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Palmeiras e São Paulo devem seguir em frente no Paulistão .

Leia o post original por Nilson Cesar

O São Paulo irá passar pelo Mirassol e o Palmeiras terá mais dificuldades para eliminar o Santo André, mas devem seguir em frente no Paulistão . O Santo André deve jogar bem fechadinho e explorar o contra ataque . Essa é a característica que tem o técnico Paulo Roberto Santos do Santo André . Palmeiras tem um time melhor e joga na sua Arena . A não presença do torcedor em um jogo decisivo e…

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Opinião: T. Nunes precisa errar menos em escalações para seu estilo vingar

Leia o post original por Perrone

É verdade que torcida e diretoria do Corinthians precisam ter paciência e dar tempo para Tiago Nunes implantar a profunda modificação proposta no estilo de jogo do time.

Porém, quem mais precisa colaborar com o projeto é o próprio treinador. Ele deve fazer isso deixando de errar tanto nas escalações.

Nunes faz um trabalho promissor, pois já desenhou um esquema interessante de jogo. Só que quanto mais ele errar ao escalar os titulares mais tempo levará para os resultados aparecerem.

O erro mais recente foi começar a partida com o Santo André, na última quarta, com Boselli na reserva.

Um dos principais problemas corintianos neste momento é acertar as finalizações. Contraditoriamente a isso, o técnico deixou o artilheiro alvinegro no banco. 

O argentino saiu do empate com o time do ABC em um gol, após entrar na etapa final e balançar as redes, como um dos artilheiros do Paulistão com cinco gols.

Antes do início da rodada deste final de semana, Boselli também divide com Daniel Alves a terceira posição no ranking dos jogadores que mais acertam finalizações em média por jogo no Estadual, segundo o site Footstats. A marca é de 1,6 arremate certo por apresentação.

Nunes preferiu começar a partida com Vágner Love no ataque. Sua média é de apenas 0,6 finalização certa por jogo. Yony González e Pedrinho, também escolhidos como titulares, ainda não acertaram conclusões nas três partidas que cada um fez no Paulista. Luan, outro titular diante do Santo André, tem média de 0,8 finalização certa por jogo.

Como sugeriam as estatísticas, não deu outra. O técnico precisou mexer na equipe, e o gol salvador foi marcado por Boselli.

Ao explicar sua escolha, Nunes disse que optou por uma formação com mais mobilidade, o que daria maior trabalho para os marcadores do Santo André.

Yony González é outro exemplo de erro do treinador corintiano ao escalar o time. Nunes admitiu isso ao dizer que atropelou a preparação do atacante antecipando sua estreia. Ele disse que o jogador precisava de mais tempo para se preparar, e assumiu a responsabilidade pelo fraco desempenho do comandado até aqui.

Na opinião deste blogueiro, o técnico já havia cometido erros nas escolhas de seus titulares antes. Principalmente nos dois confrontos contra o Guaraní do Paraguai pela fase classificatória na Libertadores.

Uma das falhas foi começar os jogos com Sidcley, visivelmente fora de forma, no lugar de Piton, que vinha sendo claramente superior.

Outra mancada foi escalar Pedrinho no jogo de volta sendo que ele não teve descanso depois de participar do Sul-americano sub-23 com a seleção brasileira. Além disso, o meia-atacante nunca havia jogado sob o comando de Nunes. Ele acabou expulso e prejudicou o Corinthians, eliminado pelo Guaraní.

No mesmo jogo, na opinião deste blogueiro, o comandante alvinegro errou ao demorar para colocar Janderson em campo.

Nesse cenário, Nunes desponta como o principal inimigo do tempo que ele precisa para fazer o time decolar.

Falhas em escalações tendem a provocar maus resultados e eliminações, o que gera descontentamento por parte de torcedores e diretores, além de críticas disparadas pela imprensa. No cruel futebol brasileiro essa é a receita perfeita para fazer o relógio andar mais rápido e tirar o fôlego de treinadores.

Esse jogo tem história

Leia o post original por Odir Cunha

Contra o Santo André o Santos foi campeão paulista em 2010 e Neymar fez um de seus gols mais bonitos, este no campo adversário. É um jogo sempre interessante e neste domingo, às 19h30, na Vila Belmiro, será a grande atração do Campeonato Paulista.

Algo me diz que o técnico Jair Ventura poderá algumas surpresas, como a entrada do garoto Diogo Vitor, um meia que o Santos cultiva há oito anos. Acompanhe o jogo e fique à vontade para deixar suas impressões sobre a partida neste espaço.

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Palmeiras e as boas impressões

Leia o post original por Antero Greco

O Palmeiras ensaiou goleada sobre o Santo André, ao abrir 2 a 0 sem muita força, ainda no primeiro tempo do jogo disputado no Allianz Parque, na noite desta quinta-feira. Depois, deu uma segurada no ritmo, levou um gol na segunda etapa, tomou uma bola na trave, passou por pequeno susto. Até fazer mais um e fechar a conta em 3 a 1, na estreia no Paulistão.

