapecoense!

Leia o post original por Milton Neves

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O Palmeiras iniciou a partida contra o Internacional impondo respeito.

A troca de passes e a organização em campo mostravam ser de uma nova equipe.

Estaria engrenando o “azulado” Verdão?

Só parecia…

Aquele time que estava se saindo tão bem, fraquejou.

Mais uma vez a zaga e o bom goleiro Fabio, falharam!

Jorge Henrique que conhece muito bem os atalhos do Pacaembu foi mais rápido que a defesa alviverde e sacramentou a vitória.

Agora, o que eu não entendo é como Ricardo Gareca quer vencer, se mexe tão medrosamente no time.

Começou o jogo com três atacantes e terminou com um. Assim não dá!

É bem verdade que o Palmeiras melhorou no segundo tempo, com o uruguaio Erguren e Bruno César. Mas, não tinha ninguém para finalizar a jogada.

E palmeirense, não adianta reclamar de pênalti, viu? Não foi nada!

Quem quer vencer, faz gol e não chora por miséria!

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Lá no Mineirão, quem “bambeou” as pernas foi o Cruzeiro.

Diante a minha querida Chapecoense, a Raposa sentiu a pressão de se manter na liderança.

Contou com a sorte no início da segunda etapa, quando virou o marcador em minutos.

Porém, mesmo sofrendo mais um gol, a “Linguiça Atômica” ficou “fungando no cangote” dos mineiros.

Ah! Se não fosse pelo dedo do ótimo Marcelo Oliveira, os catarinenses venceriam fácil!

OPINE!!!

Torcida do palmeiras se une em torno da permanência de Ricardo Gareca, além de fazer apelo para que os verdadeiros palmeirenses contribuam com os cofres combalidos do clube!

Leia o post original por Milton Neves

gARECA

Preocupada com a situação do clube, a torcida do Palmeiras criou na internet um abaixo-assinado para que Ricardo Gareca permaneça no comando da equipe.

Os criadores da campanha, que você pode conhecer CLICANDO AQUI, alegam que o argentino não tem culpa pela fase do Verdão e que merece seguir no cargo.

“Nós, abaixo-assinados, expressamos nosso total e irrestrito apoio à permanência do treinador Ricardo Gareca como técnico da Sociedade Esportiva Palmeiras. Entendemos que o desempenho da equipe dentro de campo está evoluindo de forma satisfatória, não havendo motivos razoáveis que justifiquem uma eventual saída de nosso treinador. Reiteramos que os problemas internos vividos pelo clube nada tem a ver com o trabalho que vem sendo realizado pela Comissão Técnica e pelo grupo de jogadores. Confiamos e acreditamos em uma melhora no Campeonato Brasileiro, no título da Copa do Brasil, no projeto de nosso treinador e em nosso plantel.

Att.

Torcida Palmeirense.

Assinado, Sociedade Esportiva Palmeiras”.

A campanha ainda pede que os verdadeiros palmeirenses contribuam com doações.

O dinheiro é para manter o projeto ativo e também para ajudar os cofres combalidos do clube.

Esse tipo de iniciativa, adotada já por diversas torcidas brasileiras, mostra que os amantes do futebol cansaram de esperar a ação dos omissos dirigentes e estão agindo.

Que tenham MUITO sucesso!

CLIQUE AQUI E CONHEÇA A CAMPANHA “FICA, GARECA”!

Opine!

Fora do prumo*

Leia o post original por Antero Greco

Que situação de porca miseria a do Palmeiras. Empatava com o São Paulo no sufoco e com pênalti mandrake. Já no fim, desperdiçou duas chances consecutivas pra virada, na mesma arrancada e num ataque que começou com impedimento. Na sequência, Alan Kardec, o ex que pulou o muro, deu uma testada que pegou na trave, bateu nas costas de Fábio e entrou. Gol em cima da hora, sem tempo para a reação. Nona derrota verde em 15 rodadas, 14 pontos e na zona de rebaixamento. Retrospecto de candidato firme para a Série B.

Os 2 a 1 para o São Paulo doeram na pele dos palestrinos – ainda que esteja curtida de tanto flagelo, aí incluídas duas imersões na Segundona nos anos 2000. Talvez esperassem tropeço no Pacaembu, porque a fase anda ruim de lascar. (O empate servia como consolo, vá lá.) Mas levar gol de centroavante que até meses atrás era a esperança de salvação da lavoura verga o ânimo de qualquer um, fere, humilha. Espezinha tanto quanto a política infeliz e suicida que há décadas mina o clube.

