Arquivo da categoria: Roberto Dinamite

Cruz de Malta despedaçada

Leia o post original por Antero Greco

Quem já viveu o rebaixamento do time que ama sabe o quanto dói essa tragédia.  Pior, tem noção de como angustia e desgasta a fase que antecede a queda. É sofrimento sem fim, em toda rodada surge a esperança, sempre menor, de que a salvação virá. Ânimo que some depois de cada apito final, com o placar a apontar outra derrota, e outra e outra mais.

O suplício se repete para o torcedor do Vasco, pela terceira vez em menos de uma década. A equipe mal voltou para a elite, em 2015, e tem enorme possibilidade de regredir novamente. A humilhação se acumula, e a mais recente veio no início da noite deste sábado, com o 1 a 0 para o Figueirense, no Maracanã, gol de Marcão, nos acréscimos, segundos antes do fim.

Com o resultado, o Vasco se mantém afundado na lanterna, com 13 pontos, e com a perspectiva de ver sempre mais distante a possibilidade de sair do Z4. O Figueirense deu uma respirada e tanto com a vitória quando o empate já lhe estava de bom tamanho.

O Vasco jogou para vencer, criou um monte de oportunidades, chegou na cara do gol uma dezena de vezes e… nada. Caiu diante da extraordinária atuação do goleiro Muralha e, sobretudo, perdeu para o nervosismo, a intranquilidade, a falta de confiança em si próprio.

Thalles, Riascos, Rafael Silva em diversos momentos ficaram com o gol à disposição e falharam.  Não porque sejam ruins, mas porque lhes falta coragem, nervos no lugar para empurrar a bola para o gol. Em situação normal, encheriam o pé ou driblariam o goleiro e entrariam com bola e tudo. Como a fase é medonha, perdem o pique, furam, chegam atrasados ou se precipitam, permitem a recuperação dos zagueiros. Inexplicável, pra derrubar mesmo o otimismo. E não há um líder, ninguém em campo capaz de desequilibrar em favor dos cruz-maltinos.

Não adianta atirar pedras em ninguém; o torcedor sabe que o clube há pelo menos uma década vem em decadência continuada, por causa da forma atrasada com que é administrado. Eurico, Dinamite, Eurico de novo são símbolos de como não se deve mais governa um clube. Muito menos vale falar de Jorginho, o treinador com discurso mais para pastor (sem ironia nem preconceito) e menos para quem guiará uma reviravolta tática.

Mas, nesta hora, não dá para ir além de um gesto de solidariedade. E é o que o vascaíno merece: o abraço de quem gosta de futebol e sabe da grandeza do clube.

Despedaçaram a cruz de Malta.

 

É muita humilhação para o Vasco. Chega!

Leia o post original por Antero Greco

O Vasco tem mais de 100 anos, conta com milhões de torcedores pelo Brasil, já foi base de seleção e campeão de tudo. Não merece ser humilhado dessa forma, não pode ser menosprezado, não é justo que caia pela terceira vez no Brasileiro em menos de uma década. No entanto, esse risco é real, e cresce a cada rodada, à medida que o campeonato avança e que as derrotas se acumulam.

O mais recente episódio dessa tragédia cruzmaltina veio no começo da noite do sábado, na derrota por 1 a 0 para o Coritiba, no Maracanã, com gol sofrido quase em cima da hora. Com o resultado, se mantém na lanterna da competição, com 13 pontos ganhos e o desastroso retrospecto de 12 derrotas em 19 jogos, contra 3 vitórias e 4 empates. Campanha de Série B!

O Vasco de novo se mostrou perdido, atordoado, sem coordenação nem confiança. Pouco adiantou contar com Nenê e Jorge Henrique, os dois últimos a chegarem para salvar a pátria. Eles contribuíram com pequena parcela para o desempenho da equipe.

O Vasco errou lances simples, na defesa (de onde resultou o gol de Evandro), no meio-campo e no ataque, onde ninguém acertou o gol de Wilson. Tática? Zero. Calma? Abaixo de zero. Não é por acaso que, assim que o juiz apitou o fim do jogo, Celso Roth pegou o boné. Aliás, deveria ter saído no meio da semana.

A permanência do técnico, por mais alguns dias, foi outro dos muitos erros da direção – entenda-se Eurico Miranda, já que o Vasco é regido pelo sistema do poder único e centralizador. O homem que se considera dono do clube achou melhor dar uma derradeira chance para Roth e o que se viu foi outro espetáculo de fazer chorar.

O Vasco está à deriva, e não pode mais servir de cenário para os caquéticos showzinhos particulares de Eurico Miranda. Chega a ser afronta aos fãs no Brasil todo, esse modelo de cartola ultrapassado sempre vir a público e despejar bobagens como se fossem verdades definitivas. A cada vez que faz isso, ele próprio desdenha do clube.

