Arquivo da categoria: Rogério Ceni

SP põe fim ao “super” Flamengo?

Leia o post original por Craque Neto 10

Fim de jogo! O supertime do Flamengo, megavalorizado com a baita temporada que fez em 2019 e no início de 2020, levou um CHOCOLATE do São Paulo no Morumbi, perdeu por 3 a 0 – fora o baile! – e está eliminado da Copa do Brasil. Mais uma derrota doída já que os cariocas só […]

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Sacanearam o gringo?

Leia o post original por Craque Neto 10

O Flamengo anunciou na tarde desta segunda-feira (9) a demissão do espanhol Domenéc Torrent, o popular Dome. Pois é, apesar de estar fazendo um bom trabalho e superando os contratempos de convocações e lesões, ele vinha liderando o time rubro-negro na ponta da tabela do Brasileirão (terceiro lugar, com um ponto a menos que o […]

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Rogério Ceni tem tudo para ser campeão no Flamengo .

Leia o post original por Nilson Cesar

O Flamengo contratou um grande treinador e tem também o melhor elenco do futebol brasileiro . Pode ser um casamento perfeito . Rogério tem tudo para ser campeão no Mengão . Achei uma ótima contratação . Ficou claro que o Dome não tem ainda condições de dirigir uma equipe do tamanho do Flamengo . Ele foi auxiliar técnico . É muito diferente ser treinador . Rogério é vencedor e já se consolida como…

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Com Dani Alves e Diniz fica difícil ver um futuro promissor no Morumbi

Leia o post original por Craque Neto 10

É verdade que o São Paulo eliminou o Fortaleza do ídolo Rogério Ceni e chegou às quartas-de-finais da Copa do Brasil. Mas posso falar? Dá maneira que foi só prova o que venho falando há um bom tempo. Com a instabilidade tática do técnico Fernando Diniz e a inoperância do Daniel Alves, que é a […]

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Com Dani Alves e Diniz fica difícil ver um futuro promissor no Morumbi

Leia o post original por Craque Neto 10

É verdade que o São Paulo eliminou o Fortaleza do ídolo Rogério Ceni e chegou às quartas-de-finais da Copa do Brasil. Mas posso falar? Dá maneira que foi só prova o que venho falando há um bom tempo. Com a instabilidade tática do técnico Fernando Diniz e a inoperância do Daniel Alves, que é a […]

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Flamengo e Cruzeiro são exemplos para times pararem de poupar jogadroes

Leia o post original por Perrone

O Brasileirão de 2019 deixa como uma de suas principais lições o quanto pode ser maléfico para os clubes poupar jogadores pensando na Libertadores ou em outras competições. É emblemático que o campeão Flamengo tenha evitado na maioria das vezes preservar atletas e que o rebaixado Cruzeiro tenha agido de maneira oposta.

Dizendo que poupar jogadores não faz parte de sua cultura, Jorge Jesus ajudou o rubro-negro a levantar a taça continental, além da nacional. O português transformou em papo furado a prática de seus colegas brasileiros. Justamente ele, que tinha mais argumentos para colocar reservas para atuar em algumas partidas do Brasileiro por ter um elenco muito robusto.

Por outro lado, o time mineiro começou a temporada com pinta de que poderia brigar por todos os títulos que disputasse. Tinha um trabalho consolidado com Mano Menezes e uma equipe jogando um bom futebol. Porém, Mano menosprezou o Brasileirão e começou a encher o time de reservar pensando em evitar contratempos na Libertadores. Mas seu elenco não era equilibrado como o do Flamengo.

Os maus resultados começaram a aparecer na competição nacional, o time foi ficando para trás e, inicialmente, ninguém levou a sério o risco de rebaixamento. Direção e comissão técnica agiam como se a situação estivesse sob controle. Mas não estava.

Seria ingenuidade creditar o rebaixamento cruzeirense apenas à prática de poupar atletas. Uma série de fatores contribuiu para isso. Péssima gestão, falta de comprometimento de jogadores e dirigentes, remunerações atrasadas, a aposta em um técnico novato como Rogério Ceni para domar medalhões como Thiago Neves, a falta de habilidade de Abelão para fazer o time reagir e a confiança de que um ídolo do clube (Adilson Batista) seria o salvador da pátria. Paro por aqui de listar os problemas que afundaram o Cruzeiro para o leitor não perder o fôlego.

