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MP do Paraguai abre caminho para Ronaldinho pagar multa e voltar ao Brasil

Leia o post original por Perrone

O Ministério Público do Paraguai concluiu sua apuração a respeito da denúncia contra Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, pelo porte e uso de documentos paraguaios falsos.

Os promotores indicam que Ronaldinho cometeu um crime que tem pena prevista de dois anos de prisão. Mas consideram que como o ex-jogador não tem antecedentes criminais e não foi provada sua participação direta na produção dos passaportes falsos, ele tem direito ao benefício da suspensão condicional do processo por um ano.

Para isso ele terá que cumprir obrigações como pagar multa de US$ 90 mil por dano social, indicar residência fixa e se apresentar trimestralmente à Justiça brasileira. O procedimento é equivalente à liberdade condicional.

Se tudo for cumprido por Ronaldinho, ele se livra do processo ao final do prazo de um ano.

Antes , porém, um juiz paraguaio precisa homologar o pedido do MP. Existe a possibilidade de o magistrado ser contrário, mas a chance é considerada remota pela defesa do brasileiro.

No caso de Assis o período de suspensão condicional do processo seria de dois anos com multa de US$ 110 mil.

As condições são mais duras porque o MP entende ter ficado provado após perícia em telefones celulares que, antes de chegar ao Paraguai, Assis sabia que seriam confeccionados documentos falsos para ele e seu irmão. Sua defesa, no entanto, diz que Assis acreditava que os passaportes e cédulas de identidade eram autênticas.

Os promotores afirmam que o crime cometido pelo irmão de Ronaldinho tem previsão de até cinco anos de prisão, mas entendem que sua liberdade condicionada a regras não coloca a sociedade em risco.

“Foi reconhecido pelo Ministério Público que inexiste crime de natureza financeira ou corretado em relação ao Ronaldo e ao Roberto. Após cinco longos meses, restou demonstrado exatamente o que se defendeu desde início: a utilização de documentos públicos adulterados sem o conhecimento dos defendidos”, disse Sérgio Queiroz, advogado dos brasileiros.

O MP manteve ambos presos no Paraguai sob o argumento de que era necessário identificar se eles cometeram outros crimes, além do uso dos documentos falsificados. Nada foi encontrado durante as investigações.

“Resumindo: o processo ficará suspenso. Será fixado um prazo. Após, é declarada a absolvição do Ronaldo. Na verdade, tudo que aconteceu no dia 6 de março está acontecendo agora. Utilizou  documento adulterado, sem saber que estava adulterado. Não houve má-fé”, completou Queiroz.

Ele se referiu à primeira decisão que dava à dupla o benefício de retornar ao Brasil apenas pagando indenização por não ter antecedentes criminais. Os dois foram presos em março e ficaram parte do período em um quartel usado também como prisão.

Os irmãos aguardam a posição da Justiça no hotel em Assunção no qual cumprem prisão domiciliar.

 

Como Ronaldinho convenceu Justiça e optou por prisão em hotel

Leia o post original por Perrone

Na quarta-feira da semana passada, a defesa de Ronaldinho Gaúcho e Assis já sabia que a perícia no celular dos irmãos, feita a pedido do Ministério Público paraguaio, não havia encontrado dados incriminadores. Com essa informação, começou o trabalho para transformar a prisão preventiva de ambos em domiciliar. O plano foi concluído com sucesso nesta terça (7). Depois de 32 dias presos preventivamente na  “Agrupación Especializada de la Policia Nacional”, em Assunção, eles foram autorizados a ficar em prisão domiciliar num hotel enquanto durar o processo.

Nesta quarta, os advogados dos brasileiros devem se reunir para traçar nova estratégia com o objetivo de colocar a dupla em liberdade.

Os defensores dos ex-jogadores confiavam que conseguiriam convencer o Ministério Público e a Justiça a aceitar a prisão domiciliar se o exame nos aparelhos telefônicos não apontasse indícios de outros crimes, além de porte e uso de documentos paraguaios com conteúdo falso.

Quando recusaram dois pedidos semelhantes, promotores e a Justiça alegaram que era preciso averiguar se os brasileiros tinham alguma outra ligação com demais envolvidos no caso.