Eurico saiu da presidência, anos atrás, e deixou terra arrasada. Roberto Dinamite, a promessa de revolução, foi outra decepção, e também abriu espaço para o retorno de um passado que deveria ter sido enterrado pra sempre. O Vasco padece de administrações horrorosas!

O Vasco não é propriedade de Eurico, assim como não era de Dinamite! O Vasco não é brinquedo! O Vasco não é passatempo para dirigente que deveria estar aposentado e a cuidar dos netos, da horta, da galinha, da coleção de selos! O Vasco é maior do que essa gente que acredita na baboseira de “O respeito voltou”!

Eurico disse que, se o time cair, vai para a Sibéria. Se gostasse mesmo do Vasco, e não só da boca pra fora, pegaria o primeiro avião para a Sibéria hoje mesmo, sumiria do mapa, iria para onde quisesse, mas bem longe de São Januário.

Chuga de bufões! Chega de papo-furado! Chega de falsos messias!

Chega de humilharem o Vasco!

Cartolas usam escudo de clube e até título de outra gestão em busca de voto

Leia o post original por Perrone

Panfletos de Andrés e outros candidatos sujaram o entorno do Itaquerão neste sábado

Panfletos de Andrés e outros candidatos sujaram o entorno do Itaquerão neste sábado

 

Escudo do clube, título conquistado durante a gestão de outro dirigente e vitórias históricas fazem parte do arsenal usado por dirigentes na tentativa de caçar votos e triunfar nas eleições deste domingo. Veja como Corinthians, Cruzeiro e Vasco apareceram nas campanhas de Andrés Sanchez, Gilvan de Pinho Tavares e Roberto Dinamite.

Reprodução de material de campanha de Andrés na Internet

Reprodução de material de campanha de Andrés na Internet

Andrés Sanchez – Impossível separar o Corinthians da campanha de seu ex-presidente e responsável pela arena do clube. A exposição do alvinegro no material de campanha dele é tanta que até patrocinadores do time, como a Caixa Econômica, banco público, acabam aparecendo. É o que acontece num depoimento dado por Cássio ao estafe do candidato a deputado federal pelo PT e exibido na conta da campanha no Facebook. O apoio ao cartola foi gravado no CT alvinegro e o atleta estava com camisa do clube. O volante Ralf também gravou uma manifestação de apoio ex-presidente. Andrés deixou o cargo em 2011, mesmo assim, cita títulos do ano seguinte em seu material. “Mas a coroação de todo o trabalho e planejamento realizado por Andrés veio depois, em 2012, com a conquista dos sonhados títulos “Libertadores” e “Campeonato Mundial”, diz trecho publicado no site da campanha, que não esquece as obras do estádio corintiano e que usa o escudo do clube em sua capa. Neste sábado, véspera de votação e dia do jogo da equipe contra o Sport, o estafe de Andrés postou o seguinte no Facebook: “Hoje, vai Corinthians. Amanhã, vai Andrés”. Pelo menos parte dos integrantes do programa de fidelidade Fiel Torcedor recebeu por e-mail propaganda eleitoral do cartola. Andrés não fala com o blog, por isso não pôde ser ouvido.

Gilvan de Pinho Tavares – A página da campanha para deputado estadual do presidente do Cruzeiro faz referências ao escudo do clube e pega carona nas conquistas do atual campeão brasileiro e líder do Nacional sob o comando de Gilvan. “Um Estado, uma bandeira azul e um coração apaixonado”, “Amor pelo Cruzeiro e paixão pelo povo mineiro”, “Campeão nos estádios, vencedor no Estado”, “Somos Loucos & somos Cruzeiro & somos Gilvan” são alguns dos slogans da campanha do candidato pelo Partido Verde. “Não usei o Cruzeiro na campanha. Só no final, o candidato [a deputado federal] que faz dobradinha comigo achou melhor colocar o escudo e algumas frases sobre o Cruzeiro porque a torcida está muito satisfeita com a minha administração. Relutei, mas me disseram que não havia problema e acabei aceitando. Não preciso disso, o torcedor sabe quem eu sou. Também não tem ninguém do clube pedindo votos pra mim. Na minha campanha não coloquei dinheiro, ela foi basicamente feita com torcedores pedindo votos pelas redes sociais”, disse Gilvan ao blog

Roberto Dinamite – Candidato a deputado estadual no Rio pelo PMDB, o presidente vascaíno não usa o escudo do clube em seu site oficial de campanha. E nem cita a sua administração, responsável pelo fato de o time disputar atualmente a Série B. Talvez por causa da queda, Dinamite prefira destacar na página suas glórias como jogador do clube, lembrando jogos e gols históricos.