Porém, mesmo com esse caminhão de erros, quatro pontinhos perdidos com reservas em campo enquanto o clube celeste ainda disputava a Libertadores teriam evitado esse vexame histórico. Estamos cansados de saber que quando um time grande está na zona de rebaixamento a perna dos atletas pesa mais, o nervosismo é inevitável e o que parecia simples vira impossível. A torcida ameaça quem precisa de apoio, e nem todos reagem bem. Tem aqueles que somem nos momentos decisivos. Definitivamente, não dá pra brincar com o monstro do rebaixamento.

A situação cruzeirense já bastaria pra os clubes repensarem essa bobagem de poupar jogadores. Porém, se a fobia em relação à Série B não for suficiente, vale olhar para o Flamengo e realizar que dá, sim, para vencer Brasileirão e Libertadores ao mesmo tempo. Cabe às outras diretorias cobrarem uma nova postura de suas comissões técnicas a partir de 2020.

Ambiente do Cruzeiro entre os jogadores deve ser péssimo. Problema certamente não é o treinador.

Leia o post original por Nilson Cesar

Mano Menezes não serviu. Rogério Ceni também não. Agora chegou Abel Braga . O problema do Cruzeiro certamente não é o treinador. Grupo onde tem panelas que querem mandar claramente não funciona. Quem tem que entrar em ação é a Diretoria. O Cruzeiro é grande demais para ser rebaixado para a série B. Deveria sim afastar os jogadores “paneleiros” e colocar jogar quem tem gana…

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Fortaleza faz o óbvio ao invés de cena

Leia o post original por Rica Perrone

Incomum, não absurdo. Absurdo é não compreender a saída. Absurdo é condenar a volta. O Fortaleza está agindo não apenas com humildade mas com grandeza.  Nenhum dirigente do tricolor é hipócrita de dizer que não teria ido. Apenas comentaristas virtuais acham que é normal dizer não pro Cruzeiro estando no Fortaleza. Ceni fez o que…

Opinião: Rogério paga preço por aposta arriscada no Cruzeiro

Leia o post original por Perrone

Rogério Ceni foi ousado quando decidiu trocar o Fortaleza, clube no qual já era ídolo, pelo Cruzeiro, em crise dentro e fora de campo. Nada contra a ousadia do treinador. Cada um decide se deve ou não ser ousado ao planejar sua carreira. Não existe fórmula de sucesso. Só que nesse caso estava claro o alto risco. Não deu outra: demissão em menos de dois meses.

Os sinais de vida dura para o ex-goleiro eram evidentes. A começar pela missão de afastar um time grande da zona de rebaixamento. Pegar um time montado por outro treinador com características diferentes das suas não costuma ajudar quem precisa de resultados rápidos. A situação fica mais crítica enquanto a diretoria enfrenta uma grave crise política e não pode se concentrar apenas no salvamento da equipe.

Para piorar, Rogério nunca foi considerado um cara de relacionamento fácil. Desde os tempos de jogador, seu alto nível de exigência e suas posições firmes tornaram a convivência com colegas complicadas algumas vezes. Todo mundo sabia que ele treinaria medalhões no Cruzeiro. O risco de choque com pelo menos um de seus comandados era evidente. E aconteceu com Thiago Neves, inicialmente.

Fragilizada politicamente, era de se esperar que a diretoria não tivesse peito para bancar o treinador diante da aparente insatisfação de alguns atletas. O desfecho mais óbvio aconteceu com o anúncio da demissão do técnico.

Ceni poderia ter ficado tocando sua vida no Fortaleza, mas apostou alto no Cruzeiro. Fez um investimento de risco e perdeu. É do jogo. Ele não deve ser crucificado pela escolha. Críticas devem ser direcionadas à diretoria cruzeirense, que toma a decisão amadora de demitir um profissional com tão pouco tempo de casa. Mas não dá para negar que, ao tentar avançar algumas casas, Rogério deu passos para trás.