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É muito mais sério que futebol

Leia o post original por Rica Perrone

Enquanto discutimos se a Conmebol está certa ou não, se Boca ou River merecem ganhar no tapetão, fugimos da única discussão que realmente deveríamos ter nesse momento: É um direito do estado “arregar” para os bandidos? Sim, é isso que está acontecendo. Aqui também acontece há anos, toda semana. O problema aconteceu a 3 quadras …

Sim, a maior final de todos os tempos

Leia o post original por Rica Perrone

A princípio eu discordei de tal afirmação. É sem dúvida o maior jogo da história da Argentina, o que não implica em ser a maior do continente exatamente por não representa-lo. A final continental mais emblemática não pode ser entre clubes do mesmo país. A representação de um torneio continental é o confronto dentro do …

Fake News no Bambonera

Leia o post original por Rica Perrone

É tudo mentira. Os dois finalistas chegaram lá sabemos como, domingo não é dia de Libertadores e final de torcida única não é final. Ok, “a maior final de todos os tempos”  de um torneio continental é um clássico regional. Não, não pode ser. A mais animalesca, sem dúvida. A maior, jamais. E tão estranha…

São Paulo fez bom primeiro tempo na estreia de Ceni

Leia o post original por Flavio Prado

O São Paulo jogou bem no primeiro tempo contra o River Plate. O time iniciou com Denis: Bruno, Maicon, Breno e Buffarini: Rodrigo Caio: Welington Nem, Thiago Mendes, Cueva e Luiz Araújo: Chavez.

Rodrigo Caio jogou como volante e fez boa partida. Tem bom passe e qualifica a saída. A proposta era girar rápido a bola, atacar pelos lados e pressionar sem a bola. Funcionou bem, o time dominou o adversário e criou oportunidades, mas errou muito na finalização, principalmente com Chavez.

No segundo tempo, Ceni modificou toda a equipe. O sistema foi mantido, mas o ritmo caiu e o jogo não fluiu com a mesma naturalidade.

As ideias foram colocadas e são boas. Saída de bola com qualidade, velocidade no ataque e pressão para retomar a posse. Todo trabalho precisa de tempo, é cedo para avaliações definitivas, mas Rogério deixa boa impressão nos primeiros momentos como técnico de futebol.

Que malandro é você, Calleri?

Leia o post original por Quartarollo

Calleri já provou que é goleador e dos bons. Tem 8 gols na Libertadores, 4 deles só contra o raquítico Trujillanos, no Morumbi, mas não interessa, esse é o tipo de jogo que tem que aproveitar mesmo.

Tem feito os últimos gols do São Paulo em todos os jogos e parece adaptado ao futebol brasileiro.

Ele é jogador do time do empresário Juan Figger, no Uruguai, e tem promessa de jogar na Internazionale, de Milão, no segundo semestre quando começa a temporada européia.

Tricolor sonha em ficar com o atacante, mas sabe que é difícil. Na verdade o clube desde à época de Juvenal Juvêncio virou barriga de aluguel para jogador de Figger. Calleri é só mais um.

Depois de ter sumido completamente no clássico com o Corinthians quando ficou no bolso do zagueiro Felipe a quem provocou o tempo todo e não conseguiu tirar do sério, caiu de rendimento e parecia que não ia dar certo.

Desandou a fazer gols de novo e ajudou demais o São Paulo nessa classificação para as oitavas da Libertadores contra o Toluca e pode ficar fora, no entanto, dos dois jogos por conta de expulsão em La Paz após o jogo terminado.

Dizem que argentino é provocador e malandro, mas que malandro é você, Calleri?

Senão vejamos: Contra o River fez dois gols, foi um destaque, mas Bauza o retirou de campo antes do fim de jogo para não ser expulso.

Levou um tapa na cara de Vangioni no segundo tempo. D”Alessandro fingindo que estava lá para apartar qualquer briga, na verdade segurou Calleri para Vangioni socá-lo.

O árbitro deu cartão amarelo para o lateral do River e amarelo também para Calleri. Apanhou, levou tapa na cara e ainda ganhou um amarelo de presente.

Em La Paz já estava fora do jogo e resolveu adentrar o gramado para cumprimentar o zagueiro Maicon que acabou o jogo como goleiro na vaga de Dênis que foi expulso e o São Paulo não podia mudar mais ninguém, já tinha feito as três alterações possíveis.

Pois se envolveu em confusão e só levou a pior de novo. Foi socado, levou chute na bunda e para ir ceder material para o exame anti-doping precisou de escolta.

O árbitro chileno Roberto Tobar, aliás muito fraco, entendeu que Calleri só foi ao meio-campo abraçar o seu companheiro para provocar os nervosos jogadores do Strongest que queriam sua cabeça por declarações dadas aqui no Brasil.

Calleri disse que queria fugir do Boca Juniors nas oitavas e conseguiu fugir mesmo com esse empate, mas os bolivianos tomaram como provocação porque foi dito antes da classificação sãopaulina. Bobagem boliviana, mas o futebol tem dessas coisas.

Não devia ter voltado ao campo, devia ter ido direto para os vestiários e lá falaria com Maicon. Como costumamos dizer, deixou a bunda na janela e deu chances ao árbitro para expulsa-lo.

Que malandro é esse, meu Deus? Agora pode ficar fora por três jogos de suspensão da Conmebol.

O São Paulo vai protestar e tentar mostrar o vídeo do jogo onde realmente Calleri aparece não fazendo nada demais. Ele foi vítima e não agressor.

Mas com seu temperamento explosivo é bem possível que pegue uns três jogos de gancho.

É assim que a Conmebol tem agido em vários casos semelhantes e precisa saber também se o árbitro carregou contra ele na súmula.

Espero também que a Conmebol puna o Strongest pela várzea que arrumaram no fim do jogo. Jogadores querendo agredir atletas do São Paulo jogando perigosamente a torcida contra o time brasileiro.

Foi um clima de Libertadores da década de 60 e isso tem que acabar. Não ganha jogo e só atrapalha o futebol.