O principal objetivo era saber qual o vínculo dos irmãos com Dalia López, empresária foragida da Justiça paraguaia. Ronaldinho participaria de evento da ONG comandada por ela. López  pediu para dois intermediários providenciarem cédulas de identificação e passaportes paraguaios para os brasileiros. Entre outras questões, a empresária é suspeita de prática de lavagem de dinheiro. Seus advogados negam que ela tenha cometido crimes.

“Nós sabíamos que nada seria encontrado no celulares porque não existe mais nada além dos documentos”, afirmou ao blog Sérgio Queiroz, advogado brasileiro de Ronaldinho e Assis.

Com a informação de que o MP não havia encontrado outros vínculos entre os brasileiros e López, Queiroz e os defensores paraguaios decidiram pedir novamente a troca da prisão preventiva pela domiciliar. Esse era um dos poucos pedidos que poderiam fazer durante a quarentena no Paraguai para tentar evitar o avanço do novo coronavírus. Apenas solicitações consideradas urgentes podem ser feitas à Justiça local neste momento.

O primeiro passo foi pensar na fiança a ser oferecida. Precisava ser um valor substancial a ponto de Ministério Público e Justiça entenderem que Ronaldinho e Assis não fugiriam, deixando a quantia para trás.

No primeiro pedido de prisão domiciliar, a garantia seria um imóvel emprestado avaliado em pouco menos de US$ 800 mil. Promotores e juízes consideraram o valor baixo perto do poder aquisitivo dos irmãos.

Na segunda tentativa, foi recusada  proposta de fiança de US$ 1,6 milhão via depósito judicial. As autoridades bateram na tecla de que precisavam ampliar as investigações, principalmente fazendo perícia nos celulares dos ex-jogadores.

Com a informação de que os peritos não tinham nada contra Ronaldinho e Assis, os advogados decidiram manter a oferta de US$ 1,6 milhão.

O trabalho, então, foi providenciar a transferência da quantia para uma conta judicial no Banco Nacional de Fomento do Paraguai.

Outra etapa foi encontrar um local para oferecer como moradia dos irmãos para a Justiça. Na primeira tentativa rejeitada pelas autoridades, foi apresentada uma luxuosa casa cedida por um empresário paraguaio. Na segunda oportunidade, os advogados ofereceram como opção um apartamento a ser alugado. Na ocasião alegaram que o imóvel menor seria mais fácil de ser vigiado.

Desta vez, no entanto, escolheram um hotel por causa das rigorosas medidas de restrição de locomoção em Assunção por conta da pandemia de Covid-19.

O entendimento foi de que a logística seria mais fácil no hotel. Em um imóvel residencial, o stafe dos brasileiros avaliou que teria dificuldade para transitar pela capital paraguaia com o objetivo de comprar mantimentos e material de limpeza, além das dificuldades para encontrar funcionários.

No hotel, os irmãos passam a ter tudo isso à mão. Foi escolhido um local no qual pelo menos um dos advogados já tinha se hospedado e considerava confortável. O hotel Palmaroga aceitou receber os brasileiros e assinou  termo para ser apresentado à Justiça.

Com tudo pronto, os advogados fizeram o pedido pela prisão domiciliar nesta terça pela manhã. No final da tarde já tinham conseguido a resposta positiva do MP e da Justiça.

Ronaldinho e Assis não poderão sair do hotel, mas terão trânsito livre na dependência do estabelecimento, segundo Queiroz. O local conta com piscina e sala de ginástica. Ainda segundo o advogado brasileiro dos irmãos, só poderá haver guardas do lado de fora do hotel. Eles não podem receber visitas que não sejam de seus advogados. Isso já acontecia no quartel adaptado para ser também prisão no qual eles estavam.

“Foi restabelecida uma parte da Justiça. A outra será restabelecida quando eles forem colocados em liberdade”, afirmou Queiroz ao blog. A defesa dos irmãos alega uma série de irregularidades no processo que culminou com a prisão preventiva de ambos e ainda aguarda a análise de duas apelações pedindo a anulação de decisões que resultaram na prisão de seus clientes.

O Ministério Público nega existirem falhas e aponta que ainda há investigações a serem feitas.