A popularidade de Robinho. E os críticos de prancheta

Leia o post original por Odir Cunha

Hoje à tarde a volta de Robinho e a grande rivalidade entre Santos e Corinthians darão o maior ibope deste Campeonato Brasileiro.

Veja como os Meninos do Santos foram campeões na África do Sul:

Santos vence Benfica por 2 a 0 e é campeão em Durban

João Igor, o herói do título

A equipe Sub-19 do Santos, orientada por Pepinho, filho do grande Pepe, venceu o Benfica por 2 a 0, com dois gols de João Igor, que entrou no segundo tempo, e se tornou campeã do Torneio de Durban, África do Sul. Mais do que a vitória e o título internacional, os meninos do Santos espalharam alegria na África do Sul e sentiram um pouco do carinho que o grande Santos sentiu quando jogava pelos cinco continentes. Este é o destino do Santos – ser um time do mundo e cativar torcedores de todo o planeta. Isso foi esquecido ou abandonado, mas precisa voltar. Veja e se emocione com uma visita dos Meninos da Vila a uma escola de Durban:

Confira aqui a cobertura no site Supersports, da África do Sul

A popularidade de Robinho. E os críticos de prancheta

Quem não gosta de Robinho e de Neymar provavelmente não teria gostado de Garrincha

Quando voltou ao Santos, em 2010, Robinho, como todos sabem, estreou fazendo, de letra, o gol da vitória diante do São Paulo. Na saída, um repórter ouvia pequenos fãs que esperavam pelo autógrafo do ídolo. Entre os meninos, havia um com a camisa do São Paulo. O repórter lhe perguntou: “Mas você não é são-paulino? Por que quer o autógrafo do Robinho?”. Ao que o garoto, demonstrando uma espontaneidade e uma sabedoria que geralmente escapam das mesas redondas das tevês, respondeu, com um sorriso: “Ué, Robinho é Robinho, né?”.

É difícil encontrar essa mesma sensibilidade em um jornalista, mas há muito tempo conversei com um que a tinha. Não me lembro exatamente quem foi, mas me recordo em detalhes a sua expressão sincera e arrebatada ao falar da dificuldade de ser um jogador de futebol: “Pô, os caras analisam como se jogar futebol fosse fácil. Eu acho que uma das coisas mais difíceis do mundo é ser jogador de futebol. Já pensou entrar naquela estádio lotado, os caras querendo te arrebentar, e você ter de dominar a bola, correr, fazer jogadas, gols… Pô!… (ele sorria, sarcástico, como se interiormente completasse: “Esses caras não sabem de nada!”).

Veja o desafio a que Robinho se impôs: o de ser um artista, um criador de jogadas, um criativo em meio a um bando de burocratas militarizados com a faca dos dentes. Sim, pois hoje o futebol é isso. Trocentos zagueiros, trocentos volantes, todo mundo ajudando na marcação, todos com ordem de matar o contra-ataque adversário, nem que seja na porrada e só um ou outro para fazer o que o torcedor realmente quer, que é o drible, o gol, a irreverência. Robinho, meus amigos, é um sobrevivente.

É importante que haja jornalistas esportivos especializados em números e estatísticas. Também é interessante que existam outros essencialmente críticos, como se estivessem sempre mal-humorados. Das críticas sempre se tira algo proveitoso. Porém, se todos forem assim, as pré-históricas mesas-redondas da tevê virarão uma chatice. Foi o que ocorreu sexta-feira na ESPN.

Não me pergunte o nome do programa. Estava zapeando entre o clássico “O Encouraçado Potemkin”, um documentário sobre Luis Carlos Prestes e o jogo entre Roger Federer e David Ferrer, quando me deparei com o programa comandado pelo José Trajano. Falavam de Robinho. Fiquei pra ver. E percebi o que muitos leitores do blog também perceberam: a má vontade, a indiferença, a quase falta de respeito com um ídolo popular do nosso combalido futebol.

Clubismo? Falta de respeito com um ídolo do Santos? Não chegarei a tal ponto. Mas posso afirmar que se meus colegas de ESPN julgassem todos os jogadores brasileiros com a mesma severidade com que julgaram Robinho, sobraria muito pouca gente para contar a história.

Um jogador que está há nove anos na Europa – jogou três anos no Real Madrid, dois no Manchester City e está desde 2010 no Milan – e recebe um salário equivalente a um milhão de reais por mês, está muito longe de ser um fracassado. Não foi o número um do mundo, como queria, e como todos nós queríamos, mas daí a dizer que passou em branco pelo continente que tem os mais poderosos clubes do planeta, vai uma grande diferença.

