Arquivo da categoria: rodrigo caio

Cadê a personalidade do zagueiro de condomínio?

Leia o post original por Craque Neto

Lembram quando um assessor da presidência do São Paulo disse – ‘P’ da vida com uma derrota ou eliminação do time – que o Rodrigo Caio não passava de um zagueiro de condomínio? Na ocasião achei até que ele havia exagerado. Afinal via qualidade no jogador e ele até era frequentemente chamado para a Seleção Brasileira pelo técnico Tite. Pois bem, passados alguns meses dou total razão para esse assessor. Pelo amor de Deus! Alguém viu o que ele disse sobre o ex-técnico Aguirre? Esculachou o cara só porque ele não era aproveitado. É brincadeira? Ou seja, quando o cara […]

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Pediu o boné assim mesmo?

Leia o post original por Craque Neto

Acompanhei um trecho divulgado pelo programa ‘Bola da Vez’, dos canais ESPN Brasil, onde o jogador Rodrigo Caio, zagueiro do São Paulo, fala com todas as letras de chegou a hora de deixar o clube. Dando a entender que ele só pode ter coisa melhor engatilhada com outro time, viu!? Só pode. Não é possível! Ou foi totalmente JUVENIL de falar uma coisa dessas em um momento tão turbulento. Veja bem, há algum tempo o Tricolor está tentando reencontrar uma forma competitiva de jogar bola. Mesmo contratando um montão de MEDALHÃO as coisas não se encaixam. Nem troca de treinador está adiantando muito. Aí […]

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Frota: Jogador que toma milk-shake com canudinho não dá!

Leia o post original por Craque Neto

Convidado especial do programa, o ator e apresentador Alexandre Frota deu sua opinião sobre seu tipo de jogador favorito e afirmou ser “100 % Felipe Melo” em detrimento ao zagueiro são-paulino Rodrigo Caio.

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Feito time grande

Leia o post original por Rica Perrone

Aguirre parece ter entendido bem rápido o maior problema do São Paulo. O time dele não tem ainda nenhuma invenção tática radical, nem teve tempo pra isso. Mas tem vergonha na cara.

De alguma forma o uruguaio conseguiu tirar o elenco da zona de conforto e os fez entender que o resultado pode até não vir, mas  a briga tem que existir.

O time que perdeu pro Corinthians ostentava uma dignidade incomum nos últimos anos. E ainda que com nova derrota, conseguiu sair de campo sem ser vaiado.

O de ontem foi ainda melhor. Com um a menos, agrediu. Quase venceu. Quando sofria agressão, revidava. Não ficou com medinho de cara feia de argentino e deixou a classificação bem encaminhada pro jogo da volta em casa.

Eu não vou perder tempo falando da meia duzia de argentinos escrotos que chamaram nossos torcedores de macacos e cuspiram neles. Até porque também temos meia duzia de escrotos em nossa torcida, como em todas.

Mas como sempre na Argentina é pontapé, torcida em lugar ruim, catimba, pressão, todo o perrengue extra-campo padrão de um jogo lá.

E como digo há anos, chiliques de Rizeks a parte, o brasileiro precisa sim aprender que respeito é algo que se dá a quem também te respeita. Aqui vai ter tapete vermelho, escolta, torcida isolada, zero pressão e conforto. E se um dos nossos der uma cabeçada no rival, será expulso.

Regra é regra desde que seja contra nós. E enquanto nossa mídia achar o máximo a catimba e a “malandragem” argentina, temos que brigar em campo apenas.

No Morumbi a gente conversa. E se não quiser conversar, a gente também topa. Mas do jeito que for, manda quem pode obedece quem tem juizo.  Tenha juizo, Rosário.

Aqui, não!

abs,
RicaPerrone

Vencedores e figurantes

Leia o post original por Rica Perrone

Sabe qual a diferença entre o Rubens Barrichello e o Mansell?  Um não aceitava de jeito nenhum estar ali pra trabalhar e ir pra casa. Acho que ninguém na Fórmula 1 deve acreditar que o inglês, autor de lambanças inacreditáveis, seja tecnicamente um gênio.

Mas era “louco”. E louco por vencer.

O time do São Paulo de 2004 era frouxo, mas era bom. O de 2005 tinha Junior, Amoroso e Luizão.  Ali estava compensado toda a falta de títulos do restante do elenco. Havia liderança, referência gente com fome e gente acostumada a vencer.

O São Paulo hoje tem 5 jogadores “famosos” em seu elenco. As “referências”.  Rodrigo Caio, Nene, Petros, Jucilei e Diego Souza.

Nenhum dos 5 é um grande campeão.

O Rodrigo não venceu nada ainda. O Petros não tem títulos, o Jucilei idem. Diego Souza tem 2 Copas do Brasil, só atuou em uma delas. Na outra era um garoto que integrava elenco.

O Nenê, embora com carreira internacional, soma em toda sua carreira alguns estaduais e um campeonato francês.

