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Após Copa do Brasil, Corinthians vê temperatura política subir

Leia o post original por Perrone

O encerramento da Copa do Brasil foi a senha para opositores de Andrés Sanchez no Corinthians voltarem a fazer barulho no clube. A promessa é de que uma série de cobranças seja feita nos próximos dias.

Havia o entendimento entre oposicionistas de que o debate de temas espinhosos antes da final, vencida pelo Cruzeiro, poderia se ser usado como justificativa da direção para uma eventual derrota, que acabou ocorrendo.

Na mira do oposicionistas estão contratações questionadas por conselheiros e torcedores, como as de Jonathan, Danilo Avelar e Roger. O plano é pedir esclarecimentos sobre os critérios usados para a montagem do time, valores gastos e pagamentos de comissões a empresários.

Outro alvo é o departamento de marketing, criticado por não ter conseguido patrocinador máster fixo, não resolver o impasse com a Odebrecht sobre obras que não teriam sido feitas na Arena Corinthians e nem negociar os “naming rights”. Sanchez destacou Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing alvinegro, para cuidar da relação com a construtora.

O plano de opositores é cobrar do presidente os resultados do trabalho da diretoria de marketing neste ano. A questão é sensível pois Rosenberg é o principal diretor de Andrés.

Em outra frente, há quem queira ressuscitar no clube a discussão sobre a eleição vencida por Sanchez. Segundo o Ministério Público, as urnas eletrônicas utilizadas eram vulneráveis. Até agora, porém, não houve contestação do resultado na Justiça e no Conselho Deliberativo.

Caso o pacote de pressão seja realmente despejado sobre Andrés, o dirigente terá que lidar com a turbulência política ao mesmo tempo em que o time tenta se distanciar da zona de rebaixamento do Brasileirão. Hoje, o alvinegro tem cinco pontos de vantagem sobre o Ceará, 17º colocado.

Opinião: no Brasileirão, Corinthians paga conta por apostas arriscadas

Leia o post original por Perrone

O sufoco do Corinthians na reta final do Brasileirão é reflexo de apostas de alto risco feitas pela diretoria. Muitas delas escoradas em amizades.

Essa combinação fez Jair Ventura assumir um time sem padrão tático e com escassas opções na reserva. Quando poupa titulares pensando na Copa do Brasil, como fez na derrota deste sábado (13) para o Santos, por 1 a 0, o treinador é obrigado a usar nomes de fraco desempenho na temporada, como Sheik, Jonathas e Danilo.

O mesmo acontece no momento em que ele precisa virar uma partida. O treinador deve sentir calafrios quando olha para seu banco.

O abismo entre titulares e reservas destruiu a fórmula eficaz usada pelos corintianos em suas últimas conquistas. No lugar de craques, a aposta foi sempre em elencos equilibrados, o que faz a diferença principalmente no longo campeonato Brasileiro.

A situação atual torna natural o questionamento relativo a algumas apostas. A vaga de Emerson Sheik, por exemplo, não poderia ter sido melhor ocupada?

O veterano se esforça, mas não produz os resultados que o time precisa. Era previsível que Sheik não seria um jogador para ocupar a titularidade, ainda que apenas no segundo time.

É sabido que o atacante é grande amigo de Andrés Sanchez, presidente corintiano. Em 13 jogos no Brasileiro, ele não fez gol.

Outro exemplo de pouca utilidade para o clube, Jonathas marcou uma vez em sete participações no Brasileirão. O atacante é ligado a Carlos Leite, amigo de longa data de Andrés Sanchez. O agente também trabalha com Mateus Vital e agiu na contratação de Jair Ventura.

Durante as últimas eleições no Parque São Jorge, o empresário se envolveu numa polêmica por enviar dinheiro para a conta do clube. Segundo documento interno do Corinthians, a quantia foi usada para pagar mensalidades de sócios em atraso na tentativa de viabilizar suas participações no pleito. O agente nega envolvimento com a votação e diz que fez um contrato de empréstimo.

Não se trata aqui de sugerir que a diretoria contratou jogadores com pouco potencial para compensar o empresário. Mas, sim, de mostrar que a confiança depositada pela direção em alguns agentes e jogadores justifica apostas de risco. Leite é sempre lembrado pelo grupo de Andrés por ter indicado Cássio, até então desconhecido no futebol brasileiro.