Se usarmos o mesmo rigor para analisar a passagem de outros brasileiros pela Europa, como faríamos para definir o estágio de Sócrates, que jogou apenas um ano pela Fiorentina, em 1984/85 e em 25 jogos dez apenas seis gols (um a menos do que marcou pelo Santos em 1988/89)? Ou Junior, que entre 1984 e 1989 defendeu os pequenos Torino e Pescara e voltou para o Flamengo sem nenhum título, nem mesmo em torneios regionais? Ou Roberto Dinamite, que ficou apenas uma temporada no Barcelona (1979/78), fez 8 gols em 17 jogos e voltou correndo para o seu Vasco? Ou mesmo Zico, que defendeu apenas o humilde Udinese por dois anos e, por não receber proposta de nenhum grande europeu, voltou para o seu eterno Flamengo?

Está certo que nos quatro anos em que defendeu o Santos, Robinho fez mais gols (94) do que nos nove de Europa (81), mas mesmo assim seu desempenho no futebol europeu não pode ser desprezado. Foi seis vezes campeão, três pelo Real Madrid e três pelo Milan.

Sem contar sua participação na Seleção Brasileira, pela qual fez 102 jogos (8 pela Sub-23) e marcou 32 gols (3 pela Sub-23). Em 2007 foi artilheiro (6 gols) e considerado o melhor jogador da Copa América, vencida pelo Brasil. Também foi bicampeão da Copa das Confederações, em 2005 e 2009.

E Robinho é o tipo de jogador que não pode ser analisado apenas pelo currículo. Ele pertence a uma classe especial e em extinção, que é aquela que reúne os artistas, os palhaços, aqueles que fazem rir com arte. Ele, como Neymar, é da mesma estirpe de Garrincha, capaz de alegrar o povo sem fazer gol. É isso o que faz tão querido pelo torcedor comum, mesmo pelo adversário.

E veja que, ao contrário de Garrincha, Robinho levou o seu time, o Santos, a dois títulos brasileiros e a uma final da Libertadores, enquanto o título mais importante que o grande Mané ganhou com o seu Botafogo foram três estaduais. Por aí se vê que os números, o currículo, nem sempre definem a relevância da carreira de um jogador.

Na verdade, todos esses jogadores que citei foram grandes, enormes mesmo, para o futebol brasileiro, e é isso que mais deveria interessar aos jornalistas esportivos nesse momento de penúria, e não o desempenho que tiveram na Europa. Quem está com o pires na mão, quem não tem ídolos e nem jogadores carismáticos, quem vê seus times mais populares caindo pela tabela, o público se afastando dos estádios e da tevê, é o pobre futebol que já se considerou o melhor do mundo.

A volta de Robinho ao Brasil deveria ser saudada ao menos como um sinal de esperança, pois, ao contrário de outros que, como o salmão, sobem o rio e voltam às origens para terminar sua história, Robinho ainda tem físico e habilidade para mostrar um futebol que não se vê mais por aqui. E se Alex, aos 36 anos, pode ser uma das últimas reservas de categoria e inteligência que ainda se vê em nossos campos, Robinho ainda tem alguns anos de boa lenha para queimar.

Será que o Robinho está em forma?

E pra você, como a imprensa tem tratado a volta de Robinho?

Sem perder o sono

Leia o post original por JC

A questão que mais mexeu com a cabeça dos vascaínos ao longo dessa semana foi a dúvida do nosso treinador sobre quem entraria no lugar do Everton Costa. A maioria absoluta preferia ver o Adilson mudar o esquema que nos levou a final – colocando Bernardo ou Montoya no time – a ver a volta do William Barbio, que na teoria manteria a equipe jogando do mesmo jeito.

A preocupação da torcida parece irrelevante, já que Everton Costa, no final das contas, não é tão diferente do Barbio: ambos têm cabeleiras exóticas, correm muito mais que fazem gols (os dois marcaram apenas um em todo o campeonato, com ligeira vantagem para o primeiro, que atuou nove vezes contra dez do Barbio) e são mais importantes taticamente que tecnicamente. E acho muito difícil que Adilson mude a formação que vem dando certo por conta de Bernardo ou Montoya, dois jogadores que não conseguiram muito além de serem irregulares. O mesmo se aplica ao Bastos, que mesmo tendo melhorado um pouco com sua ida para o banco, é uma opção defensiva demais para quem precisa vencer a partida.

Mas se o substituto do Everton Costa – e talvez o Facebook da mulher do árbitro – foi a grande preocupação da torcida antes de uma final, só podemos deduzir que o adversário que teremos não foi o bastante para tirar o sono dos vascaínos. E na verdade não é mesmo.