“Aceitamos o pedido da defesa, por um lado, por causa do avanço investigativo. Por outro lado, por que os processados ofereceram uma quantia que entendemos garantir que eles se submeterão à prisão domiciliar”, afirmou Osmar Legal, um dos promotores responsáveis pelo caso.

Ronaldinho e Assis superam veto a visitas em prisão com telefone emprestado

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Presos em Assunção, no Paraguai, Ronaldinho e seu irmão Assis contam com um telefone emprestado pela administração do presídio para contornar a falta de visitas. A entrada de visitantes na “Agrupación Especializada de la Policia Nacional” está proibida como medida de combate ao avanço do novo coronavírus. Os detentos só podem receber seus advogados.

Indagado pelo blog se Ronaldinho tem acesso a um celular no presídio, o administrador do quartel adaptado para funcionar também como casa de detenção disse: “emprestamos um telefone em algumas ocasiões. É Assis quem o usa”, afirmou Blas Vera.

De acordo com o administrador, todos os detentos têm direito ao aparelho emprestado para falar com familiares de uma a duas vezes por semana. A medida visa compensar a proibição de visitas.

Também segundo Vera, para poderem realizar as ligações, por questões de segurança, os detentos precisam registrar os números que serão chamados.

Como mostrou o blog, seguindo orientação da Justiça paraguaia, o quartel e presídio tem incentivado os presos a praticarem atividades de lazer. Futevôlei e futsal são as preferidas do ex-jogador do Barcelona.

Ronaldinho e Assis estão em prisão preventiva por portarem e usarem documentos paraguaios com conteúdo falso para entrarem no país.

A defesa espera pela conclusão de perícia em seus celulares. Os advogados avaliam que eles serão colocados em liberdade depois dos exames nos aparelhos.

 A tese é de que o Ministério Público não encontrará indícios de participação dos dois em outros crimes que não sejam porte e uso de documentos falsificados, considerados de menor potencial. A prisão preventiva pode durar até seis meses.

Perícia em celulares é peça-chave contra prisão preventiva de Ronaldinho

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A perícia nos celulares de Ronaldinho e Assis, que estão em poder do Ministério Público do Paraguai, se tornou peça-chave para o fim da prisão preventiva de ambos.

O MP bate na tecla de que eles podem estar envolvidos em outros crimes, além do porte e uso de documentos públicos paraguaios falsos. E que por isso é preciso que sigam em prisão preventiva para evitar o risco de fuga ou de que atrapalhem as investigações.

Se se nada suspeito for encontrado nas mensagens telefônicas e caso a ligação com outros investigados, como a empresária Dalia López, for rasa como dizem os ex-jogadores, o Ministério Público perde força para manter sua decisão.

Os próprios promotores responsáveis pelo caso já indicaram que podem mudar de opinião em relação a prisão preventiva se as investigações não caminharem para o envolvimento dos brasileiros em outras atividades criminosas. A maior suspeita em relação a outros envolvidos está relacionada à lavagem de dinheiro.

Nesta sexta (13), a justiça negou novo pedido da defesa para derrubar a prisão preventiva, que pode durar até seis meses.

Por que Assis não estranhou oferta de passaporte paraguaio, segundo defesa

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Como Ronaldinho e Assis, dois caras experientes, não desconfiaram de que documentos que davam a eles nacionalidade paraguaia eram falsos sendo que ambos nem pisaram num órgão governamental para obter esses registros?

A defesa dos irmãos têm sido questionada insistentemente sobre essa falta de desconfiança da dupla.

A tese dos defensores passa pela rotina dos grandes astros do futebol. O argumento é de que boleiros famosos estão acostumados a receberem uma série de benefícios e a desfrutarem de quebras de protocolos.

Ou seja, Assis e Ronaldinho teriam achado normal receberem a papelada por “delivery” sem ter que ir a um escritório ligado ao governo paraguaio.

Assim, Ronaldinho recebe gerentes de bancos e e uma série de profissionais em casa para evitar tumultos em outros locais por conta da presença de fãs. Seria natural, segundo a defesa, essa facilidade em relação ao passaporte paraguaio.

A argumentação, no entanto, não tem sido bem aceita pela maior parte da imprensa brasileira que cobre o caso em Assunção (este blogueiro está nesse time).

