Arquivo da categoria: Roland Garros

Bruno Soares brilha no US Open

Leia o post original por Fernando Sampaio

soaresEspetacular !!!

Bruno Soares e Jamie Murray conquistaram o U.S.Open.

Final 6/2 6/3 contra Guillermo Garcia López e Pablo Carreño Busta.

Soares tem agora 05  títulos de Grand Slam. Ao lado de Murray, conquistou Austrália e Estados Unidos. Nas duplas mistas tem dois US Open e um Australian Open. Em Nova Iorque venceu em 2012 ao lado de Ekaterina Makarova e 2014 com Sania Mirza. Em 2016 levou Melbourne ao lado de Elena Vesnina.

Conquista espetacular, poucos brasileiros chegaram lá. No individual apenas Maria Esther e Guga. Guga tem 3 Roland Garros, Maria Esther tem 3 Wimbledon e 4 US Open. Nas duplas, Maria Esther tem 12 títulos, Thomaz Koch e Marcelo Melo tem 1. Ou seja, só 5 brasileiros conquistaram Grand Slam.

Maria Esther com 19 títulos supera todos os brasileiros.

Fiquei muito feliz, Bruno Soares é gente finíssima.

 

Andy Murray Sensacional

Leia o post original por Fernando Sampaio

Day Eleven: The Championships - Wimbledon 2016Andy Murray conquistou o segundo título em Wimbledon.

Sensacional.

Campanha fantástica, seis vitórias por 3×0.

Só Tsonga ganhou set do escocês.

Lian Broady, Yen-Hsun Lu, John Millman, Nick Kyrgios, Tomas Berdych na semifinal e Milos Raonic na final. Todos derrotados por 3×0. Nas quartas Jo-Wilfried Tsonga venceu dois sets.

Murray agora tem 01 título do U.S Open e dois títulos de Wimbledon.

Não é fácil ganhar três títulos de Grand Slam, ainda mais na época de Federer, Nadal e Djokovic. O britânico já perdeu 8 finais de Grand Slam, cinco para Djokovc e três para Federer. São cinco vice-campeonatos na Austrália, um Roland Garros, um US Open e um Wimbledon.

O primeiro título de Slam foi no U.S.Open 2012.

O primeiro Wimbledon veio em 2013. Título histórico. Murray quebrou um jejum de 77 anos sem títulos britânicos no All England Lawn and Tennis Club. A última conquista havia sido em 1936 com Fred Perry. Imagine a pressão. Em 2012 perdeu a final para Federer. Não é fácil.

Fiquei muito feliz com a conquista.

Murray merecia.

Garbine Muguruza conquista Roland Garros

Leia o post original por Fernando Sampaio

MUGURUZAFoi uma belíssima final.

É bom para o tênis feminino ver uma garota de 22 anos derrotando a número 1 do mundo numa final de Grande Slam.

Cara nova, faz bem para o esporte.

Garbine Muguruza bateu Serena Williams por dois sets a zero, parciais 7/5 e 6/4. A espanhola, nascida na Venezuela, jogou muito durante as duas semanas em Paris. Serena salvou cinco match points no 3/5, fez 4/5. Muguruza fechou o jogo com personalidade.

Parabéns !!!

 

Brasil tropeça no quali de Roland Garros

Leia o post original por Fernando Sampaio

beatriz_haddad_maia_bia_rolandgarros2016_quali_free_bigQuatro brasileiros entraram no quali de Roland Garros.

Todos perderam na estreia.

Thiago Monteiro, André Ghem, João Souza e Guilherme Clezar.

Pena.

Paula Gonçalves foi eliminada na primeira do feminino.

Bia Haddad (foto) foi a única a passar pela primeira rodada.

Nesta quinta estarei torcendo por ela, através do aplicativo do Aberto da França.