A urubulândia, macambúzia por conta da tradicional eliminação na Libertadores, nem exagerou na sua costumeira marrentice ou mitomania patológica. A historinha irreal de vice-campeonatos é o único argumento ao qual podem se agarrar. Alguns até falam que “a vitória certa sobre o Vasco” hoje não vai compensar a saída, ainda na primeira fase, do campeonato continental. Acredite quem quiser em mais essa mentirinha mulamba, o fato é que eles já se preparam para mais uma derrota na Arena Maracanã.

A mulambada já sabe que, em condições normais e sem favorecimentos, a coisa vai ficar feia pro lado deles. Cabe ao time do Vasco entrar em campo com essa mesma consciência. Jogando com atenção, disposição e inteligência, não será nenhuma surpresa a conquista do 23º Estadual vascaíno.

FLAMENGO X VASCO
 Felipe, Léo Moura, Wallace, Samir e André Santos; Amaral, Luiz Antonio, Márcio Araújo e Everton; Paulinho e Alecsandro.Martín Silva, André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Guiñazu, Pedro Ken e Douglas; Barbio (Bernardo ou Fellipe Bastos), Reginaldo e Edmílson.
Técnico: Jayme de Almeida.Técnico: Adilson Batista.
Estádio: Arena Maracanã. Data: 13/04/2014. Horário: 16h. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique. Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Luiz Antonio Muniz de Oliveira.
As redes Globo (RJ, ES, DF, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO) e Bandeirantes (RJ, ES, DF, PE, BA, AL, RN, PB, SE, MA, PI, PA, AM, RO, RR, AP, AC e TO) transmitem ao vivo. O Canal Premiere transmite para seus assinantes de todo o Brasil no sistema Pay-per-view.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha o confronto em Tempo Real, com vídeos.

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Parabéns ao ídolo vascaíno Roberto Dinamite pelos seus 60 anos. Dentro de campo, foi um dos maiores jogadores da história do clube e merecedor de toda festa possível. Já ao presidente Carlos Roberto, desejamos apenas lucidez para não tentar mais uma reeleição. E humildade para reconhecer que o possível título de hoje não será motivo para mais uma aventura eleitoral pelo Vasco. Todos nós sabemos que uma vitória no Estadual hoje terá acontecido APESAR do presidente e não POR CAUSA do mesmo.

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Atacar pela vantagem

Leia o post original por JC

Como de costume, Adilson não confirmou o time que enfrenta o Fluminense na primeira partida da semifinal do Estadual. Mas tudo indica que teremos a mesma formação que goleou o Duque de Caxias, com três atacantes e dois volantes. Precisando reverter a vantagem tricolete, o treinador vascaíno deve considerar por bem ser mais agressivo e pelo visto tentará vencer logo a primeira partida.

Tudo bem, o raciocínio está correto. O problema é que o time do laranjal não é o Duque de Caxias. Abdicar da ofensividade está fora de cogitação, mas o Vasco precisa tomar muito cuidado.

Renight, que normalmente já gosta de uma retranca, não faria diferente podendo jogar por dois empates e mandará três volantes ao campo. Mas um time com Fred, Walter, Conca, Carlinhos e Jean tem qualidade bastante para que nosso sistema defensivo não possa cochilar nem um segundo. Ter menos homens no meio de campo nos obrigará a jogar mais compactados para compensar a vantagem numérica tricolete no setor: sem a posse de bola, Reginaldo e Everton Costa precisarão ajudar a fechar os espaços nas laterais e na meiuca; e com a bola, partir para o ataque com velocidade e explorando ao máximo os lados de campo é o caminho para chegar ao gol tricoflor.

É natural o estranhamento de ver o Adilson sendo mais ousado, depois de tanto insistir com formações com mais defensores, justo em um clássico decisivo. E a razão deve ser justamente essa: o campeonato começa efetivamente agora e vencer, pela primeira vez é realmente indispensável. Mais que a escrita diante de um freguês já tradicional, esse Vasco mais ofensivo precisará também mostrar os motivos de termos a melhor defesa do campeonato. Se conseguirmos isso, as chances de termos do nosso lado a vantagem de um empate no domingo certamente serão enormes.

VASCO X FLUMINENSE
Martín Silva, André Rocha, Luan, Rodrigo e Marlon; Guiñazu, Pedro Ken e Douglas; Reginaldo, Everton Costa e Edmílson. Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Elivelton e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Jean e Conca; Walter e Fred.
Técnico: Adilson Batista.Técnico: Renato Gaúcho.
Estádio: Arena Maracanã. Data: 27/03/2014. Horário: 21h. Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães.  Assistentes: Eduardo de Souza Couto e Silbert Faria Sisquim.
 O Canal Premiere transmite para seus assinantes de todo o Brasil no sistema Pay-per-view.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha o confronto em Tempo Real, com vídeos.

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E as últimas dos pretendentes ao cargo de presidente do Vasco?