A subida de Kardec, com marcação frouxa, como fosse um treino – ou jogada anulada –, carrega ironia brava que vou te contar. A cena resume o Palmeiras, não apenas de Paulo Nobre, mas também a de antecessores: economia e acertos no varejo, gastos equivocados e erros no atacado. Um clube que se livra de Barcos e do próprio Kardec, sob a alegação de contenção de custos, e aposta em Leandro e Valdivia, por exemplo, com retorno ridículo para investimento alto. Difícil de engolir a lógica embutida nesse modo de agir.

O Palmeiras outra vez virou um bando de jogadores a ciscar pra lá e pra cá, em tentativas desesperadas e individuais para resolver situação de risco. E, o que é pior, sem tranquilidade e/ou qualidade para tal. O elenco não tem um craque, não conta com um goleador, não possui talentos com carisma, poucos são os jovens promissores, parca a serventia dos mais experientes. E a toda semana desembarca no Palestra Itália alguma nova esperança…

Enfim, é um nada. Sob o comando de um técnico cada vez mais assustado com o tamanho da encrenca em que se meteu. Ricardo Gareca, coitado, imaginou que dirigir o Palmeiras equivaleria a sentar no banco do Velez, com a pressão costumeira da função. Em vez disso, caiu num caldeirão, num fogo fervente de uma agremiação com tradição e torcida formidáveis, mas que vive o dilema de não saber mais como ser grande. O Palmeiras perdeu a identidade – e não adianta vir com papo furado de campeão do mundo em 1951!

Eventual terceira queda é pra jogar a pá de cal e se contentar com o papel de figurante, cuidar da bocha, da malha e dos Periquitos em Revista. E das discussões de aliados do califa, do pescador, da harmônica ou da nobreza. Um monte de grupelhos que olham pro umbigo, vivem do passado e deixam passar o trem da história. A torcida que se lasque e aguente o tranco. Para ela, os modelitos de camisa lançados a todo momento. É o que resta: camisa.

O embaraço fica maior com o fato de que o São Paulo não teve atuação impecável. No primeiro tempo, enredou-se na postura do rival, com jogada bem elaborada aqui ou ali pelo quarteto Kaká, Ganso, Pato, Kardec. A turma de Muricy emitia sinais tímidos de que entrava nos eixos, depois da eliminação na Copa do Brasil diante do Bragantino. O Palmeiras no trivial habitual e com Valdivia, na enésima volta e, claro, na enésima contusão: ficou no gramado, 16 minutos e alguns quebrados.

O nó começou a desfazer-se na segunda parte, com bola mal reposta por Fábio, bem roubada pelo São Paulo e que foi parar nos pés de Pato para abrir a vantagem. O mérito palmeirense foi o de correr, o prêmio veio com a ajuda da arbitragem, na forma de pênalti mal marcado e de impedimentos inexistentes no ataque tricolor – ao menos dois.

O desfecho veio com a cabeçada de Kardec, um dos poucos destaques de um clássico (outro) sem brilho. Allione teve lampejos de criatividade no Palmeiras. Muito pouco.

*(Minha crônica publicada no Estado de hoje, segunda-feira, dia 18/7/2014.)

Vexame! O Palmeiras, de passado tão glorioso, provavelmente comemorará o seu centenário na zona de rebaixamento do Brasileirão. E Gareca já começa a subir no telhado…

Leia o post original por Milton Neves

segundona

Vocês se lembram do ano de 2010, quando os palmeirenses zombaram dos corintianos pelo fato de o Timão não ter conquistado nada na temporada de seu centenário?

Pois é, mas, como o mundo dá voltas, o Verdão está prestes a passar por situação ainda mais vergonhosa.

Afinal, na terça-feira que vem, o Palmeiras comemora os seus 100 anos.

E dando uma boa olhada na tabela, é MUITO provável que o clube do Palestra Itália passe essa data na ZONA DE REBAIXAMENTO do Brasileirão (o Verdão entrou no Z-4 na última rodada, após derrota para o São Paulo).

Afinal, enfrentará até lá o Sport (fora) e o também desesperado Coritiba (em casa).

E, honestamente, pelos últimos resultados do Alviverde, não é loucura imaginar que a equipe de Gareca some apenas um ponto nesses confrontos, o que a manteria na degola.

Vergonhoso!!!

Ainda mais por se tratar do Palmeiras, de passado tão glorioso.

E por falar em Gareca, caso o Verdão não melhore rapidamente, é muito provável que ele deixe o clube.

Não por vontade da diretoria, e sim por sua própria opção, como já tem deixado claro em recentes entrevistas.

Caso isso aconteça, o que o Palmeiras fará com todos os argentinos que chegaram ao Palestra a pedido dele?

Opine!