Mirem-se no exemplo de Nadal. E de Djokovic

Leia o post original por Odir Cunha

Melhores momentos de Rafael Nadal 3/6, 7/5, 6/2 e 6/4 Novak Djokovic

Eles são jovens, milionários, famosos. Poderiam parar de competir mesmo antes da final de Roland Garros e teriam a vida ganha e mansa até o final dos tempos. Mas se entregaram a uma batalha de três horas e meia, na qual acabaram exaustos, debilitados, exauridos. Mas ainda lhes restou o que mais importa: o espírito esportivo para reconhecer os méritos do adversário e a determinação de continuar se aprimorando para proporcionar espetáculos ainda mais envolventes para o seu público, no caso nós.

O sérvio passou mal, chegou a vomitar, mas ainda se recuperou e empatou o quarto sete; Nadal, que agora tem inacreditáveis nove títulos no Aberto da França, correu tanto que foi tomado pelas cãibras quando fazia as fotos com a taça. O público, que reservou a ambos demorados aplausos de pé, como se tivesse assistido a uma ópera, ou um concerto, saiu do estádio com a certeza de que os artistas lhe ofertaram até a última gota de suor e arte.

Vejo nisso a grande generosidade de Rafael Nadal e Novak Djokovic. Sim, a vitória daria, como deu, um prêmio equivalente a cinco milhões de reais, mas sabemos que eles não lutam pelo dinheiro, ou apenas pelo dinheiro. São movidos pelo desafio e nessa batalha para superar a si mesmos, acabam produzindo jogadas e momentos que encantam os olhos e tocam o coração das pessoas.

Esse é o espírito que gostaríamos de ver no futebol, particularmente nos jogadores do nosso Santos. Essa entrega, essa paixão pelo que fazem, essa determinação de buscar a vitória até o último instante de uma partida, esse respeito aos torcedores e à sagrada camisa que vestem.

http://youtu.be/dOkgz5BCxcQ

Um jogo decidido pela força interior

Sei que ele não tem o estilo mais bonito e não é o mais completo, se somarmos o saque, o toque e o jogo de rede. Mas desde que o conheci e o entrevistei pela primeira vez, em 2005, na Copa do Sauípe, tornei-me um fã de Rafael Nadal, este jovem espanhol que luta como um touro, mas sabe ser educado como o filho que todos gostariam de ter. Na final de Roland Garros, ele deu mais um exemplo de sua força interior. Ele e o sérvio Novak Djokovic, que só não foi campeão porque do outro lado da rede havia Nadal.

Percebi que Djokovic começou mais intenso e ganhou o primeiro set, por 6/3, em 44 minutos. Mas depois, quando os pontos se prolongaram, a vantagem física de Nadal foi, aos poucos, freando a velocidade das bolas e influindo na coordenação motora fina do sérvio. Segundo sete, 60 minutos, Nadal 7/5; terceiro set, 50 minutos, Nadal 6/2; quarto set, 57 minutos, Nadal 6/4.

Entrar na arena central de Roland Garros para enfrentar Nadal deve ser equivalente a enfrentar um touro feroz e teimoso. O adversário sabe que poderá vencer pontos, games, até mesmo sets, mas daí até matar o touro e receber as flores da plateia vai uma distância enorme.

Acho muito difícil que Nadal alcance a final em Wimbledon, onde é mais difícil manter a bola em jogo e esticar os pontos, mas vejo-o com grandes possibilidades de chegar ao seu 15.o título de Grand Slam, e assim ultrapassar Pete Sampras, na quadra dura do US Open. De qualquer forma, se nenhum problema físico interferir, a final que já queremos ver de novo em Roland Garros em 2015 é a mesma que mexeu com todos este ano.

Atenção para Zorman e Luz, os brasileirinhos que vêm por aí

Ao contrário de muitos, não acho que os tenistas brasileiros têm qualquer obrigação de fazer bonito em um torneio que reúne os melhores do mundo, como um Grand Slam. Nesses eventos, chegar à chave principal, e mesmo passar uma rodada, como Thomaz Bellucci e Teliana Pereira conseguiram, já merece aplausos e incentivo. Teliana foi a primeira brasileira em décadas a conseguira façanha.