Roger, com três gols em 17 participações no Nacional é outro símbolo de aposta arriscada da diretoria alvinegra que prejudicou o poderio ofensivo corintiano.

Em sua defesa, a diretoria tem o fato de a equipe estar na final da Copa do Brasil. Mas, na opinião deste blogueiro, isso só reforça a tese de que foi montado um elenco capaz de disputar um torneio de mata-mata. Mas sem peças de qualidade suficientes para encarar o Brasileirão e se dividir em duas frentes.

A saída de Fábio Carille prejudicou o Corinthians, mas até ele teria dificuldades com o grupo que agora vê de um lado a chance de ganhar a Copa do Brasil e, do outro, a zona de rebaixamento do Brasileiro cada vez mais próxima.

 

Tudo muda muito rápido

Leia o post original por Flavio Prado

Foto: Cesar Greco/SEP

Impressionante como as coisas mudam rápido no futebol brasileiro. Dez dias antes da derrota para o Cruzeiro em Belo Horizonte, resultado absolutamente normal, o Palmeiras com ótima atuação derrotou o Bahia. Depois empatou com o América-MG e avançou na Copa do Brasil e perdeu para o Sport em casa e para o Cruzeiro fora. Realmente o time jogou mal nos 3 jogos, mas acho que o drama é  exagerado.

O trabalho de Róger Machado tem defeitos, como todos os trabalhos, inclusive dos times campeões. O que assusta é como a sensação de terra arrasada aparece rápido, assim como de uma hora para outra um time com uma boa sequência de resultados vira favorito ao título, caso do São Paulo.

O equilíbrio é fundamental. Claro que existe a empolgação e a corneta do torcedor, mas o mínimo de coerência e cautela é fundamental, principalmente para quem analisa e para quem comanda um clube.

 

Novos treinadores: geração pontos corridos

Leia o post original por Rica Perrone

A nova safra de treinadores do futebol brasileiro é ótima. Já cansei de fazer elogios aqui e pedir que os times parem de andar em circulos contratando velhos mediocres com tanta promessa de brilhantismo vindo de baixo. Eles tem subido, ganhado espaço e melhorado nosso jogo. Mas tem uma característica em comum muito difícil de…

Grêmio não comprou títulos. Os fez

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez pro torcedor a fórmula simples seja um trabalho legal de revelar jogador, somado a um dinheiro em caixa, um treinador bom e pronto. Campeão!

Não, não é assim. Primeiro porque se fosse isso todos seriam campeões e não dá. Segundo porque 99% dos clubes são capazes de aplicar essa fórmula. E nem 1% deles tem sucesso. Então, talvez, não deva ser tão simples quanto imaginamos da sala da nossa casa em frente a tv.

O que o Grêmio fez de diferente?

Desde 2009 padronizou na base a forma de criar seus talentos. Só que somado aos jogadores que ele mesmo criou, iniciou um belo trabalho de buscar jogadores ainda da base de times menores e traze-los para terminar a base no clube e subir com a mentalidade profissional que o clube quer.

Em 2015 Felipão subiu alguns garotos e efetivou outros. Mas não se acertou e acabou saindo. Então veio Roger e o Grêmio campeão de tudo sem comprar ninguém começou a surgir.

O time ganhou um toque de bola absurdamente superior a maioria. Não entregava a bola de graça, era calmo e muito bem organizado. Mas lhe faltava algo mais. E foi com Renato Gaucho que os resultados do bom trabalho do clube vieram a público.

Saiba: Muito clube faz tudo direito e ninguém sabe porque não é campeão. E mais clubes ainda fazem tudo errado e parecem geniais porque a bola entrou.

O Grêmio do Renato ganhou a Copa do Brasil sendo o time do Roger só que com vontade de fazer gols.

Em 2017 o Cortez ganhou a vaga do Marcelo, o Wallace foi vendido e o Douglas se machucou. Renato fez algumas mudanças simples e uma que resolveu o maior dos problemas.

Como seria sem Douglas? O Grêmio viu entre os titulares a solução e Luan deu 5 passos para trás e não apenas resolveu como melhorou o setor.  Barrios chegava com a 9, e a dupla de zaga cada vez mais difícil de furar. Maicon começa a ter problemas de contusão, e surge Arthur.

Pedro Rocha deslancha. O Grêmio é compato e funciona de todas as formas. Do contra-ataque a posse de bola, o time está redondo e continua dando a falsa impressão que se perder uma peça desmonta. Mas não desmonta.