Em entrevista coletiva neste domingo (8), Sérgio Queiroz, advogado brasileiro de Ronaldinho e Assis, afirmou que o irmão do ex-jogador do Barcelona admitiu ter pedido o passaporte paraguaio após receber uma oferta. Porém, tinha certeza de se tratar se documento oficial.

Segundo sua versão, a proposta foi para ele obter o documento legalmente com o objetivo de facilitar a realização de negócios no Paraguai. Entre as metas estaria uma redução em eventuais tributos a serem pagos. No entanto, ele não soube dizer quem fez a proposta.

Também segundo a defesa, Ronaldinho não teve participação no pedido de documentos paraguaios. A justificativa é de que questões administrativas ficam a cargo de Assis. Apesar disso, Queiroz negou que a estratégia da defesa seja tratar Ronaldinho como um alienado que deixa tudo nas mãos do irmão.

 

Ronaldinho e Assis têm acompanhamento do Itamaraty, que não detalha atuação

Leia o post original por Perrone

Ronaldinho gaúcho e seu irmão Assis, presos no Paraguai sob acusação de portarem documentos falsos, têm o acompanhamento do Itamaraty. O órgāo, porém, não detalha sua participação no caso.

Indagada pelo blog sobre o tema, a assessoria de imprensa do Itamaraty enviou a seguinte resposta: “o consulado do Brasil em Assunção acompanha o caso. Em atendimento ao direito à privacidade dos envolvidos, bem como em observância ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, o Itamaraty não pode fornecer informações adicionais sobre o assunto”.

De acordo com o jornal paraguaio ABC Color, o pedido da defesa dos irmãos para que a prisão preventiva fosse transformada em domiciliar teve o apoio do diplomata brasileiro Afonso Nery, do consulado em Assunção. 

Segundo o Itamaraty, as repartições consulares sempre acompanham os casos de brasileiros detidos no exterior.

O maior do Barcelona

Leia o post original por Rica Perrone

Talvez todos olhem pro Ronaldinho e entendam sua vida como um ídolo dos lances bonitos, um gol de falta na seleção notável, passagem por 7 clubes grandes e 100 jogos pela seleção. Esse é seu legado.

Títulos, tem. Mas não condizem com seu talento. Ao contrário de Messi e Cristiano, Ronaldinho nunca chegou no seu limite. Se chegasse, provavelmente entre ele e o céu haveria apenas Pelé.

Poucas vezes alguém com tamanho dom pisou no planeta. Ronaldinho nasceu pra jogar futebol.  E o fez. Enquanto sorrindo, o maior de todos. Quando o sorriso sumiu, todo o resto se apagou.

Por diversão. É só assim que ele funciona. Nunca foi trabalho, talvez profissionalismo nem tenha passado pela sua formação. Ele simplesmente nasceu para fazer aquilo e se divertia fazendo. Até que não era mais um prazer. E então, com toda forma física, toda a fama e condições para isso, nunca mais conseguiu repetir.

Nem todos sabem, mas o Barcelona é um case de sucesso recente. E esse processo nasce no Ronaldinho, maior nome da história do clube, e lhes explico os motivos (não é uma idéia minha, é um fato. Quem contou isso foi o CEO do Barcelona em palestra na CBF) :

Quando o Barcelona olhou pros números, o Real tinha 9 Champions e ele uma. Havia uma enorme diferença entre os dois mundialmente, que era ditada por resultados.  Embora o Barcelona fosse o “rival do Real”, ele notou que não vivia de resultados, mas sim de uma característica: o bom futebol.

Então, no começo da década de 2000, a diretoria do Barcelona traçou um plano de décadas. E criou 5 itens inegociáveis para seus valores como clube. O primeiro deles era “jogar bonito”.

Então você vai se assustar culturalmente e dizer que não faz qualquer sentido jogar bem e não vencer. Mas se você olhar pro lado em 10 minutos notará que amamos a seleção de 82, não a de 94. Amamos Ronaldinho e Adriano, não amamos o Belletti, que é mais campeão que os dois juntos.

Amamos o sonho. Nos apaixonamos por quem nos tira da realidade. E é disso que se trata futebol. O resultado, ora, é só um resultado. Ele eterniza, mas não é só isso que importa. Diria eu que nem é o que mais importa.