Claro que fiquei triste pelo duplista Bruno Soares ter match points e não aproveitar a chance de chegar à final de duplas mistas, mas a verdade é que os adversários jogaram muito bem os pontos decisivos. O importante, mesmo, para nós, brasileiros, é saber que dois brasileirinhos bons de bola vêm por aí e mostraram isso no saibro francês.

O paulista Marcelo Zorman chegou às quartas-de-final da chave de 18 anos. Sabe o que isso significa? Ficar entre os oito melhores do mundo em saibro. E o gaúcho Orlando Luz só perdeu na semifinal, por 7/5 e 6/3, para o russo Andrey Rubley, o campeão do torneio.

O detalhe é que Orlando tem apenas 16 anos e enfrentou adversários mais velhos e experientes. No tênis, isso costuma ser um sinal de que o garoto vai longe. Torçamos.

Jogadores de futebol não deveriam se espelhar em Nadal e Djokovic?

Galo com sorte de campeão como Guga em 1997 em Roland Garros

Leia o post original por Milton Neves

O eterno mata-mata do tênis é como futebol em suas copas e competições quando de jogos eliminatórios.

Explico.

Um dia, em 2005, ao vivo, no Terceiro Tempo, então na Rede Record, o grande Guga, nosso Éder Jofre ou Ayrton Senna do tênis, me disse algo muito interessante sobre o próximo adversário de cada um nesse tipo de competição, o terrível mata-mata.

“Muitas vezes ou quase sempre, quando a gente acaba por ganhar o título, ganhamos de quem ganhou daquele que ia ganhar da gente”.

Muito simples.

E ele lembrou que naquele seu primeiro título de Roland Garros foi fácil só a final contra o espanhol Sergi Bruguera.

“Contra Kafelnikov e Medvedev estive quase derrotado, mas contra os adversários que eles eliminaram para me enfrentar, acho que teria sido pior”, imagina.

Pois, agora com o Galo, guardados as devidas proporções de genialidades, as coisas estão bem parecidas.

Agora vem aí o Newell´s Old Boys e quem não garante que o Boca Juniors não eliminaria o time de Cuca?

E o Flu também não seria pior?

E contra o Tijuana o Galo esteve para perder os dois jogos.

No sintético deu 2 a 2 para um Atlético lotérico.

E bota loteria no jogo desta quinta-feira.

Vi tudo aqui na “Fazenda do Ipê” de Guaxupé-MG, com 3 graus de temperatura, a 505 quilômetros de Belo Horizonte e 302 de São Paulo.

Emocionante, inacreditável, espetacular, talvez inédito, impressionante e inesquecível.

“São” Victor, por três vezes, sendo a do pênalti válida por 10 milhões, operou milagres para os aplausos de Kafunga, Marcial, Renato, Mussúla, Taffarel e Mazurkiewcz.

E vi o jogo ao lado do Lucas, o Lukinha, hoje Secretário Municipal de Esportes de Muzambinho-MG, ex-goleiro do Ituano, da Caldense, da Seleção Paulista de Novos e do Paulista de Jundiaí quando Victor era reserva dele.

É mole?

É a vida.

Lukinha parou com a bola e hoje é casado com a filha do meu amigo Jairo Paçoca, o Jairo Rondinelli, primo de “Deus da Raça” do Flamengo, nascido aqui pertinho em São José do Rio Pardo-SP.

“O Victor sempre foi largo para pegar pênalti nos treinos”, lembra o ex-titular nos tempos de reserva do atual ídolo atleticano.

Pois agora pode ocorrer algo parecido com o Galo “reserva”, em títulos, de grandões do futebol brasileiro como Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Fluminense e Grêmio.

O clube Atlético Mineiro que pode virar titular pelo Brasil na Libertadores e no Mundial de Marrocos em 2013.

Teve talento, muito talento, antes dos dois jogos lotéricos contra o Tijuana, e acabou por avançar graças ao que ele nunca teve na vida: sorte, sorte de campeão!

E, como “sorte é o encontro da capacidade com a oportunidade”, o primeiro título de “Roland Garros” do Galo está logo ali por algumas semanas.

E lá na França de Roland Garros não é tudo na base de… galo?

Certo, Guga?

 Opine!