Antes de mais nada, a constatação óbvia: vencer sempre é bom, sobretudo quando se dá a largada numa competição, com caras novas, incluída a do técnico. Como aperitivo, valeu o resultado palestrino diante de um público muito bom (32 mil pagantes), que respondeu “presente!”, como prova de confiança após as contratações feitas nas últimas semanas.

Claro que o desempenho foi instável, e não poderia ser de outra maneira. Além de gente que acabou de chegar, leve-se em conta que se trata de começo de temporada, com os altos e baixos normais. As equipes demoram ao menos um mês e meio para darem ideia aproximada do que poderão mostrar ao longo do ano, para o bem ou para o decepcionante.

No caso palmeirense, alguns pontos positivos podem ser ressaltados. No gol, Jailson manteve a escrita de não saber o que é perder. Marcos Rocha foi bem e basta aplicar-se para ser dono da lateral direita. Antonio Carlos e Thiago Martins não se complicaram, assim como Victor Luís esbanjou fôlego na esquerda, o que pode fazê-lo sombra para Diogo Barbosa.

No meio, Felipe Mello rachou duas vezes, esbravejou, mas compensou com movimentação e passes importantes, como aquele que originou o primeiro gol. Tchê Tchê oscilou e depois cedeu lugar para Bruno Henrique. Dudu correu; porém, esteve abaixo do habitual e foi substituído por Keno, que entrou bem e fechou o placar.

Willian continua a ser eficiente; funcionou na marcação e ainda fez o primeiro gol do time em 2018. Borja foi um leão, a ponto de funcionar como pivô e até ajudar na defesa. Lucas Lima teve estreia muito boa, de quebra com um gol.

É um Palmeiras com muito ainda por definir, com mudanças para ocorrerem. Uma delas, evidente, a entrada de Scarpa. Mas a impressão deixada foi positiva – e o desafio de Roger será o de escolher as peças certas e rodar o elenco de acordo com as circunstâncias.

Se tiver critério, bom senso, competência (e uma pitada de sorte), Roger Machado pode transformar o grupo de jogadores numa equipe vencedora, o que Eduardo Baptista, Cuca e Valentim não conseguiram em 2017.

Blá, blá, blá

Leia o post original por Rica Perrone

Nós, jornalistas, falamos muita coisas das quais não temos o menor conhecimento. Uma delas é avaliar um time menor que não nos compete no dia a dia.  E quando digo isso me refiro a times grandes mas que não estão entre os 12 gigantes e portanto levam nossa mínima atenção.

Basta um time do interior ou do nordeste vencer 10 jogos para irmos na TV dizer que “grande trabalho faz a diretoria”.  Falamos merda atrás de merda, como as mil referências ao futebol alemão desde 2014, sem saber exatamente o que estamos dizendo. Mas precisamos dizer.

Então o São Caetano é a nova potência do futebol brasileiro. Gestão, visão, trabalho.  Sumiu.

Como ele cito facilmente um por ano nos últimos 100 anos.  E mais recentemente o Santa Cruz, time que todo país adora e respeita pela sua massa comovente.  Da série C para a A, o surto no começo de 2016, os mil comentários sobre chance de título, surpresa, “puta trabalho”, “mentalidade nova”, blá, blá, blá.

Sabe quantos jornalistas do eixo foram lá ver de fato o tal trabalho?

Nenhum.

Mas temos que falar algo. E na falta do que falar, blá, blá, blá. E colocamos tudo no alto quando vence, tudo na lama quando perde.

Hoje o Santa Cruz voltou pra serie C do Brasileirão.

E muitos de nós, que jurávamos ver ali um trabalho diferenciado e sério, vamos fazer uma semana de silêncio em respeito a falta de compromisso com o que se jura poder avaliar.

abs,
RicaPerrone

Corinthians afobado. E Santo André aproveita

Leia o post original por Antero Greco

Os últimos dias não foram bons para o Corinthians. Primeiro, o furo n’água na tentativa de trazer Drogba como atração de 2017. Depois, teve a Ponte que pouco se lixou para negociações com Pottker, botou o moço em campo na Copa do Brasil e, com isso, tornou impossível a transferência.

Para fechar a semana ruim, veio a derrota por 2 a 0 para o Santo André, na noite deste sábado, em Itaquera. Resultado pouco comum no confronto entre os dois times. Mas o que aumenta a preocupação da torcida foi o futebol da equipe: confuso, ainda descoordenado, com a agravante de ter sido frágil no sistema defensivo. A turma do ABC desceu três vezes com perigo, em duas aproveitou e fez a festa.