Integrante da chapa de Roberto Monteiro utilizou rede social para captar sócios em débito. Apesar do que postou no seu perfil – “caso algum sócio PROPRIETÁRIO, que esteja em débito com o VASCO, e tenham o interesse de ficar apto (sic) a votar, na chapa a qual sou integrante (…) entre em contato” – Eduardo Cassiano, conselheiro do clube, ex-diretor de patrimônio e membro da chapa Identidade Vasco, nega que a convocação tenha relação com o mensalão. Monteiro, como não poderia deixar de ser, nega qualquer envolvimento na história e alega não saber de nada.

E depois de ver seus correligionários reclamando que o Vasco estaria “vendido para empresários” desde que foi substituído pelo Dinamite na presidência do clube, Eurico Miranda tem sido visto constantemente em companhia de Carlos Leite, o empresário símbolo da atual gestão. Aparentemente, as diferenças entre ambos são coisa do passado (e olha que o primeiro chegou a ser réu em ação movida pelo segundo).

E até Roberto Dinamite, a essa altura do campeonato,  resolve cogitar ser candidato à reeleição. O simancol definitivamente está em falta.

É ou não é pra ficar preocupado com o futuro do clube?

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Adeus Capitão!

Leia o post original por JC

Então, a pessoa que entrou na justiça para impedir a reunião da Junta Deliberativa trabalha na empresa que cuida do marketing do Eurico Miranda. Certamente, mais uma coincidência que em nada liga o candidato aos sócios que estão tendo suas mensalidades pagas em troca de votos.

Até acho que possa ser verdade. Certamente não foi o próprio ex-deputado que arregimentou “torcedores”, preencheu fichas e levou as inscrições até o clube. Aliás, isso tudo já tinha ficado muito claro desde o primeiro momento. As palavras do próprio Eurico elucidam a questão completamente:

Eu não comecei campanha nenhuma. Eu respondo por mim. Agora, se há pessoas que estão dispostas a pagar as mensalidades de três, quatro, cinco pessoas, não vejo irregularidade nenhuma nisso.

E realmente não há nada no estatuto que obrigue que os próprios sócios paguem suas mensalidades. Devemos nos acostumar com o fato de que não há qualquer motivo legal para impedir que os associados de abril votem nas próximas eleições.

Moralmente isso é outra história. E se os sócios de abril acham que esse tipo de manobra não é impedimento para se votar em candidato X ou Y, azar o do clube.

Só não entendo porque alguém que sempre se orgulhou em bradar que volta à presidência do Vasco quando quiser, precisa desse tipo de ajuda. Eurico bem podia lembrar a essas “pessoas que estão dispostas a pagar as mensalidades de três, quatro, cinco pessoas” que ele não necessita desse tipo de expediente: basta esperar as eleições e ver o ex-presidente retornar ao cargo nos braços dos sócios.

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Agora, já que não há nada de ilegal ou que contrarie o estatuto, por que os responsáveis pelo “sustento” dos sócios de abril não assumem logo o fato? Seria mais digno, pelo menos.

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Mas tem coisa pior nessa história. A vista grossa que a diretoria faz com relação aos sócios de abril teria relação com um acordo entre Dinamite e Eurico. O primeiro – como sempre – não faz nada de efetivo para antecipar as eleições e o segundo da aquela ajuda na aprovação das contas da atual gestão. Os dois negam qualquer tipo de aliança, mas há muito se fala que a divergência entre os dois últimos presidentes não é tão completa quanto parece.

Vale lembrar que foi o próprio Eurico, como presidente do Conselho de Beneméritos, que pediu uma prorrogação de 60 dias no prazo para que a Diretoria entregasse as contas de 2012. Mesmo depois do presidente do Conselho Fiscal, Hélio Donin, ter informado que já havia sido dado um prazo, que ele tinha acabado e que a diretoria não havia conseguido regularizar as contas.

Resumindo: no final do seu malfadado mandato como presidente do Vasco, Roberto Dinamite dá sinais cada vez mais claros de que não dá a mínima para os interesses do clube.

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Triste mesmo é o fim de um belo capítulo na história de pioneirismo do Vasco no futebol brasileiro: Bellini, ídolo do Gigante e primeiro capitão da seleção canarinha a erguer uma taça de campeão do mundo, nos deixou hoje, aos 83 anos de idade.

Por ter sido um dos maiores zagueiros da história cruzmaltina, participante do Expresso da Vitória, com 430 jogos com a nossa armadura e 10 títulos conquistados, a torcida só tem a agradecer ao grande Bellini por tudo o que fez pelo Vasco.

Vá em paz, capitão! O luto de cada vascaíno hoje não é nada além de uma homenagem mais que merecida.