O Grêmio termina 2017 campeão da Libertadores com a perda do fundamental Pedro Rocha. E o gol da final, inclusive, é do seu substituto.

Vem 2018, perde-se Barrios, Fernandinho e Edilson. Entram Madson (Leo Moura), Everton e Cicero (Jael). Segue o baile, Grêmio campeão gaúcho apos quase uma década.

O que esses quadros querem dizer?

  • Não há contratação de peso.
  • As peças foram mudando e em raríssimos momentos o time mudou a forma de jogar
  • Um time que em 1 ano não contrata “ninguém”, perde 8 jogadores titulares e se mantem ganhando e crescendo deve estar fazendo algo que os outros não estão.
  • A base Grohe, Geromel, Luan foi mantida. São os 3 pilares do time. O Arthur embora fundamental, já foi substituido e viu o Grêmio jogar antes dele. Sua saída será como a do Wallace.  Maicon e Jailson continuarão fazendo funcionar.
  • 3 treinadores tiveram papel importante no processo. Os 3 são ídolos do clube. Talvez não seja coincidencia.
  • André acaba de chegar para tirar Cícero do seu papel improvisado. O time de 2018 tem 6 jogadores do título de 2016 e ainda assim mantém padrão.

O trabalho do Grêmio é muito bom, pouco valorizado pela mídia que segue idolatrando compradores eufóricos que vivem entre a euforia da chegada e a crise da explicação do resultado abaixo do investimento.

Futebol na América do Sul não se faz comprando. Quantos Grêmios serão necessários para que os 12 entendam isso?

Enquanto os outros não entendem, o Grêmio deita, rola e, como no estadual, até “finge de morto”.

abs,
RicaPerrone

FINALMENTE! Eis o 9…

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Chega de novela! Tudo indica que o Corinthians está prestes a anunciar seu novo camisa 9 para a disputa do Campeonato Brasileiro. Na negociação de empréstimo do atacante Lucca com o Internacional a diretoria acertou a vinda do Roger para o Timão. Para que não sabe ele marcou 17 gols em uma boa temporada defendendo a camisa do Botafogo na temporada passada. Posso falar a verdade? Eu gosto muito do Roger. Ele não é um primor de técnica com a bola nos pés mas é um dos poucos centroavantes do futebol de hoje que mantém o faro de gol. É […]

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SACANAGEM! Como futebol tem POBREZA de espírito, viu?

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Uma notícia ganhou muita repercussão neste sábado. Em uma entrevista aos canais ESPN – que ainda não foi ao ar – o atacante Roger, artilheiro do Botafogo nesta temporada, afirmou com todas as letras que o clube carioca não se responsabilizou financeiramente por parte da cirurgia que ele fez para a retirada de um tumor no rim. Só pode ser uma brincadeira de mau gosto, não é verdade? Segundo o jogador ele recebeu uma ligação do vice de futebol do Fogão dizendo que não achava justo bancar tudo. É mole? Quer dizer, o atleta é funcionário do clube e deveria […]

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Verdão já tem NOME de TÉCNICO caso Cuca pule do barco

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A postura meio desanimada do técnico Cuca nas coletivas do Palmeiras deixa muita gente da diretoria ressabiada com o futuro do trabalho dele dentro do clube. Soma-se a esse aparente desânimo o fato do treinador não se dar muito bem com o executivo de futebol Alexandre Mattos. Já declarou até publicamente que chegou ao ponto de pedir demissão. Prontamente negada! Na quinta colocação do Brasileirão e em vias de garantir novamente a vaga do Verdão para a Libertadores, Cuca mudou a postura. Afirmou que pretende planejar o elenco do próximo ano ainda mais porque tem contrato até dezembro de 2018. […]

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Jamais aquele moleque forte vai baixar a guarda!

Leia o post original por Craque Neto

Quando era gerente de futebol do Guarani de Campinas, na única pausa que dei na carreira de comentarista esportivo, lembro perfeitamente de um atacante forte e goleador surgindo na base da rival Ponte Preta. Era o início dos anos 2000 quando um menino rebelde arrebentou em uma Copa São Paulo e começou aos poucos a ter oportunidades no time principal. A personalidade forte o prejudicou um pouco mas pra falar a verdade me fez sentir identificado. Aquele ‘Zé Ruela’ fazia as mesmas coisas certas e erradas que eu fazia no meu começo de carreira. O nome dele? Roger. Aos 33 […]

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