Claro que há méritos para o rival. O Santo André foi aplicado, correto, atento na marcação. Nada excepcional, porém eficiente. Dentro das limitações, cumpriu à perfeição o papel dele e teve no goleiro Zé Carlos um dos pontos altos. Ele fez defesas importantes, a maior delas ao parar pênalti chutado por Jô no primeiro tempo.

É preciso sempre levar em consideração que se trata de início de temporada, o segundo jogo oficial, fora três amistosos de preparação. Ainda tem gente para ser aproveitada, como o jovem Maicon (na desastrada seleção Sub-20) e o veterano Jadson, que deve assumir o papel de astro da companhia. A ressalva vale para que o público não se desespere logo de cara.

Mas o desempenho não foi grande coisa, independentemente do resultado. Comum uma equipe jogar bem e perder. Não foi o caso. O Corinthians mostrou-se afobado, pouco prático e com criatividade baixa. Abusou dos cruzamentos, a maioria na tentativa de encontrar Jô para as finalizações. Uma ou outra, apenas, foi bem sucedida; de resto, só serviu para fazer o nome da zaga do Santo André.

A defesa corintiana não foi incomodada além da conta. Porém, em dois lances decisivos vacilou, e justamente nos gols de Edmilson (no primeiro tempo) e Claudinho (no segundo). Fagner e Moisés desceram muito ao ataque, sem perigo. Pablo e Balbuena necessitam de ajuste no entendimento. No meio, Gabriel tratou de fechar espaço, e só. Felipe Bastos procurou o jogo, mas sem regularidade. Tanto que saiu no intervalo para a entrada de Guilherme, que passou em branco. Marquinhos Gabriel esteve muito aquém do que pode, Marlone e Rodriguinho andaram perdidos à frente e não encostaram em Jô. Ainda entraram Kazin e Romero, sem acrescentar grande coisa.

A tarefa de Fabio Carille é enorme. Será necessária paciência, e ele precisará de mão forte para apoiá-lo. Terá?

Só o São Paulo na fila!

Leia o post original por miltonneves

A Portuguesa ganhou a última Série B do Brasileirão.

O Juventus promoveu-se e o São Bernardo FC foi o campeão na Série B do Paulistão-2012.

O Grêmio Osasco também subiu de divisão no Paulista.

O Santos sagrou-se tricampeão estadual.

O Corinthians finalmente conquistou a América.

E  o Palmeiras voltou a ser campeão ganhando o Brasil.

Assim, dos paulistas da Grande SP, que não ganharam nada, sobraram o Nacional, o outro São Bernardo, o Santo André, o Grêmio Barueri e o … São Paulo!!!

Desse jeito, Juvenal,  a torcida não aguenta nem a pau!

Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, depois de dois anos auspiciosos, também está vivendo momentos de turbulência com o Atlântico ameaçando invadir o continente do Gonzaga até a Vila Belmiro.

Para escapar de um possível tsunami em seu navio, que ele se livre definitivamente de qualquer pena de ganso e consiga melhores marinheiros do que o sofrível Renteria, dos esforçados Borges e Alan Kardec, do pífio Fucile,  dos  comuns Ibson, Henrique e Juan e dos velhos corsários Durval e Elano.

Além de achar um tesouro em algum lugar no fundo do mar da Bacia de Santos.

Já Arnaldo Tirone fez belo gol aos 44 minutos do segundo tempo.

Ele e Felipão.

Estavam muito mal – e bota mal nisso –, mas a última impressão é a que fica.

Duas “máximas” do futebol favorecem ao São Paulo no clássico  deste domingo entre o Verdão e o Tricolor:

“Quem estreia técnico sempre ganha”.

“Depois de épica conquista todo time completo perde a primeira partida por letargia pós-orgasmo”.

O Corinthians, diante do Botafogo, que o diga.

Assim, mesmo desfalcado, Ney Franco ganha de Felipão por 2 a 0 em Barueri.

O ameaçado Mano Menezes colocou Ganso na reserva menos pelo fator Oscar e mais pelo que considerou um cano do jogador ao se operar e se livrar daqueles amistosos da seleção que tanto cansaram Neymar.

Agora feliz, sem jogos ou treinos, ganhando do Palmeiras e da publicidade e com tempo para tudo, o eterno goleiro Marcos vai ser pai pela terceira vez.

A Fox Sports, mesmo após sua bela e até agora única estrela que foi a Libertadores, continua tentando contratar fazendo ofertas e valorizando jornalistas da concorrência.

Um dos casos foi o de Rogério Micheletti, da Band, o melhor profissional de edição e memória-esportiva dos anos 80 prá cá, de nosso meio.

Só que a Fox não conseguiu levar para o Rio essa rara e “secreta” figura.

Secreta, mas que é mais importante do que muita gente famosa de vídeo e microfone por aí.

Imagem: @CowboySL