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Aviso: pessoas que nunca comentaram no blog e que passaram a ser muito frequentes de súbito, apenas para falar sobre política serão vetadas. Essa tática é antiga por aqui e certamente há locais melhores para que sua doutrinação seja feita.

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Indefinições de começo de ano

Leia o post original por JC

Reapresentado o time, começou a temporada 2014 para o Vasco.  Martín Silva e Aranda tirando fotos oficiais e Rodrigo Caetano falando – novamente – como gerente de futebol foram as novidades. De resto, nada definido. Juninho pode jogar pelo menos o Carioca, Pedro Ken pode ficar mais uma temporada, Rodrigo não se apresentou e não há uma confirmação oficial dos outros reforços especulados (os laterais Cortez, André Rocha e Marlon, o meia Junior Dutra e o atacante Maxi Biancucci).

Se levarmos em consideração os primeiro jogadores apresentados em janeiro do ano passado (Elsinho, Fillipe Soutto e André Ribeiro), podemos ver a diferença entre Caetano e Renê Simões, o responsável pelas contratações à época. Além de trazer um reforço para o gol, um problema crônico em 2013, Rodrigo e Aranda têm muito mais potencial que os jogadores trazidos para posições equivalentes. Se Cortez for confirmado, Caetano terá goleado Simões em matéria de contratações para o Carioca.

Mas há outra questão: ainda não está definida qual será a divisão que jogaremos esse ano. Como a Lusa dificilmente desistirá de mão beijada da luta pela permanência na série A, indo apelar na justiça comum, a possibilidade da CBF arregar e acabar com o Brasileirão com 20 times e com pontos corridos é grande. Caetano disse que essa questão cabe ao jurídico do clube e que seu trabalho é montar a melhor equipe possível, independente do que aconteça com o Campeonato Brasileiro.

Se a bagunça prevalecer e inventarem uma vaga para o Vasco na elite esse ano, será que Rodrigo Caetano conseguirá montar um time que se sustente na Série A? Mesmo ainda longe da pendenga se resolver, é preciso pensar nisso o quanto antes.

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Nem a rescisão da Nissan está 100% definida. Apesar do presidente da montadora no Brasil garantir não haver volta no patrocínio, Dinamite, contrariando a normalidade, se posicionou e de forma diferente. Segundo o ainda presidente do clube, o contrato está em vigor e por isso a marca da empresa japonesa ainda está estampada no uniforme vascaíno. Que nenhum torcedor gostaria de continuar a ver a Nissan no nosso uniforme é quase certo. Mas vale lembrar que o Vasco já recebeu uma cota do patrocínio e se a questão for aos tribunais, a montadora pode pedir o ressarcimento proporcional da grana que foi utilizada após o anúncio do fim do acordo. Então é prudente não dar argumentos à empresa deixando de exibir sua marca antes de tudo estar resolvido.

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Indefinida também está a classificação da molecada vascaína na Copa São Paulo. Mas a vitória por 3 a 0 sobre o JV Lideral até que facilitou as coisas para o nosso time. Na segunda colocação com os mesmos 3 pontos que tem o próprio JV, a decisão ficará para a última rodada. Mas enquanto o Vasco pega o já eliminado Usac e o JV encara o líder Audax-SP, em acontecendo o lógico, ficamos com a vaga.

Mas vale dizer: pelo que foi apresentado até agora pela garotada, a lógica é garantia maior de classificação que o futebol. Tanto na vitória de hoje, como na derrota na primeira rodada, o Vasco jogou muito mal.

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Michel Alves, Alessandro, Nei, Renato Silva, Rodolfo, Sandro Silva e Wendel. Entre todas as indefinições desse começo de ano, a lista dos jogadores que não vão para Pinheiral é pelo menos uma boa indicação da barca que deve zarpar de São Januário.

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É sério que a pressão pela antecipação das eleições no clube deve diminuir?  Alguém pode explicar a razão?

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Esperança como presente

Leia o post original por JC

Natal chegando, Brasileiro de 2014 ainda não definido – e isso ainda deve dar muito pano pra manga – e no fim de um ano terrível para o Vasco, surgem notícias sobre “presentes” para a torcida:

Martín Silva – depois dos rumores de que o finalista da Libertadores de 2013 e goleiro reserva da seleção uruguaia tinha acertado com o Vasco, foi noticiado que a negociação ainda continua. Dirigentes do clube e o empresário do jogador parecem otimistas com o acerto, mesmo com a pedida relativamente salgada com relação aos salários. Confirmando-se a contratação (e com a saída de um monte de chupa sangues que há na equipe), podemos dizer com certeza que já temos um time melhor que o desse ano, já que teremos ao menos um goleiro.