O Barcelona entendeu que precisava mesclar títulos com conceito. E então teve em Ronaldinho o tiro inicial de uma era brilhante de marketing, gestão de marca e futebol.

O mundo via o Barcelona pelo show. Ninguém se importava se ele seria campeão, tanto que 90% das pessoas tem a impressão que o Barcelona do Ronaldinho ganhava tudo. E não é o caso.

Dali por diante o clube aceitou a idéia, comprou o resultado que o Ronaldinho trouxe e se tornou o time do futebol bonito. O primeiro valor do Barcelona: “jogar bonito”.  Mourinho nunca será treinador do Barcelona. Porque o clube tem perfil. Sabe quem é, o que quer e porque é assim.

Sim, ao contrário de 100% dos nossos clubes, e diria eu que de 95% dos clubes do mundo. Raríssimos os clubes que tem a coragem de trocar resultados por um ideal. O Barcelona teve. E se teve foi porque Ronaldinho esteve em campo.

Este sujeito para de jogar sem sabermos quem ele é. Sabemos a voz do Assis, o que pensa o Assis, como age o Assis, mas o irmão… só vemos jogar e ouvimos falar.

Um ídolo que não conhecemos bem. Que por aqui deixou muito torcedor com raiva por conduta. Mas que adoramos o que ele fez.

E olha o que ele fez! Olha o que ele fez…

abs,
RicaPerrone

“Entrega”? Flu perde por incompetência

Leia o post original por Antero Greco

Tem gente que vê teoria de conspiração em tudo. A mais recente é a de que o Fluminense perdeu em casa para a Chapecoense (3 a 2), neste sábado, só para prejudicar o Vasco. O resultado levou o time catarinense a 43 pontos e praticamente o tirou da lista dos ameaçados pela degola.

Como na semana houve provocações de ambos os lados dos rivais cariocas, logo fizeram associação, somaram 1 + 2 e chegaram à conclusão de que o total era 4. O tropeço tricolor complicaria mais a situação vascaína, que neste domingo visita o Palmeiras no Allianz.

Besteira sem tamanho, pois o Flu perdeu por incompetência, como também por falta de planejamento o Vasco se mantém na última posição do Brasileiro. Um e outro acumulam fiascos e não se deve transferir responsabilidades para o outro lado.

O Fluminense tem a proeza de juntar 17 derrotas em 34 partidas – ou seja, perdeu a metade dos jogos que disputou. E agora se vem falar em entregar os pontos, só para complicar o Vasco?! É muita falta do que fazer e cegueira. A campanha ruim é consequência também da constante troca de comando – quatro treinadores em uma temporada apenas. É demais.

Basta ter acompanhado a partida para ver as dificuldades do Flu. Até deu a impressão de que não permitiria surpresa, ao abrir o placar com Jean, aos 19 minutos. Mas levou a virada antes do intervalo, com os gols de Túlio de Melo aos 30 e William Thiego aos 34. No segundo tempo, empatou com Scarpa aos 3, ensaiou reação, mas tomou o terceiro (Camilo aos 19).

O Flu é inconstante e precisa parar para planejar direito o ano de 2016. Não se pode mais permitir aventuras, como as trocas de técnico ou contratações afinal estapafúrdias como a de Ronaldinho.

E os torcedores do Vasco têm de rezar pela salvação, que ainda é possível. E não darem trela para papo furado de “jogo de compadres”.

O final “feliz” de uma aposta infeliz

Leia o post original por Rica Perrone

Passa da uma da manhã, Ronaldinho e Fluminense acabaram de “romper” o namoro.  Serei bastante direto pra não fazer firula em jogo encerrado. Não gosto do Ronaldinho.  Acho um profissional frouxo, pipoqueiro em decisões, de uma personalidade fraquíssima e controlado feito marionete pelo irmão. Não conheço o Ronaldinho.  O que pode fazer enorme diferença na […]

Os erros do Fluminense

Leia o post original por Rica Perrone

Muito se fala sobre política quando qualquer clube entra em crise. Eu não gosto de levar isso ao torcedor e tento o máximo possível evitar esse tipo de assunto. Quanto a crise do Flu, de candidato a título pra brigar pra não cair, é óbvio que muita coisa deu errada. 1- Treinadores inexpressivos Uma coisa […]