Essa é a referência de um clube grande que obrigatoriamente disputa títulos e é favorito em tudo que entra.  Esse são os caras que inspiram os jovens que vão chegando ao grupo.

E não, não há demérito algum em não terem grandes títulos. Mas o SPFC tem um elenco mal pensado quando não tem NENHUMA referência vencedora em seu grupo. Imagine ter 5, todas acostumadas com a derrota muito mais do que com as conquistas.

O Amoroso de 2018 não será um treinador. O Luizão não virá da base. E não adianta esperar que o Rodrigo Caio vire Lugano, porque não é seu perfil.

O time do São Paulo não é ruim. É apenas um time que não sabe vencer, não tem paixão por isso e que vai embora feliz todo dia as 18h com o salário na conta.

Pra alguns “ganhar” é ser bem pago e cumprir o que lhe pedem minimamente. Para outros é questão de vida ou morte.

No SPFC, há alguns anos, e pode incluir alguns com títulos de pontos corridos, o mínimo está bom.

Mas não está. Pode trocar de treinador mais 20 vezes. Tem gente que quer chegar em casa e dar um video game novo pro filho, tem gente que quer que o filho diga na escola quem é seu pai.

abs,
RicaPerrone

Não vejo tantos fantasmas

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez por estar meio desacreditado no ser humano, talvez por ser um cara prático. Mas eu não consigo ver metade dos fantasmas que a maioria vê no caso Jô. Foi mão. Ponto. Gol irregular e fim de conversa. A discussão é:  Ele deveria ter se acusado como fez Rodrigo Caio num lance contra ele uma …

Não vejo tantos fantasmas

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez por estar meio desacreditado no ser humano, talvez por ser um cara prático. Mas eu não consigo ver metade dos fantasmas que a maioria vê no caso Jô. Foi mão. Ponto. Gol irregular e fim de conversa. A discussão é:  Ele deveria ter se acusado como fez Rodrigo Caio num lance contra ele uma …

Cinco casos em que o São Paulo repete grandes rebaixados

Leia o post original por Perrone

1 – Ídolo no comando

Em julho de 2016, o Internacional apostou em Falcão, um dos maiores ídolos de sua história, como treinador. Menos de um mês depois, ele foi demitido por causa dos maus resultados. No fim do ano, os gaúchos foram rebaixados para a Série B. Em 2017, o São Paulo montou seu planejamento com Rogério Ceni estreando na função de técnico. No início de julho, ele foi despedido por conta do risco de rebaixamento. Porém, com Dorival Júnior, a equipe segue ameaçada e ocupa a penúltima posição do Brasileiro.

2 – Crise política e caso policial

A queda do Corinthians para a Série B em 2007 foi precedida por um dos períodos mais turbulentos nos bastidores do clube. Acuado por denúncias, como a acusação de uso de notas fiscais frias em sua gestão, Alberto Dualib renunciou ao cargo em setembro. O rebaixamento aconteceria em dezembro. O São Paulo enfrentou a renuncia de um presidente em 2015, após denúncias de irregularidades. A saída do dirigente não significou calmaria. No mês passado, por exemplo, a pedido da diretoria, o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) abriu inquérito para apurar a suposta comercialização irregular de ingressos e camarotes para shows do U2 e de Bruno Mars no Morumbi. As suspeitas culminaram com a demissão por justa causa do gerente de marketing Alan Cimerman, que nega as acusações.

3 – Estrangeiros na berlinda

Esperança da torcida do Palmeiras, Valdivia foi um dos jogadores mais cornetados na campanha do rebaixamento para a Série B em 2012. Lesões, seu comportamento fora de campo e a acusação de falta de comprometimento compuseram o cenário que fez o chileno ser detonado nas arquibancadas e por cartolas. Hoje, a crise são-paulina tem o peruano Cueva como um dos personagens. Ele também é acusado por dirigentes e parte dos companheiros de não estar comprometido como deveria com a equipe e tem seu preparo físico questionado.

4 – Desentendimentos entre atletas

Enquanto tentava evitar o rebaixamento em 2012, o palmeiras sofria internamente com o confronto entre Marcos Assunção e Valdivia. Em 2015, durante entrevista ao “Diário de S.Paulo”, assunção disse que chegou a dar um soco no chileno após uma discussão, além de fazer uma série de críticas ao ex-companheiro, rebatendo afirmações dele dadas ao “Estado de S.Paulo”. Nos último dias, o São Paulo viveu turbulência por conta de troca de farpas entre Rodrigo Caio e Cueva, que nesta segunda pediu publicamente desculpas ao zagueiro.

5 – Time grande não cai

“O Inter não vai cair”, disse Fernando Carvalho, então vice de futebol do colorado em setembro de 2016. No final do ano, seu clube caiu para a segunda divisão nacional. “Venho afirmar mais uma vez e garantir: não tem hipótese de rebaixamento do Vasco”, declarou Eurico Miranda em julho de 2015. A temporada terminou com a agremiação presidida por ele de volta à Série B. Na última segunda, foi a vez de Cueva decretar: “o São Paulo é grande, não vai cair.”