Felipe – dizem que o velho camisa 6 estaria disposto até a reduzir seus salários para voltar ao Vasco e terminar sua carreira no seu clube de origem. Diante do deserto de criatividade que assola nosso time, o retorno do Felipe seria um bom reforço. Desde que, claro, o veterano crie menos caso e jogue mais futebol. Até porque, com a permanência do Adilson Batista, pensar coletivamente e evitar problemas disciplinares será a melhor forma de garantir sua presença entre os titulares.

Rodrigo Caetano – só mesmo uma passagem com sucesso por um clube para que a contratação de um dirigente seja considerado um presente. E isso, é inegável que Caetano tem no currículo: em 2009, com o Vasco numa situação muito parecida com a de hoje, o gerente de futebol conseguiu montar uma equipe competitiva sem ter recursos para isso e ainda foi o responsável por montar uma equipe vencedora em 2011. Se confirmar sua volta,Caetano certamente será importante em mais uma temporada complicada para o Vasco (e ainda pode ser o porta-voz dos jogadores na hora de tratar com a diretoria e ainda ser o bombeiro em situações disciplinares, o que seria importante para jogadores como o citado Felipe, por exemplo).

Mas no fim das contas, os presentes que todo vascaíno espera há um bom tempo, ainda não apareceram: antecipação das eleições no clube e o surgimento de opções reais de mudança no comando do Vasco.

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Se o Vasco vai mal, o presidente é que vai mal. (…) A culpa dessa situação é de todos, mas ela cai no meu colo.

E se não caísse “no colo” do MANDATÁRIO do clube, cairia onde, Sr. Presidente?

Com frases desse tipo, Roberto Dinamite deixa clara sua falta de percepção de quais são as responsabilidades de um presidente. Competência para comandar um clube como o Vasco da Gama nem todo mundo tem; hombridade para reconhecer que um comandante é o principal responsável tanto pelo sucesso como o fracasso dos seus comandados, qualquer um deveria ter.

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Por falar em competência, seria interessante que a diretoria explicasse – já que não sabemos como foram as negociações – qual teria sido o motivo para não colocar uma cláusula que previsse multa em caso de rompimento unilateral do contrato de patrocínio da Nissan.

Talvez a diretoria estivesse contando que ela própria fosse romper o contrato no futuro.

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Ainda sobre patrocínios, seria interessante que as empresas pensassem com seriedade sobre a sugestão exposta no vídeo abaixo:

Se os patrocinadores fizessem parte da mudança no cenário de violência nos estádios e não apenas cobrassem as mudanças seria algo muito mais justo. E que também, na hora de romper contratos porque os clubes – ou suas torcidas – não seguem “os valores e princípios sustentados e defendidos” pelas empresas, elas evitassem que suas próprias marcas estivessem envolvidas em roubo de terras indígenas, desmatamento e trabalho escravo.

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Para terminar, não poderia deixar de desejar um ótimo Natal para todos os leitores e principalmente aos vascaínos que acompanharam o blog ao longo desse difícil ano. Que todos tenha uma noite bastante feliz e que Papai Noel traga não um saco, mas todo um trenó cheio de esperança para os torcedores do Vasco. É algo de que precisaremos muito em 2014.

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O Vasco choramingar vaga na elite é piada, né?

Leia o post original por Neto

Vascaíno pisa na cabeça de torcedor desacordado

Vascaíno pisa na cabeça de torcedor desacordado

Sempre demonstrei minha admiração pelo ídolo Roberto Dinamite, um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro. Mas não dá pra negar que administrativamente ele e toda sua equipe tem deixado muito a desejar. Os caras em menos de cinco anos rebaixaram o Vasco em duas vezes. Isso não pode acontecer! Pra completar, além de cair vergonhosamente dentro do campo, os dirigentes estão insistindo em uma virada de mesa. É brincadeira?

Estão querendo anular a última partida alegando que deveria ser anulada por falta de segurança. Tudo bem que houve de fato um problema nesse sentido na Arena Joinville. Mas quando um não quer, dois não  brigam. A torcida cruz-maltina também partiu pra porrada nas arquibancadas. Aliás, foram eles que mais arrumaram confusões em jogos nesse Brasileiro. Se não me engano foram uns três ou quatro quebra-paus promovidos pelas organizadas do Vasco. E isso só pra se limitar àqueles que foram transmitidos ao vivo na TV.

Como diz o Dinamite abaixo, o Furacão tem até responsabilidade pelas cenas de violência. De repente merece sim uma punição. Mas isso nada tem a ver com o desempenho ridículo dos jogadores vascaínos. Acho que ao invés de reivindicar uma vaga que o clube não merece, a cartolagem deveria colocar o rabo entre as pernas e trabalhar firme e forte para fazer o Vasco voltar à elite do futebol do País. A vergonha pelo rebaixamento já deveria ter sido assimilada. É apenas resultado de muita incompetência.